<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-310886352174507383</id><updated>2012-02-10T05:03:00.689-02:00</updated><category term='Crenças'/><category term='Tom Coelho'/><category term='Comunicação'/><category term='W.Campos'/><category term='Finanças'/><category term='Ecologia'/><category term='G.Rocha'/><category term='Comércio'/><category term='Comportamento'/><category term='Fotos'/><category term='Educação'/><category term='Ivan Postigo'/><category term='Corrupção'/><category term='Mente e Cérebro'/><category term='Carreira'/><category term='Música'/><category term='Criatividade'/><category term='S.Kanitz'/><category term='Violência'/><category term='Motivação'/><category term='Saúde'/><category term='Psicologia'/><category term='Arte'/><category term='Sucesso'/><category term='Ética'/><category term='CRA'/><category term='Futuro'/><title type='text'>claudii blog</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://claudiiblog.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/310886352174507383/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://claudiiblog.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><link rel='next' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/310886352174507383/posts/default?start-index=101&amp;max-results=100'/><author><name>Cláudio Natalício</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15111391695868473519</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_dzbjkX9nqkU/SywP3aOgTVI/AAAAAAAAAj0/PGmkY73WQdw/S220/pai+2.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>1132</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-310886352174507383.post-5942985673193990151</id><published>2012-02-10T05:03:00.006-02:00</published><updated>2012-02-10T05:03:00.765-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Comportamento'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Saúde'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Mente e Cérebro'/><title type='text'>Ultrassom em excesso pode prejudicar a formação do cérebro</title><content type='html'>&lt;table border="0" cellpadding="4" cellspacing="0" class="interna-txt"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;table border="0" cellpadding="0" cellspacing="0"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td align="left" class="interna-ed" colspan="2" height="15"&gt;&lt;b&gt;do site: www.mentecerebro.com.br em 15 de dezembro de 2011&lt;/b&gt;&lt;/td&gt;                   &lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;         &lt;td colspan="2" height="6"&gt;&lt;img height="1" src="http://www2.uol.com.br/vivermente/img/px_branco.gif" width="1" /&gt;&lt;/td&gt;       &lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/td&gt;    &lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;      &lt;td align="center" class="interna-titulo"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt;&lt;tr style="color: red;"&gt;      &lt;td align="center" class="interna-olho"&gt;Técnica expõe o feto a uma  rajada de ondas mecânicas de alta frequência, usadas em laboratório para  dissociar e até matar células&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="interna-autor"&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="interna-txt"&gt;&lt;span class="interna-txt"&gt;     &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;table align="right" border="0" cellpadding="1" cellspacing="0" style="width: 300px;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;                   &lt;td align="right" class="img-credito" rowspan="3" width="10"&gt;&lt;img height="1" src="http://www2.uol.com.br/vivermente/img/px_branco.gif" width="1" /&gt;&lt;/td&gt;                   &lt;td align="right" class="img-credito"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;                 &lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;                   &lt;td align="center"&gt;&lt;img border="0" src="http://www2.uol.com.br/vivermente/noticias/img/ultrassomperigosdentro.jpg" /&gt;&lt;/td&gt;                 &lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;                   &lt;td class="img-legenda"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;                 &lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;                   &lt;td align="right" class="img-credito" colspan="2" height="10"&gt;&lt;img height="1" src="http://www2.uol.com.br/vivermente/img/px_branco.gif" width="1" /&gt;&lt;/td&gt;                 &lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;span class="interna-txt"&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;O primeiro é miraculoso: aquele que nos  mostra um projeto de gente em nosso ventre, coraçãozinho já formado,  batendo acelerado. Esse confirma que a gravidez é uterina – ou denuncia  uma gravidez tubária, que precisa ser rapidamente abortada para não  colocar em risco a vida da mãe. Os seguintes, sempre solicitados pelo  médico, revelam a boa formação do cérebro e de outros órgãos do corpo, e  mais tarde atestam a saúde da placenta ou acusam seu envelhecimento  precoce e mostram se a posição do cordão umbilical exigirá algum cuidado  especial no parto. &lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt; Recentemente, contudo, a facilidade de fazer ultrassonografias  popularizou os exames eletivos, como os tridimensionais em alta  resolução, “para ver o rostinho do bebê”. Há até quem compre seu  aparelho portátil, “para monitorar o bebê o tempo todo” – o que foi o  caso de Tom Cruise durante a gravidez de sua mulher, Katie Holmes,  processo acompanhado sem trégua pela mídia. Tais exames, segundo alguns  sites, seriam “completamente isentos de malefícios” e, portanto,  poderiam ser feitos “à vontade”. &lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt; Mas qualquer pessoa diz qualquer coisa na internet, e a verdade é um  pouco diferente. O exame de ultrassonografia expõe o embrião ou feto a  uma rajada de ondas mecânicas de alta frequência, usadas em laboratório  para dissociar e até matar células. Por isso, Pasko Rakic, um dos  maiores especialistas no desenvolvimento pré-natal do sistema nervoso,  suspeitou que o exame não fosse tão inofensivo assim. &lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt; Em um estudo publicado em 2006, Rakic mostrou que, aplicada a fêmeas  prenhes de camundongos em condições comparáveis às dos exames feitos em  humanas, a ultrassonografia pode, sim, prejudicar a migração dos  neurônios que formarão o cérebro dos filhotes. Até 15 minutos de  exposição ao ultrassom não têm efeito detectável: sem a  ultrassonografia, apenas 5% dos neurônios em migração do local onde  nascem até seu destino no córtex cerebral ficam dispersos pelo caminho,  como que perdidos ou atrasados. Mas com 30 minutos de exposição total ao  ultrassom, a porcentagem de neurônios fora da rota sobe para 9% e vai  aumentando com o tempo de exposição até um máximo de 19%, com a maior  exposição ao ultrassom no estudo: 7 horas.&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt; O efeito é pequeno. Além disso, ainda não se sabe se tem conseqüências  detectáveis sobre os fetos examinados e certamente não é razão para você  ir correndo cancelar seu exame ou impedir que sua filha ou irmã façam  os seus. Anos e anos de ultrassonografia durante o pré-natal confirmam  que riscos eventuais de uma exposição pequena valem os benefícios  oferecidos à mãe e ao bebê pelos exames feitos por razões médicas, que  mantêm a exposição ao mínimo necessário. &lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt; O importante, contudo, é reconhecer que a ultrassonografia não é  “completamente isenta de malefícios”: ela pode, sim, prejudicar a  formação do cérebro, e, quanto maior for a exposição do feto ao  ultrassom, maior será o risco de sua formação ser perturbada, sobretudo  em exames tridimensionais de alta resolução, que empregam ultrassons  mais fortes. Por maior que seja a curiosidade, ultrassonografia não é  fotografia e deve ser usada, como os remédios, com bom-senso e  orientação médica.&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt; Pasko Rakic foi orientado pelo advogado de sua universidade, a Yale, a  não responder a e-mails de gestantes perguntando se deveriam ou não  fazer os exames pedidos pelo médico nem dar declarações à imprensa. Mas  ficou feliz em saber que, por causa de seu estudo, Tom Cruise voltou  atrás: a pequena Suri não foi bombardeada desnecessariamente por ondas  de ultrassom durante a gestação&lt;/span&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/310886352174507383-5942985673193990151?l=claudiiblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://claudiiblog.blogspot.com/feeds/5942985673193990151/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://claudiiblog.blogspot.com/2012/02/ultrassom-em-excesso-pode-prejudicar.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/310886352174507383/posts/default/5942985673193990151'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/310886352174507383/posts/default/5942985673193990151'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://claudiiblog.blogspot.com/2012/02/ultrassom-em-excesso-pode-prejudicar.html' title='Ultrassom em excesso pode prejudicar a formação do cérebro'/><author><name>Cláudio Natalício</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15111391695868473519</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_dzbjkX9nqkU/SywP3aOgTVI/AAAAAAAAAj0/PGmkY73WQdw/S220/pai+2.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-310886352174507383.post-8220823532012002059</id><published>2012-02-09T05:04:00.005-02:00</published><updated>2012-02-09T05:04:00.245-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Comportamento'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Mente e Cérebro'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Psicologia'/><title type='text'>Como o cérebro antecipa o futuro</title><content type='html'>&lt;table border="0" cellpadding="4" cellspacing="0" class="interna-txt"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;table border="0" cellpadding="0" cellspacing="0"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td align="left" class="interna-ed" colspan="2" height="15"&gt;&lt;b&gt;do site: www.mentecerebro.com.br em 09 de dezembro de 2011&lt;/b&gt;&lt;/td&gt;                   &lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;         &lt;td colspan="2" height="6"&gt;&lt;img height="1" src="http://www2.uol.com.br/vivermente/img/px_branco.gif" width="1" /&gt;&lt;/td&gt;       &lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/td&gt;    &lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;      &lt;td align="center" class="interna-titulo"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt;&lt;tr style="color: red;"&gt;      &lt;td align="center" class="interna-olho"&gt;Estudo aponta novas possibilidades no tratamento de doenças neurológicas como Parkinson, esquizofrenia e Alzheimer&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="interna-autor"&gt;&amp;nbsp;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="interna-txt"&gt;&lt;span class="interna-txt"&gt;     &lt;table align="right" border="0" cellpadding="1" cellspacing="0" style="width: 300px;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;                   &lt;td align="right" class="img-credito" rowspan="3" width="10"&gt;&lt;img height="1" src="http://www2.uol.com.br/vivermente/img/px_branco.gif" width="1" /&gt;&lt;/td&gt;                   &lt;td align="right" class="img-credito"&gt;©Shutterstock&lt;/td&gt;                 &lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;                   &lt;td align="center"&gt;&lt;img border="0" src="http://www2.uol.com.br/vivermente/noticias/img/cerebroantecipafuturodentro.jpg" /&gt;&lt;/td&gt;                 &lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;                   &lt;td class="img-legenda"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;                 &lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;                   &lt;td align="right" class="img-credito" colspan="2" height="10"&gt;&lt;img height="1" src="http://www2.uol.com.br/vivermente/img/px_branco.gif" width="1" /&gt;&lt;/td&gt;                 &lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Sem que tenhamos consciência, todos os  dias nosso cérebro elabora prognósticos sobre inúmeras questões  cotidianas – se conseguiremos pegar o metrô a tempo ou quem pode estar  batendo à porta, por exemplo –, o que ativa aspectos específicos do  mecanismo cognitivo. Um estudo recente publicado no periódico científico  &lt;/span&gt;&lt;i style="color: blue;"&gt;Journal of Cognitive Neuroscience &lt;/i&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;esclareceu como ocorre esse  fascinante processo cerebral, de vital importância para determinar  comportamento, capaz de influenciar a capacidade de percepção e a  elaboração da linguagem e da aprendizagem.&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt; Ao submeterem alguns voluntários a um exame de ressonância magnética  funcional (fRMI), os pesquisadores puderam analisar como funciona o  mesencéfalo, encarregado da produção de dopamina e da sinalização de  eventos imprevistos. Foi mostrado aos participantes do estudo um filme  com situações cotidianas e em seguida as cenas foram bruscamente  interrompidas. A tarefa era tentar “prever” o que aconteceria logo  depois, enquanto a atividade cerebral dos voluntários era acompanhada. O  resultado foi extraordinário: 90% das pessoas imaginavam o desfecho das  cenas sem dificuldade. Em contrapartida, os que não conseguiam pareciam  sofrer uma espécie de curto-circuito no fluxo da consciência. A  descoberta oferece novas esperanças para a melhor compreensão de doenças  neurológicas como Parkinson, esquizofrenia e Alzheimer, o que pode  levar os pesquisadores a desenvolver medicamentos mais eficazes.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/310886352174507383-8220823532012002059?l=claudiiblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://claudiiblog.blogspot.com/feeds/8220823532012002059/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://claudiiblog.blogspot.com/2012/02/como-o-cerebro-antecipa-o-futuro.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/310886352174507383/posts/default/8220823532012002059'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/310886352174507383/posts/default/8220823532012002059'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://claudiiblog.blogspot.com/2012/02/como-o-cerebro-antecipa-o-futuro.html' title='Como o cérebro antecipa o futuro'/><author><name>Cláudio Natalício</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15111391695868473519</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_dzbjkX9nqkU/SywP3aOgTVI/AAAAAAAAAj0/PGmkY73WQdw/S220/pai+2.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-310886352174507383.post-7738852148144448383</id><published>2012-02-08T05:00:00.019-02:00</published><updated>2012-02-08T05:00:04.080-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Comportamento'/><title type='text'>PODER E SUBMISSÃO</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-5Qink6ljCgo/TyxAYqZjARI/AAAAAAAAD9w/aMIQ7eg8IGo/s1600/a.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="640" src="http://2.bp.blogspot.com/-5Qink6ljCgo/TyxAYqZjARI/AAAAAAAAD9w/aMIQ7eg8IGo/s640/a.jpg" width="492" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;Por Benedicto Ismael C. Dutra&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Com o desejo de comandar as ações surgiu o conceito de que o poder decorre da possibilidade de alguém impor a sua vontade sobre o comportamento de outras pessoas. Ao longo dos séculos esse conceito vem sendo modelado até assumir os contornos modernos. Partindo da força bruta até aos refinados mecanismos de persuasão velada conduzindo as massas para os propósitos visados pelos mandatários.&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Há séculos a educação das novas gerações tem sido utilizada para condicionar a submissão. Tendo sido utilizado pela religião, o condicionamento educacional foi absorvido pelo sistema econômico e social, sendo os assim educados levados a aceitar o sentido da vida conforme imposto pelas necessidades e conveniências do sistema, enquanto no ensino religioso o objetivo é desenvolver nas crianças a aceitação da autoridade religiosa e seus postulados.&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;A riqueza patrimonial criou em seus detentores a ideia de que os menos afortunados não têm o direito de questionar, perpetuando os sistemas perversos que forçam a concentração da riqueza em poucas mãos.&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Atualmente, a organização, entendida como a reunião de pessoas ou grupos visando à realização de seu objetivo, se tornou a grande fonte do poder. A organização possui poder, e os seus membros e dirigentes sentem que são detentores de uma fração desse poder, reagindo fortemente quando se sentem ameaçados de terem de dividir poder, fazendo tudo para conservar e consolidar a sua posição. Quem está dentro não quer sair e quem está fora encontra todas as resistências para entrar. É notória a sensação de vazio que muitos profissionais ou políticos tiveram ao perder seu posto. Perceberam que eram considerados apenas devido à posição que ocupavam na organização da qual faziam parte.&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;As organizações que mais se fortaleceram e que passaram a operar em escala mundial se tornaram aptas a ditar normas em todos os setores da vida. Para isso estão capacitadas a influenciar o governo e exercer amplo poder persuasivo sobre as massas, ditando conceitos e a submissão desejada. O Estado é o garantidor do dinheiro, por isso, é tão necessário, mas o poder real está nas mãos dos donos do dinheiro. Um dos fatores da instabilidade na zona do euro: são vários países com moeda compartilhada sem poder sobre ela.&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;O ano de 2012 inicia com tendências para o aumento das turbulências econômicas e sociais. Espírito de conciliação e equidade será de grande valia para manter a serenidade e a busca de soluções inovadoras, pois não há quem não tenha contribuído de alguma forma para a geração da crise da humanidade e o atual descalabro.&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Para a diretora do Fundo Monetário Internacional (FMI) não existem dúvidas: se a crise econômica não for combatida a uma escala global existe o risco real de o mundo entrar numa crise econômica semelhante a dos anos 30, e o que ocorreu não é algo que estamos buscando. A diretora lançou um claro aviso sobre as consequências do aumento da crise: "Não existe economia no mundo, sejam países de baixos rendimentos, mercados emergentes, países com rendimentos médios ou economias super avançadas que estejam imunes à crise, que não está somente a desenvolver-se como a aumentar". A parte mais assustadora do discurso, feito no Departamento de Estado norte-americano, em Washington, foi quando Lagarde avisou sobre as consequências de falhar em resolver a crise, o que pode levar ao "proteccionismo, isolamento e outros elementos reminiscentes da Depressão dos anos 30", segundo o The Guardian. (http://www.dinheirovivo.pt/Economia/Artigo/CIECO026334.html)&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Mais forte que a influência dos educadores, surgiu a televisão com enorme potencial de recursos e poder de persuasão, se transformando na grande babá eletrônica que faz a cabeça das novas gerações. Pesquisando o que a população deseja ver e ouvir, a TV se utiliza disso para exercer a sua persuasão.&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Para alcançarmos a mudança qualitativa já desejada por muitas pessoas, temos de desenvolver uma educação mais abrangente sobre o sentido da vida, e a necessidade de cada ser humano dar a sua contribuição para a melhora geral através de seus pensamentos, palavras e ações. Isso não deve ser um condicionamento, nem uma cega submissão, mas a natural aceitação dessa realidade essencial como base para que a civilização humana possa conquistar a paz e a prosperidade, com educação e oportunidades para todos que se esforçarem.&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: purple;"&gt;Publicado em 10-Jan-2012,&amp;nbsp; por Simone Bertellim, no site: www.gestopole.com.br&lt;/span&gt;&lt;br style="color: purple;" /&gt;&lt;span style="color: purple;"&gt;&amp;nbsp; Artigo de Benedicto Ismael C. Dutra &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/310886352174507383-7738852148144448383?l=claudiiblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://claudiiblog.blogspot.com/feeds/7738852148144448383/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://claudiiblog.blogspot.com/2012/02/poder-e-submissao.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/310886352174507383/posts/default/7738852148144448383'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/310886352174507383/posts/default/7738852148144448383'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://claudiiblog.blogspot.com/2012/02/poder-e-submissao.html' title='PODER E SUBMISSÃO'/><author><name>Cláudio Natalício</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15111391695868473519</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_dzbjkX9nqkU/SywP3aOgTVI/AAAAAAAAAj0/PGmkY73WQdw/S220/pai+2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-5Qink6ljCgo/TyxAYqZjARI/AAAAAAAAD9w/aMIQ7eg8IGo/s72-c/a.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-310886352174507383.post-3232856118662253303</id><published>2012-02-07T05:05:00.012-02:00</published><updated>2012-02-07T05:05:00.340-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Comportamento'/><title type='text'>Oito Dicas para um Feedback Honesto</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-t2flX9QtDZE/Tyw-s-3nOvI/AAAAAAAAD9g/cfnBsuowK9Y/s1600/a.png" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="234" src="http://3.bp.blogspot.com/-t2flX9QtDZE/Tyw-s-3nOvI/AAAAAAAAD9g/cfnBsuowK9Y/s640/a.png" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Ser franco e honesto é uma tarefa difícil. Poucos entendem quando nós tentamos expor, de forma objetiva,&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;algum problema ou opinião mais fundamentada. A maioria das pessoas reage de forma desigual aos&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;mesmos estímulos e, não raro, furiosamente a pequenas contrariedades. O que nos leva, muitas vezes, a&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;voltarmos atrás em nossos pensamentos e palavras, com medo de ofendermos alguém.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Embora esse cuidado pareça hipócrita, trata-se de uma preocupação legítima. Uma vez que estamos&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;imersos até as tampas em uma cultura materialista, que preza apenas o bem-bom e ignora os espinhos do&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;pequi. Explico: A maioria das pessoas quer vender apenas seu lado bom e têm subjacente a suas posturas,&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;o medo sobre seu real valor como pessoa. Já quanto a nós – que cultivamos a franqueza – e estamos&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;abertos sobre nossas opiniões, sempre temos a chance de tropeçar nas inseguranças profundamente&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;enterradas na personalidade do outro a nossa frente e isso dá origem a graves acidentes. Esta situação me&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;fez pensar sobre honestidade, transparência e seu lugar nos relacionamentos humanos.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Como também as pessoas detestam ler artigos extensos, preferindo o step by step das fórmulas salvadoras,&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;resolvi mesclar minhas posições com as de Lindsay Fox e oferecer um caminho possível para a melhoria dos&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;relacionamentos interpessoais, na família e no trabalho:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;1) Questione seus Motivos. Ser honesto não é o mesmo que compartilhar cada pensamento que passa pela&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;sua cabeça. Considere se segurá-los seria uma forma de mentir. Será que a outra pessoa ficará chateada&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;com você por não dizer nada? Se a resposta for "não", então examine os seus reais motivos para dizê-lo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Você está realmente tentando dar mais a felicidade dessa pessoa ou você está fazendo uma ruminação&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;passiva-agressiva, mas chamando isso de "honestidade"? Se for assim: Fique quieto. Mas, se os seus&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;motivos são genuinamente amáveis e solidários, é improvável que você vá machucar ninguém. Então: Fala!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;2) Respeite Limites. É difícil ofender alguém quando você está compartilhando seus próprios sentimentos e&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;experiências pessoais. Se você está falando sobre a outra pessoa, é conveniente perguntar-se "se isso é da&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;minha conta". Considere a extensão de seu relacionamento. Você pode estar ultrapassando fronteiras.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Para algumas pessoas de seu relacionamento existem acordos tácitos que devem ser respeitados, o que&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;nós chamamos valores de caráter. Para outras pessoas, cujo relacionamento é mais distante ou impessoal,&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;estes acordos podem não existir. Mas, de qualquer forma, não confie na discrição alheia, pois muitos&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;humanos que cohecemos são simplesmente incapazes de segurar a língua e irão contar o que dissemos; de&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;forma ingênua ou proposital. Se os limites forem respeitados, você sempre estará a salvo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;3) Tenha sempre Tato. Uma das leis da vida é essa: A entrega é tudo. Quem não souber ter um mínimo&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;de tato ao se relacionar com as pessoas, sempre terá inimigos. No mínimo, perderá aliados. Francamente,&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;eu tenho certa preguiça com isso, pois muitas vezes sou muito objetivo e, outras vezes, impaciente com a&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;ignorância alheia. Mas, admito que uma política de honestidade e transparência em nosso relacionamento&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;não nos dá a permissão para intimidar as pessoas com opiniões rudes ou deselegantes. É possível ser&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;honesto, direto e gentil ao mesmo tempo. Assim, procure dizer o que deseja de forma educada e sempre&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;conhecendo, antes, eventuais suscetibilidades mais óbvias de seu interlocutor.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;4) Verifique a sua atitude. O tempo é importante, mas não é tudo. Se você resolver entregar seus&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;pensamentos quando está cansado e irritadiço, irá certamente enviar a mensagem errada. Mesmo se&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Ser franco e honesto é uma tarefa difícil. Poucos entendem quando nós tentamos expor, de forma objetiva,algum problema ou opinião mais fundamentada. A maioria das pessoas reage de forma desigual aos mesmos estímulos e, não raro, furiosamente a pequenas contrariedades. O que nos leva, muitas vezes, a voltarmos atrás em nossos pensamentos e palavras, com medo de ofendermos alguém.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Embora esse cuidado pareça hipócrita, trata-se de uma preocupação legítima. Uma vez que estamos imersos até as tampas em uma cultura materialista, que preza apenas o bem-bom e ignora os espinhos do pequi.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Explico: A maioria das pessoas quer vender apenas seu lado bom e têm subjacente a suas posturas,o medo sobre seu real valor como pessoa. Já quanto a nós – que cultivamos a franqueza – e estamos abertos sobre nossas opiniões, sempre temos a chance de tropeçar nas inseguranças profundamente enterradas na personalidade do outro a nossa frente e isso dá origem a graves acidentes. Esta situação mefez pensar sobre honestidade, transparência e seu lugar nos relacionamentos humanos.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Como também as pessoas detestam ler artigos extensos, preferindo o step by step das fórmulas salvadoras,resolvi mesclar minhas posições com as de Lindsay Fox e oferecer um caminho possível para a melhoria dos relacionamentos interpessoais, na família e no trabalho:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;1) Questione seus Motivos&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&amp;nbsp;Ser honesto não é o mesmo que compartilhar cada pensamento que passa pela sua cabeça. Considere se segurá-los seria uma forma de mentir. Será que a outra pessoa ficará chateada com você por não dizer nada? Se a resposta for "não", então examine os seus reais motivos para dizê-lo.Você está realmente tentando dar mais a felicidade dessa pessoa ou você está fazendo uma ruminação passiva-agressiva, mas chamando isso de "honestidade"? Se for assim: Fique quieto. Mas, se os seus motivos são genuinamente amáveis e solidários, é improvável que você vá machucar ninguém.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Então: Fala!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;2) Respeite Limites&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;É difícil ofender alguém quando você está compartilhando seus próprios sentimentos e experiências pessoais. Se você está falando sobre a outra pessoa, é conveniente perguntar-se "se isso é daminha conta". Considere a extensão de seu relacionamento. Você pode estar ultrapassando fronteiras.Para algumas pessoas de seu relacionamento existem acordos tácitos que devem ser respeitados, o quenós chamamos valores de caráter. Para outras pessoas, cujo relacionamento é mais distante ou impessoal,estes acordos podem não existir. Mas, de qualquer forma, não confie na discrição alheia, pois muitos humanos que conhecemos são simplesmente incapazes de segurar a língua e irão contar o que dissemos; deforma ingênua ou proposital. Se os limites forem respeitados, você sempre estará a salvo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;3) Tenha sempre Tato&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Uma das leis da vida é essa: A entrega é tudo. Quem não souber ter um mínimo de tato ao se relacionar com as pessoas, sempre terá inimigos. No mínimo, perderá aliados. Francamente,eu tenho certa preguiça com isso, pois muitas vezes sou muito objetivo e, outras vezes, impaciente com a ignorância alheia. Mas, admito que uma política de honestidade e transparência em nosso relacionamento não nos dá a permissão para intimidar as pessoas com opiniões rudes ou deselegantes. É possível ser honesto, direto e gentil ao mesmo tempo. Assim, procure dizer o que deseja de forma educada e sempre conhecendo, antes, eventuais suscetibilidades mais óbvias de seu interlocutor.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;4) Verifique a sua atitude&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;O tempo é importante, mas não é tudo. Se você resolver entregar seus pensamentos quando está cansado e irritadiço, irá certamente enviar a mensagem errada. Mesmo se você usar todas as palavras certas, a sua atitude e intenções irão transparecer na voz ou postura. Se você estiver sentindo-se assim, melhor manter seus pensamentos para si mesmo até que esteja em um estado de espírito mais compassivo e tranquilo. Dizem que um sorriso na voz, acalma. Só que se você sentir uma “risada” na voz alheia, irá ficar muito irritado com o cinismo. Por isso, verifique como se porta, antes de dizer com que se importa.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;5) Espere o melhor&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Se você está com medo de ferir alguém com as suas opiniões, certamente irá passar este medo adiante. Aí as pessoas irão se focar não na mensagem ou nas intenções. Mas somente no seu medo. Então irão assumir que eles têm boas razões para ter medo de você e de sua honestidade. Neste caso, é 100% provável que tomarão o que você disser, de forma negativa. Por isso, apenas relaxe. Use os itens 3 e 4 e apenas espere o melhor.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;6) Não utilize qualificativos&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Este tópico completa a declaração anterior sobre o medo. Quando você diz às pessoas, coisas como: "sem ofensa, mas ...". As pessoas interpretam imediatamente como significando:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;“Prepare-se para ser ofendido". Quando você diz: “olhe por esse lado...” As pessoas entenderão: “nossa visão não é aceita”. A verdade não precisa de introduções. Basta dizer o que deseja, de forma clara e simples. Só isso.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;7) Tenha compreensão e empatia&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Mesmo se você entregar a verdade com o máximo tato, bondade e boas intenções, você ainda pode bater na ferida de alguém. E ficará tudo bem! Você vai manter e até fortalecer o relacionamento, se conseguir navegar por esses sentimentos com paciência e bondade. Ouça o grito ou o sarcasmo e deixe o outro processar a sua dor. Se precisar, confesse seus erros e peça desculpas, mas direcionadas. Você pode dizer algo como "É realmente importante para mim ser aberto e honesto com você, e eu espero que eu não ultrapassar meus limites. Sinto muito que você está sofrendo. Existe algo que eu possa fazer para ajudar? Logo, a pessoa entenderá que o problema é dela, e não seu!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;8) Deixe Quieto&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Algumas pessoas (às vezes penso que são a maioria...) simplesmente não têm maturidade emocional para esses tipos de interações genuínas e isso é uma situação sem saída. Deixe para lá. Tudo que você pode fazer nessas circunstâncias é ser honesto, focar no resultado (se a interação for profissional) e ir embora, concentrando o seu tempo e energia com outras pessoas mais evoluídas. É difícil ser aberto e genuíno, principalmente considerando-se que as pessoas são mais consumistas que humanas. Mas, fica sempre mais fácil com a prática.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Contudo, se você conseguir isso, as recompensas valem a pena. Assim, comece com pessoas que você confia mais, e conforme você ganha a confiança em suas próprias boas intenções, inclua também os outros. Não mudará o mundo, mas melhorará sua vida!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: purple;"&gt;Colunista: Prof. Luís Sérgio Lico&amp;nbsp; |&amp;nbsp; Publicado em: 20/12/2011 |&amp;nbsp; no site: www.qualidadebrasil.com.br&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/310886352174507383-3232856118662253303?l=claudiiblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://claudiiblog.blogspot.com/feeds/3232856118662253303/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://claudiiblog.blogspot.com/2012/02/oito-dicas-para-um-feedback-honesto.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/310886352174507383/posts/default/3232856118662253303'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/310886352174507383/posts/default/3232856118662253303'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://claudiiblog.blogspot.com/2012/02/oito-dicas-para-um-feedback-honesto.html' title='Oito Dicas para um Feedback Honesto'/><author><name>Cláudio Natalício</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15111391695868473519</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_dzbjkX9nqkU/SywP3aOgTVI/AAAAAAAAAj0/PGmkY73WQdw/S220/pai+2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-t2flX9QtDZE/Tyw-s-3nOvI/AAAAAAAAD9g/cfnBsuowK9Y/s72-c/a.png' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-310886352174507383.post-7834658316830050655</id><published>2012-02-06T05:02:00.007-02:00</published><updated>2012-02-06T07:52:43.073-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Comportamento'/><title type='text'>O que é um meme?</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-tlNKe1PL4yk/Tyw9ZedrGtI/AAAAAAAAD9Y/kjAbBzDlyAo/s1600/meme.gif" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="224" src="http://4.bp.blogspot.com/-tlNKe1PL4yk/Tyw9ZedrGtI/AAAAAAAAD9Y/kjAbBzDlyAo/s320/meme.gif" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;O fenômeno dos virais, das gírias que viram moda e das celebridades instantâneas&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Luiza Rabello estava no Canadá quando virou meme no Brasil, por conta de um comercial estrelado por seu pai&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Sabe a Luiza, que estava no Canadá? Não sabe? Que deselegante! Mas tudo bem: ninguém vai ser trollado, muito menos gritar para você “Vada a bordo, cazzo!”.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Se você quer entender de uma vez por todas o que é meme e porque no começo do ano as pessoas perguntavam sem parar se 'você gosta de mamão?', a gente explica. Vem, gente!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Meme, por exemplo, é o nome daquelas piadinhas que circulam online e podem ser reinventadas, em outro contexto, como aconteceu com o vídeo publicitário em que o colunista social Gerardo Rabello, de João Pessoa, fala da família toda na sala, “Menos Luíza, que está no Canadá”. A frase se espalhou nas redes sociais e começou a ser usada em vários contextos.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;O termo “meme” nasceu numa obra do escritor Richard Dawkins, O gene egoísta, de 1976. No livro, meme significa “uma unidade de evolução cultural” que se propaga de indivíduo para indivíduo, como um vírus. A palavra 'colou', embora o uso que se faz dela hoje não tenha nada a ver com essa definição.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Na prática, memes são peças de informação que se espalham de forma viral, mas que podem ser recriadas e ganhar novo significado.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;“Viral, como o nome diz, é tudo o que se espalha muito rápido. Um meme é mais complexo, além de viralizar, pode ser alterado e ganhar novo contexto”, diz Kaluan Bernardo, produtor de conteúdo no YouPix, site e evento focados na cultura de internet.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Um dos exemplos clássicos são as rage faces, carinhas toscamente desenhadas que são sempre as mesmas e têm os mesmos significados, mas que podem ser usadas em várias tirinhas. Memes podem também ser símbolos e emotiocons, como o&amp;nbsp; ¯\_(' &amp;gt;')_/¯) (conhecido como “shrug”, que significa 'dar de ombros') ou gírias e expressões, como “dorgas”, “tem que ver isso aí” e “menos a Luiza, que vai no Canadá”.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;“Essa frase é um meme, porque ela pode ser alterada e usada em vários contextos. Já o vídeo da propaganda em si é só um viral”, explica Kaluan.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Leia mais sobre o assunto&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; “Hoje é dia de rock, bebê!” vira febre&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; “Tô bandida” e “Tô na pista” fazem sucesso entre as mulheres&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Email de sogra criticando 'falta de modos' de nora vira sucesso&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Empresa alemã faz paródia do casamento real&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;É difícil rastrear o surgimento dos primeiros memes na internet.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;“Um dos primeiros registros da utilização da&amp;nbsp; palavra 'meme' nesse contexto foi em 1998, quando um internauta chamado Joshua Schachter, criou o Memepool, um site com um agregador de links que viralizavam”, conta Kaluan Bernardo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Sites semelhantes de conteúdo viral se tornaram grandes propagadores de memes, nos anos 2000. No Brasil, os virais começaram a bombar mesmo ano passado.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Os especialistas apostam que 2012 vai ser o ano do viral. Páginas de humor no Facebook, blogs com tirinhas de rage faces e traduções de sites como o americano 9Gag se encarregam de popularizar novos memes por aqui.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Outro fator de sucesso está ligado a um acesso cada vez mais amplo à internet no Brasil. “Para uma pessoa gostar de um meme, ela tem que entender o seu contexto e isso acontece com quem fica muito tempo na internet”, diz Kaluan, que ressalva apenas que esse acesso não é fácil para todas as classes sociais, educacionais e econômicas.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;“Os memes usam uma linguagem muito universal”, acredita.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Mesmo o acabamento 'tosco' da maioria das peças serve à essa função de universalizar: qualquer um com acesso a internet pode criar suas próprias remontagens do mesmo meme.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;“Os memes eram usados apenas pra piadinhas casuais, mas muita gente começou a usá-los pra outras coisas, como manifestar sua opinião com questões de política”, diz Kaluan.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Além de se espalharem na internet, os memes invadem o 'mundo real', Seu alcance é cada vez maior.&amp;nbsp; Alguns dos memes de janeiro caíram na mídia tradicional e até o cantor Lenine citou a Luiza em um dos seus shows.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;“As redes repercutem fatos publicados pela mídia tradicional, confrontando a seleção de temas e informações feita pela mídia com outros arranjos possíveis. Por outro lado, assuntos em destaque nas redes sociais cada vez mais são pautados pela mídia tradicional”, afirma Luís Mauro Sá Martino, professor de Teoria da Comunicação na Faculdade Cásper Líbero.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;“As redes sociais podem colocar no mesmo patamar as informações produzidas por grandes veículos e aquelas elaboradas em outros espaços, algo que nunca ocorreu.”&amp;nbsp; Memes à parte, Sá Martino alerta que isso ressalta ainda mais a necessidade de garantir a qualidade da informação - checagem, apuração, evidências, por exemplo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;CURTA A PÁGINA DO DELAS NO FACEBOOK E SIGA NO TWITTER&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Nesse diálogo entre mídias tradicionais e internet, surge também uma diferença entre memes e bordões: enquanto o bordão se fixa pela repetição, o meme é orgânico e colaborativo, recriado e repassado espontaneamente pelas pessoas.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Um bom exemplo são as dezenas de versões de internautas do mundo todo de "Ai, se eu te pego", do cantor Michel Teló. Até versão na voz de Pato Donald a música ganhou.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Os memes geralmente surgem em comunidades online como fóruns e comunidades e nas redes sociais, como o Orkut. A própria internet é fonte de memes, como no caso do Trololo, que ganhou até versão video game. No Brasil, a televisão pauta fortemente a internet. Memes como “Aham, Claudia”, “Tem que ver isso aí” e “É uma cilada, Bino” vieram do mundo da TV. O próximo meme pode brotar de qualquer lugar – inclusive do seu computador.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;Verônica Mambrini, iG São Paulo | 28/01/2012 &lt;/span&gt;&lt;br style="color: red;" /&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/310886352174507383-7834658316830050655?l=claudiiblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://claudiiblog.blogspot.com/feeds/7834658316830050655/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://claudiiblog.blogspot.com/2012/02/o-que-e-um-meme.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/310886352174507383/posts/default/7834658316830050655'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/310886352174507383/posts/default/7834658316830050655'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://claudiiblog.blogspot.com/2012/02/o-que-e-um-meme.html' title='O que é um meme?'/><author><name>Cláudio Natalício</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15111391695868473519</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_dzbjkX9nqkU/SywP3aOgTVI/AAAAAAAAAj0/PGmkY73WQdw/S220/pai+2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-tlNKe1PL4yk/Tyw9ZedrGtI/AAAAAAAAD9Y/kjAbBzDlyAo/s72-c/meme.gif' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-310886352174507383.post-1123318991261334971</id><published>2012-02-05T05:05:00.006-02:00</published><updated>2012-02-05T05:05:00.512-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Crenças'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Comportamento'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Mente e Cérebro'/><title type='text'>O feminino e o masoquismo</title><content type='html'>&lt;table border="0" cellpadding="4" cellspacing="0" class="interna-txt"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;table border="0" cellpadding="0" cellspacing="0"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td align="left" class="interna-ed" colspan="2" height="15"&gt;&lt;b&gt;Do site: www.mentecerebro.com.br, 24 de janeiro de 2012&lt;/b&gt;&lt;/td&gt;                   &lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;         &lt;td colspan="2" height="6"&gt;&lt;img height="1" src="http://www2.uol.com.br/vivermente/img/px_branco.gif" width="1" /&gt;&lt;/td&gt;       &lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/td&gt;    &lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;      &lt;td align="center" class="interna-titulo"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt;&lt;tr style="color: red;"&gt;      &lt;td align="center" class="interna-olho"&gt;As transformações do lugar e do papel da mulher&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt;&lt;tr style="color: red;"&gt;&lt;td class="interna-autor"&gt;&amp;nbsp;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="interna-txt"&gt;&lt;span class="interna-txt"&gt;     &lt;table align="right" border="0" cellpadding="1" cellspacing="0" style="width: 300px;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;                   &lt;td align="right" class="img-credito" rowspan="3" width="10"&gt;&lt;img height="1" src="http://www2.uol.com.br/vivermente/img/px_branco.gif" width="1" /&gt;&lt;/td&gt;                   &lt;td align="right" class="img-credito"&gt;©shutterstock&lt;/td&gt;                 &lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;                   &lt;td align="center"&gt;&lt;img border="0" src="http://www2.uol.com.br/vivermente/noticias/img/transformacaopapelfemininodentro.jpg" /&gt;&lt;/td&gt;                 &lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;                   &lt;td class="img-legenda"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;                 &lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;                   &lt;td align="right" class="img-credito" colspan="2" height="10"&gt;&lt;img height="1" src="http://www2.uol.com.br/vivermente/img/px_branco.gif" width="1" /&gt;&lt;/td&gt;                 &lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;No ensaio Moral sexual “civilizada” e  doença nervosa moderna, de 1908, Sigmund Freud afirma que as mulheres  pagaram um preço bem mais alto do que os homens na constituição da  civilização moderna, em razão dos sacrifícios eróticos e existenciais a  que foram submetidas. Por essa razão, a histeria e a depressão (ou  melancolia) tornaram-se as duas formas psicopatológicas que melhor  representaram as perturbações psíquicas das mulheres recenseadas por  Freud nos textos sobre a sexualidade feminina. Se, na histeria, a figura  da mulher se contrapunha ativamente a sua redução à maternidade, na  melancolia, a hemorragia libidinal ganhava destaque. Seja pela  melancolia, seja pela histeria, o que estava sempre em pauta era o  masoquismo como marca inconfundível do psiquismo feminino.&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt; Em contrapartida, aos homens a liberdade sexual foi outorgada por meio  da constituição de uma rede disseminada de bordéis, onde a luxúria podia  ser cultivada com a garantia do controle sanitário das doenças  sexualmente transmissíveis, a cargo da nova gestão médica do espaço  social. A obrigatoriedade dos exames médicos das prostitutas era  condição essencial para o exercício da profissão. Assim, enquanto a  figura da mulher era caracterizada pela passividade e pelo masoquismo, a  do homem distinguia-se pela atividade e pelo sadismo. De qualquer  maneira, o poder feminino se realizaria de duas formas, na gestão do  espaço doméstico e nas relações da família com as instituições médica e  escolar. Cabia à mãe, então, relacionar-se com tais instituições, tendo  em vista a promoção da saúde e da educação das crianças, na medida em  que esses indicadores seriam os signos insofismáveis da qualidade de  vida da população.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/310886352174507383-1123318991261334971?l=claudiiblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://claudiiblog.blogspot.com/feeds/1123318991261334971/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://claudiiblog.blogspot.com/2012/02/o-feminino-e-o-masoquismo.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/310886352174507383/posts/default/1123318991261334971'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/310886352174507383/posts/default/1123318991261334971'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://claudiiblog.blogspot.com/2012/02/o-feminino-e-o-masoquismo.html' title='O feminino e o masoquismo'/><author><name>Cláudio Natalício</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15111391695868473519</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_dzbjkX9nqkU/SywP3aOgTVI/AAAAAAAAAj0/PGmkY73WQdw/S220/pai+2.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-310886352174507383.post-2900184149432129760</id><published>2012-02-04T05:02:00.024-02:00</published><updated>2012-02-04T05:02:00.197-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Comportamento'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Tom Coelho'/><title type='text'>A vida na encruzilhada</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-fd05K90aJQk/Tysi6iI6eOI/AAAAAAAAD8A/LnNhfzjOnPY/s1600/a.bmp" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="298" src="http://2.bp.blogspot.com/-fd05K90aJQk/Tysi6iI6eOI/AAAAAAAAD8A/LnNhfzjOnPY/s400/a.bmp" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;"Não espere por uma crise para descobrir&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;o que é importante em sua vida."&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;(Platão)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Invariavelmente você passará, e mais de uma vez no decorrer de sua vida, por&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;dilemas acerca dos caminhos a seguir em busca da tão almejada felicidade.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;São situações únicas nas quais escolhas precisam ser feitas, decisões devem&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;ser tomadas e a protelação apenas alimenta e aumenta a angústia, a&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;ansiedade, a frustração e a insatisfação.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Nestas ocasiões, é comum declarar não saber o que se quer. Decerto, os&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;primeiros questionamentos são com relação ao sentido da própria vida,&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;levando ao entendimento de que se trata de uma "crise existencial", na qual&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;imperam o vazio e o caos.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;O fato é que este é um momento singular para grande reflexão pessoal a fim&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;de identificar, reconhecer e enfrentar esta crise. É hora de questionar&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;valores, encontrar novas referências, compreender transformações, acolher&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;mudanças ou promover rupturas. Você controla seus pensamentos, amadurece&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;suas emoções e decide sair da zona de conforto, abandonando o comodismo e o&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;conformismo, buscando soluções para seus problemas em lugar de culpados.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Por se tratar de um processo, não é algo que será resolvido em um único&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;final de semana. Por isso, é importante ter paciência e dar tempo ao tempo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Interprete esta fase como um período de aprendizado que poderá levar você ao&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;crescimento, à evolução e à superação.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Lembre-se de formular muitas perguntas - e buscar respostas para a maioria&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;delas. E embora as tais respostas devam vir de você mesmo, convém consultar&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;terceiros, porém com parcimônia, pois respostas desencontradas podem mais&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;desorientar do que ajudar.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Saber o que não quer, também é um grande progresso. Assim é o estudante&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;diante da escolha de qual carreira seguir, que embora frente a múltiplas&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;possibilidades, tem ao menos a convicção de que selecionar Administração&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;exclui Medicina, uma inclinação ao Direito enfraquece a opção por&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Engenharia, e vice-versa.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;O profissional em transição de carreira pode ter dúvidas entre pedir&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;demissão e procurar outra empresa, tornar-se consultor, abrir um&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;empreendimento próprio, fazer um concurso público ou mesmo tirar um período&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;sabático para reflexão. Mas será um grande avanço saber que não pretende&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;continuar em seu atual emprego, posto que desestimulado seja pela falta de&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;desafios, oportunidades, reconhecimento ou clima organizacional agradável.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Analogamente, um relacionamento conjugal desgastado, arrasta-se e sucumbe de&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;tal forma que a separação não decorre porque se deseja ficar só ou buscar a&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;companhia de outra pessoa, mas apenas porque não se deseja continuar ao lado&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;de quem está hoje.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Nossa vida, nos dias atuais, tornou-se alienante, diante de sua rapidez e&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;senso constante de urgência. Deixamos de valorizar o que temos para projetar&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;o que não temos, com base nas imposições da sociedade e no ideal de status.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;O que realmente vale a pena é aquilo que nos traz serenidade, sossego e paz&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;de espírito. Que nos permite sorrir de forma autêntica e compartilhar da&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;convivência das pessoas que apreciamos. Que nos possibilita recostar a&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;cabeça no travesseiro no final do dia e dormir o sono leve, acolhedor e&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;reconfortante de quem fez o melhor e se prepara para um novo e edificante&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;amanhecer.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;* Tom Coelho é educador, conferencista e escritor com artigos publicados em&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;17 países. É autor de "Somos Maus Amantes - Reflexões sobre carreira,&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;liderança e comportamento" (Flor de Liz, 2011), "Sete Vidas - Lições para&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;construir seu equilíbrio pessoal e profissional" (Saraiva, 2008) e coautor&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;de outros cinco livros. Contatos através do e-mail&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;&lt;mailto:tomcoelho@tomcoelho.com.br&gt; tomcoelho@tomcoelho.com.br. Visite:&lt;/mailto:tomcoelho@tomcoelho.com.br&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;&lt;http: www.tomcoelho.com.br=""&gt; www.tomcoelho.com.br e&lt;/http:&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;&lt;http: www.setevidas.com.br=""&gt; www.setevidas.com.br.&lt;/http:&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;br style="color: purple;" /&gt;&lt;span style="color: purple;"&gt;Recebido do autor por e-mail&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/310886352174507383-2900184149432129760?l=claudiiblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://claudiiblog.blogspot.com/feeds/2900184149432129760/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://claudiiblog.blogspot.com/2012/02/vida-na-encruzilhada.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/310886352174507383/posts/default/2900184149432129760'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/310886352174507383/posts/default/2900184149432129760'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://claudiiblog.blogspot.com/2012/02/vida-na-encruzilhada.html' title='A vida na encruzilhada'/><author><name>Cláudio Natalício</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15111391695868473519</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_dzbjkX9nqkU/SywP3aOgTVI/AAAAAAAAAj0/PGmkY73WQdw/S220/pai+2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-fd05K90aJQk/Tysi6iI6eOI/AAAAAAAAD8A/LnNhfzjOnPY/s72-c/a.bmp' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-310886352174507383.post-5320526792855059298</id><published>2012-02-03T05:09:00.000-02:00</published><updated>2012-02-03T05:09:00.053-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Comportamento'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Mente e Cérebro'/><title type='text'>O valor simbólico do alimento</title><content type='html'>&lt;table border="0" cellpadding="4" cellspacing="0" class="interna-txt"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;table border="0" cellpadding="0" cellspacing="0"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td align="left" class="interna-ed" colspan="2" height="15"&gt;&lt;b&gt;Do site: www.mentecerebro.com.br, em 24 de novembro de 2011&lt;/b&gt;&lt;/td&gt;                   &lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;         &lt;td colspan="2" height="6"&gt;&lt;img height="1" src="http://www2.uol.com.br/vivermente/img/px_branco.gif" width="1" /&gt;&lt;/td&gt;       &lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/td&gt;    &lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;      &lt;td align="center" class="interna-titulo"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt;&lt;tr style="color: red;"&gt;      &lt;td align="center" class="interna-olho"&gt;Mais que nutrir, comer e  beber são formas de interação social; as refeições estão vinculadas a  percepções primordiais de amor e aceitação&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="interna-autor"&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="interna-txt"&gt;&lt;span class="interna-txt"&gt;     &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;table align="right" border="0" cellpadding="1" cellspacing="0" style="width: 300px;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;                   &lt;td align="right" class="img-credito" rowspan="3" width="10"&gt;&lt;img height="1" src="http://www2.uol.com.br/vivermente/img/px_branco.gif" width="1" /&gt;&lt;/td&gt;                   &lt;td align="right" class="img-credito"&gt;© Shutterstock&lt;/td&gt;                 &lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;                   &lt;td align="center"&gt;&lt;img border="0" src="http://www2.uol.com.br/vivermente/noticias/img/comidagrande.jpg" /&gt;&lt;/td&gt;                 &lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;                   &lt;td class="img-legenda"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;                 &lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;                   &lt;td align="right" class="img-credito" colspan="2" height="10"&gt;&lt;img height="1" src="http://www2.uol.com.br/vivermente/img/px_branco.gif" width="1" /&gt;&lt;/td&gt;                 &lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;span class="interna-txt"&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Há muito se sabe que comer não é apenas um  modo de se manter vivo e aplacar a fome, mas também um meio de  comunicação e forma de obter prazer. Muitos conflitos emocionais, porém,  revelam-se na forma de sintomas vinculados aos hábitos alimentares.  Experiências da infância associadas à alimentação costumam deixar fortes  marcas, tanto que a maior parte das pessoas fica ligada a sabores e  alimentos aos quais foi habituada.&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt; Além disso, os ritos à mesa favorecem a coesão social e por isso mesmo  as diferenças culturais são tão evidentes e significativas nesse campo. É  difícil encontrar, por exemplo, um italiano que queira comer pasticcio  de rim, um prato comum entre os ingleses. Já os chineses são loucos por  pés de frango, a parte da ave menos valorizada pelos brasileiros. Para  os americanos, os mexilhões são moluscos repugnantes. Essas e outras  preferências são resultado de aprendizagens precoces embasadas na  imitação. A primeira fonte de informação é a família, mas assim que vão  para a escola as crianças começam também a observar como os colegas se  alimentam. Agir como os outros – comer e beber como eles – significa  integrar-se ao grupo – empenhar-se para não ser excluído.&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt; Já nas primeiras horas de vida o mundo entra pela boca. Junto com o  leite, o bebê recebe o calor, o toque e o cheiro de quem o alimenta.  Sente, ainda que de forma sutil, a presença – ou a falta – do afeto. E,  depois das primeiras mamadas, a fome jamais será apenas de alimento. Ao  longo da existência, as relações continuam permeadas pelos significados  simbólicos que a comida assume na vida de cada um. A criança, por  exemplo, sabe, mesmo que intuitivamente, que o alimento é um ponto  delicado, é capaz de perceber o valor que o pai e a mãe dão às  refeições. Assim, recusá-las é um modo de exercitar a chantagem afetiva.  As técnicas usadas pelas crianças são conhecidas: há quem não toque na  comida; quem a segure na boca por muito tempo cuspindo-a depois; quem só  coma fora dos horários das refeições. &lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt; No entanto, nem sempre a iniciativa parte dos pequenos. Às vezes os pais  insistem para que as crianças comam alimentos de que não gostam, não  levando em consideração que os gostos na infância são diferentes dos que  se estabelecem mais tarde. Ou então as estimulam a comer mais que o  necessário, o que favorece a confusão entre alimento, prazer e afeto.&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt; A equação alimento = amor e aceitação está tão consolidada que, quando  os filhos não comem muito, certos pais sentem-se culpados por achar que  não estão cumprindo seu papel. Preocupam-se quando percebem que a  criança come menos, sem considerar que o processo de desenvolvimento não  mantém sempre o mesmo ritmo: há momentos de crescimento intenso – como  os dois primeiros anos de vida ou o início da adolescência – e há também  fases mais atenuadas, em que a necessidade de alimento é menor. Se a  criança ou o adolescente são saudáveis, deveriam ser capazes de  autorregular-se com base nos sinais de fome e saciedade que vêm do  organismo. &lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt; Se forem muito estimulados, poderão enjoar da comida, tornar-se  resistentes aos sinais do estômago ou comer mais que o necessário e  entrar na espiral da polifagia ou da bulimia. Nesse caso, o risco  consiste em associar as sensações de estômago e intestino estufados à  condição psicológica de saciedade e bem-estar. Sob o estímulo de um  reflexo condicionado, comer em excesso pode se transformar em uma  maneira rápida, imatura e inconsciente de buscar consolo, de enfrentar  frustrações e decepções, de combater o tédio ou de preencher um vazio  afetivo, com todas as consequências que isso acarreta para o próprio  desenvolvimento físico e psicológico.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/310886352174507383-5320526792855059298?l=claudiiblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://claudiiblog.blogspot.com/feeds/5320526792855059298/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://claudiiblog.blogspot.com/2012/02/o-valor-simbolico-do-alimento.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/310886352174507383/posts/default/5320526792855059298'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/310886352174507383/posts/default/5320526792855059298'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://claudiiblog.blogspot.com/2012/02/o-valor-simbolico-do-alimento.html' title='O valor simbólico do alimento'/><author><name>Cláudio Natalício</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15111391695868473519</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_dzbjkX9nqkU/SywP3aOgTVI/AAAAAAAAAj0/PGmkY73WQdw/S220/pai+2.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-310886352174507383.post-89222871818321</id><published>2012-02-02T05:08:00.000-02:00</published><updated>2012-02-02T05:08:00.788-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Comportamento'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ivan Postigo'/><title type='text'>Quando o conhecimento nos aproxima dos ideais que nos afastam</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-rpMQF7q2gQc/TtaqwEXAFKI/AAAAAAAAD1A/_M0CkLVGoec/s1600/a.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="318" src="http://2.bp.blogspot.com/-rpMQF7q2gQc/TtaqwEXAFKI/AAAAAAAAD1A/_M0CkLVGoec/s320/a.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Conhecimento permite a clareza do pensamento, entendimento de questões complexas e a certeza que podemos realizar muito mais do que pensamos.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Isso gera uma incrível força interior que nos empurra para conquistas tecnológicas e desenvolvimento de meios para superação de barreiras.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Conhecimento disseminado em uma sociedade a torna forte, capaz de criar meios de sustento e saúde, que proporciona excelência em qualidade de vida aos integrantes. Como seres sociais, somos colaborativos.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Será? Será que temos argumentos para defender o homem nesse objetivo tão nobre?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Um relatório da Cruz Vermelha mostra que em 5.600 anos de história foram registradas 14.520 guerras e menos de 300 anos de paz.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Em 2001 havia registro de 30 conflitos armados em 25 países.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;O que fazemos com o conhecimento?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Qual a finalidade da bomba atômica?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Por que assistimos ao vivo e não repudiamos as transmissões dos conflitos armados, desligando os televisores?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Por que as armas estão cada vez mais letais e espalhadas pelo mundo?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Conflitos armados, conflitos comerciais, todos demandam conhecimento para condução e o conhecimento também os gera.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Apanhemos um exemplo simples: dois irmãos, em um canto deste país, não se falam. Pior do que isso, eles se odeiam.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Concorrentes, quanto mais aprendem sobre o mercado, mais disputam cada pedaço. Quanto mais disputam, mais próximo se encontram comercialmente e mais distante estão na irmandade.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Seus ideais? Conquistar o mercado e se manter no lugar mais alto do pódium. Não importa o que tenham que fazer!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Aceitam fornecedores concorrentes? Não, amigos ou&amp;nbsp; inimigos. Lema: “Está comigo ou não está!”.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Para que o conhecimento? Para superar todas as barreiras que os impeçam de alcançar seu intento, logicamente!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Ampliando a visão podemos nos questionar se é para isso que nos servimos do conhecimento? Para jogar aviões em torres, invadir países e subjugar povos, intimidando e oprimindo o homem?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Muitos jovens não sabem realmente o que foi a guerra fria. Aqueles que já leram sobre o assunto, assistiram documentários sobre a Invasão da Baía dos Porcos, não serão capazes de imaginar o período de terror que viveu o mundo, quando na década de sessenta as duas superpotências diziam estar prontas para acionar os botões da guerra nuclear.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Guerra Fria foi o título dado ao período&amp;nbsp; de disputas estratégicas e conflitos indiretos entre os Estados Unidos&amp;nbsp; e a União Soviética, compreendendo&amp;nbsp; o final da Segunda Guerra Mundial, 1945,&amp;nbsp; e a extinção da União Soviética, 1991 .&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Um conflito de ordem política, militar , tecnológica , econômica , social&amp;nbsp; e ideológica&amp;nbsp; entre as duas nações e suas zonas de influência. Repleta de conhecimentos que aproximavam os homens de seus ideais e com isso os afastavam.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;O arsenal atômico foi desarmado, mas não os espíritos. Estes, infelizmente, são agitados por novos conhecimentos que promovem mais agitações nas fronteiras.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;O falta do conhecimento não sustenta o homem pobre, e o uso inadequado prejudica o pobre&amp;nbsp; homem. Sedento por conquistas, ávido por materialização de seus ideais, é capaz de realizar uma grande proeza: vivo, infeliz, morto, desprezado!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;A sabedoria está em somar as diferenças para multiplicar os resultados positivos, e não em “tirá-las”, divindo os homens!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;Ivan Postigo&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;Diretor de Gestão Empresarial&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;Articulista, Escritor, Palestrante&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;Postigo Consultoria Comunicação e Gestão&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;Fones (11) 4526 1197 / (11) 9645 4652&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;www.postigoconsultoria.com.br&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;Twitter: @ivanpostigo&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;Skype: ivan.postigo&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: purple;"&gt;&amp;nbsp;Publicado em 24-Nov-2011, no site: www.gestopole.com.br&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/310886352174507383-89222871818321?l=claudiiblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://claudiiblog.blogspot.com/feeds/89222871818321/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://claudiiblog.blogspot.com/2012/02/quando-o-conhecimento-nos-aproxima-dos.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/310886352174507383/posts/default/89222871818321'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/310886352174507383/posts/default/89222871818321'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://claudiiblog.blogspot.com/2012/02/quando-o-conhecimento-nos-aproxima-dos.html' title='Quando o conhecimento nos aproxima dos ideais que nos afastam'/><author><name>Cláudio Natalício</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15111391695868473519</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_dzbjkX9nqkU/SywP3aOgTVI/AAAAAAAAAj0/PGmkY73WQdw/S220/pai+2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-rpMQF7q2gQc/TtaqwEXAFKI/AAAAAAAAD1A/_M0CkLVGoec/s72-c/a.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-310886352174507383.post-7495989036628340533</id><published>2012-02-01T05:04:00.009-02:00</published><updated>2012-02-01T05:04:00.615-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Comportamento'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Mente e Cérebro'/><title type='text'>Expansão cerebral de mamíferos pode ter começado pelo olfato</title><content type='html'>&lt;table border="0" cellpadding="4" cellspacing="0" class="interna-txt"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;table border="0" cellpadding="0" cellspacing="0"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td align="left" class="interna-ed" colspan="2" height="15"&gt;&lt;b&gt;Do site: www.mentecerebro.com.br, em 12 de dezembro de 2011&lt;/b&gt;&lt;/td&gt;                   &lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;         &lt;td colspan="2" height="6"&gt;&lt;img height="1" src="http://www2.uol.com.br/vivermente/img/px_branco.gif" width="1" /&gt;&lt;/td&gt;       &lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/td&gt;    &lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;      &lt;td align="center" class="interna-titulo"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;      &lt;td align="center" class="interna-olho"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="interna-autor"&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr style="color: blue;"&gt;&lt;td class="interna-txt"&gt;&lt;span class="interna-txt"&gt;     &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;table align="right" border="0" cellpadding="1" cellspacing="0" style="width: 300px;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;                   &lt;td align="right" class="img-credito" rowspan="3" width="10"&gt;&lt;img height="1" src="http://www2.uol.com.br/vivermente/img/px_branco.gif" width="1" /&gt;&lt;/td&gt;                   &lt;td align="right" class="img-credito"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;                 &lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;                   &lt;td align="center"&gt;&lt;img border="0" src="http://www2.uol.com.br/vivermente/noticias/img/expansaocerebromamiferodentro.jpg" /&gt;&lt;/td&gt;                 &lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;                   &lt;td class="img-legenda"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;                 &lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;                   &lt;td align="right" class="img-credito" colspan="2" height="10"&gt;&lt;img height="1" src="http://www2.uol.com.br/vivermente/img/px_branco.gif" width="1" /&gt;&lt;/td&gt;                 &lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;span class="interna-txt"&gt;O aumento do tamanho do cérebro dos  mamíferos ao longo da evolução pode ter começado com o aperfeiçoamento  do sistema olfativo. É o que revela um estudo publicado na revista &lt;i&gt;Science&lt;/i&gt;.  A equipe coordenada pelo paleontólogo Timothy Rowe, da Universidade do  Texas, analisou imagens tridimensionais de 2 mil fósseis de pequenos  mamíferos primitivos e descobriu que as regiões do cérebro ligadas ao  olfato, como o bulbo e o córtex olfativo, são as mais evoluídas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os mamíferos, principalmente os humanos, têm cérebro maior em relação ao  tamanho do corpo e mais complexo que o dos outros animais. Ainda não se  sabe ao certo o que ocasionou essa estrutura neural mais aperfeiçoada,  mas a hipótese consolidada é que ela tenha surgido de maior atividade  contemplativa. O estudo de Rowe, no entanto, mostra que a capacidade de  perceber odores pode ter tido papel central na expansão do cérebro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As estruturas ósseas analisadas são de pequenos animais que viveram há  mais de 200 milhões de anos. O pesquisador usou um aparelho de  tomografia computadorizada (CT, na sigla em inglês) para obter imagens  detalhadas da anatomia interna dos crânios, que até então haviam sido  observados apenas externamente, por serem peças frágeis. “O  aprimoramento do sistema olfativo foi muito importante para a adaptação  das espécies. Ele foi essencial para que caçassem alimento durante a  noite e distinguissem a aproximação de predadores”, explica o  neurocientista.&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;      &lt;td align="right" class="pags"&gt;&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;                  &lt;td colspan="2"&gt;&lt;table align="center" border="0" cellpadding="4" cellspacing="2"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;     &lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/310886352174507383-7495989036628340533?l=claudiiblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://claudiiblog.blogspot.com/feeds/7495989036628340533/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://claudiiblog.blogspot.com/2012/02/expansao-cerebral-de-mamiferos-pode-ter.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/310886352174507383/posts/default/7495989036628340533'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/310886352174507383/posts/default/7495989036628340533'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://claudiiblog.blogspot.com/2012/02/expansao-cerebral-de-mamiferos-pode-ter.html' title='Expansão cerebral de mamíferos pode ter começado pelo olfato'/><author><name>Cláudio Natalício</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15111391695868473519</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_dzbjkX9nqkU/SywP3aOgTVI/AAAAAAAAAj0/PGmkY73WQdw/S220/pai+2.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-310886352174507383.post-8124090427131710441</id><published>2012-01-31T05:00:00.006-02:00</published><updated>2012-01-31T05:00:01.895-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Comportamento'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Mente e Cérebro'/><title type='text'>Como o cérebro antecipa o futuro</title><content type='html'>&lt;table border="0" cellpadding="4" cellspacing="0" class="interna-txt"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;table border="0" cellpadding="0" cellspacing="0"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td align="left" class="interna-ed" colspan="2" height="15"&gt;&lt;b&gt;Do site: www.mentecerebro.com.br, em 09 de dezembro de 2011&lt;/b&gt;&lt;/td&gt;                   &lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;         &lt;td colspan="2" height="6"&gt;&lt;img height="1" src="http://www2.uol.com.br/vivermente/img/px_branco.gif" width="1" /&gt;&lt;/td&gt;       &lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/td&gt;    &lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;      &lt;td align="center" class="interna-titulo"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt;&lt;tr style="color: red;"&gt;      &lt;td align="center" class="interna-olho"&gt;Estudo aponta novas possibilidades no tratamento de doenças neurológicas como Parkinson, esquizofrenia e Alzheimer&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="interna-autor"&gt;&amp;nbsp;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="interna-txt"&gt;&lt;span class="interna-txt"&gt;     &lt;table align="right" border="0" cellpadding="1" cellspacing="0" style="width: 300px;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;                   &lt;td align="right" class="img-credito" rowspan="3" width="10"&gt;&lt;img height="1" src="http://www2.uol.com.br/vivermente/img/px_branco.gif" width="1" /&gt;&lt;/td&gt;                   &lt;td align="right" class="img-credito"&gt;©Shutterstock&lt;/td&gt;                 &lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;                   &lt;td align="center"&gt;&lt;img border="0" src="http://www2.uol.com.br/vivermente/noticias/img/cerebroantecipafuturodentro.jpg" /&gt;&lt;/td&gt;                 &lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;                   &lt;td class="img-legenda"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;                 &lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;                   &lt;td align="right" class="img-credito" colspan="2" height="10"&gt;&lt;img height="1" src="http://www2.uol.com.br/vivermente/img/px_branco.gif" width="1" /&gt;&lt;/td&gt;                 &lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Sem que tenhamos consciência, todos os  dias nosso cérebro elabora prognósticos sobre inúmeras questões  cotidianas – se conseguiremos pegar o metrô a tempo ou quem pode estar  batendo à porta, por exemplo –, o que ativa aspectos específicos do  mecanismo cognitivo. Um estudo recente publicado no periódico científico  &lt;/span&gt;&lt;i style="color: blue;"&gt;Journal of Cognitive Neuroscience &lt;/i&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;esclareceu como ocorre esse  fascinante processo cerebral, de vital importância para determinar  comportamento, capaz de influenciar a capacidade de percepção e a  elaboração da linguagem e da aprendizagem.&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt; Ao submeterem alguns voluntários a um exame de ressonância magnética  funcional (fRMI), os pesquisadores puderam analisar como funciona o  mesencéfalo, encarregado da produção de dopamina e da sinalização de  eventos imprevistos. Foi mostrado aos participantes do estudo um filme  com situações cotidianas e em seguida as cenas foram bruscamente  interrompidas. A tarefa era tentar “prever” o que aconteceria logo  depois, enquanto a atividade cerebral dos voluntários era acompanhada. O  resultado foi extraordinário: 90% das pessoas imaginavam o desfecho das  cenas sem dificuldade. Em contrapartida, os que não conseguiam pareciam  sofrer uma espécie de curto-circuito no fluxo da consciência. A  descoberta oferece novas esperanças para a melhor compreensão de doenças  neurológicas como Parkinson, esquizofrenia e Alzheimer, o que pode  levar os pesquisadores a desenvolver medicamentos mais eficazes.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;      &lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/310886352174507383-8124090427131710441?l=claudiiblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://claudiiblog.blogspot.com/feeds/8124090427131710441/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://claudiiblog.blogspot.com/2012/01/como-o-cerebro-antecipa-o-futuro.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/310886352174507383/posts/default/8124090427131710441'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/310886352174507383/posts/default/8124090427131710441'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://claudiiblog.blogspot.com/2012/01/como-o-cerebro-antecipa-o-futuro.html' title='Como o cérebro antecipa o futuro'/><author><name>Cláudio Natalício</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15111391695868473519</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_dzbjkX9nqkU/SywP3aOgTVI/AAAAAAAAAj0/PGmkY73WQdw/S220/pai+2.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-310886352174507383.post-1586812034922219489</id><published>2012-01-30T05:05:00.008-02:00</published><updated>2012-01-30T05:05:00.039-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Comportamento'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Saúde'/><title type='text'>Compulsão por compras pode estar associada à lesão cerebral</title><content type='html'>&lt;table border="0" cellpadding="4" cellspacing="0" class="interna-txt"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;table border="0" cellpadding="0" cellspacing="0"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td align="left" background="img/icone_pgsint.gif" class="interna-area" height="68" width="200"&gt;&lt;table border="0" cellpadding="0" cellspacing="0"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td width="62"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;                           &lt;td&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;                         &lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/td&gt;      &lt;td align="right"&gt;&lt;form action="http://duetto.wwi.com.br/indique/" method="post" name="frmIndique" target="popIndique"&gt;&lt;div class="addthis_toolbox addthis_default_style "&gt;&lt;div style="text-align: center; width: 235px;"&gt;&lt;div style="display: block; float: left; padding: 0 0 6px 0;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/form&gt;&lt;/td&gt;                   &lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;                     &lt;td align="left" class="interna-ed" colspan="2" height="15"&gt;&lt;b&gt;Do site: www.mentecerebro.com.br, em 08 de dezembro de 2011&lt;/b&gt;&lt;/td&gt;                   &lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;         &lt;td colspan="2" height="6"&gt;&lt;img height="1" src="http://www2.uol.com.br/vivermente/img/px_branco.gif" width="1" /&gt;&lt;/td&gt;       &lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/td&gt;    &lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;      &lt;td align="center" class="interna-titulo"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt;&lt;tr style="color: red;"&gt;      &lt;td align="center" class="interna-olho"&gt;Pessoas com dano no córtex pré-frontal têm mais dificuldade para controlar o orçamento&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="interna-autor"&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="interna-txt"&gt;&lt;span class="interna-txt"&gt;     &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;table align="right" border="0" cellpadding="1" cellspacing="0" style="width: 300px;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;                   &lt;td align="right" class="img-credito" rowspan="3" width="10"&gt;&lt;img height="1" src="http://www2.uol.com.br/vivermente/img/px_branco.gif" width="1" /&gt;&lt;/td&gt;                   &lt;td align="right" class="img-credito"&gt;©Shutterstock&lt;/td&gt;                 &lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;                   &lt;td align="center"&gt;&lt;img border="0" src="http://www2.uol.com.br/vivermente/noticias/img/lesaocortexcomprasdentro.jpg" /&gt;&lt;/td&gt;                 &lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;                   &lt;td class="img-legenda"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;                 &lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;                   &lt;td align="right" class="img-credito" colspan="2" height="10"&gt;&lt;img height="1" src="http://www2.uol.com.br/vivermente/img/px_branco.gif" width="1" /&gt;&lt;/td&gt;                 &lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;span class="interna-txt"&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Com a aproximação do Natal é comum que  lojistas aumentem seus estoques, prontos para o boom de compras que  ocorre todos os anos nessa época. Em meio a tantas opções, muitas vezes  fica difícil decidir o que comprar e não estourar o orçamento. E para  pessoas com lesões no córtex pré-frontal ventromedial, segundo estudo  publicado na &lt;/span&gt;&lt;i style="color: blue;"&gt;Journal of Neuroscience&lt;/i&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;, pode ser mais complicado  ainda. Para chegar a essa conclusão, o neuroeconomista Joseph Kable, da  Universidade da Pensilvânia, trabalhou com dois grupos: um composto por  voluntários saudáveis, para controle, e outro com pessoas com possíveis  danos no córtex pré-frontal ventromedial causados por infarto, aneurisma  ou tumor. Em seguida, foi solicitado aos participantes que escolhessem  entre diferentes kits que incluíam sucos de fruta e barras de chocolate,  estando em cada um especificado o valor dos itens e o preço total da  cesta pronta. As opções eram: dois chocolates e seis sucos, três barras e  três bebidas ou quatro doces e nenhum suco. O somatório de cada  conjunto, no entanto, nem sempre correspondia ao preço real: alguns  valores eram maiores do que se os produtos fossem comprados  separadamente. Como esperado, os participantes do grupo de controle  foram capazes de analisar cada combinação e fizeram escolhas coerentes,  percebendo quando a proposta não compensava. Já os voluntários com  lesões corticais mostraram maior dificuldade em decidir, optando algumas  vezes por artigos com preços abusivos, sem se darem conta disso.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;      &lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/310886352174507383-1586812034922219489?l=claudiiblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://claudiiblog.blogspot.com/feeds/1586812034922219489/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://claudiiblog.blogspot.com/2012/01/compulsao-por-compras-pode-estar.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/310886352174507383/posts/default/1586812034922219489'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/310886352174507383/posts/default/1586812034922219489'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://claudiiblog.blogspot.com/2012/01/compulsao-por-compras-pode-estar.html' title='Compulsão por compras pode estar associada à lesão cerebral'/><author><name>Cláudio Natalício</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15111391695868473519</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_dzbjkX9nqkU/SywP3aOgTVI/AAAAAAAAAj0/PGmkY73WQdw/S220/pai+2.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-310886352174507383.post-7417073851224816021</id><published>2012-01-29T05:01:00.008-02:00</published><updated>2012-01-29T05:01:00.200-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Comportamento'/><title type='text'>Relações passageiras</title><content type='html'>&lt;table border="0" cellpadding="4" cellspacing="0" class="interna-txt"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;     &lt;td&gt;     &lt;table border="0" cellpadding="0" cellspacing="0"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;                    &lt;td align="left" background="img/icone_pgsint.gif" class="interna-area" height="68" width="200"&gt;       &lt;table border="0" cellpadding="0" cellspacing="0"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;                           &lt;td width="62"&gt;&lt;/td&gt;                           &lt;td&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;                         &lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/td&gt;      &lt;td align="right"&gt;      &lt;form action="http://duetto.wwi.com.br/indique/" method="post" name="frmIndique" target="popIndique"&gt;                             &lt;div class="addthis_toolbox addthis_default_style "&gt;&lt;div style="text-align: center; width: 235px;"&gt;&lt;div style="display: block; float: left; padding: 0 0 6px 0;"&gt;&lt;a alt="Favoritos" class="addthis_button_favorites at300b" href="http://www2.uol.com.br/vivermente/#" title="Favoritos"&gt;&lt;span class="at300bs at15nc at15t_favorites"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;a alt="Compartilhar no Twitter" class="addthis_button_twitter at300b" href="http://www2.uol.com.br/vivermente/#" title="Compartilhar no Twitter"&gt;&lt;span class="at300bs at15nc at15t_twitter"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;a alt="Compartilhar no Facebook" class="addthis_button_facebook at300b" href="http://www2.uol.com.br/vivermente/#" title="Compartilhar no Facebook"&gt;&lt;span class="at300bs at15nc at15t_facebook"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;a alt="Compartilhar no MSN Live" class="addthis_button_live at300b" href="http://www.addthis.com/bookmark.php?v=250&amp;amp;winname=addthis&amp;amp;pub=xa-4e4eb06b429bcaa6&amp;amp;source=tbx-250&amp;amp;lng=pt-BR&amp;amp;s=live&amp;amp;url=http%3A%2F%2Fwww2.uol.com.br%2Fvivermente%2Fnoticias%2Frelacoes_passageiras.html&amp;amp;title=Rela%C3%A7%C3%B5es%20passageiras%20-%20Mente%20e%20C%C3%A9rebro&amp;amp;ate=AT-xa-4e4eb06b429bcaa6/-/-/4efce5ad512cd1eb/1&amp;amp;frommenu=1&amp;amp;uid=4efce5adaf97e888&amp;amp;ct=1&amp;amp;pre=http%3A%2F%2Fwww2.uol.com.br%2Fvivermente%2Fnoticias%2Findex3.html&amp;amp;tt=0" target="_blank" title="Compartilhar no MSN Live"&gt;&lt;span class="at300bs at15nc at15t_live"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;a alt="Compartilhar" class="addthis_button_compact at300m" href="http://www2.uol.com.br/vivermente/#" title="Compartilhar"&gt;&lt;span class="at300bs at15nc at15t_compact"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;a alt="Enviar link por e-mail" href="" title="Enviar link por e-mail"&gt;&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&lt;a alt="Imprimir" href="" title="Imprimir"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/form&gt;&lt;/td&gt;                   &lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;                     &lt;td align="left" class="interna-ed" colspan="2" height="15"&gt;&lt;b&gt;Do site: www.mentecerebro.com.br, em 07 de dezembro de 2011&lt;/b&gt;&lt;/td&gt;                   &lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;         &lt;td colspan="2" height="6"&gt;&lt;img height="1" src="http://www2.uol.com.br/vivermente/img/px_branco.gif" width="1" /&gt;&lt;/td&gt;       &lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/td&gt;    &lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;      &lt;td align="center" class="interna-titulo"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt;&lt;tr style="color: red;"&gt;      &lt;td align="center" class="interna-olho"&gt;Montagem de ballet aborda a transitoriedade dos laços afetivos e do corpo, remetendo à fragilidade dos vínculos&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="interna-autor"&gt;&amp;nbsp;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="interna-txt"&gt;&lt;span class="interna-txt"&gt;     &lt;table align="right" border="0" cellpadding="1" cellspacing="0" style="width: 300px;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;                   &lt;td align="right" class="img-credito" rowspan="3" width="10"&gt;&lt;img height="1" src="http://www2.uol.com.br/vivermente/img/px_branco.gif" width="1" /&gt;&lt;/td&gt;                   &lt;td align="right" class="img-credito"&gt;©Shutterstock&lt;/td&gt;                 &lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;                   &lt;td align="center"&gt;&lt;img border="0" src="http://www2.uol.com.br/vivermente/noticias/img/dancaballetdentro.jpg" /&gt;&lt;/td&gt;                 &lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;                   &lt;td class="img-legenda"&gt;ESPETÁCULO DA COMPANHIA DE DANÇA BORELLI, Produto perecível laico aborda a fragilidade das relações&lt;/td&gt;                 &lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;                   &lt;td align="right" class="img-credito" colspan="2" height="10"&gt;&lt;img height="1" src="http://www2.uol.com.br/vivermente/img/px_branco.gif" width="1" /&gt;&lt;/td&gt;                 &lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Em cena, não há personagens, os bailarinos  representam apenas sentimentos. Uma jovem mulher surge no palco, com o  corpo contorcido, como se não pudesse suportar a dor. Dançarinos  vestidos de negro tentam reanimá-la, até que ela volta à vida. A  impressão é de que tenta captar os movimentos de seus companheiros de  cena e, diante da impossibilidade de eternizá-los, o sofrimento  transparece. Produto perecível laico, espetáculo da companhia de dança  Borelli, em temporada com preços populares até dia 11 de dezembro, em  São Paulo, aborda a transitoriedade das relações e do corpo. &lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt; A montagem é inspirada no poema A morte, de Cruz e Souza, sobre a  angústia diante dos “vagos momentos trêmulos que decorrem”, como  descreve o poeta. A coreografia remete à fragilidade dos laços afetivos à  qual se refere o sociólogo polonês Zygmunt Bauman em Amor líquido,  lançado no Brasil em 2004 pela Zahar. Outros livros do autor, hoje com  86 anos, tratam do tema. Há alguns anos, em uma entrevista publicada no  volume 16 do periódico Tempo Social, o sociólogo comentou: “Apesar de  ser muito curta, abominavelmente curta, a vida humana é a única entidade  da sociedade de agora que tem sua longevidade aumentada. Sim, somente a  vida humana individual vê crescer sua durabilidade, enquanto a vida de  todas as outras entidades sociais que a rodeiam – instituições, ideias,  movimentos políticos – é cada vez mais curta. Assim, o único sentido  duradouro, o único significado que tem chance de deixar traços, rastos  no mundo, de acrescentar algo ao exterior, deve ser fruto de seu próprio  esforço e trabalho. Os jovens podem contar unicamente com eles próprios  e só haverá em sua vida o sentido e a relevância que forem capazes de  lhe dar”. &lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt; No espetáculo, a troca de estímulos entre os bailarinos em dado momento  parece se esgotar e a separação é inevitável. As relações aparentemente  profundas, expressas em movimentos mais fluidos e tranqüilos, no  entanto, emergem ocasionalmente em algumas passagens. &lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/310886352174507383-7417073851224816021?l=claudiiblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://claudiiblog.blogspot.com/feeds/7417073851224816021/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://claudiiblog.blogspot.com/2012/01/relacoes-passageiras.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/310886352174507383/posts/default/7417073851224816021'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/310886352174507383/posts/default/7417073851224816021'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://claudiiblog.blogspot.com/2012/01/relacoes-passageiras.html' title='Relações passageiras'/><author><name>Cláudio Natalício</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15111391695868473519</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_dzbjkX9nqkU/SywP3aOgTVI/AAAAAAAAAj0/PGmkY73WQdw/S220/pai+2.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-310886352174507383.post-1775317917696828322</id><published>2012-01-28T05:02:00.008-02:00</published><updated>2012-01-28T05:02:00.413-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Comportamento'/><title type='text'>Depressão em números</title><content type='html'>&lt;table border="0" cellpadding="4" cellspacing="0" class="interna-txt"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;     &lt;td&gt;&lt;table border="0" cellpadding="0" cellspacing="0"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;                    &lt;td align="left" background="img/icone_pgsint.gif" class="interna-area" height="68" width="200"&gt;&lt;table border="0" cellpadding="0" cellspacing="0"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;                           &lt;td width="62"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;                           &lt;td&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;                         &lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/td&gt;      &lt;td align="right"&gt;&lt;form action="http://duetto.wwi.com.br/indique/" method="post" name="frmIndique" target="popIndique"&gt;&lt;div class="addthis_toolbox addthis_default_style "&gt;&lt;div style="text-align: center; width: 235px;"&gt;&lt;div style="display: block; float: left; padding: 0 0 6px 0;"&gt;&lt;a alt="Enviar link por e-mail" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=310886352174507383" title="Enviar link por e-mail"&gt;&lt;/a&gt; &lt;a alt="Imprimir" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=310886352174507383" title="Imprimir"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/form&gt;&lt;/td&gt;                   &lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;                     &lt;td align="left" class="interna-ed" colspan="2" height="15"&gt;&lt;b&gt;Do site: www.mentecerebro.com.br, em 06 de dezembro de 2011&lt;/b&gt;&lt;/td&gt;                   &lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;         &lt;td colspan="2" height="6"&gt;&lt;img height="1" src="http://www2.uol.com.br/vivermente/img/px_branco.gif" width="1" /&gt;&lt;/td&gt;       &lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/td&gt;    &lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;      &lt;td align="center" class="interna-titulo"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt;&lt;tr style="color: red;"&gt;      &lt;td align="center" class="interna-olho"&gt;Transtornos depressivos  lideram as causas de internações psiquiátricas em São Paulo, à frente de  dependência química e surtos psicóticos&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="interna-autor"&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr style="color: blue;"&gt;&lt;td class="interna-txt"&gt;&lt;span class="interna-txt"&gt;     &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;table align="right" border="0" cellpadding="1" cellspacing="0" style="width: 300px;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;                   &lt;td align="right" class="img-credito" rowspan="3" width="10"&gt;&lt;img height="1" src="http://www2.uol.com.br/vivermente/img/px_branco.gif" width="1" /&gt;&lt;/td&gt;                   &lt;td align="right" class="img-credito"&gt;©Shutterstock&lt;/td&gt;                 &lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;                   &lt;td align="center"&gt;&lt;img border="0" src="http://www2.uol.com.br/vivermente/noticias/img/depressaodentro.jpg" /&gt;&lt;/td&gt;                 &lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;                   &lt;td class="img-legenda"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;                 &lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;                   &lt;td align="right" class="img-credito" colspan="2" height="10"&gt;&lt;img height="1" src="http://www2.uol.com.br/vivermente/img/px_branco.gif" width="1" /&gt;&lt;/td&gt;                 &lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;span class="interna-txt"&gt;Sintomas de depressão e de transtornos de  ansiedade lideram o atendimento de emergências psiquiátricas no maior  pronto-socorro psiquiátrico de São Paulo, o Polo de Atenção Intensiva em  Saúde Mental (PAI), na zona norte da capital paulista. Segundo  levantamento da Secretaria de Estado da Saúde, do total de pacientes  atendidos no serviço, 25% têm diagnóstico primário de depressão ou de  transtorno de ansiedade. Problemas decorrentes da dependência química  correspondem a 13% dos casos, os surtos psicóticos representam 12% e  transtornos bipolares correspondem a 7%.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para a gerente médica do PAI, Célia Gallo, o alto nível de estímulos  estressores recebidos em uma metrópole como São Paulo estão diretamente  relacionados à alta incidência de quadros de depressão e ansiedade, mas  não podem ser tratados como causa principal, pois índices semelhantes  são encontrados também no meio rural. Ela também ressalta que os dados  do levantamento são apenas preliminares e que o uso de drogas pode ter  influência indireta sobre um número muito maior de emergências.  “Os  números referem-se apenas às causas que levaram os pacientes ao  pronto-socorro. Mas é provável que haja comorbidade dos sintomas  depressivos e de ansiedade com o uso de substâncias químicas”, diz  Célia. Dos 20,7 mil pacientes atendidos pelo PAI em 2010, 51% estavam em  idade produtiva e tinham entre 19 e 40 anos.&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;      &lt;td align="right" class="pags"&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/310886352174507383-1775317917696828322?l=claudiiblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://claudiiblog.blogspot.com/feeds/1775317917696828322/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://claudiiblog.blogspot.com/2012/01/depressao-em-numeros.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/310886352174507383/posts/default/1775317917696828322'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/310886352174507383/posts/default/1775317917696828322'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://claudiiblog.blogspot.com/2012/01/depressao-em-numeros.html' title='Depressão em números'/><author><name>Cláudio Natalício</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15111391695868473519</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_dzbjkX9nqkU/SywP3aOgTVI/AAAAAAAAAj0/PGmkY73WQdw/S220/pai+2.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-310886352174507383.post-8818258730371286343</id><published>2012-01-27T05:02:00.004-02:00</published><updated>2012-01-27T05:02:00.432-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Comunicação'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Comportamento'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Mente e Cérebro'/><title type='text'>Personalidade</title><content type='html'>&lt;table border="0" cellpadding="4" cellspacing="0" class="interna-txt"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;table border="0" cellpadding="0" cellspacing="0"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td align="left" class="interna-ed" colspan="2" height="15"&gt;&lt;b&gt;Do site: www.mentecerebro.com.br, em 05 de dezembro de 2011&lt;/b&gt;&lt;/td&gt;                   &lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;         &lt;td colspan="2" height="6"&gt;&lt;img height="1" src="http://www2.uol.com.br/vivermente/img/px_branco.gif" width="1" /&gt;&lt;/td&gt;       &lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/td&gt;    &lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;      &lt;td align="center" class="interna-titulo"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt;&lt;tr style="color: red;"&gt;      &lt;td align="center" class="interna-olho"&gt;O idioma influencia o modo como agimos&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="interna-autor"&gt;&amp;nbsp;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="interna-txt"&gt;&lt;span class="interna-txt"&gt;     &lt;table align="right" border="0" cellpadding="1" cellspacing="0" style="width: 300px;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;                   &lt;td align="right" class="img-credito" rowspan="3" width="10"&gt;&lt;img height="1" src="http://www2.uol.com.br/vivermente/img/px_branco.gif" width="1" /&gt;&lt;/td&gt;                   &lt;td align="right" class="img-credito"&gt;©Shutterstock&lt;/td&gt;                 &lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;                   &lt;td align="center"&gt;&lt;img border="0" src="http://www2.uol.com.br/vivermente/noticias/img/idiomaafetapersonalidadedentro.jpg" /&gt;&lt;/td&gt;                 &lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;                   &lt;td class="img-legenda"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;                 &lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;                   &lt;td align="right" class="img-credito" colspan="2" height="10"&gt;&lt;img height="1" src="http://www2.uol.com.br/vivermente/img/px_branco.gif" width="1" /&gt;&lt;/td&gt;                 &lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;A língua que falamos é capaz de ressaltar  ou obscurecer nossos traços de personalidade. Pelo menos é o que afirmam  psicólogos da Universidade Politécnica de Hong Kong, na China, em um  trabalho publicado no Personality and Social Psychology Bulletin. Os  pesquisadores descobriram que estudantes chineses bilíngues pareciam  mais extrovertidos, seguros da própria opinião e abertos a novas  experiências – traços geralmente associados a ocidentais – quando  participavam de entrevistas feitas em inglês. Os mesmos traços não eram  tão enfatizados quando os interlocutores falavam mandarim. Outro ponto  curioso é que a etnia do entrevistador teve influência sobre o  comportamento dos voluntários: todos eles se mostraram menos  comunicativos e dispostos a ajudar ao conversar com um interlocutor  oriental, independentemente da língua usada durante o diálogo. Apesar de  ainda serem necessários mais trabalhos para comprovar as conclusões, na  opinião dos pesquisadores os resultados sugerem que a personalidade não  é fixa, ela pode se manifestar de maneiras diversas, dependendo da  situação, das pessoas com quem interagimos e até da língua falada. O  mais intrigante é que aspectos de determinado perfil associado a um  idioma ou a uma pessoa também podem nos levar a pensar – e agir – de  determinadas formas, o que em outras circunstâncias não faríamos.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/310886352174507383-8818258730371286343?l=claudiiblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://claudiiblog.blogspot.com/feeds/8818258730371286343/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://claudiiblog.blogspot.com/2012/01/personalidade.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/310886352174507383/posts/default/8818258730371286343'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/310886352174507383/posts/default/8818258730371286343'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://claudiiblog.blogspot.com/2012/01/personalidade.html' title='Personalidade'/><author><name>Cláudio Natalício</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15111391695868473519</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_dzbjkX9nqkU/SywP3aOgTVI/AAAAAAAAAj0/PGmkY73WQdw/S220/pai+2.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-310886352174507383.post-692149582893984756</id><published>2012-01-26T05:01:00.007-02:00</published><updated>2012-01-26T05:01:00.417-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Comportamento'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Mente e Cérebro'/><title type='text'>Efeitos da sedução</title><content type='html'>&lt;table border="0" cellpadding="4" cellspacing="0" class="interna-txt"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;table border="0" cellpadding="0" cellspacing="0"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td align="left" class="interna-ed" colspan="2" height="15"&gt;&lt;b&gt;Do site: www.mentecerebro.com.br, em 28 de novembro de 2011&lt;/b&gt;&lt;/td&gt;                   &lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;         &lt;td colspan="2" height="6"&gt;&lt;img height="1" src="http://www2.uol.com.br/vivermente/img/px_branco.gif" width="1" /&gt;&lt;/td&gt;       &lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/td&gt;    &lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;      &lt;td align="center" class="interna-titulo"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt;&lt;tr style="color: red;"&gt;      &lt;td align="center" class="interna-olho"&gt;Olhar fotos de mulheres atraentes aumenta agressividade masculina&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="interna-autor"&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr style="color: blue;"&gt;&lt;td class="interna-txt"&gt;&lt;span class="interna-txt"&gt;     &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;table align="right" border="0" cellpadding="1" cellspacing="0" style="width: 300px;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;                   &lt;td align="right" class="img-credito" rowspan="3" width="10"&gt;&lt;img height="1" src="http://www2.uol.com.br/vivermente/img/px_branco.gif" width="1" /&gt;&lt;/td&gt;                   &lt;td align="right" class="img-credito"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;                 &lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;                   &lt;td align="center"&gt;&lt;img border="0" src="http://www2.uol.com.br/vivermente/noticias/img/pinupdentro.jpg" /&gt;&lt;/td&gt;                 &lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;                   &lt;td class="img-legenda"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;                 &lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;                   &lt;td align="right" class="img-credito" colspan="2" height="10"&gt;&lt;img height="1" src="http://www2.uol.com.br/vivermente/img/px_branco.gif" width="1" /&gt;&lt;/td&gt;                 &lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;span class="interna-txt"&gt;Apesar de terem avançado em aspectos  sociais e tecnológicos, os humanos ainda conservam alguns instintos como  tentar garantir sucesso reprodutivo por meio de disputas físicas. Pelo  menos é o que mostra um estudo publicado pelo periódico científico &lt;i&gt;Personality and Social Psychology Bulletin&lt;/i&gt;.  Uma das pesquisas citadas no trabalho foi coordenada pelo psicólogo  Chang Lei: 41 mulheres e 60 homens chineses deviam analisar 20  fotografias de pessoas do sexo oposto, divididas em dois grupos, o dos  mais atraentes e o dos menos interessantes. Em seguida, o pesquisador  pedia aos voluntários que respondessem a 39 questões relacionadas à  possibilidade de a China participar de guerras ou de conflitos  comerciais com três países estrangeiros. Ao analisarem as respostas, os  pesquisadores observaram que a maior parte dos homens apresentou  tendências bélicas depois de ver imagens de moças que julgavam  atraentes. O mesmo efeito não foi notado quando as perguntas eram sobre  conflitos comerciais. Entre as mulheres as fotografias não exerceram  influência em nenhum dos casos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em outro experimento, 23 voluntários do sexo masculino viram oito  imagens com a bandeira da China e oito com pernas femininas antes de  participarem de um teste de computador no qual deveriam identificar a  palavra “guerra” o mais rápido que conseguissem. Se fossem motivados por  patriotismo, era esperado que os participantes do estudo se saíssem  melhor após verem a bandeira de seu país. Mas, na verdade, os mais ágeis  foram os que observaram fotografias de pernas de mulheres. Uma possível  explicação é que talvez os homens acreditem, mesmo que  inconscientemente, que garotas preferem parceiros fortes, capazes de  derrotar possíveis “concorrentes”, como acontece em outras espécies.&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;      &lt;td align="right" class="pags"&gt;&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;                  &lt;td colspan="2"&gt;&lt;table align="center" border="0" cellpadding="4" cellspacing="2"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;     &lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/310886352174507383-692149582893984756?l=claudiiblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://claudiiblog.blogspot.com/feeds/692149582893984756/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://claudiiblog.blogspot.com/2012/01/efeitos-da-seducao.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/310886352174507383/posts/default/692149582893984756'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/310886352174507383/posts/default/692149582893984756'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://claudiiblog.blogspot.com/2012/01/efeitos-da-seducao.html' title='Efeitos da sedução'/><author><name>Cláudio Natalício</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15111391695868473519</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_dzbjkX9nqkU/SywP3aOgTVI/AAAAAAAAAj0/PGmkY73WQdw/S220/pai+2.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-310886352174507383.post-5803607781037917269</id><published>2012-01-25T05:02:00.008-02:00</published><updated>2012-01-25T05:02:00.176-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Comportamento'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Mente e Cérebro'/><title type='text'>O poder da amizade</title><content type='html'>&lt;table border="0" cellpadding="4" cellspacing="0" class="interna-txt"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;table border="0" cellpadding="0" cellspacing="0"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td align="left" class="interna-ed" colspan="2" height="15"&gt;&lt;b&gt;Do site: www.mentecerebro.com.br, em 28 de novembro de 2011&lt;/b&gt;&lt;/td&gt;                   &lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;         &lt;td colspan="2" height="6"&gt;&lt;img height="1" src="http://www2.uol.com.br/vivermente/img/px_branco.gif" width="1" /&gt;&lt;/td&gt;       &lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/td&gt;    &lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;      &lt;td align="center" class="interna-titulo"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt;&lt;tr style="color: red;"&gt;      &lt;td align="center" class="interna-olho"&gt;Laços afetivos ajudam a superar o desconforto em uma sociedade cada vez mais individualista e solitária&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt;&lt;tr style="color: red;"&gt;&lt;td class="interna-autor" height="45"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;por Maria Consuêlo Passos&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr style="color: blue;"&gt;&lt;td class="interna-txt"&gt;&lt;span class="interna-txt"&gt;     &lt;table align="right" border="0" cellpadding="1" cellspacing="0" style="width: 300px;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;                   &lt;td align="right" class="img-credito" rowspan="3" width="10"&gt;&lt;img height="1" src="http://www2.uol.com.br/vivermente/img/px_branco.gif" width="1" /&gt;&lt;/td&gt;                   &lt;td align="right" class="img-credito"&gt;®Shutterstock&lt;/td&gt;                 &lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;                   &lt;td align="center"&gt;&lt;img border="0" src="http://www2.uol.com.br/vivermente/noticias/img/fotoamizade_dentro.jpg" /&gt;&lt;/td&gt;                 &lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;                   &lt;td class="img-legenda"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;                 &lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;                   &lt;td align="right" class="img-credito" colspan="2" height="10"&gt;&lt;img height="1" src="http://www2.uol.com.br/vivermente/img/px_branco.gif" width="1" /&gt;&lt;/td&gt;                 &lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;Compartilhar a vida. Eis um grande desafio  em tempos de hipervalorização da individualidade e de enfraquecimento  dos laços. Enfrentamos uma época de contradições em que, de um lado,  vivemos cada vez mais solitários e, de outro, criamos permanentemente  novas possibilidades de convivência. Hoje são inquestionáveis os  desdobramentos da família e a abertura para diferentes modos de relações  amorosas, parentais e filiais. Isso significa que as sociedades mais  libertárias acolhem as idiossincrasias das demandas amorosas e sexuais  dos seus sujeitos e lhes oferecem oportunidades de procriação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além disso, verificamos uma crescente reabilitação das possibilidades de  fazer amizades, incentivadas pela variedade de contextos que favorecem o  encontro, com distintas finalidades, seja para o lazer, a prática de  esportes e da religião ou mesmo na militância em diferentes associações  de defesa dos direitos civis e da cidadania. Entretanto, mesmo com o  incremento desses espaços de convivência, a vida continua cada vez mais  solitária, e as relações, mais efêmeras nos grandes centros urbanos.  Tais evidências são reveladas não só nas pesquisas, mas também na  clínica, onde os sofrimentos psíquicos advindos da solidão, da violência  relacional e das autodestruições continuam em escala ascendente. Por  mais que as descobertas técnico-científicas favoreçam a manutenção da  vida, continuamos vulneráveis aos perigos do contato humano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O individualismo e a solidão têm se tornado características muito fortes  da vida nas sociedades ocidentais, obrigando os cidadãos a buscar novas  experiências que pudessem sustentar o desconforto e o sofrimento  advindos dessas imposições sociais. Analisando esse contexto, a amizade  seria uma opção às imposições da sociedade e representa uma saída para a  fragilidade das relações surgidas com as exigências da modernização que  produziram uma vida solitária e ameaçadora. Entretanto, esse aspecto  compensatório da amizade não é o que mais interessa ao filósofo Michel  Foucault, um estudioso do tema, e sim o seu caráter transgressivo e de  resistência, na medida em que este impulsiona a invenção de formas de  vida capazes de implementar uma existência libertadora. Afinal, ele via  na amizade a possibilidade de transpor as amarras institucionais das  relações, de romper com as formas preestabelecidas e criar novas  maneiras de estar criativamente com o outro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao tentar decifrar os sentidos da amizade, Foucault imprime à discussão  uma dimensão ética por meio da qual os sujeitos são capazes de romper  com os padrões de moralidade vigentes e redimensionar sua vida, criando  um estilo próprio de existência. Esse estilo poderá ser recriado  permanentemente na presença do outro, o que nos permite pensar em uma  sociabilidade que foge ao caráter burocrático e institucionalizado, duas  facetas execradas pelo pensamento foucaultiano, que pretendia, acima de  qualquer coisa, evidenciar dois aspectos: reinventar a vida por meio de  suas relações e barrar o poder inerente à dominação de um sujeito sobre  o outro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É preciso reconhecer que algumas dessas evidências trazidas por Foucault  se tornaram realidade. Embora a vida solitária e a vulnerabilidade dos  laços de afeto venham revelando um efeito nefasto, adoecendo pessoas e  levando-as a diferentes tipos de sofrimento psíquico, é necessário  reconhecer que nas últimas décadas têm surgido várias formas de  convívio: a família vem sendo reinventada, dando lugar a deslocamentos e  transformações nas suas funções e papéis. Hoje é possível verificar,  por exemplo, fortes laços e amizade em casais que procuram ajuda de  outros para uma procriação assistida. É o caso, por exemplo, de dois  homens que buscam uma amiga para receber o sêmen de um deles e conceber  uma criança. Algumas vezes forma-se aí uma relação consistente, um misto  de amizade e de família, fruto de uma operação não só biológica mas  também simbólica, já que um dos parceiros se mantém ausente da  procriação de uma criança com a qual poderá, mais tarde, constituir uma  relação parental. Há ainda duas outras manifestações interessantes de  amizade: a trazida por casais que se separam e, ao constituir novas  relações amorosas, mantêm os antigos parceiros no rol dos amigos; e as  relações amistosas criadas pelos filhos dos diferentes casamentos de  seus pais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enfim, se de um lado as relações humanas permanecem frágeis, tensas e em  muitos sentidos desestimuladas pelo cotidiano massacrante do trabalho e  pelas imposições do mundo fragmentado em que vivemos, de outro, elas  têm atualmente maior amplitude de possibilidades de criar e recriar  experiências, tanto na vida privada como na pública. Além disso, nos  últimos anos as sociedades têm se tornado mais libertárias, e, em  consequência, os sujeitos adquirem mais recursos para reconhecer e lutar  por seus direitos civis. Gilles Lipovetsky talvez tenha razão ao  escrever: “Quanto mais frustrante é a sociedade, mais ela promove as  condições necessárias para uma reoxigenação da vida&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;      &lt;td align="right" class="pags"&gt;           &lt;/td&gt; &lt;/tr&gt;&lt;tr style="color: red;"&gt;      &lt;td align="center" height="40"&gt;      &lt;table border="0" cellpadding="2" cellspacing="0" class="bg_barras"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;                   &lt;td&gt;       &lt;table bgcolor="#FFFFFF" border="0" cellpadding="2" cellspacing="0" class="autor"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;                      &lt;td align="left"&gt;&lt;span class="autor-nome"&gt;Maria Consuêlo Passos&lt;/span&gt; &lt;span class="autor-txt"&gt;psicanalista  de casal e família, doutora em psicologia social, pesquisadora de temas  de família e desenvolvimento humano, docente do programa de  pós-graduação em psicologia clínica da Universidade Católica de  Pernambuco.&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/310886352174507383-5803607781037917269?l=claudiiblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://claudiiblog.blogspot.com/feeds/5803607781037917269/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://claudiiblog.blogspot.com/2012/01/o-poder-da-amizade.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/310886352174507383/posts/default/5803607781037917269'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/310886352174507383/posts/default/5803607781037917269'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://claudiiblog.blogspot.com/2012/01/o-poder-da-amizade.html' title='O poder da amizade'/><author><name>Cláudio Natalício</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15111391695868473519</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_dzbjkX9nqkU/SywP3aOgTVI/AAAAAAAAAj0/PGmkY73WQdw/S220/pai+2.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-310886352174507383.post-4282540423165880446</id><published>2012-01-24T05:05:00.010-02:00</published><updated>2012-01-24T05:05:00.793-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Comportamento'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Tom Coelho'/><title type='text'>Um mundo doente</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-bu90N-uUbrY/TxiV4upBfGI/AAAAAAAAD44/XQY7A1I8QJg/s1600/a.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://1.bp.blogspot.com/-bu90N-uUbrY/TxiV4upBfGI/AAAAAAAAD44/XQY7A1I8QJg/s1600/a.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;"A educação é um processo social, é desenvolvimento.&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Não é a preparação para a vida, é a própria vida."&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;(John Dewey)&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Crise na Europa e nos Estados Unidos, queda de governos árabes, discussões&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;sobre o aquecimento global. As doenças que acometem o mundo não são de ordem&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;econômica, política ou ambiental. Nossas mazelas são de caráter social. A&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;sociedade está enferma.&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;As pessoas estão fisicamente doentes. Caminhe por uma praia e observe a&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;condição dos banhistas para constatar a falta de cuidados com o próprio&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;corpo, fruto de vida sedentária, alimentação desregrada, ausência de&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;atividade física. Não é à toa que obesidade, hipertensão arterial e doenças&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;coronarianas crescem vertiginosamente.&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;As pessoas estão mentalmente doentes. Ansiedade, angústia, transtornos de&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;humor. Como prova do que digo, observe a proliferação de drogarias por todo&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;o país. E mais do que o número de novos estabelecimentos, a frequência&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;maciça de consumidores. Não importam dia e horário, invariavelmente você&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;encontrará filas nos caixas. Gente comprando de medicamentos para as dores&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;do corpo, a ansiolíticos e antidepressivos.&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;As relações sociais estão doentes. Temos cada vez mais amigos virtuais, mas&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;continuamos sem conhecer o vizinho que reside há anos na porta ao lado.&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Familiares não comungam de uma mesma refeição, pais e filhos pouco&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;conversam, casais de amigos em um encontro pessoal trocam a autenticidade de&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;um diálogo pela efemeridade de tuitadas em seus smartphones.&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;As empresas estão doentes. Mesmo quando lucrativas, sofrem com crises de&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;liderança, dificuldades para engajar seus funcionários e reter talentos,&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;dilemas morais para alinhar discursos institucionais às práticas&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;corporativas.&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Valores e virtudes estão doentes. Intolerância, egoísmo e cupidez suplantam&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;condescendência, generosidade e gentileza. Prevalece a ética do interesse&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;pessoal em detrimento do coletivo.&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;No dia seguinte ao réveillon, na praia, no campo ou nas ruas das cidades, o&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;cenário era de guerra. Lixo por todos os lados. Garrafas despedaçadas,&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;deixando cacos de vidros infiltrados na mesma areia onde crianças&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;inocentemente iriam brincar ao raiar do dia.&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Nossos problemas não são conjunturais, mas estruturais. E a solução passa&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;por reflexão, educação e cultura.&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;* Tom Coelho é educador, conferencista e escritor com artigos publicados em&lt;/span&gt;&lt;br style="color: red;" /&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;17 países. É autor de "Somos Maus Amantes - Reflexões sobre carreira,&lt;/span&gt;&lt;br style="color: red;" /&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;liderança e comportamento" (Flor de Liz, 2011), "Sete Vidas - Lições para&lt;/span&gt;&lt;br style="color: red;" /&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;construir seu equilíbrio pessoal e profissional" (Saraiva, 2008) e coautor&lt;/span&gt;&lt;br style="color: red;" /&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;de outros cinco livros. Contatos através do e-mail&lt;/span&gt;&lt;br style="color: red;" /&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;&lt;mailto:tomcoelho@tomcoelho.com.br&gt; tomcoelho@tomcoelho.com.br. Visite:&lt;/mailto:tomcoelho@tomcoelho.com.br&gt;&lt;/span&gt;&lt;br style="color: red;" /&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;&lt;http: www.tomcoelho.com.br=""&gt; www.tomcoelho.com.br.&lt;/http:&gt;&lt;/span&gt;&lt;br style="color: red;" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: purple;"&gt;Recebido do autor por e-mail&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/310886352174507383-4282540423165880446?l=claudiiblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://claudiiblog.blogspot.com/feeds/4282540423165880446/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://claudiiblog.blogspot.com/2012/01/um-mundo-doente.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/310886352174507383/posts/default/4282540423165880446'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/310886352174507383/posts/default/4282540423165880446'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://claudiiblog.blogspot.com/2012/01/um-mundo-doente.html' title='Um mundo doente'/><author><name>Cláudio Natalício</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15111391695868473519</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_dzbjkX9nqkU/SywP3aOgTVI/AAAAAAAAAj0/PGmkY73WQdw/S220/pai+2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-bu90N-uUbrY/TxiV4upBfGI/AAAAAAAAD44/XQY7A1I8QJg/s72-c/a.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-310886352174507383.post-1203962020435614082</id><published>2012-01-23T05:07:00.007-02:00</published><updated>2012-01-23T05:07:00.967-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Comportamento'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Mente e Cérebro'/><title type='text'>Homossexualidade</title><content type='html'>&lt;table border="0" cellpadding="4" cellspacing="0" class="interna-txt"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;     &lt;td&gt;     &lt;table border="0" cellpadding="0" cellspacing="0"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;                    &lt;td align="left" background="img/icone_pgsint.gif" class="interna-area" height="68" width="200"&gt;       &lt;table border="0" cellpadding="0" cellspacing="0"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;                           &lt;td width="62"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;                           &lt;td&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;                         &lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/td&gt;      &lt;td align="right"&gt;      &lt;form action="http://duetto.wwi.com.br/indique/" method="post" name="frmIndique" target="popIndique"&gt;                             &lt;div class="addthis_toolbox addthis_default_style "&gt;&lt;div style="text-align: center; width: 235px;"&gt;&lt;div style="display: block; float: left; padding: 0 0 6px 0;"&gt;&lt;a alt="Favoritos" class="addthis_button_favorites at300b" href="http://www2.uol.com.br/vivermente/#" title="Favoritos"&gt;&lt;span class="at300bs at15nc at15t_favorites"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;a alt="Compartilhar no Twitter" class="addthis_button_twitter at300b" href="http://www2.uol.com.br/vivermente/#" title="Compartilhar no Twitter"&gt;&lt;span class="at300bs at15nc at15t_twitter"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;a alt="Compartilhar no Facebook" class="addthis_button_facebook at300b" href="http://www2.uol.com.br/vivermente/#" title="Compartilhar no Facebook"&gt;&lt;span class="at300bs at15nc at15t_facebook"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;a alt="Compartilhar no MSN Live" class="addthis_button_live at300b" href="http://www.addthis.com/bookmark.php?v=250&amp;amp;winname=addthis&amp;amp;pub=xa-4e4eb06b429bcaa6&amp;amp;source=tbx-250&amp;amp;lng=pt-BR&amp;amp;s=live&amp;amp;url=http%3A%2F%2Fwww2.uol.com.br%2Fvivermente%2Fnoticias%2Fhomossexualidadedoencahomossexualismo.html&amp;amp;title=Homossexualidade%20-%20Mente%20e%20C%C3%A9rebro&amp;amp;ate=AT-xa-4e4eb06b429bcaa6/-/-/4ede5ee2dd35c67a/1&amp;amp;frommenu=1&amp;amp;uid=4ede5ee2a416ab32&amp;amp;ct=1&amp;amp;pre=http%3A%2F%2Fwww2.uol.com.br%2Fvivermente%2Fnoticias%2Findex.html&amp;amp;tt=0" target="_blank" title="Compartilhar no MSN Live"&gt;&lt;span class="at300bs at15nc at15t_live"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;a alt="Compartilhar" class="addthis_button_compact at300m" href="http://www2.uol.com.br/vivermente/#" title="Compartilhar"&gt;&lt;span class="at300bs at15nc at15t_compact"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;a alt="Enviar link por e-mail" href="" title="Enviar link por e-mail"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a alt="Imprimir" href="" title="Imprimir"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/form&gt;&lt;/td&gt;                   &lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;                     &lt;td align="left" class="interna-ed" colspan="2" height="15"&gt;&lt;b&gt;Do site: www.mentecerebro.com.br, 23 de novembro de 2011&lt;/b&gt;&lt;/td&gt;                   &lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;         &lt;td colspan="2" height="6"&gt;&lt;img height="1" src="http://www2.uol.com.br/vivermente/img/px_branco.gif" width="1" /&gt;&lt;/td&gt;       &lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/td&gt;    &lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;      &lt;td align="center" class="interna-titulo"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt;&lt;tr style="color: red;"&gt;      &lt;td align="center" class="interna-olho"&gt;Do pecado à legalização da união civil. Veja como a orientação sexual foi abordada ao longo do tempo&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="interna-autor"&gt;&amp;nbsp;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="interna-txt"&gt;&lt;span class="interna-txt"&gt;     &lt;table align="right" border="0" cellpadding="1" cellspacing="0" style="width: 300px;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;                   &lt;td align="right" class="img-credito" rowspan="3" width="10"&gt;&lt;img height="1" src="http://www2.uol.com.br/vivermente/img/px_branco.gif" width="1" /&gt;&lt;/td&gt;                   &lt;td align="right" class="img-credito"&gt;© Melissa Patton/Shutterstock&lt;/td&gt;                 &lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;                   &lt;td align="center"&gt;&lt;img border="0" src="http://www2.uol.com.br/vivermente/noticias/img/grande.jpg" /&gt;&lt;/td&gt;                 &lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;                   &lt;td class="img-legenda"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;                 &lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;                   &lt;td align="right" class="img-credito" colspan="2" height="10"&gt;&lt;img height="1" src="http://www2.uol.com.br/vivermente/img/px_branco.gif" width="1" /&gt;&lt;/td&gt;                 &lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;A maneira de conviver com a  homossexualidade modificou-se ao longo dos anos. Comportamentos vistos  como absolutamente normais na Antiguidade foram rotulados de degenerados  no século 19. E só recentemente essa expressão da sexualidade deixou de  ser considerada uma doença mental. Na edição de 1968 do Manual  diagnóstico e estatístico de transtornos mentais (DSM), obra de  referência para psiquiatras, a atração por pessoas do mesmo sexo  aparecia no capítulo sobre desvios, classificada como um tipo de  aberração.&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt; Foram os próprios gays que, cansados de ser taxados de aberrações,  começaram a defender a ideia de que sua orientação não era patológica.  Um momento histórico na transformação dessa forma de pensar ocorreu após  uma violenta ação policial no Stonewall Inn, bar gay no Greenwich  Village, em Nova York, em 28 de junho de 1969. Nos cinco dias seguintes,  uma multidão continuou a se reunir no local, protestando contra a  discriminação e exigindo direitos iguais para homossexuais. Conhecido  como rebelião de Stonewall, o evento é considerado a marca inicial para a  maior aceitação cultural da homossexualidade no mundo todo.&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt; Quatro anos mais tarde, a Associação Americana de Psiquiatria (AAP)  começou a reavaliar essa questão. Uma comissão liderada pelo médico  Robert L. Spitzer, da Universidade de Colúmbia, recomendou que o termo  “homossexualidade” fosse retirado da edição seguinte do DSM, mas a  sugestão não surtiu efeitos práticos. Pouco depois de os dirigentes da  AAP votarem a favor da alteração, 37% dos psiquiatras consultados sobre o  tema disseram ser contrários à mudança. Alguns chegaram a acusar a  associação de  “sacrificar princípios científicos em nome dos direitos  civis”. &lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt; Nos anos 90, grande parte dos psicólogos ainda argumentava que a  homossexualidade era um distúrbio psíquico. Para defender esse ponto de  vista, muitos se apoiavam na penúltima edição da Classificação  internacional de doenças (CID-9), de 1985, que considerava essa  orientação formalmente patológica. Atualmente, porém, os conselhos  regionais de psicologia (CRPs) são claros em orientar os profissionais  da área para que não tratem a homossexualidade como distúrbio, a  manifestação de preconceitos pode deflagrar processos e punições.&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt; O preconceito em relação à homossexualidade muitas vezes é dissimulado  e, apesar das transformações culturais, em certos meios persiste a ideia  de que essa orientação é uma doença que precisa ser “curada”. Alguns  defensores de terapias que se propõem a isso buscam respaldo na teoria  de Sigmund Freud (1856-1939), cujas palavras foram tantas vezes  descontextualizadas e interpretadas de maneira tendenciosa. As  formulações do autor passaram por diferentes momentos e sofreram  acréscimos significativos ao longo de sua obra, o que permite variadas  interpretações, dependendo do texto que for tomado como referência. Em  artigo de 1930 no qual discute o caso de uma moça que se apaixona por  uma jovem senhora da sociedade, por exemplo, Freud considera que, quando  uma mulher escolhe outra como objeto de amor, revela uma fixação  infantil – não necessariamente decepção com o pai. &lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt; Fixações, entretanto, não são exclusividade dos homossexuais – nem  podemos procurar “culpados” por elas. As diferentes preferências – e  consequentes escolhas ou negações – revelam singularidades e fatores  inconscientes de cada pessoa.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/310886352174507383-1203962020435614082?l=claudiiblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://claudiiblog.blogspot.com/feeds/1203962020435614082/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://claudiiblog.blogspot.com/2012/01/homossexualidade.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/310886352174507383/posts/default/1203962020435614082'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/310886352174507383/posts/default/1203962020435614082'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://claudiiblog.blogspot.com/2012/01/homossexualidade.html' title='Homossexualidade'/><author><name>Cláudio Natalício</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15111391695868473519</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_dzbjkX9nqkU/SywP3aOgTVI/AAAAAAAAAj0/PGmkY73WQdw/S220/pai+2.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-310886352174507383.post-6143129271386726010</id><published>2012-01-22T05:06:00.005-02:00</published><updated>2012-01-22T05:06:00.140-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Comportamento'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Mente e Cérebro'/><title type='text'>Nostalgia e depressão</title><content type='html'>&lt;table border="0" cellpadding="4" cellspacing="0" class="interna-txt"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;table border="0" cellpadding="0" cellspacing="0"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td align="left" class="interna-ed" colspan="2" height="15"&gt;&lt;b&gt;Do site: www.mentecerebro.com.br, 22 de novembro de 2011&lt;/b&gt;&lt;/td&gt;                   &lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;         &lt;td colspan="2" height="6"&gt;&lt;img height="1" src="http://www2.uol.com.br/vivermente/img/px_branco.gif" width="1" /&gt;&lt;/td&gt;       &lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/td&gt;    &lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;      &lt;td align="center" class="interna-titulo"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt;&lt;tr style="color: red;"&gt;      &lt;td align="center" class="interna-olho"&gt;Evocar momentos felizes pode agravar o distúrbio&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="interna-autor"&gt;&amp;nbsp;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="interna-txt"&gt;&lt;span class="interna-txt"&gt;     &lt;table align="right" border="0" cellpadding="1" cellspacing="0" style="width: 300px;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;                   &lt;td align="right" class="img-credito" rowspan="3" width="10"&gt;&lt;img height="1" src="http://www2.uol.com.br/vivermente/img/px_branco.gif" width="1" /&gt;&lt;/td&gt;                   &lt;td align="right" class="img-credito"&gt;© mangostock/Shutterstock&lt;/td&gt;                 &lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;                   &lt;td align="center"&gt;&lt;img border="0" src="http://www2.uol.com.br/vivermente/noticias/img/nostalgiadepressao1.jpg" /&gt;&lt;/td&gt;                 &lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;                   &lt;td class="img-legenda"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;                 &lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;                   &lt;td align="right" class="img-credito" colspan="2" height="10"&gt;&lt;img height="1" src="http://www2.uol.com.br/vivermente/img/px_branco.gif" width="1" /&gt;&lt;/td&gt;                 &lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;A nostalgia revelou-se, em vários estudos  recentes, um recurso para levantar o ânimo. Por isso, é natural que se  suponha que pessoas deprimidas também possam tirar proveito desse  efeito. Porém, estudo da psicóloga Jutta Joorman, da Universidade de  Miami em Coral Gables, na Flórida, demonstrou em 2007 que pacientes com  depressão grave, diferentemente das pessoas saudáveis, não ficaram mais  alegres – e até mesmo se tornaram mais tristes – ao se lembrar de  momentos felizes do tempo de escola.&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt; Pesquisadores da Universidade Cardiff , no País de Gales, desenvolveram  recentemente um sistema para explicar essa descoberta: o modelo de  congruência de humor em comparação temporal. Segundo ele, as pessoas  depressivas notam pouca identificação entre características pessoais  positivas do “eu” de suas lembranças e a percepção de si mesmas no  presente. Essa discrepância é acompanhada do sentimento de que o “eu  positivo” está em um passado infinitamente longínquo. E concluem: “Em  comparação com a pessoa que eu era naquele tempo, hoje sou um  fracassado”. Assim, pensamentos nostálgicos poderiam agravar o estado de  pessoas com distúrbios depressivos. &lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt; Na opinião dos psicólogos Constantine Sedikides e Jochen Gebauer,  entretanto, a nostalgia também poderia melhorar o estado de espírito de  pessoas que sofrem de depressão. Eles ressaltam que a “saudade de  antigamente” se diferencia de memórias felizes em três pontos  essenciais: &lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt; 1. Lembranças nostálgicas são mais multifacetadas e complexas do que as  recordações positivas. Além disso, frequentemente incluem uma sequência  de superação, o que poderia animar as pessoas. E se uma vez algo já  terminou bem, isso pode acontecer de novo; &lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt; 2. Memórias que despertam saudade são percebidas de forma especialmente  nítida, afetiva e rica em detalhes. Revividas com frequência, em  comparação com outras memórias, são mais vívidas, fazendo com que o  episódio seja sentido como temporalmente muito próximo, o que o torna  mais “real”; &lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt; 3. Como a nostalgia forma uma espécie de ponte entre o passado e o  presente, gera sentimento de autocontinuidade. Assim, a maioria dos  participantes dos estudos de nostalgia de 2008 concordou com avaliações  como: “tenho a sensação de que o ontem e o hoje se misturam”, ou  “mantenho várias das minhas antigas características positivas”. Uma  identificação tão intensa superaria em nossa percepção a distância  temporal entre a lembrança e o momento atual, abrindo perspectivas para  tirar a pessoa depressiva da apatia e imobilidade emocional.&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt; Para comprovar as impressões de Sedikides e Gebauer, entretanto, são necessárias mais pesquisas.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/310886352174507383-6143129271386726010?l=claudiiblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://claudiiblog.blogspot.com/feeds/6143129271386726010/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://claudiiblog.blogspot.com/2012/01/nostalgia-e-depressao.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/310886352174507383/posts/default/6143129271386726010'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/310886352174507383/posts/default/6143129271386726010'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://claudiiblog.blogspot.com/2012/01/nostalgia-e-depressao.html' title='Nostalgia e depressão'/><author><name>Cláudio Natalício</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15111391695868473519</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_dzbjkX9nqkU/SywP3aOgTVI/AAAAAAAAAj0/PGmkY73WQdw/S220/pai+2.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-310886352174507383.post-4602980395690048387</id><published>2012-01-21T05:03:00.006-02:00</published><updated>2012-01-21T15:11:26.817-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Comportamento'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Mente e Cérebro'/><title type='text'>História dos antidepressivos</title><content type='html'>&lt;table border="0" cellpadding="4" cellspacing="0" class="interna-txt"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;     &lt;td&gt;&lt;table border="0" cellpadding="0" cellspacing="0"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;                    &lt;td align="left" background="img/icone_pgsint.gif" class="interna-area" height="68" width="200"&gt;&lt;table border="0" cellpadding="0" cellspacing="0"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;                           &lt;td width="62"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;                           &lt;td&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;                         &lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/td&gt;      &lt;td align="right"&gt;&lt;form action="http://duetto.wwi.com.br/indique/" method="post" name="frmIndique" target="popIndique"&gt;&lt;div class="addthis_toolbox addthis_default_style "&gt;&lt;div style="text-align: center; width: 235px;"&gt;&lt;div style="display: block; float: left; padding: 0 0 6px 0;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/form&gt;&lt;/td&gt;                   &lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;                     &lt;td align="left" class="interna-ed" colspan="2" height="15"&gt;&lt;b&gt;Do site: www.mentecerebro.com.br, em 21 de novembro de 2011&lt;/b&gt;&lt;/td&gt;                   &lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;         &lt;td colspan="2" height="6"&gt;&lt;img height="1" src="http://www2.uol.com.br/vivermente/img/px_branco.gif" width="1" /&gt;&lt;/td&gt;       &lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/td&gt;    &lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;      &lt;td align="center" class="interna-titulo"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt;&lt;tr style="color: red;"&gt;      &lt;td align="center" class="interna-olho"&gt;No decorrer dos séculos, médicos já receitaram ópio, anfetaminas e cocaína para tratar transtornos do humor&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="interna-autor"&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="interna-txt"&gt;&lt;span class="interna-txt"&gt;     &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;table align="right" border="0" cellpadding="1" cellspacing="0" style="width: 300px;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;                   &lt;td align="right" class="img-credito" rowspan="3" width="10"&gt;&lt;img height="1" src="http://www2.uol.com.br/vivermente/img/px_branco.gif" width="1" /&gt;&lt;/td&gt;                   &lt;td align="right" class="img-credito"&gt;Coleção particular&lt;/td&gt;                 &lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;                   &lt;td align="center"&gt;&lt;img border="0" src="http://www2.uol.com.br/vivermente/noticias/img/historiaantidepressivosopiossrisgrande.jpg" /&gt;&lt;/td&gt;                 &lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;                   &lt;td class="img-legenda"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;                 &lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;                   &lt;td align="right" class="img-credito" colspan="2" height="10"&gt;&lt;img height="1" src="http://www2.uol.com.br/vivermente/img/px_branco.gif" width="1" /&gt;&lt;/td&gt;                 &lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;span class="interna-txt"&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;A lista das substâncias que deveriam  vencer as depressões, mas sempre ajudavam apenas alguns afetados, é  muito longa. No decorrer dos séculos, os médicos testaram quase tudo o  que influenciava o cérebro de alguma forma. O ópio já era considerado na  antiga China um meio eficaz contra doenças do ânimo. Nos tempos  modernos, os médicos europeus sistematizaram o tratamento: o britânico  Thomas Sydenham (1624-1689) o misturou com álcool, produzindo láudano  (do latim &lt;/span&gt;&lt;i style="color: blue;"&gt;laudare&lt;/i&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt; = louvar). O “tratamento com ópio” devia curar a  angústia e a melancolia. Mais tarde, as pessoas desistiram da droga  devido ao grande risco de vício. &lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt; Com o álcool ocorreu algo semelhante. Em 1802, um médico londrino recomendava um pesado Borgonha, um bom vinho branco ou mesmo &lt;/span&gt;&lt;i style="color: blue;"&gt;brandy&lt;/i&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt; contra a melancolia. A &lt;/span&gt;&lt;i style="color: blue;"&gt;Cannabis&lt;/i&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;  e a cocaína também eram comumente utilizadas no século 19 como  medicamento. A melancólica escritora britânica Virginia Woolf  (1882-1941) usava o sonífero e calmante Veronal, um barbitúrico. Nos  anos 50, entraram em voga as anfetaminas estimulantes. Em todas essas  substâncias, o potencial viciante é extremamente alto. &lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt; Em 1953, causou sensação uma notícia que dizia que o medicamento  utilizado para tuberculose, a iproniazida, também tinha efeito  antidepressivo. Alguns anos mais tarde, porém, ele foi tirado do  mercado, pois pode causar icterícia. Substâncias bastante semelhantes,  denominadas inibidores MAO, até hoje fazem parte do arsenal terapêutico  contra a depressão. Eles inibem uma oxidase (daí vem o “O”) – uma enzima  que decompõe diversos mensageiros do cérebro do grupo da monoamina (daí  o “MA”). Entre eles, encontram-se os transmissores serotonina, dopamina  e noradrenalina. &lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt; Inibidores MAO fazem com que os neurotransmissores fiquem disponíveis  por mais tempo nas sinapses das células nervosas. Infelizmente, eles  também cruzam o caminho de outras oxidases, que, por exemplo, decompõem  componentes nutricionais. As consequências podem ser dores de cabeça ou  pressão sanguínea extremamente alta. Por isso, o consumo de queijo é  tabu para pacientes tratados com inibidores MAO. &lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt; Ainda nos anos 50, a indústria farmacêutica suíça Geigy sintetizou uma  série de substâncias semelhantes à clorpromazina, o primeiro medicamento  contra esquizofrenia, e pediu a clínicos que as testassem. O médico  Roland Kuhn experimentou a variante G22355 em 150 pacientes com  diferentes doenças mentais. Por fim, ele obteve sucesso com depressivos  em 1957. &lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt; A Geigy denominou a substância de imipramina e a ofereceu ainda no mesmo  ano sob o nome comercial de trofanil. Esse foi o nascimento dos  tricíclicos, que têm esse nome porque possuem três anéis de carbono.  Eles representam, ao lado dos SSRIs, até hoje os antidepressivos mais  importantes. Tricíclicos são eficazes, mas têm efeitos colaterais  relevantes como obstipação e ressecamento das mucosas. &lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt; A mais nova geração de antidepressivos, os SSRIs, prometem  principalmente menos efeitos colaterais. No entanto, segundo o  farmacêutico Gerd Glaeske, ele apenas tem outros efeitos – por exemplo,  problemas estomacais, falta de apetite ou perda da libido. Em 2008, um  anúncio de que os SSRIs poderiam estimular o suicídio em crianças e  jovens causou grande comoção. Desde então, há avisos a esse respeito nas  embalagens dos remédios.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/310886352174507383-4602980395690048387?l=claudiiblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://claudiiblog.blogspot.com/feeds/4602980395690048387/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://claudiiblog.blogspot.com/2012/01/historia-dos-antidepressivos.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/310886352174507383/posts/default/4602980395690048387'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/310886352174507383/posts/default/4602980395690048387'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://claudiiblog.blogspot.com/2012/01/historia-dos-antidepressivos.html' title='História dos antidepressivos'/><author><name>Cláudio Natalício</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15111391695868473519</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_dzbjkX9nqkU/SywP3aOgTVI/AAAAAAAAAj0/PGmkY73WQdw/S220/pai+2.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-310886352174507383.post-7565417750286507393</id><published>2012-01-20T05:10:00.006-02:00</published><updated>2012-01-20T05:10:00.243-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Comportamento'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Mente e Cérebro'/><title type='text'>Alfabetização tardia</title><content type='html'>&lt;table border="0" cellpadding="4" cellspacing="0" class="interna-txt"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;table border="0" cellpadding="0" cellspacing="0"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td align="left" class="interna-ed" colspan="2" height="15"&gt;&lt;b&gt;Do site: www.mentecerebro.com.br, 22 de novembro de 2011&lt;/b&gt;&lt;/td&gt;                   &lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;         &lt;td colspan="2" height="6"&gt;&lt;img height="1" src="http://www2.uol.com.br/vivermente/img/px_branco.gif" width="1" /&gt;&lt;/td&gt;       &lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/td&gt;    &lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;      &lt;td align="center" class="interna-titulo"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt;&lt;tr style="color: red;"&gt;      &lt;td align="center" class="interna-olho"&gt;Aprender a ler provoca mudanças neurais profundas, mesmo em adultos&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="interna-autor"&gt;&amp;nbsp;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="interna-txt"&gt;&lt;span class="interna-txt"&gt;     &lt;table align="right" border="0" cellpadding="1" cellspacing="0" style="width: 300px;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;                   &lt;td align="right" class="img-credito" rowspan="3" width="10"&gt;&lt;img height="1" src="http://www2.uol.com.br/vivermente/img/px_branco.gif" width="1" /&gt;&lt;/td&gt;                   &lt;td align="right" class="img-credito"&gt;Shutterstock&lt;/td&gt;                 &lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;                   &lt;td align="center"&gt;&lt;img border="0" src="http://www2.uol.com.br/vivermente/noticias/img/alfabetizacao_grande.jpg" /&gt;&lt;/td&gt;                 &lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;                   &lt;td class="img-legenda"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;                 &lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;                   &lt;td align="right" class="img-credito" colspan="2" height="10"&gt;&lt;img height="1" src="http://www2.uol.com.br/vivermente/img/px_branco.gif" width="1" /&gt;&lt;/td&gt;                 &lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Alguns pesquisadores acreditam que a  alfabetização, por ser evolutivamente muito recente, não ocorre em  estruturas cerebrais exclusivamente dedicadas a ela. Ao contrário,  utilizaria sistemas neurais que evoluíram em associação com funções  cognitivas mais antigas, como o reconhecimento de faces, casas e  objetos. &lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt; Em crianças em processo de alfabetização, o imageamento cerebral durante  a exposição a estímulos ortográficos revela a ativação de uma região  cortical específica denominada área de formas visuais de palavras  (AFVP). Curiosamente, ela se encontra em uma região altamente responsiva  a faces. Qual o papel dessa área na alfabetização de crianças e  adultos? Ensinar a ler e escrever melhora o desempenho neural em geral,  ou existe competição entre funções, por exemplo, entre leitura e  reconhecimento de faces?&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt; Algumas respostas foram recentemente publicadas na revista Science por  uma equipe de cientistas europeus de diversas instituições, bem como  brasileiros do Instituto Internacional de Neurociências e Reabilitação  da Rede Sarah. Por meio de comparação entre analfabetos, alfabetizados  na infância e ex-analfabetos, os pesquisadores dissecaram os efeitos da  escolaridade e da alfabetização no estudo da ativação da AFVP e de  outras áreas corticais. Foram medidas as respostas cerebrais à linguagem  falada e escrita, faces, casas, ferramentas e padronagens visuais em  adultos com diferentes níveis de alfabetização. &lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt; Verificou-se que a alfabetização incrementou respostas visuais e  fonológicas, aumentou a ativação pela escrita do giro fusiforme esquerdo  e induziu uma competição com a representação de faces nessa região. O  estudo trouxe ainda um achado inspirador: boa parte das mudanças neurais  relacionadas à alfabetização ocorreu mesmo em adultos ensinados  tardiamente.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;      &lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/310886352174507383-7565417750286507393?l=claudiiblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://claudiiblog.blogspot.com/feeds/7565417750286507393/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://claudiiblog.blogspot.com/2012/01/alfabetizacao-tardia.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/310886352174507383/posts/default/7565417750286507393'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/310886352174507383/posts/default/7565417750286507393'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://claudiiblog.blogspot.com/2012/01/alfabetizacao-tardia.html' title='Alfabetização tardia'/><author><name>Cláudio Natalício</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15111391695868473519</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_dzbjkX9nqkU/SywP3aOgTVI/AAAAAAAAAj0/PGmkY73WQdw/S220/pai+2.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-310886352174507383.post-2911595954916790656</id><published>2012-01-19T05:03:00.004-02:00</published><updated>2012-01-19T05:03:00.600-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Comportamento'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Mente e Cérebro'/><title type='text'>Briga de criança</title><content type='html'>&lt;table border="0" cellpadding="4" cellspacing="0" class="interna-txt"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;table border="0" cellpadding="0" cellspacing="0"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td align="left" background="img/icone_pgsint.gif" class="interna-area" height="68" width="200"&gt;&lt;table border="0" cellpadding="0" cellspacing="0"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td width="62"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;                           &lt;td&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;                         &lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/td&gt;      &lt;td align="right"&gt;      &lt;form action="http://duetto.wwi.com.br/indique/" method="post" name="frmIndique" target="popIndique"&gt;                             &lt;div class="addthis_toolbox addthis_default_style "&gt;&lt;div style="text-align: center; width: 235px;"&gt;&lt;div style="display: block; float: left; padding: 0 0 6px 0;"&gt;&lt;a alt="Favoritos" class="addthis_button_favorites at300b" href="http://www2.uol.com.br/vivermente/#" title="Favoritos"&gt;&lt;span class="at300bs at15nc at15t_favorites"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;a alt="Compartilhar no Twitter" class="addthis_button_twitter at300b" href="http://www2.uol.com.br/vivermente/#" title="Compartilhar no Twitter"&gt;&lt;span class="at300bs at15nc at15t_twitter"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;a alt="Compartilhar no Facebook" class="addthis_button_facebook at300b" href="http://www2.uol.com.br/vivermente/#" title="Compartilhar no Facebook"&gt;&lt;span class="at300bs at15nc at15t_facebook"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;a alt="Compartilhar no MSN Live" class="addthis_button_live at300b" href="http://www.addthis.com/bookmark.php?v=250&amp;amp;winname=addthis&amp;amp;pub=xa-4e4eb06b429bcaa6&amp;amp;source=tbx-250&amp;amp;lng=pt-BR&amp;amp;s=live&amp;amp;url=http%3A%2F%2Fwww2.uol.com.br%2Fvivermente%2Fnoticias%2Fbrigas_de_crianca.html&amp;amp;title=Briga%20de%20crian%C3%A7a%20-%20Mente%20e%20C%C3%A9rebro&amp;amp;ate=AT-xa-4e4eb06b429bcaa6/-/-/4ede5d159d2f886a/1&amp;amp;frommenu=1&amp;amp;uid=4ede5d15b6208081&amp;amp;ct=1&amp;amp;pre=http%3A%2F%2Fwww2.uol.com.br%2Fvivermente%2Fnoticias%2Findex2.html&amp;amp;tt=0" target="_blank" title="Compartilhar no MSN Live"&gt;&lt;span class="at300bs at15nc at15t_live"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;a alt="Compartilhar" class="addthis_button_compact at300m" href="http://www2.uol.com.br/vivermente/#" title="Compartilhar"&gt;&lt;span class="at300bs at15nc at15t_compact"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;a alt="Enviar link por e-mail" href="" title="Enviar link por e-mail"&gt;&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&lt;a alt="Imprimir" href="" title="Imprimir"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/form&gt;&lt;/td&gt;                   &lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;                     &lt;td align="left" class="interna-ed" colspan="2" height="15"&gt;&lt;b&gt;Do site: www.mentecerebro.com.br, em 18 de novembro de 2011&lt;/b&gt;&lt;/td&gt;                   &lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;         &lt;td colspan="2" height="6"&gt;&lt;img height="1" src="http://www2.uol.com.br/vivermente/img/px_branco.gif" width="1" /&gt;&lt;/td&gt;       &lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/td&gt;    &lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;      &lt;td align="center" class="interna-titulo"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt;&lt;tr style="color: red;"&gt;      &lt;td align="center" class="interna-olho"&gt;Durante um conflito meninos tendem a apoiar os fortes; meninas costumam socorrer os frágeis&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="interna-autor"&gt;&amp;nbsp;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="interna-txt"&gt;&lt;span class="interna-txt"&gt;     &lt;table align="right" border="0" cellpadding="1" cellspacing="0" style="width: 300px;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;                   &lt;td align="right" class="img-credito" rowspan="3" width="10"&gt;&lt;img height="1" src="http://www2.uol.com.br/vivermente/img/px_branco.gif" width="1" /&gt;&lt;/td&gt;                   &lt;td align="right" class="img-credito"&gt;© Yaviki/Shutterstock&lt;/td&gt;                 &lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;                   &lt;td align="center"&gt;&lt;img border="0" src="http://www2.uol.com.br/vivermente/noticias/img/brigasentrecriancasgrande.jpg" /&gt;&lt;/td&gt;                 &lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;                   &lt;td class="img-legenda"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;                 &lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;                   &lt;td align="right" class="img-credito" colspan="2" height="10"&gt;&lt;img height="1" src="http://www2.uol.com.br/vivermente/img/px_branco.gif" width="1" /&gt;&lt;/td&gt;                 &lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Ao contrário dos adultos, as crianças têm  uma capacidade natural de se reconciliar após uma disputa, contanto que  façam parte do mesmo grupo. É o que afirma uma pesquisa realizada por um  grupo de antropólogos da Academia Russa de Ciências, coordenada por  Marina Butovskaya, em que foi estudado o comportamento das crianças de 6  anos, em média. Segundo o estudo, é raríssimo que antes da adolescência  se formem inimizades estáveis se os pequenos compartilham o mesmo  território – classe, time de futebol ou o pátio do prédio onde vivem.  Elas costumam reatar a amizade espontaneamente, sem carregar consigo  rancores ou ressentimentos. E se um adulto fizer uma intervenção as  coisas podem piorar, porque os protagonistas da briga sentem que ela foi  mais grave do que realmente é, já que despertou a atenção de alguém  “grande”. Pesquisadores russos também descobriram uma diferença  interessante entre meninos e meninas: os primeiros tendem a elevar o  próprio status no grupo dando razão ao mais forte; já as meninas se  preocupam mais em reconciliar os adversários e ajudam os mais  fragilizados. Após os 6 anos as crianças começam a absorver os modelos  culturais dos adultos, por isso não é estranho notar essas diferenças,  principalmente em uma sociedade como a russa, na qual os homens são  machistas e as mulheres, particularmente dispostas a prestar  solidariedade.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/310886352174507383-2911595954916790656?l=claudiiblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://claudiiblog.blogspot.com/feeds/2911595954916790656/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://claudiiblog.blogspot.com/2012/01/briga-de-crianca.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/310886352174507383/posts/default/2911595954916790656'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/310886352174507383/posts/default/2911595954916790656'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://claudiiblog.blogspot.com/2012/01/briga-de-crianca.html' title='Briga de criança'/><author><name>Cláudio Natalício</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15111391695868473519</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_dzbjkX9nqkU/SywP3aOgTVI/AAAAAAAAAj0/PGmkY73WQdw/S220/pai+2.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-310886352174507383.post-8671570341795796332</id><published>2012-01-18T05:04:00.005-02:00</published><updated>2012-01-18T05:04:00.124-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Comportamento'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Mente e Cérebro'/><title type='text'>A sedução das vitrines</title><content type='html'>&lt;table border="0" cellpadding="4" cellspacing="0" class="interna-txt"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;table border="0" cellpadding="0" cellspacing="0"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td align="left" class="interna-ed" colspan="2" height="15"&gt;&lt;b&gt;Do site: www.mentecerebro.com.br, em 17 de novembro de 2011&lt;/b&gt;&lt;/td&gt;                   &lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;         &lt;td colspan="2" height="6"&gt;&lt;img height="1" src="http://www2.uol.com.br/vivermente/img/px_branco.gif" width="1" /&gt;&lt;/td&gt;       &lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/td&gt;    &lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;      &lt;td align="center" class="interna-titulo"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt;&lt;tr style="color: red;"&gt;      &lt;td align="center" class="interna-olho"&gt;Curiosidade que nos leva a andar pelas lojas está ligada a instintos de caçadores e coletores&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="interna-autor"&gt;&amp;nbsp;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="interna-txt"&gt;&lt;span class="interna-txt"&gt;     &lt;table align="right" border="0" cellpadding="1" cellspacing="0" style="width: 300px;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;                   &lt;td align="right" class="img-credito" rowspan="3" width="10"&gt;&lt;img height="1" src="http://www2.uol.com.br/vivermente/img/px_branco.gif" width="1" /&gt;&lt;/td&gt;                   &lt;td align="right" class="img-credito"&gt;© Robbi /Shutterstock&lt;/td&gt;                 &lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;                   &lt;td align="center"&gt;&lt;img border="0" src="http://www2.uol.com.br/vivermente/noticias/img/compulsaocomprasgrande.jpg" /&gt;&lt;/td&gt;                 &lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;                   &lt;td class="img-legenda"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;                 &lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;                   &lt;td align="right" class="img-credito" colspan="2" height="10"&gt;&lt;img height="1" src="http://www2.uol.com.br/vivermente/img/px_branco.gif" width="1" /&gt;&lt;/td&gt;                 &lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Vitrines costumam despertar nossa  curiosidade e, diante de uma liquidação, muitos de nós passam horas à  procura do melhor produto, exibido posteriormente como presa abatida. “É  justamente disso que se trata”, diz o psicólogo Roberto Pani. “A  curiosidade que nos leva a andar pelas lojas está ligada a instintos  atávicos de caçadores e coletores; agradam-nos a procura, a exploração e  um pouco de desafio.” Por esse motivo, segundo o psicólogo, muitas  pessoas empreendem verdadeiras expedições em busca de algo único;  descobrem “territórios de caça”, como um outlet ou uma loja original,  partilhados apenas com amigos íntimos. &lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;    &lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt; Segundo Pani, as compras ajudam a construir uma imagem melhor de nós  mesmos. “Gostamos de bens que nos auxiliam a projetar o perfil  desejado.” Vanni Codeluppi acrescenta que as pessoas não compram apenas  objetos, mas símbolos capazes de transmitir informações sobre sua  identidade ou sobre o grupo ao qual desejam pertencer. “Quando  escolhemos uma bolsa ou uma bebida, buscamos algo que represente a  imagem com a qual nos identificamos.” &lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt; Entre mulheres, por exemplo, prevalece o consumo de roupas e produtos de  beleza. Os homens, segundo Giovanni Siri, desejam carros e aparelhos  tecnológicos, equipamentos que ampliam sua capacidade cognitiva e a  possibilidade de exercer controle sobre as máquinas. Codeluppi vê nesse  comportamento o risco de obsessão. Para ele, embora os homens pareçam  mais racionais, muitas vezes compram por impulso, enquanto as mulheres  avaliam e tendem a escolhas mais ponderadas. Segundo ele, estatísticas  demonstram que as pessoas menos interessadas pelo consumo são aquelas  que fundamentam a própria identidade em outros valores, como os  ambientalistas ou os participantes de movimentos religiosos.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/310886352174507383-8671570341795796332?l=claudiiblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://claudiiblog.blogspot.com/feeds/8671570341795796332/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://claudiiblog.blogspot.com/2012/01/seducao-das-vitrines.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/310886352174507383/posts/default/8671570341795796332'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/310886352174507383/posts/default/8671570341795796332'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://claudiiblog.blogspot.com/2012/01/seducao-das-vitrines.html' title='A sedução das vitrines'/><author><name>Cláudio Natalício</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15111391695868473519</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_dzbjkX9nqkU/SywP3aOgTVI/AAAAAAAAAj0/PGmkY73WQdw/S220/pai+2.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-310886352174507383.post-4831037729863629388</id><published>2012-01-17T05:00:00.005-02:00</published><updated>2012-01-17T05:00:03.773-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Comportamento'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Mente e Cérebro'/><title type='text'>O custo da depressão</title><content type='html'>&lt;table border="0" cellpadding="4" cellspacing="0" class="interna-txt"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;table border="0" cellpadding="0" cellspacing="0"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td align="left" class="interna-ed" colspan="2" height="15"&gt;&lt;b&gt;Do site: www.mentecerebro.com.br, em 11 de novembro de 2011&lt;/b&gt;&lt;/td&gt;                   &lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;         &lt;td colspan="2" height="6"&gt;&lt;img height="1" src="http://www2.uol.com.br/vivermente/img/px_branco.gif" width="1" /&gt;&lt;/td&gt;       &lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/td&gt;    &lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;      &lt;td align="center" class="interna-titulo"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt;&lt;tr style="color: red;"&gt;      &lt;td align="center" class="interna-olho"&gt;Os antidepressivos geram  lucro de mais de US$ 20 bilhões para as companhias farmacêuticas; o  problema é cada vez mais frequente e começa a aparecer mais cedo&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="interna-autor"&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="interna-txt"&gt;&lt;span class="interna-txt"&gt;     &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;table align="right" border="0" cellpadding="1" cellspacing="0" style="width: 300px;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;                   &lt;td align="right" class="img-credito" rowspan="3" width="10"&gt;&lt;img height="1" src="http://www2.uol.com.br/vivermente/img/px_branco.gif" width="1" /&gt;&lt;/td&gt;                   &lt;td align="right" class="img-credito"&gt;© vectomart/Shutterstock&lt;/td&gt;                 &lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;                   &lt;td align="center"&gt;&lt;img border="0" src="http://www2.uol.com.br/vivermente/noticias/img/ocustodadepressaogrande.jpg" /&gt;&lt;/td&gt;                 &lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;                   &lt;td class="img-legenda"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;                 &lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;                   &lt;td align="right" class="img-credito" colspan="2" height="10"&gt;&lt;img height="1" src="http://www2.uol.com.br/vivermente/img/px_branco.gif" width="1" /&gt;&lt;/td&gt;                 &lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;span class="interna-txt"&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Em 2008, os antidepressivos foram o oitavo  tipo de droga mais prescrito no mundo, gerando um lucro de mais de US$  20 bilhões para as companhias farmacêuticas. Nos Estados Unidos, o  tratamento de uma única pessoa com depressão custa, em média, US$ 5 mil  anuais, e surgem 10 milhões de novos casos por ano. Se, aparentemente,  há mais gastos com medicamentos que “corrigem” o desequilíbrio químico,  por que a depressão é dez vezes mais frequente do que na década de 60 e  começa a aparecer cada vez mais cedo?&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt; Para o psicólogo Martin Seligman, diretor do Centro de Psicologia  Positiva da Universidade da Pensilvânia, o crescente volume de  prescrições de medicamentos sugere a ideia equivocada de que o  transtorno tem causa fundamentalmente biológica. “É impossível que em 40  anos nossos genes e hormônios tenham mudado o suficiente para resultar  em um índice de depressão dez vezes maior.  O problema está associado a  mudanças sociais”, analisa.&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt; O transtorno é mais frequente em pessoas com mais de 65 anos, que  corresponderão a 10% da população mundial em duas décadas, segundo a  OMS. Estudos epidemiológicos têm mostrado que 20% delas apresentam  sintomas depressivos. Porém, entre idosos que vivem em asilos ou  internados em hospitais para tratamento clínico, o transtorno tem  incidência de 80%. “É um problema de saúde pública associado às mudanças  no perfil populacional de muitos países, pois o número de pessoas que  passam os últimos anos de vida sem o apoio da família, muitas delas  vivendo sozinhas, é proporcional ao aumento da expectativa de vida”,  observa o psiquiatra Henry Brodaty, do Departamento de Psiquiatria para a  Terceira Idade da Universidade de New South Wales, na Austrália.  Segundo ele, para elaborar uma política de saúde pública com estratégias  de prevenção são necessárias informações sobre a frequência e a  distribuição dos transtornos depressivos. “Os estudos epidemiológicos  sobre depressão em vários países, por exemplo, têm identificado maior  incidência do transtorno depressivo maior (MDE) em mulheres com baixo  nível de escolaridade e de renda, o que muda a percepção equivocada de  que esta seria uma epidemia de 'nações ricas'. Identificar 'grupos de  risco' pode tornar as abordagens preventivas mais eficientes, reduzindo a   morbidade e o alto custo individual e social da doença”, diz.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/310886352174507383-4831037729863629388?l=claudiiblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://claudiiblog.blogspot.com/feeds/4831037729863629388/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://claudiiblog.blogspot.com/2012/01/o-custo-da-depressao.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/310886352174507383/posts/default/4831037729863629388'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/310886352174507383/posts/default/4831037729863629388'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://claudiiblog.blogspot.com/2012/01/o-custo-da-depressao.html' title='O custo da depressão'/><author><name>Cláudio Natalício</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15111391695868473519</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_dzbjkX9nqkU/SywP3aOgTVI/AAAAAAAAAj0/PGmkY73WQdw/S220/pai+2.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-310886352174507383.post-6275370319951454408</id><published>2012-01-16T05:08:00.004-02:00</published><updated>2012-01-16T05:08:00.167-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Comportamento'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Mente e Cérebro'/><title type='text'>Privação de sono prejudica desempenho mental</title><content type='html'>&lt;table border="0" cellpadding="4" cellspacing="0" class="interna-txt"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;table border="0" cellpadding="0" cellspacing="0"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td align="left" class="interna-ed" colspan="2" height="15"&gt;&lt;b&gt;Do site: www.mentecerebro.com.br, em 11 de novembro de 2011&lt;/b&gt;&lt;/td&gt;                   &lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;         &lt;td colspan="2" height="6"&gt;&lt;img height="1" src="http://www2.uol.com.br/vivermente/img/px_branco.gif" width="1" /&gt;&lt;/td&gt;       &lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/td&gt;    &lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;      &lt;td align="center" class="interna-titulo"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt;&lt;tr style="color: red;"&gt;      &lt;td align="center" class="interna-olho"&gt;Dormir pouco interfere na nossa capacidade de escolher&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="interna-autor"&gt;&amp;nbsp;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="interna-txt"&gt;&lt;span class="interna-txt"&gt;     &lt;table align="right" border="0" cellpadding="1" cellspacing="0" style="width: 300px;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;                   &lt;td align="right" class="img-credito" rowspan="3" width="10"&gt;&lt;img height="1" src="http://www2.uol.com.br/vivermente/img/px_branco.gif" width="1" /&gt;&lt;/td&gt;                   &lt;td align="right" class="img-credito"&gt;© jinyoung lee/shutterstock&lt;/td&gt;                 &lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;                   &lt;td align="center"&gt;&lt;img border="0" src="http://www2.uol.com.br/vivermente/noticias/img/dormirpoucoprejudicaescolhasgrande.jpg" /&gt;&lt;/td&gt;                 &lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;                   &lt;td class="img-legenda"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;                 &lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;                   &lt;td align="right" class="img-credito" colspan="2" height="10"&gt;&lt;img height="1" src="http://www2.uol.com.br/vivermente/img/px_branco.gif" width="1" /&gt;&lt;/td&gt;                 &lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;O senso comum afirma que não há nada como  uma noite bem dormida para ajudar a relaxar e a resolver problemas. Um  estudo publicado pelo periódico científico &lt;/span&gt;&lt;i style="color: blue;"&gt;Sleep&lt;/i&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt; mostra que a  privação de sono prejudica o desempenho mental. O psicólogo Todd Maddox,  da Universidade do Texas, reuniu voluntários privados de sono e  solicitou que observassem um questionário com imagens de animais  fictícios. Eles deveriam classificar os bichos como “A” ou “não A”, de  acordo com características oferecidas pelo pesquisador. Em seguida,  tinham de decidir se os desenhos eram “A” ou “B” – desta vez  considerando um novo critério explicado por Maddox. &lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt; Ao comparar os resultados, o psicólogo percebeu que os participantes  tiveram pior desempenho no primeiro teste, apesar de ele parecer mais  simples. “Quando passamos mais tempo sem dormir, alguns sistemas de  aprendizagem do cérebro funcionam melhor que outros”, explica Maddox.  Estudos anteriores sugerem que tarefas sem restrição exigem maior  concentração da atenção do que aquelas que oferecem escolhas claras.  “Definir se a ilustração é 'A' ou 'B', mesmo considerando pré-requisitos  imaginários, é uma atividade menos afetada pelos lapsos de atenção, que  são consequência da privação de sono”, diz o psicólogo.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/310886352174507383-6275370319951454408?l=claudiiblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://claudiiblog.blogspot.com/feeds/6275370319951454408/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://claudiiblog.blogspot.com/2012/01/privacao-de-sono-prejudica-desempenho.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/310886352174507383/posts/default/6275370319951454408'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/310886352174507383/posts/default/6275370319951454408'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://claudiiblog.blogspot.com/2012/01/privacao-de-sono-prejudica-desempenho.html' title='Privação de sono prejudica desempenho mental'/><author><name>Cláudio Natalício</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15111391695868473519</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_dzbjkX9nqkU/SywP3aOgTVI/AAAAAAAAAj0/PGmkY73WQdw/S220/pai+2.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-310886352174507383.post-6631861446468468914</id><published>2012-01-15T05:05:00.004-02:00</published><updated>2012-01-15T05:05:00.223-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Comportamento'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Mente e Cérebro'/><title type='text'>Por que homens costumam expressar menos seus sentimentos?</title><content type='html'>&lt;table border="0" cellpadding="4" cellspacing="0" class="interna-txt"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;table border="0" cellpadding="0" cellspacing="0"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td align="left" class="interna-ed" colspan="2" height="15"&gt;&lt;b&gt;09 de novembro de 2011&lt;/b&gt;&lt;/td&gt;                   &lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;         &lt;td colspan="2" height="6"&gt;&lt;img height="1" src="http://www2.uol.com.br/vivermente/img/px_branco.gif" width="1" /&gt;&lt;/td&gt;       &lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/td&gt;    &lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;      &lt;td align="center" class="interna-titulo"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt;&lt;tr style="color: red;"&gt;      &lt;td align="center" class="interna-olho"&gt;Pesquisa mostra que cérebro masculino leva mais tempo para processar emoções&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="interna-autor"&gt;&amp;nbsp;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="interna-txt"&gt;&lt;span class="interna-txt"&gt;     &lt;table align="right" border="0" cellpadding="1" cellspacing="0" style="width: 300px;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;                   &lt;td align="right" class="img-credito" rowspan="3" width="10"&gt;&lt;img height="1" src="http://www2.uol.com.br/vivermente/img/px_branco.gif" width="1" /&gt;&lt;/td&gt;                   &lt;td align="right" class="img-credito"&gt;© artter/shutterstock&lt;/td&gt;                 &lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;                   &lt;td align="center"&gt;&lt;img border="0" src="http://www2.uol.com.br/vivermente/noticias/img/homemlevamaistempoprocessaremocosgrande.jpg" /&gt;&lt;/td&gt;                 &lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;                   &lt;td class="img-legenda"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;                 &lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;                   &lt;td align="right" class="img-credito" colspan="2" height="10"&gt;&lt;img height="1" src="http://www2.uol.com.br/vivermente/img/px_branco.gif" width="1" /&gt;&lt;/td&gt;                 &lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Ao enfrentar situações dolorosas, como o  término de um relacionamento amoroso, os homens normalmente preferem  ficar em silêncio ou se isolar, enquanto as mulheres costumam se sentir  mais confortáveis se puderem falar sobre suas emoções. Segundo estudo  publicado no periódico &lt;/span&gt;&lt;i style="color: blue;"&gt;NeuroReport&lt;/i&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;, essa diferença de  comportamento pode estar relacionada a uma maior ativação de áreas  ligadas à interpretação e à expressão de emoções no cérebro feminino.&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt; Pesquisadores do Laboratório de Emoção e Conhecimento da Universidade do  Sul da Califórnia, em Los Angeles, mostraram fotografias de pessoas com  expressões de raiva a homens e mulheres ao mesmo tempo que registravam  sua atividade cerebral. Observou-se uma maior atividade na zona  fusiforme frontal do cérebro, associada à interpretação de emoções, nas  participantes do sexo feminino em comparação aos voluntários do sexo  oposto. Para os autores do estudo, essa descoberta pode ajudar a  explicar por que os homens têm mais dificuldade para expressar seus  sentimentos – seu cérebro levaria mais tempo para processar emoções.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/310886352174507383-6631861446468468914?l=claudiiblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://claudiiblog.blogspot.com/feeds/6631861446468468914/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://claudiiblog.blogspot.com/2012/01/por-que-homens-costumam-expressar-menos.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/310886352174507383/posts/default/6631861446468468914'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/310886352174507383/posts/default/6631861446468468914'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://claudiiblog.blogspot.com/2012/01/por-que-homens-costumam-expressar-menos.html' title='Por que homens costumam expressar menos seus sentimentos?'/><author><name>Cláudio Natalício</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15111391695868473519</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_dzbjkX9nqkU/SywP3aOgTVI/AAAAAAAAAj0/PGmkY73WQdw/S220/pai+2.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-310886352174507383.post-6561591349607128372</id><published>2012-01-14T05:05:00.006-02:00</published><updated>2012-01-14T05:05:00.579-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Comportamento'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Mente e Cérebro'/><title type='text'>A paternidade muda o cérebro</title><content type='html'>&lt;table border="0" cellpadding="4" cellspacing="0" class="interna-txt"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td align="center" class="interna-titulo"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: purple;"&gt;Do site: www.mentecerebro.com.br&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt;&lt;tr style="color: red;"&gt;      &lt;td align="center" class="interna-olho"&gt;Homens ficam mais atentos e acolhedores com a chegada do bebê&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="interna-autor"&gt;&amp;nbsp;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="interna-txt"&gt;&lt;span class="interna-txt"&gt;     &lt;table align="right" border="0" cellpadding="1" cellspacing="0" style="width: 300px;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;                   &lt;td align="right" class="img-credito" rowspan="3" width="10"&gt;&lt;img height="1" src="http://www2.uol.com.br/vivermente/img/px_branco.gif" width="1" /&gt;&lt;/td&gt;                   &lt;td align="right" class="img-credito"&gt;® Lesley Rigg/Shutterstock&lt;/td&gt;                 &lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;                   &lt;td align="center"&gt;&lt;img border="0" src="http://www2.uol.com.br/vivermente/artigos/img/mudancaneuronalpaternidadegrande.jpg" /&gt;&lt;/td&gt;                 &lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;                   &lt;td class="img-legenda"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;                 &lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;                   &lt;td align="right" class="img-credito" colspan="2" height="10"&gt;&lt;img height="1" src="http://www2.uol.com.br/vivermente/img/px_branco.gif" width="1" /&gt;&lt;/td&gt;                 &lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Por muitos anos os pais atuaram como  coadjuvantes na educação dos filhos, assumindo a tarefa de prover o  sustento, só cuidando diretamente deles em casos excepcionais, quando a  mãe estava impossibilitada de dar conta dessa tarefa. Para o homem,  trocar fraldas ou dar banho em seu bebê era algo atípico e até  constrangedor. Mas com as transformações sociais e culturais das últimas  décadas, que tornaram a presença feminina no mercado de trabalho cada  vez mais forte, a divisão de tarefas dentro de casa precisou ser  revista. Hoje parece distante essa época. Os homens ganharam o dever –  mas também o direito – de acompanhar de perto cada etapa do  desenvolvimento dos pequenos. Muitos que não tiveram um modelo paterno  de maior proximidade física e afetiva precisaram descobrir (às vezes a  duras penas) um novo jeito de ser pai. Os ganhos, porém, foram  inegáveis, tanto para os adultos quanto para as crianças.&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt; Hoje se sabe, por exemplo, que os homens influenciam as crianças de modo  único: desempenham o papel de desafiá-las e instigá-las a desenvolver  capacidades emocionais e cognitivas para enfrentar o mundo. Em um artigo  de 1958, o psiquiatra britânico John Bowlby lançou uma ideia até então  controversa, que ficou conhecida como teoria do apego: segundo ele, para  se desenvolverem bem, todas as crianças necessitam de um relacionamento  saudável e seguro com um adulto. Sua obra se atém à natureza do vínculo  da criança com a mãe. No entanto, nos anos 70 surgiram os primeiros  estudos realmente voltados para os pais: eles são tão capazes quanto  elas de cuidar dos filhos.  “Homens estão igualmente aptos a compreender  o choro de seus bebês como sinal de fome ou de cansaço e responder a  essa demanda da criança”, reconhece Bowlby. Diante de um recém-nascido  irrequieto, adultos de ambos os sexos têm as mesmas respostas  fisiológicas: alterações na frequência cardíaca, respiração e  temperatura da pele. Assim como as mulheres, homens vendados conseguem  distinguir seus bebês em meio a uma fileira de outros, numa enfermaria,  apenas tocando suas mãozinhas.  A psicóloga Anne E. Storey e seus  colegas da Universidade Memorial de New-foundland, no Canadá,  descobriram recentemente que o nível de testosterona dos pais diminuiu  em um terço nas primeiras semanas após seus filhos terem nascido, uma  mudança que sugere que o homem fica menos agressivo e mais acolhedor  nesse período. Alguns representantes do sexo masculino podem até sofrer  de depressão pós-parto: em uma avaliação de 2005 com 26 mil pais e mães,  o psiquiatra Paul G. Ramchandani, da Universidade de Oxford, verificou  que 4% dos homens apresentavam sintomas da patologia até oito semanas  após o nascimento dos filhos. &lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;Leia mais sobre o que acontece no cérebro de pais e mães na edição de dezembro de &lt;/span&gt;&lt;b style="color: red;"&gt; Mente e Cérebro&lt;/b&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;, n° 227.&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/310886352174507383-6561591349607128372?l=claudiiblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://claudiiblog.blogspot.com/feeds/6561591349607128372/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://claudiiblog.blogspot.com/2012/01/paternidade-muda-o-cerebro.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/310886352174507383/posts/default/6561591349607128372'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/310886352174507383/posts/default/6561591349607128372'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://claudiiblog.blogspot.com/2012/01/paternidade-muda-o-cerebro.html' title='A paternidade muda o cérebro'/><author><name>Cláudio Natalício</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15111391695868473519</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_dzbjkX9nqkU/SywP3aOgTVI/AAAAAAAAAj0/PGmkY73WQdw/S220/pai+2.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-310886352174507383.post-1593348905667950978</id><published>2012-01-13T05:01:00.006-02:00</published><updated>2012-01-13T05:01:00.385-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Comportamento'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Mente e Cérebro'/><title type='text'>O que é histeria?</title><content type='html'>&lt;table border="0" cellpadding="4" cellspacing="0" class="interna-txt"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;table border="0" cellpadding="0" cellspacing="0"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td colspan="2" height="6"&gt;&lt;img height="1" src="http://www2.uol.com.br/vivermente/img/px_branco.gif" width="1" /&gt;&lt;/td&gt;       &lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/td&gt;    &lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;      &lt;td align="center" class="interna-titulo"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: purple;"&gt;Do site: www.mentecerebro.com.br&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt;&lt;tr style="color: blue;"&gt;      &lt;td align="center" class="interna-olho"&gt;Sigmund Freud se concentrou  nesse desafiador conjunto de sintomas, que envolvia desde alucinações  até paralisia de algumas partes do corpo&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="interna-autor"&gt;&amp;nbsp;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="interna-txt"&gt;&lt;span class="interna-txt"&gt;     &lt;table align="right" border="0" cellpadding="1" cellspacing="0" style="width: 300px;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;                   &lt;td align="right" class="img-credito" rowspan="3" width="10"&gt;&lt;img height="1" src="http://www2.uol.com.br/vivermente/img/px_branco.gif" width="1" /&gt;&lt;/td&gt;                   &lt;td align="right" class="img-credito"&gt;©Shutterstock&lt;/td&gt;                 &lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;                   &lt;td align="center"&gt;&lt;img border="0" src="http://www2.uol.com.br/vivermente/artigos/img/dig_FREUD-CHARCOTdentro.jpg" /&gt;&lt;/td&gt;                 &lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;                   &lt;td class="img-legenda"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;                 &lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;                   &lt;td align="right" class="img-credito" colspan="2" height="10"&gt;&lt;img height="1" src="http://www2.uol.com.br/vivermente/img/px_branco.gif" width="1" /&gt;&lt;/td&gt;                 &lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Em 1676, na França, uma mulher de 46 anos  foi queimada em praça pública, acusada de bruxaria. No entanto, ela se  assemelhava muito pouco à imagem da feiticeira libertina que chegava aos  sabás montada em um cabo de vassoura. Segundo os depoimentos de  testemunhas, Marie d'Aubray, marquesa de Brinvilliers, apresentava  contrações nervosas frequentes na face e, não raro, convulsões. Tinha um  histórico de violência sexual e confessou que planejou envenenar o pai,  pois ele era contra seu relacionamento com um jovem oficial. &lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt; Condenada à fogueira, a marquesa de Brinvilliers, se fosse examinada  dois séculos depois pelo médico Jean-Martin Charcot (1825-1893), no  hospital francês La Salpêtrière, teria seus sintomas exibidos em uma  aula para médicos recém--formados, entre eles Sigmund Freud (1856-1939).  No século 19, os casos de bruxaria e possessões demoníacas migraram dos  domínios da religião e da lei para o da medicina. As visões de Satanás e  os sintomas físicos de uma atuação maligna passaram a ser, aos poucos,  cogitados como alucinações e sintomas de patologias que mal começavam a  ser identificadas, como epilepsia e histeria. Charcot, aliás, analisava  registros de antigos processos de bruxaria em suas aulas sobre doenças  do sistema nervoso, apontando sinais de possíveis distúrbios nas  acusadas. &lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt; Freud se interessou especialmente pelos casos de histeria – um  desafiador conjunto de sintomas, sem causa orgânica aparente, que  envolvia desde alucinações até a paralisia de algumas partes do corpo,  mais frequente em mulheres. Sob a influência de Charcot, o médico  aus-tríaco usou a hipnose para tentar descobrir vivências dolorosas do  passado de suas pacientes, muitas vezes esquecidas, o que ele chamava de  “trauma”. Segundo Freud, ao se lembrarem do evento, elas reviveriam as  emoções que não puderam expressar de forma adequada no passado. Surgiam  assim a noção de recalque e o tratamento centrado na fala, fundamentais  na psicanálise. Diante de desejos intensos e repressões igualmente  fortes, a organização psíquica da histérica elabora fantasias e se  manifesta em somatizações. Uma “teatralização” que, segundo sugerem  documentos históricos sobre os grandes julgamentos de feitiçaria,  encontrou um público sedento pelo bizarro e o espetacular. E, nesse  sentido, nada mais sedutor que a bruxaria. &lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt; “A histeria é uma forma específica de se relacionar com o outro. O  sintoma explicitado no corpo pode ser considerado como instrumento a  mais para tentar estabelecer vínculos”, define o psicólogo Fábio  Riemenschneider, da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo  (PUC-SP), autor de Histeria, para além dos sonhos (Casa do Psicólogo,  2004). Segundo o psicólogo, essa complexa engrenagem tem uma peça  fundamental: o intenso – e recalcado – desejo pela figura parental do  sexo oposto durante a infância, o que Freud definiu como “complexo de  Édipo”. Esse conflito psíquico se manifesta principalmente na  sexualidade. É uma queixa pela falta do objeto amado e desejado, que se  reflete na criação de fantasias, nos atos (falhos ou não) e na busca por  formas alternativas de satisfação da fantasia edípica. “Certamente,  muitas das 'bruxas' foram queimadas por seus sintomas e não por seus  supostos poderes mágicos”, diz Riemenschneider.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/310886352174507383-1593348905667950978?l=claudiiblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://claudiiblog.blogspot.com/feeds/1593348905667950978/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://claudiiblog.blogspot.com/2012/01/o-que-e-histeria.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/310886352174507383/posts/default/1593348905667950978'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/310886352174507383/posts/default/1593348905667950978'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://claudiiblog.blogspot.com/2012/01/o-que-e-histeria.html' title='O que é histeria?'/><author><name>Cláudio Natalício</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15111391695868473519</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_dzbjkX9nqkU/SywP3aOgTVI/AAAAAAAAAj0/PGmkY73WQdw/S220/pai+2.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-310886352174507383.post-5922393388067492589</id><published>2012-01-12T05:02:00.006-02:00</published><updated>2012-01-12T05:02:00.545-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Comportamento'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Mente e Cérebro'/><title type='text'>Assédio moral</title><content type='html'>&lt;table border="0" cellpadding="4" cellspacing="0" class="interna-txt"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;table border="0" cellpadding="0" cellspacing="0"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td colspan="2" height="6"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: purple;"&gt;Do site: www.mentecerebro.com.br&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/td&gt;&lt;td colspan="2" height="6"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: purple;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/td&gt;       &lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/td&gt;    &lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;      &lt;td align="center" class="interna-titulo"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt;&lt;tr style="color: red;"&gt;      &lt;td align="center" class="interna-olho"&gt;Vítimas desenvolvem sintomas de transtorno de estresse pós-traumático&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="interna-autor"&gt;&amp;nbsp;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="interna-txt"&gt;&lt;span class="interna-txt"&gt;     &lt;table align="right" border="0" cellpadding="1" cellspacing="0" style="width: 300px;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;                   &lt;td align="right" class="img-credito" rowspan="3" width="10"&gt;&lt;img height="1" src="http://www2.uol.com.br/vivermente/img/px_branco.gif" width="1" /&gt;&lt;/td&gt;                   &lt;td align="right" class="img-credito"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;                 &lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;                   &lt;td align="center"&gt;&lt;img border="0" src="http://www2.uol.com.br/vivermente/artigos/img/assediomoraltrabalhogrande.jpg" /&gt;&lt;/td&gt;                 &lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;                   &lt;td class="img-legenda"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;                 &lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;                   &lt;td align="right" class="img-credito" colspan="2" height="10"&gt;&lt;img height="1" src="http://www2.uol.com.br/vivermente/img/px_branco.gif" width="1" /&gt;&lt;/td&gt;                 &lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Coação, humilhação e constrangimento são  situações que muitas vezes não são percebidas como agressão dentro das  empresas. O assédio moral é uma forma de violência psicológica extrema  no ambiente de trabalho e, infelizmente, frequente – no Brasil, 36% dos  trabalhadores a sofrem de forma sistemática, segundo a Organização  Internacional do Trabalho (OIT). &lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt; Conflitos nas relações de trabalho são normais e até mesmo saudáveis. No  entanto, se eles se desdobram em episódios de estigmatização, exclusão  e, em alguns casos, em ofensas físicas e verbais, a situação se  caracteriza como assédio moral. Suas possíveis causas vão desde a  cultura do ambiente do trabalho, que fecha os olhos às condutas  repressivas e arbitrárias dos superiores sob o pretexto de aumentar a  produtividade, até variáveis individuais, como a vulnerabilidade da  vítima e a personalidade do agressor, que em mais de 90% dos casos, é o  chefe direto. &lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt; O dano psicológico pode se manifestar desde sinais de estresse, como  irritabilidade e insônia, até distúrbios psíquicos graves, como  depressão e abuso de substâncias químicas. Estudos de vários países têm  apontado que pessoas que sofrem assédio moral desenvolvem sintomas  semelhantes aos do transtorno de estresse pós-traumático (TEPT), como  tensão, hipervigilância e pesadelos recorrentes. Deve-se considerar,  além disso, o impacto sobre as relações sociais e afetivas das vítimas –  82,5% delas apresentam problemas de memória, 67% têm baixa autoestima e  60% desenvolvem depressão, segundo pesquisa conduzida pela médica do  trabalho Margarida Barreto, da Pontifícia Universidade Católica de São  Paulo (PUC-SP), que entrevistou 42.000 trabalhadores do setor público,  de empresas privadas e de organizações não-governamentais (ONGs).&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt; Entre os efeitos econômicos, estão maior número de faltas ao trabalho e  perda de produtividade. O índice por doenças cardiovasculares  decorrentes da degradação das condições de trabalho aumenta em todos os  países, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS). No Brasil, há  apenas leis municipais e estaduais sobre o tema e uma lei federal que  veda empréstimos do Banco Nacional de Desenvolvimento (BNDES). Há, no  entanto, um projeto de lei em discussão no Congresso Nacional que propõe  a inclusão do assédio moral no Código Penal, com penas de três meses a  um ano de cadeia e multa para o agressor.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;td class="interna-txt"&gt;&lt;span class="interna-txt"&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;td class="interna-txt"&gt;&lt;span class="interna-txt"&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/310886352174507383-5922393388067492589?l=claudiiblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://claudiiblog.blogspot.com/feeds/5922393388067492589/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://claudiiblog.blogspot.com/2012/01/assedio-moral.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/310886352174507383/posts/default/5922393388067492589'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/310886352174507383/posts/default/5922393388067492589'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://claudiiblog.blogspot.com/2012/01/assedio-moral.html' title='Assédio moral'/><author><name>Cláudio Natalício</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15111391695868473519</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_dzbjkX9nqkU/SywP3aOgTVI/AAAAAAAAAj0/PGmkY73WQdw/S220/pai+2.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-310886352174507383.post-2060884993781237557</id><published>2012-01-11T05:03:00.009-02:00</published><updated>2012-01-11T05:03:00.540-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Comportamento'/><title type='text'>Vacine-se Contra a Desmotivação Que Assola o Mundo Moderno</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-7YE8FP2bZa4/TtavZZjmOWI/AAAAAAAAD1o/csYW3upqaXY/s1600/a.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://1.bp.blogspot.com/-7YE8FP2bZa4/TtavZZjmOWI/AAAAAAAAD1o/csYW3upqaXY/s1600/a.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Com tantas oportunidades de crescimento pessoal e profissional, mesmo assim, o ser humano vive atualmente a maior crise de motivação jamais vista na história.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;É pressão para todo lado.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;É estresse emocional que não acaba mais.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Inclusive tem pessoas perdendo a saúde para ganhar dinheiro e depois perde o dinheiro que conseguiu para tentar recuperar a saúde negligenciada por anos afio.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Mas será que o ser humano consegue viver a essa turbulência de emoções negativas enfrentada no dia a dia?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Será que é possível alcançar o sucesso, sem perder a felicidade interior?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Afirmo com todas as letras que é possível sim obter êxito e ser feliz ao mesmo tempo, sem que para isso pague um preço alto demais.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Para tanto é necessário que o profissional moderno possa:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Dar um passo de cada vez;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Manter suas emoções sobre controle;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Ter paciência com o mundo a sua volta;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Trabalhar com energia de principiante;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Ser ético e determinado;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Ser forte e energizado.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;E para manter sua motivação em alta aprenda a vacinar-se contra o negativismo que é facilmente encontrado no mundo corporativo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Essas são dicas simples que se bem observada pode lhe ajudar a ser mais feliz, mais realizado e mais consciente do seu papel neste mundo extraordinário em que vivemos.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Pense nisso!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;E tome providências rápidas para mudar seu estilo de vida e viva a vida que sempre sonhou, pois felicidade é muito mais do que ter muito dinheiro e bens materiais.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Felicidade é ter paz de espírito e sabedoria para enfrentar os desafios diários.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;Contato para palestras: www.eugeniosales.com.br&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;Publicado em 25-Nov-2011, 10:42 AM por Eugênio Sales Queiroz&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="color: purple;"&gt;&lt;b&gt;no site: www.gestopole.com.br&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/310886352174507383-2060884993781237557?l=claudiiblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://claudiiblog.blogspot.com/feeds/2060884993781237557/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://claudiiblog.blogspot.com/2012/01/vacine-se-contra-desmotivacao-que.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/310886352174507383/posts/default/2060884993781237557'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/310886352174507383/posts/default/2060884993781237557'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://claudiiblog.blogspot.com/2012/01/vacine-se-contra-desmotivacao-que.html' title='Vacine-se Contra a Desmotivação Que Assola o Mundo Moderno'/><author><name>Cláudio Natalício</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15111391695868473519</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_dzbjkX9nqkU/SywP3aOgTVI/AAAAAAAAAj0/PGmkY73WQdw/S220/pai+2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-7YE8FP2bZa4/TtavZZjmOWI/AAAAAAAAD1o/csYW3upqaXY/s72-c/a.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-310886352174507383.post-5041035009138755857</id><published>2012-01-10T05:04:00.017-02:00</published><updated>2012-01-10T05:04:00.792-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Comportamento'/><title type='text'>USP: a falta de objetivo dos movimentos estudantis</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-F6i8fCVWw8g/TtautyrL74I/AAAAAAAAD1g/C2ee-cC2LtU/s1600/a.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="267" src="http://1.bp.blogspot.com/-F6i8fCVWw8g/TtautyrL74I/AAAAAAAAD1g/C2ee-cC2LtU/s400/a.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Acredito que o dramalhão mexicano, envolvendo mais uma vez estudantes ocupando o prédio da reitoria na Universidade de São Paulo, já tenha cansado até os mais ferrenhos defensores dos movimentos estudantis, os quais, diga-se de passagem, há muito tempo carecem de objetivos e causas nobres para defenderem.&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Sou nascido no ano da batalha da Rua Maria Antônia, a qual resultou de conflitos entre estudantes do Mackenzie e do curso de Filosofia da USP. Cresci numa época com pouca liberdade de expressão, o que nem por isso impossibilitou movimentos como as Diretas Já, levando centenas de milhares de pessoas às ruas, numa época sem redes sociais ou Twitter para organizá-los.&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Como jovem adulto, acompanhei de longe o movimento dos Caras Pintadas na Paulista, uma vez que já estagiava em uma grande instituição financeira nesta mesma avenida. A vontade de mudar e lutar por um mundo melhor e mais justo era grande, e por pouco não me juntei à multidão, largando meus afazeres de estagiário.&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;O tempo passa mesmo rápido. Há alguns meses estava lendo as manchetes do estudante assassinado no estacionamento da FEA-USP. Imediatamente surgiu em minha memória situação idêntica vivida há mais de quinze anos atrás. Exatamente no mesmo local e na mesma situação fui vítima de um sequestro relâmpago, o qual ainda me traz algum incômodo em revivê-la.&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Pude sentir a angústia vivida por aquela família, assim como senti uma ponta de esperança quando do acordo firmado com a Polícia Militar, cuja presença chegava com pelo menos uma década de atraso. Inúmeros furtos, roubos, sequestros e estupros poderiam ter sido evitados neste ínterim, não fosse à discussão ideológica sobre a liberdade no Campus e o papel repressor da força pública.&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Os conceitos de proletariado, luta de classes, opressão, propriedade privada, meios de produção, revolução industrial, alienação do trabalho, burguesia e divisão de classes, utilizados como bordões por alguns destes vulgos ativistas, estariam melhores representados em uma aula de sociologia, história ou economia. O mundo atual já não tem espaço para minorias radicais, as quais, em defesa de seus interesses carentes de fundamentação acabam por prejudicar a maioria.&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Hoje atuo como professor em uma renomada universidade particular. Abordando o assunto em sala de aula, pude sentir que grande parte mal teve tempo para analisá-la. Preocupações talvez consideradas pequenas pelos manifestantes da USP, tais como chegar na hora ao trabalho, pegar o ônibus, o trem e o metrô, pagar as contas da universidade, estudar outras línguas e passar de semestre, estão na pauta do dia.&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Juro que senti um pouco de egoísmo e alienação com relação à participação aos movimentos estudantis, porém me dei como vencido quando vi estudantes lutando por uma causa como o "baseado da paz", incomodando, depredando e denegrindo a imagem da universidade que tanto batalhei para entrar. Creio que isso sim, seja exemplo de egoísmo coletivo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;Publicado em 16-Nov-2011, por Marcos Morita&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="color: purple;"&gt;&lt;b&gt;no site: www.gestopole.com.br&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/310886352174507383-5041035009138755857?l=claudiiblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://claudiiblog.blogspot.com/feeds/5041035009138755857/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://claudiiblog.blogspot.com/2012/01/usp-falta-de-objetivo-dos-movimentos.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/310886352174507383/posts/default/5041035009138755857'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/310886352174507383/posts/default/5041035009138755857'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://claudiiblog.blogspot.com/2012/01/usp-falta-de-objetivo-dos-movimentos.html' title='USP: a falta de objetivo dos movimentos estudantis'/><author><name>Cláudio Natalício</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15111391695868473519</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_dzbjkX9nqkU/SywP3aOgTVI/AAAAAAAAAj0/PGmkY73WQdw/S220/pai+2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-F6i8fCVWw8g/TtautyrL74I/AAAAAAAAD1g/C2ee-cC2LtU/s72-c/a.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-310886352174507383.post-257104021551001807</id><published>2012-01-09T05:00:00.010-02:00</published><updated>2012-01-09T05:00:10.249-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Comportamento'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ivan Postigo'/><title type='text'>Solidão, o preço da grosseria</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-KsjP9dXjZ60/TtatZfa8NOI/AAAAAAAAD1Y/MtN8DyurgmY/s1600/a.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="237" src="http://4.bp.blogspot.com/-KsjP9dXjZ60/TtatZfa8NOI/AAAAAAAAD1Y/MtN8DyurgmY/s320/a.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Sábado à noite, em um dos belos teatros do nosso país, assistíamos uma peça, de rolar de rir.&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;O ator, sozinho no palco, desenvolvia vários personagens e disparava uma frase atrás da outra, que impedia conter o riso.&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Na nossa frente um senhor que achávamos iria explodir, tão vermelho estava. Dobrado, sentindo dores no estômago, chegava a soluçar de tanto rir.&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;O ator, muito jovem, mas já experiente, se aproximou mais e numa atitude provocativa dirigia a ele as piadas. Sua esposa só fazia sustentá-lo para que não caísse da cadeira. A cena, engraçada, envolvia a todos.&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Em dado momento, o ator olha para platéia e vê uma garota, sisuda, que quase não ria e nem era contagiada pelos demais. As duas poltronas ao lado vazias. Ele, então, atrai sua atenção, e, após rápido diálogo, pergunta: - Sozinha?&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Sem nenhuma palavra, ela acena com a cabeça que sim. Nesse momento o ator olha para o público e dispara: - Deve ser boazinha, não?&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Riso geral, impossível conter. Pronto, a garota não riu mais até o fim do espetáculo.&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Pois é, assim é!&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Isso não significa que o ator tivesse razão, afinal solidão nem sempre se resolve com companhia. Ocorre que os sinais eram significativos.&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Solidão é um sentimento no qual uma pessoa sente profunda sensação de vazio e isolamento.&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;É a história do homem bem sucedido que tem a empresa e a chácara. Quando em uma quer estar na outra.&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Na empresa os funcionários são uns pesos, na chácara os filhos uns chatos, a esposa aborrecida e os netos irritantes.&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Assim, a grosseria alimenta a solidão. &lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;A grosseria e a solidão são irmãs gêmeas e não convivem bem. Apesar da solidão não suportar a grosseria, esta insiste em acompanhá-la. Pouco se sabe de seus pais, ainda que muitas opiniões e lendas os cerquem.&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Na família, não se dão muito bem com o primo riso que se casou com a bela alegria. Estes procuram agradar a solidão, mas evitam-na quando está acompanhada da grosseria.&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Mesmo William Shakespeare não consegue torná-la mais agradável quando diz “se o amor for grosseiro com você, seja áspero com amor”.&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Na próxima festa ou encontro observe: Quando encontrar a grosseria, certamente lá estará a solidão. Se a solidão estiver sozinha é porque conseguiu dar uma escapulida.&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Qual a solução?&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Buscar ajuda. Ninguém precisa viver assim e muito menos obrigar outras pessoas a conviver com isso.&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;É importante não confundir esse estado com estar sozinho.&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Uma gaita, ainda que pequena, é uma excelente companhia para um músico. Que tal um livro, um filme, ou apenas o silêncio.&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Um amigo costumava nos dizer: - O silêncio me enlouquece!&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;E nos contava o incômodo quando tinha que viajar e ficar longe da família, horas nas estradas, dias em hotéis.&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Com ele aprendemos muito quando descobriu que não era o silêncio que o incomodava, mas sua voz interior.&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Esta pode ser uma grande companhia ou nosso tormento. Depende como a alimentamos e como a satisfazemos.&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Para o escritor uma caneta e uma folha bastam, ainda que áspera e grosseira!&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;Ivan Postigo&lt;/span&gt;&lt;br style="color: red;" /&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;Diretor de Gestão Empresarial&lt;/span&gt;&lt;br style="color: red;" /&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;Articulista, Escritor, Palestrante&lt;/span&gt;&lt;br style="color: red;" /&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;Postigo Consultoria Comunicação e Gestão&lt;/span&gt;&lt;br style="color: red;" /&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;Fones (11) 4526 1197 / (11) 9645 4652&lt;/span&gt;&lt;br style="color: red;" /&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;www.postigoconsultoria.com.br&lt;/span&gt;&lt;br style="color: red;" /&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;Twitter: @ivanpostigo&lt;/span&gt;&lt;br style="color: red;" /&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;Skype: ivan.postigo&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="color: purple;"&gt;&lt;b&gt;Publicado em 26-Nov-2011,&amp;nbsp; no site: www.gestopole.com.br&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/310886352174507383-257104021551001807?l=claudiiblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://claudiiblog.blogspot.com/feeds/257104021551001807/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://claudiiblog.blogspot.com/2012/01/solidao-o-preco-da-grosseria.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/310886352174507383/posts/default/257104021551001807'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/310886352174507383/posts/default/257104021551001807'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://claudiiblog.blogspot.com/2012/01/solidao-o-preco-da-grosseria.html' title='Solidão, o preço da grosseria'/><author><name>Cláudio Natalício</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15111391695868473519</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_dzbjkX9nqkU/SywP3aOgTVI/AAAAAAAAAj0/PGmkY73WQdw/S220/pai+2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-KsjP9dXjZ60/TtatZfa8NOI/AAAAAAAAD1Y/MtN8DyurgmY/s72-c/a.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-310886352174507383.post-2045476831594445374</id><published>2012-01-08T05:00:00.009-02:00</published><updated>2012-01-08T05:00:01.336-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Comportamento'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ivan Postigo'/><title type='text'>Para cometer um grande erro é necessário determinação</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-1gMsOq24ztY/TtaseRnFajI/AAAAAAAAD1Q/muS9Zl3bdPc/s1600/a.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="341" src="http://4.bp.blogspot.com/-1gMsOq24ztY/TtaseRnFajI/AAAAAAAAD1Q/muS9Zl3bdPc/s400/a.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Errar é humano. Desculpem a nossa falha!&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Hoje, tudo é na base do sistema, não é?&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Ok, então desculpem a falha do nosso sistema. Pronto, lá se foi o fator humano...&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Em todas as áreas, a informação e o conhecimento estão disseminados, portanto está bem mais fácil encontrar apoio e suporte para desenvolver os trabalhos minimizando os erros.&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Grandes projetos, no mundo todo, são preparados em verdadeiras “Torres de Babel”, pois cada pedacinho pode ter uma nacionalidade. Fantástico isso, não?&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;O arquiteto, o engenheiro, o projetista, o calculista, a idéia, o conceito, os equipamentos, os materiais, os fluídos, o aquário, os peixes, as cortinas, as receitas, e tantas outras coisas, podem vir de todas as partes do mundo!&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;O cassino é uma cópia pequena de Veneza, a ilha é artificial, o prédio é natural e escavado nas rochas da montanha na velha Europa, mas os tapetes são Persas, o quarto no Japão é de gelo, descorado com peças chinesas por um artista italiano, e, nessa ebulição, somam-se os conhecimentos e as competências.&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Muitos dos nossos erros seriam evitáveis com adição de competências, por que erramos, então?&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Por que somos humanos e errar é humano!&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Isso por si só explica, mas não justifica!&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;A máquina, assim que acende uma luz, avisa o operador. Persistindo o defeito, depois de quinze minutos soa o alarme na sala de manutenção. Meia hora depois um efeito sonoro avisa o supervisor, se não resolvida a questão o gerente será acionado na hora seguinte, o diretor na próxima meia hora.&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;A falha humana começa a ser corrigida ou pelo menos as providências encaminhadas.&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;As peças produzidas precisam ser revisadas a cada quinze minutos, para isso o operador, uma vez que tenha realizado o trabalho, aperta um botão e cancela o alarme daquele período, caso contrário será lembrado pelo alarme sonoro.&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Quando o fato se repetir pela terceira vez, seu supervisor receberá um aviso que no local há uma falha.&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Para isso, lá estão o sonar, o radar, o sensor de ré, a luz de freio, o pisca-pisca, o pisca-alerta, o apito da fábrica, o sino da igreja, a agenda eletrônica, o GPS, o assobio da chaleira, as cancelas, os auxiliares e os curiosos!&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;O curioso é irritante, mas tem uma impressionante capacidade de avisar do perigo. Sua função é criticar, mas não peça opinião, pois dessa forma você colocará um fim no papel que executa.&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;O curioso não tem compromisso, apenas ansiedade. Há um trabalho interessante e preventivo que pode ser feito com o curioso.&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Defendo que projeto bom é aquele que, depois de muita crítica e apanhar muito, para em pé.&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Para esse teste de resistência basta chamar o curioso, e sem revelar os objetivos incentivá-lo a criticar e derrubar o projeto.&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Para não intimidá-lo, chamamos vários, e quanto mais conhecimentos técnicos tiverem do assunto melhor.&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Este é um exercício que permite descobertas surpreendentes, e uma delas é que se não conseguirem derrubar o projeto se voltarão a derrubar os argumentos do colega curioso.&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;É verdade que submeter um projeto&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; nosso à crítica pode ser doloroso, mas é bem mais barato e menos arriscado que ver tudo desabar ou naufragar.&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Pequenos erros nem sempre são visíveis, mas os grandes normalmente são. Observe que, com crítica, para cometer um grande erro é necessário determinação.&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Depois do desastre não adianta ficar incomodado com o fato de que um curioso sempre o lembrará que havia feito recomendações e você não deu atenção.&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Estamos conversados?&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Depois não diga que não avisei!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;Ivan Postigo&lt;/span&gt;&lt;br style="color: red;" /&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;Diretor de Gestão Empresarial&lt;/span&gt;&lt;br style="color: red;" /&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;Postigo Consultoria Comunicação e Gestão&lt;/span&gt;&lt;br style="color: red;" /&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;Fones (11) 4526 1197 / (11) 9645 4652&lt;/span&gt;&lt;br style="color: red;" /&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;www.postigoconsultoria.com.br&lt;/span&gt;&lt;br style="color: red;" /&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;Twitter: @ivanpostigo&lt;/span&gt;&lt;br style="color: red;" /&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;Skype: ivan.postigo&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="color: purple;"&gt;&lt;b&gt;&amp;nbsp;Publicado em 26-Nov-2011, no site: www.gestopole.com.br&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: purple;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/310886352174507383-2045476831594445374?l=claudiiblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://claudiiblog.blogspot.com/feeds/2045476831594445374/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://claudiiblog.blogspot.com/2012/01/para-cometer-um-grande-erro-e.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/310886352174507383/posts/default/2045476831594445374'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/310886352174507383/posts/default/2045476831594445374'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://claudiiblog.blogspot.com/2012/01/para-cometer-um-grande-erro-e.html' title='Para cometer um grande erro é necessário determinação'/><author><name>Cláudio Natalício</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15111391695868473519</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_dzbjkX9nqkU/SywP3aOgTVI/AAAAAAAAAj0/PGmkY73WQdw/S220/pai+2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-1gMsOq24ztY/TtaseRnFajI/AAAAAAAAD1Q/muS9Zl3bdPc/s72-c/a.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-310886352174507383.post-8511869054116263012</id><published>2012-01-07T05:08:00.011-02:00</published><updated>2012-01-07T05:08:00.465-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Comportamento'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ivan Postigo'/><title type='text'>O homem que parou o tempo</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-TiSXkEiSBVQ/TtarnIWxa_I/AAAAAAAAD1I/zU_bWMa1WOM/s1600/a.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="212" src="http://3.bp.blogspot.com/-TiSXkEiSBVQ/TtarnIWxa_I/AAAAAAAAD1I/zU_bWMa1WOM/s320/a.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;A vida do homem moderno o deixa cada vez mais sem tempo...&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Verdade? Por quê?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;No campo, de onde viemos, o trabalho é duro, as distâncias longas, os recursos escassos, mas sempre afirmamos que havia mais tempo!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;O homem acordava com as galinhas e dormia com os pássaros, será esse o segredo?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Manhã ainda escura, hora da ordenha. Não havíamos alcançado metade do balde e lá estava o tio com o dele cheio. Prática, técnica correta.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Hora de esfolar as mãos no cabo da enxada. Nosso esforço não rendia muito, mas o pessoal já tinha limpado uma área enorme. Prática, técnica, a folha da enxada bem afiada, inclinação certa, nada de bater em pedras para não perder o fio.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Barreira no caminho, hora de cortar uma árvore que foi atacada por insetos. Depois que todos os curiosos tentaram, rindo o tio apenas pede o machado para afiá-lo, rapidinho o serviço está feito. O segredo? Machado afiado e técnica. Força? Só um pouco!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;E o tempo para a família? A conversa no café da manhã é alegre e não acorda a casa toda não. Todos já estão em pé.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;No almoço, em casa ou no campo, a conversa é descontraída. Sempre? Não, às vezes apenas o silêncio e a companhia bastam.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;O segredo? Ora, está no propósito!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Hora de fazer, hora de fazer! Hora de falar, hora de falar!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;No campo, soluções que facilitem a vida, quando acessíveis, são adotadas. Com esforço de todos e economia, a enxada virou recurso para a horta, afinal o trator chegou para lhes dar mais tempo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Meu pai sempre nos dizia com a sabedoria do campo: - Dá tempo ao tempo. O tempo, tempo te dará.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Com o tempo e o afastamento do campo, ele mesmo chegava a questionar a própria frase que tanto usou.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Ora, o avião encurtou as distâncias. Podemos em horas chegar a lugares que demandavam dias.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Sim, mas e as filas do banco? Simples, muitas podem ser evitadas usando o caixa eletrônico e a própria internet!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Fazer compras ficou complicado? Que nada, podemos encontrar tudo em um único estabelecimento. E ainda, passar pelo caixa ficou mais fácil, porque temos o código de barras e o cartão eletrônico. Não é necessário contar o dinheiro, nem conferir o troco.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Enviar cartas então, nem é preciso mais! Escrever à mão, esperar secar, colocar em envelope, ir ao correio, etc.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Que nada, os recursos nos computadores permitem contato imediato e com imagem, em qualquer parte do mundo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Ta perdido no meio do oceano? Liga pra casa, com telefone por satélite!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Quer um livro? Pede pela internet...&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;É, mas na empresa não estamos dando conta do trabalho!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Tenho ouvido e visto isso sim, as razões são falta de qualificação e recursos disponíveis mal utilizados.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Sistemas integrados de gestão (ERP) alimentados de forma precária e errônea, dificultando a obtenção de informações para tomada de decisões.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Condução inadequada de equipes e esforços por pura falta de conhecimento e comprometimento.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Conflitos de interesses não observados e nem gerenciados por falta de estrutura na área de recursos humanos.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Usando o campo como analogia, uma árvore sendo derrubada com machado cego.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Pense comigo: se o homem conseguiu inventar tantos recursos para encurtar distâncias e reduzir filas, porque essas questões permanecem assim?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Porque o trajeto mais difícil para se reduzir é a distancia entre a mente das pessoas.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Não importa qual seja o segmento, nós todos obtemos nossos rendimentos em algum empreendimento e este necessita gerenciamento.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;A falta de habilidade na condução desse processo aproxima corpos e afasta mentes. Uma habilidade importante em gestão é a da adição de competências, pois é capaz de encontrar corpos que se aproximam, porque as mentes se atraem.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;São essas mentes que criam e oferecem recursos que nos possibilitarão mais tempo livre.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Essa extraordinária capacidade permite que o homem pare o tempo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Dê tempo ao homem, e o homem tempo te dará.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;Ivan Postigo&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;Diretor de Gestão Empresarial&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;Postigo Consultoria Comunicação e Gestão&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;Fones (11) 4526 1197 / (11) 9645 4652&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;www.postigoconsultoria.com.br&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;Twitter: @ivanpostigo&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;Skype: ivan.postigo&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="color: purple;"&gt;&lt;b&gt;Publicado em 12-Nov-2011, no site: www.gestopole.com.br,&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/310886352174507383-8511869054116263012?l=claudiiblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://claudiiblog.blogspot.com/feeds/8511869054116263012/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://claudiiblog.blogspot.com/2012/01/o-homem-que-parou-o-tempo.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/310886352174507383/posts/default/8511869054116263012'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/310886352174507383/posts/default/8511869054116263012'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://claudiiblog.blogspot.com/2012/01/o-homem-que-parou-o-tempo.html' title='O homem que parou o tempo'/><author><name>Cláudio Natalício</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15111391695868473519</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_dzbjkX9nqkU/SywP3aOgTVI/AAAAAAAAAj0/PGmkY73WQdw/S220/pai+2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-TiSXkEiSBVQ/TtarnIWxa_I/AAAAAAAAD1I/zU_bWMa1WOM/s72-c/a.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-310886352174507383.post-1969900530960168001</id><published>2012-01-06T05:02:00.000-02:00</published><updated>2012-01-06T05:02:00.131-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Comportamento'/><title type='text'>Cães conseguem entender as intenções de seus donos</title><content type='html'>&lt;div class="noticia-header"&gt;       &lt;div class="w652 fl"&gt;           &lt;h2&gt;&lt;br /&gt;&lt;/h2&gt;&lt;h3&gt;Estudo científico comprova que cachorros têm a habilidade de compreender mais do que as palavras de um comando&lt;/h3&gt;&lt;div class="barra-superior nobdb"&gt;                              &lt;strong&gt;Maria Fernanda Ziegler, iG São Paulo                     &lt;/strong&gt; | &lt;cite&gt;05/01/2012 15:44&lt;/cite&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="outras-noticias"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="bot"&gt;&lt;div class="E33212_novo w652"&gt;&lt;div class="barra-atalhos nomgt w652" id="botoes"&gt;                                      &lt;div class="botoes"&gt;&lt;span class="aumentarTxt"&gt;&lt;/span&gt;                                      &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="foto-legenda" style="width: 652px;"&gt;&lt;img src="http://i0.ig.com/bancodeimagens/ac/fg/my/acfgmyxa3sn4riuddz7p8ze4w.jpg" /&gt;   &lt;div class="credito"&gt;    &lt;cite&gt;Foto: Divulgação&lt;/cite&gt;   &lt;/div&gt;&lt;div class="legenda"&gt;Estudo usou o mesmo método utilizado em pesquisas anteriores com bebês&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;O que muita gente já tinha notado no cãozinho de estimação  agora foi comprovado cientificamente: cachorros conseguem perceber a  intenção dos donos quando eles dão os comandos. De acordo com o estudo,  cães são receptivos a comunicação humana de uma forma que foi atribuída,  anteriormente, apenas aos bebês.&lt;br /&gt;Assim como os bebês de seis meses, os cachorros são sensíveis a  deixas – que incluem o contato verbal e visual - que sinalizam a  intenção de comunicação.  “Concluímos no estudo que cães devem  compreender alguns aspectos da comunicação humana e parece que a  comunicação ostensiva de humanos facilita atitudes receptivas no  cachorro (da mesma forma que em bebês da fase pré-verbal)”, disse ao &lt;strong&gt;iG&lt;/strong&gt;,  József Topál, do Instituto de Pesquisas  Psicológicas da Academia de  Ciências da Hungria e um dos autores do estudo publicado no periódico  Current Biology.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="foto-legenda" style="width: 316px;"&gt;     &lt;a class="lightbox-enabled" href="http://i0.ig.com/bancodeimagens/7n/uw/1e/7nuw1e17tqxwl7c3uln717pwn.jpg" rel="lightbox-foto" title="Especialistas acrediatm ter encontrado a resposta para o fato de donos tratarem seus cães como bebês"&gt;&lt;img src="http://i0.ig.com/bancodeimagens/bs/rs/fj/bsrsfj9trhgmkvkni0h5hn1rk.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;   &lt;div class="credito"&gt;    &lt;cite&gt;Foto: Getty Images&lt;/cite&gt; &lt;a class="ampliar lightbox-enabled" href="http://i0.ig.com/bancodeimagens/7n/uw/1e/7nuw1e17tqxwl7c3uln717pwn.jpg" rel="lightbox-ampliar" title="Especialistas acrediatm ter encontrado a resposta para o fato de donos tratarem seus cães como bebês"&gt;Ampliar&lt;/a&gt;   &lt;/div&gt;&lt;div class="legenda"&gt;Especialistas acrediatm ter encontrado a resposta para o fato de donos tratarem seus cães como bebês&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;Topál acredita que esta habilidade dos cães explica porque  muitas pessoas tratam seus bichos de estimação como se fossem bebês. “As  pessoas intuitivamente reconhecem que há uma relação funcional entre  alguns aspectos na habilidade de comunicação de cães e bebês”, disse.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O estudo usou o mesmo método utilizado em pesquisas anteriores com   bebês. Durante os testes, os cães assistiram a um vídeo de uma pessoa   que se direcionou para um dos dois potes de plástico da cena enquanto um   rastreador ocular capta a reação do cão. Num primeiro momento, a  pessoa  olhou diretamente para um dos potes, dizendo "oi, cão" com uma  voz  estridente. Depois, a pessoa fez o mesmo só que com entonação mais  suave  e sem contato visual. Os testes mostraram que os cachorros  tendiam a  olhar mais para o pote na primeira situação, quando a pessoa  demonstrava  a intenção de se comunicar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com os pesquisadores, ainda não se sabe se os cães contam  com  caminhos semelhantes ao dos cérebro dos bebês para processar estas   deixas. "Com o rastreamento ocular, tivemos uma primeira experiência   sobre como a mente dos cães está trabalhando e processando os estímulos,   levando em conta que a direção e o tempo do movimento do olho indica o   interesse especial da mente”, disse. Topál pretende agora usar novas   técnicas para poder aprofundar o processo mental dos cachorros.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/310886352174507383-1969900530960168001?l=claudiiblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://claudiiblog.blogspot.com/feeds/1969900530960168001/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://claudiiblog.blogspot.com/2012/01/caes-conseguem-entender-as-intencoes-de.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/310886352174507383/posts/default/1969900530960168001'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/310886352174507383/posts/default/1969900530960168001'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://claudiiblog.blogspot.com/2012/01/caes-conseguem-entender-as-intencoes-de.html' title='Cães conseguem entender as intenções de seus donos'/><author><name>Cláudio Natalício</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15111391695868473519</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_dzbjkX9nqkU/SywP3aOgTVI/AAAAAAAAAj0/PGmkY73WQdw/S220/pai+2.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-310886352174507383.post-2947216586423397909</id><published>2012-01-05T05:05:00.010-02:00</published><updated>2012-01-05T05:05:00.230-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Comportamento'/><title type='text'>Invista na sua Qualidade de Vida</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-LeDDxw6y36g/Ttap0-7MLII/AAAAAAAAD04/935H1kX9Dpg/s1600/a.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="240" src="http://1.bp.blogspot.com/-LeDDxw6y36g/Ttap0-7MLII/AAAAAAAAD04/935H1kX9Dpg/s320/a.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Creio que nunca trabalhamos tanto como temos trabalhado nos últimos tempos. Equipes enxutas, multifuncionalidade, mais tecnologia, tudo parece ser feito para nos manter ocupados e sempre ligados nas questões profissionais.&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Penso que é justamente por isso que temos de planejar nossa qualidade de vida e incluir este item em nossa agenda. É uma forma de estar preparado para a pressão, stress e a longas jornadas de trabalho. O que é importante pensar no quesito qualidade de vida?&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Horas trabalhadas. Para crescer na carreira é preciso trabalhar muito, fazer muita hora extra e, às vezes, longas jornadas. A questão é você ter resposta para a pergunta: - Vale a pena? Com o tempo e com a maturidade você vai aprender a lidar melhor com o assunto "horas de trabalho", mas tem uma determinada fase da vida em que trabalhamos muito mais do que queremos.&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Não esqueça a família. Quando fora do trabalho dedique uma atenção todo especial para a família. Procure sempre ter atividades divertidas com os filhos e nunca deixe de ter um tempo a sós com o marido ou esposa. De tempos em tempos um jantar a sós naquele restaurante especial, um cineminha, sair para dançar, não deixe o relacionamento esfriar.&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Cuide de seu corpo. Saúde é tudo. O seu corpo é como uma máquina que sempre deve ter cuidados especiais. Pratique um esporte de forma continuada. São tantas as opções que nem vale a pena enumerar. Tenha uma postura preventiva em relação à sua saúde, cuide bem de sua alimentação e evite exageros em encontros ou festividades da empresa. Caso não tenha tempo para nada e também não goste de se exercitar faça pequenas trocas. Ao invés do elevador vá pela escada ou suba alguns andares, na hora do almoço caminhe por pelo menos quinze minutos e se ficar muito tempo em frente ao computador use o descanso para os pés, proteção na tela para a visão e um pouco de alongamento a cada duas horas em que estiver sentado. Não vai ter tornar nenhum atleta, mas ajuda a prevenir pequenas lesões.&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Cuide de sua mente. A mente também precisa descansar. Experimente praticar alguma arte marcial ou técnicas de relaxamento. Meditação é uma excelente e rápida opção e pode ser feita pela manhã ou à noite. Tente esvaziar sua cabeça do trabalho, lendo um bom romance ou aventura ou vendo um bom filme. Nossa mente precisar ser alimentada com coisas diferentes para estimular nossa criatividade e fugir um pouco do bê-á-bá organizacional. Tenha um hobby, aprenda artes, tudo é válido para revigorar as nossas idéias.&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Cuide de seu espírito. A religiosidade é uma característica que ajuda em muito a sua carreira. Quem tem fé vai mais longe, enfrenta as adversidades com mais naturalidade, pois acredita que Deus está sempre presente. Não estou falando de religião, mas sim de acreditar no amor como filosofia de vida e manter um comportamento amoroso para com seus semelhantes. Começar e terminar o dia sempre com uma oração e agradecer muito mais do que pedir. Deus é pai e conhece muito bem cada um de seus filhos, suas verdadeiras intenções, aspirações e sonhos. Basta acreditar!&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Qualidade de vida não é algo supérfluo, mas sim uma necessidade para ajudar a suportar a pressão, o stress e conseguir render muito mais no trabalho, sem ela sua vida tende ao desequilíbrio e sua carreira afetada. Cuide bem do maior presente que Deus lhe deu: a sua vida.&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;Paulo Araújo&lt;/span&gt;&lt;br style="color: red;" /&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;Conteúdo, interação e bom humor em suas palestras e treinamentos!&lt;/span&gt;&lt;br style="color: red;" /&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;Conheça seus livros, artigos, palestras e clientes no site www.pauloaraujo.com.br&lt;/span&gt;&lt;br style="color: red;" /&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;Entre em contato e peça uma proposta de palestra pelo telefone (41) 3267 6761 - Curitiba - PR ou pelo e-mail contato@pauloaraujo.com.br&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: purple;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: purple;"&gt;Publicado em 16-Nov-2011, no site: www.gestopole.com.br&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/310886352174507383-2947216586423397909?l=claudiiblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://claudiiblog.blogspot.com/feeds/2947216586423397909/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://claudiiblog.blogspot.com/2012/01/invista-na-sua-qualidade-de-vida.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/310886352174507383/posts/default/2947216586423397909'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/310886352174507383/posts/default/2947216586423397909'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://claudiiblog.blogspot.com/2012/01/invista-na-sua-qualidade-de-vida.html' title='Invista na sua Qualidade de Vida'/><author><name>Cláudio Natalício</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15111391695868473519</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_dzbjkX9nqkU/SywP3aOgTVI/AAAAAAAAAj0/PGmkY73WQdw/S220/pai+2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-LeDDxw6y36g/Ttap0-7MLII/AAAAAAAAD04/935H1kX9Dpg/s72-c/a.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-310886352174507383.post-6952580277811270872</id><published>2012-01-04T05:01:00.009-02:00</published><updated>2012-01-04T05:01:00.149-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Comportamento'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ivan Postigo'/><title type='text'>Honestidade – Qualidade ou Obrigação</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-WWSjC-fz9QM/TtapCXNVo8I/AAAAAAAAD0w/VuXeGuZMVjQ/s1600/a.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="400" src="http://3.bp.blogspot.com/-WWSjC-fz9QM/TtapCXNVo8I/AAAAAAAAD0w/VuXeGuZMVjQ/s400/a.jpg" width="381" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&amp;nbsp;Todas as empresas de uma forma ou outra tem critérios formais ou informais para avaliação periódica de seus funcionários. Não é difícil encontrar uma pessoa que não tenha vivenciado a implantação de um programa de avaliação de desempenho.&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Um determinado dia, em que debatíamos quais critérios seriam usados no programa periódico de avaliação, alguém sugeriu que colocássemos a honestidade como um dos itens de qualidade pessoal.&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Sem aparente razão, fez-se um longo silêncio na sala e nem mesmo o questionamento do facilitador da reunião provocou qualquer reação imediata.&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Passado o momento de reflexão, um dos integrantes do grupo de avaliação de critérios fez a seguinte pergunta: - Vocês colocariam suas contas bancárias sob a administração de uma pessoa que fosse 99% honesto? A rejeição foi imediata.&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Logo em seguida veio outra pergunta: - Como avaliar a honestidade?&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Imediatamente um dos integrantes do debate respondeu: - Honestidade não se mede por graus. Uma pessoa é honesta ou não.&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;A seguir veio a pergunta fatal: - O que é ser honesto?&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Essa pergunta desencadeou um grande debate, com todos tentando falar ao mesmo tempo, fazendo perguntas em busca de respostas.&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Como se conceitua a honestidade?&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Imediatamente surgiu um dicionário e foram lidos os sinônimos de honestidade: integridade, inteireza, justiça, probidade, retidão, honradez, dignidade.&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Seriam estes sinônimos suficientes para nos dar uma visão completa e ou conceituar honestidade?&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Estaria honestidade ligada a conceitos e valores culturais?&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Honestidade está relacionada a valores estabelecidos por comunidades em determinadas épocas e são mutáveis?&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Os avanços tecnológicos e dos costumes podem ter efeitos nos conceitos que determinam o que é ser ou não honesto?&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Honestidade é algo ligado ao caráter de cada pessoa ou é algo que se aprende?&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;O que seria necessário para um treinamento de honestidade e quem poderia ministrar as aulas?&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Novo silêncio reinou na sala, quando um engraçadinho fez a seguinte pergunta: - Quem se candidata a professor de honestidade?&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Silêncio por constrangimento? Não, simplesmente porque não parecia possível determinar com exatidão o que é honestidade.&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;O debate seguiu, abordando desde objetos encontrados e perdidos no banco da praça ao estabelecimento de lucros pelas empresas.&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Uma caneta encontrada num banco de praça deveria ou poderia ser usada por quem a encontrou ou isso seria desonestidade?&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Um empreendimento voltado à assistência à comunidade, com objetivo apenas de ajudar as pessoas, deveria ou poderia ter lucro nas suas operações?&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Em um debate como esse não faltam opiniões, exemplos, recomendações, a dificuldade é o consenso, dizia um dos integrantes.&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Para piorar a situação veio outra pergunta: - Honestidade é algo que demanda consenso?&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Por falta deste, alguns queriam debater mais, outros queriam deixar a questão para uma próxima reunião, outros não aceitavam as divergências de opiniões e queriam tirar o quesito da avaliação.&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;No momento em que o país passa por ondas de denúncias, debater o que é honestidade pode não resolver nossos problemas, mas certamente coloca um pouco de luz nos nossos valores pessoais e estabelece alguns limites para conduta.&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Talvez nas próximas eleições todos nós nos motivemos à refletir um pouco mais sobre as pessoas que colocaremos para cuidar da nossa conta bancária, fruto da arrecadação dos impostos.&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Sim, essa conta bancaria é nossa, não duvide nunca disso.&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Dinheiro nosso com um único objetivo: “Bem estar coletivo, ainda que assim não seja usado”.&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;Ivan Postigo&lt;/span&gt;&lt;br style="color: red;" /&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;Diretor de Gestão Empresarial&lt;/span&gt;&lt;br style="color: red;" /&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;Postigo Consultoria Comunicação e Gestão&lt;/span&gt;&lt;br style="color: red;" /&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;Fones (11) 4526 1197 / (11) 9645 4652&lt;/span&gt;&lt;br style="color: red;" /&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;www.postigoconsultoria.com.br&lt;/span&gt;&lt;br style="color: red;" /&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;Twitter: @ivanpostigo&lt;/span&gt;&lt;br style="color: red;" /&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;Skype: Ivan.postigo&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: purple;"&gt;&amp;nbsp;Publicado em 14-Nov-2011, no site: www.gestopole.com.br&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/310886352174507383-6952580277811270872?l=claudiiblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://claudiiblog.blogspot.com/feeds/6952580277811270872/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://claudiiblog.blogspot.com/2012/01/honestidade-qualidade-ou-obrigacao.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/310886352174507383/posts/default/6952580277811270872'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/310886352174507383/posts/default/6952580277811270872'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://claudiiblog.blogspot.com/2012/01/honestidade-qualidade-ou-obrigacao.html' title='Honestidade – Qualidade ou Obrigação'/><author><name>Cláudio Natalício</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15111391695868473519</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_dzbjkX9nqkU/SywP3aOgTVI/AAAAAAAAAj0/PGmkY73WQdw/S220/pai+2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-WWSjC-fz9QM/TtapCXNVo8I/AAAAAAAAD0w/VuXeGuZMVjQ/s72-c/a.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-310886352174507383.post-8768634112076464070</id><published>2012-01-03T05:02:00.012-02:00</published><updated>2012-01-03T05:02:00.405-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Comportamento'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ivan Postigo'/><title type='text'>Glória à glória, ironias da vida</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-skNE5cubFAQ/TtanfEOHQLI/AAAAAAAAD0o/PkOHfR3CBgk/s1600/a.gif" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://4.bp.blogspot.com/-skNE5cubFAQ/TtanfEOHQLI/AAAAAAAAD0o/PkOHfR3CBgk/s320/a.gif" width="205" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Trabalhou durante anos, horas a fio, para sustentar a família. Formou os filhos, levou uma vida simples, regrada. Como diversão, um prazer: escrever.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Escreveu muito, publicou pouco. Reconhecimento? Pequeno, poderíamos dizer. Admirado apenas em um círculo de leitores que apreciavam até seus rabiscos nos guardanapos, em encontros mensais. Nada tivera dimensão que lhe trouxesse fama ou dinheiro.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;O tempo passou, a idade e a frágil saúde o levaram para os campos onde o vento sopra suave a macio. Era assim que ele costumava chamar sua próxima morada.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Com os anos, os amigos seguiram para encontrá-lo. Um a um, sem pressa.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Conhecido, sim. Dos poucos que ficaram. Reconhecido? Não, nem os familiares haviam lido, liam ou recomendavam o que havia escrito. Sua dedicação aos textos, histórias e memórias era lembrada como uma mania.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Não havia muito interesse na mania do vovô, titio, ou o que quer que representasse no círculo familiar.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Com tiragens tão pequenas, nenhum exemplar ficara na família. Do que fizera, muito pouco se sabia.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;A rotina servia como brincadeiras, pois concentrado em suas anotações e reflexões, alimentava as provocações de sua clausura, a exemplo de uma prima que, como freira, assim passara a vida. Esquecido ficou, como o tempo faz esquecer.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;O acaso fez com que um exemplar caísse nas mãos de uma jovem, que ao lê-lo se perguntava: “Que gênio teve a sensibilidade de escrever tal obra?”&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Filha de cineasta, correu e mostrou ao pai, que também se apaixonou.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Chamaram seu agente, este, sem alarde, adquiriu os direitos das obras. Na época, ninguém tinha noção do que aquilo se tornaria. O preço pago fora irrisório. Para a família interessante, gastariam sem culpas.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;O filme produzido fez um imenso sucesso, com isso alcançou o teatro e novos livros foram editados com grande agitação.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Com o sucesso, o mundo queira saber quem era o autor, como vivia, quando escrevera, o que pensava, o que mais teria a oferecer com aquele encanto. Para os familiares o assunto era complexo, pois jamais haviam dado atenção ao fato.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;O que se passara na clausura tomara o caminho de páginas não lidas e pouco divulgadas.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Um dia, um dos netos disse: - Vovô era meio estranho, vivia para suas poesias!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Para seu constrangimento, mostraram-lhe que poderia considerar a linguagem poética, mas que ali estava a história da família, contada e pintada nas cores de suas lembranças e sonhos.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;- Ah, vovô era importante no círculo de amigos. Deram até seu nome a uma rua, ainda que em um local distante – comentou.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Em uma matéria para a televisão, enquanto alguns parentes caminhavam pelo local e as duas únicas placas atestavam o fato, via-se uma rua mal cuidada, em lugar de pouco movimento.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Naquele momento, resgatava-se o feito de um escritor, que em vida não fora lembrado, morto, era apenas o nome de um caminho esquecido.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Agora não! Glória à glória&amp;nbsp; que resgatava e dava ao seu trabalho a tão merecida dimensão.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;A calçada da fama talvez não receba sua estrela, mas no céu, junto com outras tantas, brilha um astro que agora poderá para sempre ser lembrado.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Ou, se a generosa memória do homem permitir, que jamais seja novamente esquecido.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;Ivan Postigo&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;Diretor de Gestão Empresarial&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;Postigo Consultoria Comunicação e Gestão&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;Fones (11) 4526 1197 / (11) 9645 4652&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;www.postigoconsultoria.com.br&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;Twitter: @ivanpostigo&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;Skype: ivan.postigo&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="color: purple;"&gt;&lt;b&gt;Publicado em 11-Nov-2011,no site: www.gestopole.com.br&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: purple;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/310886352174507383-8768634112076464070?l=claudiiblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://claudiiblog.blogspot.com/feeds/8768634112076464070/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://claudiiblog.blogspot.com/2012/01/gloria-gloria-ironias-da-vida.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/310886352174507383/posts/default/8768634112076464070'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/310886352174507383/posts/default/8768634112076464070'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://claudiiblog.blogspot.com/2012/01/gloria-gloria-ironias-da-vida.html' title='Glória à glória, ironias da vida'/><author><name>Cláudio Natalício</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15111391695868473519</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_dzbjkX9nqkU/SywP3aOgTVI/AAAAAAAAAj0/PGmkY73WQdw/S220/pai+2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-skNE5cubFAQ/TtanfEOHQLI/AAAAAAAAD0o/PkOHfR3CBgk/s72-c/a.gif' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-310886352174507383.post-4961907909858578563</id><published>2012-01-02T05:08:00.009-02:00</published><updated>2012-01-02T05:08:00.228-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Crenças'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Comportamento'/><title type='text'>O tempo é um tesouro</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-47V6iFdqSSk/TswfJG-wfcI/AAAAAAAADw4/WfgkJ_cYIJQ/s1600/a.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://4.bp.blogspot.com/-47V6iFdqSSk/TswfJG-wfcI/AAAAAAAADw4/WfgkJ_cYIJQ/s1600/a.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Muitas vezes falamos e ouvimos “não tenho tempo”, e perdemos muitas oportunidades tanto materiais como afetivas devido a isso, e pagamos muito caro porque somos cobrados pela vida com o passar do tempo porque não conseguimos retroceder.&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Na verdade nós desperdiçamos tempo porque temos muito tempo disponível, e podemos demonstrar isso quando o tempo para entregar um trabalho está esgotando e conseguimos fazer o melhor trabalho com o tempo que nos resta.&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;O economista e sociólogo Vilfredo Pareto que viveu há cem anos, publicou “Curso de Economia Política”, que abordava a “lei da distribuição de renda ou Lei de Pareto” ou “Distribuição de Pareto”, com o “Princípio 80/20”.&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Ele usou uma fórmula matemática para demonstrar uma distribuição altamente desigual da riqueza na sociedade – 80% da riqueza e da renda era produzida e possuída por 20% da população, esta fórmula&amp;nbsp; também pode ser aplicada em diversas situações.&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Por exemplo, oitenta por cento das maças do pomar do meu vizinho eram produzidas por 20% das macieiras que lá existiam, ou 80% das conseqüências decorrem de 20% das causas, o resultado ideal é sempre buscar a relação 80/20.&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Se você que mudar e começar a ter tempo pergunte a si mesmo:&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Quais os 20% das causas responsáveis por 80% dos seus problemas ou da sua infelicidade?&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Quais os 20% das causas responsáveis por 80% dos seus resultados positivos e da sua felicidade?&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Você irá ter surpresas, descobrirá suas ineficiências e suas qualidades, que a falta de tempo é na verdade a falta de prioridades. Tire algum tempo para apreciar as flores e amar seus entes queridos.&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;A lei de Parkinson diz que “uma tarefa aumentará de importância e de complexidade em relação ao tempo alocado para sua realização”.&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Isto significa que se lhe for dado 24 horas para completar um projeto, a pressão do tempo lhe força a se concentrar na execução e você passa a não ter escolha a não ser fazer o que é estritamente essencial.&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Se lhe der uma semana ou três meses para realizar uma tarefa ela se torna mais complexa em sua mente proporcionalmente para uma semana e para seis meses, e quanto mais se aumenta o tempo alocado mais complexa se torna a tarefa para você.&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Vemos que o prazo curto tem qualidade maior devido à concentração.&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Então para aumentar sua produtividade podemos aplicar a solução:&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Limite suas tarefas ao que é importante para reduzir o tempo de trabalho (80/20).&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Encurte o tempo de trabalho para limitar as tarefas ao que é importante (Lei de Parkinson).&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;O uso dos dois itens acima ao mesmo tempo: identifique poucas tarefas críticas que contribuem para a maior parte do resultado e planeje realizá-las por um prazo bem curto e bem definido.&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Se não conseguir identificar as tarefas críticas para sua missão e não estabeleceu o prazo inicial e final agressivo para cumpri-las, o que não é importante torna-se importante.&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Sem prazo para criar foco, chegará ao final do dia sem realizar nada.&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Procure aplicar este conceito em sua vida, através de dedicação e esforço, e terá tempo para apreciar as flores, conviver com seus amigos e amar mais seus entes queridos, além de se tornar mais feliz e produtivo. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="color: red;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: red;"&gt;&lt;b&gt;Autor: Darcio Calligaris&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="color: purple;"&gt;&lt;b&gt;Publicado em: 01/11/2011, no site: www.qualidadebrasil.com.br&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/310886352174507383-4961907909858578563?l=claudiiblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://claudiiblog.blogspot.com/feeds/4961907909858578563/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://claudiiblog.blogspot.com/2012/01/o-tempo-e-um-tesouro.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/310886352174507383/posts/default/4961907909858578563'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/310886352174507383/posts/default/4961907909858578563'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://claudiiblog.blogspot.com/2012/01/o-tempo-e-um-tesouro.html' title='O tempo é um tesouro'/><author><name>Cláudio Natalício</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15111391695868473519</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_dzbjkX9nqkU/SywP3aOgTVI/AAAAAAAAAj0/PGmkY73WQdw/S220/pai+2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-47V6iFdqSSk/TswfJG-wfcI/AAAAAAAADw4/WfgkJ_cYIJQ/s72-c/a.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-310886352174507383.post-5741323881101897769</id><published>2012-01-01T05:01:00.001-02:00</published><updated>2012-01-01T05:01:01.932-02:00</updated><title type='text'>Ano Novo!</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="color: red; font-size: x-large;"&gt;2012&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="color: red; font-size: x-large;"&gt;Acaba de abrir as portas ...&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="color: red; font-size: x-large;"&gt;Vá lá e faç&lt;/span&gt;&lt;span style="color: red; font-size: x-large;"&gt;a tudo o que tem que ser feito...&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="color: red; font-size: x-large;"&gt;Muito sucesso!!!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="color: red; font-size: x-large;"&gt;Cláudio Natalício&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/310886352174507383-5741323881101897769?l=claudiiblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://claudiiblog.blogspot.com/feeds/5741323881101897769/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://claudiiblog.blogspot.com/2012/01/ano-novo.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/310886352174507383/posts/default/5741323881101897769'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/310886352174507383/posts/default/5741323881101897769'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://claudiiblog.blogspot.com/2012/01/ano-novo.html' title='Ano Novo!'/><author><name>Cláudio Natalício</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15111391695868473519</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_dzbjkX9nqkU/SywP3aOgTVI/AAAAAAAAAj0/PGmkY73WQdw/S220/pai+2.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-310886352174507383.post-4577630991819643886</id><published>2011-12-31T05:04:00.002-02:00</published><updated>2011-12-31T21:15:32.335-02:00</updated><title type='text'>Fim de Ano!</title><content type='html'>&lt;span style="color: blue; font-size: x-large;"&gt;Que você tenha conseguido muito do que planejou!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue; font-size: x-large;"&gt;O que não foi possível, pode ser tentado novamente...&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue; font-size: x-large;"&gt;E, se não der ...&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue; font-size: x-large;"&gt;Uma mudança de rumo será bem vinda!!!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue; font-size: x-large;"&gt;2012 está aí para isso!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue; font-size: x-large;"&gt;São os votos do&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue; font-size: x-large;"&gt;Cláudio Natalício&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/310886352174507383-4577630991819643886?l=claudiiblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://claudiiblog.blogspot.com/feeds/4577630991819643886/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://claudiiblog.blogspot.com/2011/12/fim-de-ano.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/310886352174507383/posts/default/4577630991819643886'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/310886352174507383/posts/default/4577630991819643886'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://claudiiblog.blogspot.com/2011/12/fim-de-ano.html' title='Fim de Ano!'/><author><name>Cláudio Natalício</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15111391695868473519</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_dzbjkX9nqkU/SywP3aOgTVI/AAAAAAAAAj0/PGmkY73WQdw/S220/pai+2.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-310886352174507383.post-8858243264749477182</id><published>2011-12-30T05:05:00.009-02:00</published><updated>2011-12-30T05:05:00.079-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Crenças'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Comportamento'/><title type='text'>Porque ou para que acontecem as coisas</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-boDj0d7ooik/TsweZjNfVOI/AAAAAAAADww/lQ4XXuTQ5nE/s1600/a.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://1.bp.blogspot.com/-boDj0d7ooik/TsweZjNfVOI/AAAAAAAADww/lQ4XXuTQ5nE/s320/a.jpg" width="267" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Leitores. Sempre temos sempre a tendência de nos fazermos de vitimas perante as situações, quando acontecem às coisas o primeiro pensamento que temos é porque isso aconteceu comigo? Essa pergunta sempre é feita quando não entendemos o motivo daquele acontecimento, sempre ficamos amargurados quando os acontecimentos inesperados acontecem na nossa vida, mas nunca paramos para pensar o porquê desse acontecimento.&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Às vezes trabalhamos tanto que não nos damos conta de como anda nossa saúde&amp;nbsp; ou o nosso comportamento com a nossa esposa (o), filhos (as), pais, irmãos, amigos ou colegas.&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Esquecemos que devemos ter uma vida equilibrada, prestar a atenção ao que as pessoas querem da gente, quase sempre uma parada nos nossos afazeres por uma hora pode fazer a diferença, rir com a família, ligar para um irmão ou um amigo com a real intenção de ouvir essa pessoa, um abraço uma mão no ombro. Geralmente não temos muito tempo para essas coisas, as obrigações ou prazeres transitórios são mais importantes e quando vemos estamos solitários nos perguntando por que isso aconteceu comigo?&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;No campo profissional também devemos tomar cuidado para não deixar de prestar atenção como estamos desenvolvendo nossas tarefas, se estamos acomodados ou não temos mais aquela motivação ou aquela “garra” dos primeiros anos ou até mesmos não estamos mais participando dos treinamentos, festas ou não estamos mais comprometidos como, por exemplo, fazer uma hora extra quando a empresa precisa.&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Pensamos que estamos bem, mas quando chega a hora de uma dispensa também nos perguntamos por que isso aconteceu comigo? Lembre-se nenhuma coroa de louros aguenta uma pessoa sentada muito tempo em cima.&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Nessa hora nos sentimos amargurados e a ultima pergunta que fazemos é a razão do acontecimento.&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Será que não há algum motivo para esse acontecimento? Quantas pessoas foram salvas porque perderam um avião ou encontraram uma nova profissão quando foram dispensadas? Nessa hora devemos aprender com os erros e repetir os acertos do passado e ter certeza que ainda temos valor para fazer outras coisas, os acontecimentos muitas vezes nos fazem reunir forças para continuar lutando.&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Não deixe também de se perguntar por que acontecem as coisas boas, estar em um lugar certo, na hora certa ou encontrar pessoas que vão ajudar por alguns momentos ou algum período da vida. Seja humilde procure sempre a ajuda de outras pessoas, ouça opiniões e tenha em mente que ninguém chega ao podium sozinho.&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Pense nas vezes em que você se sentiu num beco sem saída e consegui superar aquele obstáculo, esqueça o lado de vitima, encare a vida como um aprendiz.&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Vamos refletir sobre isso!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;Autor: Pedro Paulo Morales&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="color: purple;"&gt;&lt;b&gt;Publicado em: 01/11/2011, no site: www.qualidadebrasil.com.br&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/310886352174507383-8858243264749477182?l=claudiiblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://claudiiblog.blogspot.com/feeds/8858243264749477182/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://claudiiblog.blogspot.com/2011/12/porque-ou-para-que-acontecem-as-coisas.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/310886352174507383/posts/default/8858243264749477182'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/310886352174507383/posts/default/8858243264749477182'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://claudiiblog.blogspot.com/2011/12/porque-ou-para-que-acontecem-as-coisas.html' title='Porque ou para que acontecem as coisas'/><author><name>Cláudio Natalício</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15111391695868473519</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_dzbjkX9nqkU/SywP3aOgTVI/AAAAAAAAAj0/PGmkY73WQdw/S220/pai+2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-boDj0d7ooik/TsweZjNfVOI/AAAAAAAADww/lQ4XXuTQ5nE/s72-c/a.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-310886352174507383.post-1477863087100930437</id><published>2011-12-29T05:01:00.011-02:00</published><updated>2011-12-29T05:01:00.355-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='G.Rocha'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Comportamento'/><title type='text'>Objetivos ou Desejos?</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-t-pUZsXcvTQ/TswdpliTqpI/AAAAAAAADwo/Vqi_-Ode850/s1600/a.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="213" src="http://2.bp.blogspot.com/-t-pUZsXcvTQ/TswdpliTqpI/AAAAAAAADwo/Vqi_-Ode850/s320/a.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&amp;nbsp;Uma inquietante frase de Washington Irving (historiador, escritor do Século XIX):&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; "Great minds have purposes; others have wishes."&amp;nbsp; (Grandes mentes tem propósitos; outras, tem desejos).&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Impossível deixar de pensar no porque da diferença entre objetivos e desejos. Parece que ao desejarmos algo estamos tendo objetivos e ao termos objetivos, estes são objetos também do nosso desejo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Ah! Sutileza e a simplicidade. Dois adjetivos difíceis de se conquistar.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Ao afirmar que devemos ter propósitos, Irving está demonstrando claramente que precisamos usar a nossa razão em primeiro lugar. Em segundo, devemos planejar, senão do que adianta ter propósitos? Em terceiro, devemos realizar aquilo que foi proposto e planejado.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Ou seja, em três atos temos um caminho realizado: Propor, planejar e executar.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;E se tivéssemos desejos ao invés de propósitos?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;O desejo vem do nosso eu interior, vem daquilo que esperamos que aconteça, tem relação com destino, horóscopo, mudança de humor e por aí vai.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Hoje posso desejar emagrecer, mas se não parar de comer porcarias, ou seja, se criar propósitos, não terei como realizar o meu desejo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Infelizmente encontramos muitas pessoas no mercado que apenas sonham.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Sonham em ficar ricas, mas chega as 18h estão com computadores desligados e correndo para casa ir assistir a novela das 19h;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Sonham em ter saúde, mas não dispensam um mac ou bebidas alcoólicas com freqüência;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Sonham em ser felizes, mas sequer dedicam algum tempo para si mesmos;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Em suma, são apenas sonhos, desejos que não tem como se realizarem, justamente pela falta de planejamento.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Porque algumas pessoas agem assim? Porque sonhar não custa nada?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Talvez, mas também porque ter um propósito não é fácil. Depois de buscar o propósito, tem que planejar, executar, monitorar (leia sobre o PDCA).&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Ter um propósito não é querer apenas o resultado, é ter um objetivo concreto. Por exemplo, ter dinheiro não é um propósito, é um resultado. Propósitos são elementos a serem alcançados através do seu próprio esforço, conduta, ação, com metas definidas, ou seja, com prazos.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;De nada adianta um propósito de mudar de emprego ou ter um aumento, por exemplo, se não houverem elementos que façam isto acontecer. Deixe o destino e a sorte para os desejos.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Como andam seus propósitos? E os seus desejos?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Eles fazem toda a diferença no resultado de suas ações!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="color: blue;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: blue;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;b&gt;Autor: Gustavo Rocha&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: purple;"&gt;Publicado em: 22/11/2011, no site: www.qualidadebrasil.com.br&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/310886352174507383-1477863087100930437?l=claudiiblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://claudiiblog.blogspot.com/feeds/1477863087100930437/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://claudiiblog.blogspot.com/2011/12/objetivos-ou-desejos.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/310886352174507383/posts/default/1477863087100930437'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/310886352174507383/posts/default/1477863087100930437'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://claudiiblog.blogspot.com/2011/12/objetivos-ou-desejos.html' title='Objetivos ou Desejos?'/><author><name>Cláudio Natalício</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15111391695868473519</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_dzbjkX9nqkU/SywP3aOgTVI/AAAAAAAAAj0/PGmkY73WQdw/S220/pai+2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-t-pUZsXcvTQ/TswdpliTqpI/AAAAAAAADwo/Vqi_-Ode850/s72-c/a.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-310886352174507383.post-8493786742169065344</id><published>2011-12-28T05:02:00.012-02:00</published><updated>2011-12-28T05:02:00.092-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Comportamento'/><title type='text'>O Perigo dos Pressupostos</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-Xz0YDkqYuKs/Tswcn-Z5dCI/AAAAAAAADwg/pv3ZWpHDCPA/s1600/N%25C3%25A3o+fui+eu.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://2.bp.blogspot.com/-Xz0YDkqYuKs/Tswcn-Z5dCI/AAAAAAAADwg/pv3ZWpHDCPA/s320/N%25C3%25A3o+fui+eu.jpg" width="240" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;A maioria dos problemas no nosso dia a dia advém das falhas de comunicação , você já observou que toda a vez que alguma informação não é dada por completa nos acabamos seguindo o nosso bom e velho bom senso para preencher as "lacunas" e é nesse exato momento que comprometemos o conteúdo da informação. &lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Para que isso se resolva o segredo é bem simples , temos que perguntar e conversar , mais pelo incrível que pareça isso é mais difícil do que parece pois a maioria das pessoas infelizmente encaram isso como objeções e acabam criando uma barreira e ao defenderem seus argumentos esta simples conversa passa a ser uma batalha , que a qualquer instante pode se tornar uma discussão . Num ambiente desse como alguém consegue se comunicar. &lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Se comunicar não é ter razão , é correr o risco de ter que mudar de idéia ou direção e isto não deve ser encarado como ganhar ou perder se comunicar é simplesmente conseguir fazer uma ou mais pessoas compartilharem de uma visão comum sem ter agredi-las . &lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;" Ser gênio é fácil. Difícil é encontrar quem reconheça." Millor Fernandes &lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;O Perigo dos Pressupostos &lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Abriu a porta e viu o amigo que há tanto não via. Estranhou que ele viesse acompanhado por um cão. Cão forte, saltitante e com um ar agressivo. Abriu a porta e cumprimentou o amigo, efusivamente. &lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;- "Quanto tempo!" &lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;- "Quanto Tempo" ecoou o outro. &lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;O cão aproveitou a saudação e entrou casa adentro, logo um barulho na cozinha demonstrava que ele tinha virado qualquer coisa. O dono da casa encompridou as orelhas. O amigo visitante, porém nada. &lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;- "A última vez que nos vimos foi em ..." &lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;O cão passou pela sala, entrou no quarto e novo barulho, desta vez de coisa quebrada. Houve um sorriso amarelo do dono da casa, mas perfeita indiferença do visitante. &lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;- "Quem morreu foi o ... você se lembra dele?" &lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;O cão saltou sobre um móvel, derrubou um abajur, logo trepou as patas sujas no sofá e deixou a marca digital e indelével de seu crime. Os dois amigos, tensos, agora fingiram não perceber. &lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Por fim, o visitante se despediu e já ia saindo quando o dono da casa perguntou: &lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;- "Não vai levar seu cão?" &lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;- "Cão? Ah, cão! Oh, agora estou entendendo. Não é meu não. Quando eu entrei ele entrou comigo tão naturalmente que pensei que fosse seu".&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="color: red;"&gt;&lt;b&gt;Autor: Roberto Recinella&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="color: purple;"&gt;&lt;b&gt;Publicado em: 22/11/2011, no site: www.qualidadebrasil.com.br&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/310886352174507383-8493786742169065344?l=claudiiblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://claudiiblog.blogspot.com/feeds/8493786742169065344/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://claudiiblog.blogspot.com/2011/12/o-perigo-dos-pressupostos.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/310886352174507383/posts/default/8493786742169065344'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/310886352174507383/posts/default/8493786742169065344'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://claudiiblog.blogspot.com/2011/12/o-perigo-dos-pressupostos.html' title='O Perigo dos Pressupostos'/><author><name>Cláudio Natalício</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15111391695868473519</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_dzbjkX9nqkU/SywP3aOgTVI/AAAAAAAAAj0/PGmkY73WQdw/S220/pai+2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-Xz0YDkqYuKs/Tswcn-Z5dCI/AAAAAAAADwg/pv3ZWpHDCPA/s72-c/N%25C3%25A3o+fui+eu.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-310886352174507383.post-8315509680251212444</id><published>2011-12-27T05:00:00.013-02:00</published><updated>2011-12-27T05:00:01.302-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='G.Rocha'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Crenças'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Comportamento'/><title type='text'>Facebook testa teoria dos seis graus de separação</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-G3g_trPYH7I/TsrV_zPMKbI/AAAAAAAADu4/TVNalyVWam4/s1600/a.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="325" src="http://1.bp.blogspot.com/-G3g_trPYH7I/TsrV_zPMKbI/AAAAAAAADu4/TVNalyVWam4/s400/a.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Conforme reportagem da revista Mente e Cérebro, publicada pelo UOL, o Facebook testa teoria dos seis graus de separação.&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;O que vem a ser esta teoria?&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;É uma teoria que afirma que em média 6 pessoas nos separam de qualquer outra pessoa no mundo.&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Como assim?&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Quer dizer que se quero conhecer o Obama, se eu procurar 6 pessoas – ou seja, uma que eu conheço e que conhece outra e outra e assim por diante – eu poderia conhece-lo.&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;A ideia é interessante. Veja parte da reportagem abaixo:&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Apenas seis laços de amizade separam você de qualquer outra pessoa no mundo. Pelo menos foi a polêmica conclusão de um experimento do psicólogo Stanley Milgram (1933-1984), da Universidade Yale, feito nos anos 60. Em uma época na qual trocar informações on-line e em tempo real mais parecia enredo de ficção científica do que um futuro próximo, o psicólogo decidiu colocar à prova o clichê “o mundo é pequeno”: enviou pacotes a 160 moradores da pequena cidade de Wichita, no Kansas, e de Omaha, no Nebraska, pedindo-lhes que os mandassem para algum amigo ou conhecido que acreditassem que faria a encomenda chegar o mais rápido possível ao destinatário final – um habitante de Boston, Massachusetts. Várias das entregas chegaram, após passar por, em média, 5,5 pessoas. A hipótese de que bastam uns poucos conhecidos para constituir uma rede social muito maior do que imaginamos se popularizou rapidamente. Foi testada por outros estudiosos, que depararam com a mesma média, e inspirou o filme Seis graus de separação, de 1993.&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Hoje, navegando nos domínios do Facebook ou do Twitter, não é tão difícil descobrir que um amigo está conectado a uma pessoa que, por sua vez, está ligada a outra que tem no rol de amizades virtuais um ganhador de Prêmio Nobel ou um artista de cinema. Não por acaso, algumas notícias se disseminam nessas páginas em segundos, antes de serem divulgadas pela mídia. Seria apenas coincidência ou as redes sociais retomam e reforçam a teoria de Milgram? Os sites Yahoo e Facebook decidiram levar adiante uma versão digital da experiência, mas em proporções bem menos modestas que as poucas dezenas de voluntários recrutados pelo psicólogo americano – traduzida em 13 idiomas, a página Small world convida os quase 750 milhões de usuários do Facebook a fazer uma mensagem chegar até um desconhecido de um país qualquer, selecionado pelos administradores do projeto.&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Como você vê esta ideia? Será que realmente é verdadeira? Eu fiz parte do teste deles… (entre na íntegra do artigo para ver como se cadastrar), vamos ver no que dá.&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Agora, mesmo não sendo apenas 6 pessoas, o fato é que estamos conectados. Todos nós. Mesmo aqueles que não estão nas redes sociais, conhecem alguém que está nas redes sociais. Daí um dos motivos pelo qual não devemos ignorar as redes sociais. Você até pode não estar nela, mas alguém conhecido seu está e poderá acabar te influenciando igualmente pelas notícias, artigos e ditos das redes sociais.&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Se você não está presente, comece a perceber esta importância das redes. Se você já está presente, use as redes como ferramenta de comunicação e principalmente de ideias, posto que serão estas que poderão fazer a diferença.&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;______________________________________________&lt;/span&gt;&lt;br style="color: red;" /&gt;&lt;br style="color: red;" /&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;Artigo escrito por Gustavo Rocha – Diretor da Consultoria GestaoAdvBr&lt;/span&gt;&lt;br style="color: red;" /&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;www.gestao.adv.br&amp;nbsp; |&amp;nbsp; gustavo@gestao.adv.br&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="color: red;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: purple;"&gt;&lt;b&gt;Publicado em 9-Nov-2011,no site: www.gestopole.com.br&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/310886352174507383-8315509680251212444?l=claudiiblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://claudiiblog.blogspot.com/feeds/8315509680251212444/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://claudiiblog.blogspot.com/2011/12/facebook-testa-teoria-dos-seis-graus-de.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/310886352174507383/posts/default/8315509680251212444'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/310886352174507383/posts/default/8315509680251212444'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://claudiiblog.blogspot.com/2011/12/facebook-testa-teoria-dos-seis-graus-de.html' title='Facebook testa teoria dos seis graus de separação'/><author><name>Cláudio Natalício</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15111391695868473519</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_dzbjkX9nqkU/SywP3aOgTVI/AAAAAAAAAj0/PGmkY73WQdw/S220/pai+2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-G3g_trPYH7I/TsrV_zPMKbI/AAAAAAAADu4/TVNalyVWam4/s72-c/a.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-310886352174507383.post-1689639739493079951</id><published>2011-12-26T05:02:00.016-02:00</published><updated>2011-12-26T05:02:00.281-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Comunicação'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Comportamento'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Educação'/><title type='text'>O lado bom da docência</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-kK_oUYQ1Hu0/TsrUjQBGC9I/AAAAAAAADuw/qX_BTqVMtwk/s1600/a.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://3.bp.blogspot.com/-kK_oUYQ1Hu0/TsrUjQBGC9I/AAAAAAAADuw/qX_BTqVMtwk/s1600/a.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Minha mãe foi professora do ensino fundamental durante vinte e cinco anos. A julgar pelo seu sofrimento diante dos percalços da docência, nunca tive a certeza de que ela foi feliz na profissão embora ela tenha suportado firme até a aposentadoria.&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Com base nisso, relutei até o penúltimo instante para não cair na mesma armadilha de me tornar um professor distante da real vocação, pois, de maneira geral, manter o ânimo perante a triste realidade educacional do Brasil é coisa para gente evoluída, segura, desprovida de ambições materiais.&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Como nada na vida acontece por acaso, em 2004 tive a feliz experiência de ser demitido de uma grande empresa nacional. Uma das formas que considerei para retornar ao mundo do trabalho foi ampliar a minha rede de relacionamentos aceitando o convite para ministrar a recém-criada disciplina de empreendedorismo numa grande universidade.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="color: blue;"&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;Eu não tinha a mínima ideia de como me comportar em sala de aula, mas a boa experiência de público e o relacionamento adquirido nos meus dois últimos empregos, onde era necessário treinar pessoas e me relacionar o tempo todo com clientes e fornecedores, foi fundamental para manter a confiança.&lt;/div&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&amp;nbsp;Quando você está perdido em relação ao futuro, as escolhas não fazem muita diferença. Como diria um amigo, “quem tá perdido não caça caminho”. Isso é a lei da sobrevivência. O importante é continuar caminhando.&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Naquele momento de incerteza e poucas perspectivas, apesar do currículo abarrotado de realizações, as primeiras entrevistas foram pouco animadoras, mas o importante era voltar para o mercado de trabalho.&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Na época, a docência não era o meu emprego dos sonhos, mas uma nova porta se abriu. Quando as opções aparecem - e aparecerão muitas vezes - haverá sempre uma escolha. Devo ou não devo ir por essa porta? Que caminho é esse?&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Se fosse levar em conta o salário, comparado ao que ganhava no último emprego, e as perspectivas de crescimento, por certo teria desistido antes mesmo de conhecer o campus universitário.&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Acontece que a vida é bem mais do que isso e o que importa no primeiro momento é vislumbrar uma possibilidade mínima de sucesso. Se existe, deve estar acompanhada de esperança e otimismo.&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&amp;nbsp;Durante dois anos e meio eu aguentei firme e honrei meus compromissos na universidade ganhando apenas para o combustível, mas pensando sempre no futuro. Na universidade eu conheci pessoas de várias empresas, órgãos públicos e outras instituições e isso me abriu novas portas.&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;A docência é uma coisa tão excitante quanto o vinho, desde que você goste de vinho e esteja bem acompanhado, caso contrário, você vai viver de enxaquecas e curativos provocados pelas quedas consecutivas.&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Decorridos quase oito anos da minha primeira experiência como docente, não carrego o mínimo senso de arrependimento. Apesar de não ser a mais rentável das profissões, é altamente estimulante, pois exige diferentes competências, além de proporcionar uma ampla base de conhecimento e relacionamentos.&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Na condição de consultor, professor universitário e treinador de pessoas, posso dizer que melhorei um pouco embora tenha um longo caminho pela frente. O sucesso na caminhada depende de atualização constante, de relacionamento e, acima de tudo, do sorriso da plateia.&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Como diria o meu instrutor de Coaching, a realidade é o que ela é e não o que você gostaria que fosse, portanto, se alguém deseja chegar a algum lugar, deve continuar caminhando com as armas que tem.&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Isso é o que Steve Jobs chama de unir os pontos. Uma breve interrupção na caminhada é apenas um momento para reflexão e ajustes. Mais adiante, os pontos vão se unir outra vez e não há qualquer adversidade que não se transforme em vantagem no futuro.&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;A oportunidade na docência me deu também a oportunidade de conhecer centenas ou milhares de pessoas que, de alguma forma, contribuíram sobremaneira para o meu desenvolvimento pessoal e profissional. Quantos cursos, livros e outras indicações surgiram daí.&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;No fim da história, com grande parte dessas pessoas e profissionais, além de se tornarem clientes, ainda foi possível estabelecer um vínculo de amizade, o qual desejo manter nos próximos cinquenta anos. Novos vínculos sempre abrem novas portas e ajudam a estabelecer novos elos.&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;O lado bom da docência é que você poder ir além do conhecimento, do relacionamento e do salário. O dinheiro ajuda? Claro que ajuda, mas, na prática, o que vale mesmo é a chance de abrir uma porta após a outra através de milhares de pessoas que cruzam o nosso caminho.&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Por outro lado, para um professor medíocre, que se entrega à docência apenas para sobreviver, resta a única esperança: o maldito dia da aposentadoria. Ser professor, em qualquer nível de conhecimento, demanda uma competência não ensinada nas escolas: o encantamento.&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;E para encantar pessoas na docência, muito mais do que título, método, conhecimento específico e relacionamento, você precisa, acima de tudo, saber diagnosticar as emoções humanas para aplicar a dose certa de conhecimento de acordo com as necessidades de cada aprendiz.&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Pense nisso e seja feliz!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="color: red;"&gt;&lt;b&gt;Publicado em 9-Nov-2011, por Jerônimo Mendes,&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: red;"&gt; no&amp;nbsp; site: www.gestopole.com.br&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/310886352174507383-1689639739493079951?l=claudiiblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://claudiiblog.blogspot.com/feeds/1689639739493079951/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://claudiiblog.blogspot.com/2011/12/o-lado-bom-da-docencia.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/310886352174507383/posts/default/1689639739493079951'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/310886352174507383/posts/default/1689639739493079951'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://claudiiblog.blogspot.com/2011/12/o-lado-bom-da-docencia.html' title='O lado bom da docência'/><author><name>Cláudio Natalício</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15111391695868473519</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_dzbjkX9nqkU/SywP3aOgTVI/AAAAAAAAAj0/PGmkY73WQdw/S220/pai+2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-kK_oUYQ1Hu0/TsrUjQBGC9I/AAAAAAAADuw/qX_BTqVMtwk/s72-c/a.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-310886352174507383.post-1463330486438276508</id><published>2011-12-25T05:04:00.001-02:00</published><updated>2011-12-25T05:04:00.391-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Crenças'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Comportamento'/><title type='text'>É Natal!</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-nGGEhY992GY/TtamiKiwvKI/AAAAAAAAD0Y/jlCnsDlFtNU/s1600/a.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="302" src="http://2.bp.blogspot.com/-nGGEhY992GY/TtamiKiwvKI/AAAAAAAAD0Y/jlCnsDlFtNU/s400/a.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Que o Natal não fique só nisso!!!&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Que seja um começo de um ano melhor,&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Ano Novo que já está aí pertinho!&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Cláudio Natalício &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/310886352174507383-1463330486438276508?l=claudiiblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://claudiiblog.blogspot.com/feeds/1463330486438276508/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://claudiiblog.blogspot.com/2011/12/e-natal.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/310886352174507383/posts/default/1463330486438276508'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/310886352174507383/posts/default/1463330486438276508'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://claudiiblog.blogspot.com/2011/12/e-natal.html' title='É Natal!'/><author><name>Cláudio Natalício</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15111391695868473519</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_dzbjkX9nqkU/SywP3aOgTVI/AAAAAAAAAj0/PGmkY73WQdw/S220/pai+2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-nGGEhY992GY/TtamiKiwvKI/AAAAAAAAD0Y/jlCnsDlFtNU/s72-c/a.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-310886352174507383.post-6609401431512614742</id><published>2011-12-24T05:05:00.008-02:00</published><updated>2011-12-24T05:05:00.322-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Comportamento'/><title type='text'>Tudo preparado???</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-YkggKgwYy4Q/Ttaluv_6IyI/AAAAAAAAD0Q/kyxfFGl_Dw4/s1600/a.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="266" src="http://4.bp.blogspot.com/-YkggKgwYy4Q/Ttaluv_6IyI/AAAAAAAAD0Q/kyxfFGl_Dw4/s400/a.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;Amanhã é Natal!&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;Como foi a limpeza de ontem?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;span style="color: red;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;Pronto para comemorar mais um ano de realizações???&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;Um grande abraço,&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;span style="color: red;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;&lt;span style="color: purple;"&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;Cláudio Natalício&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/310886352174507383-6609401431512614742?l=claudiiblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://claudiiblog.blogspot.com/feeds/6609401431512614742/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://claudiiblog.blogspot.com/2011/12/tudo-preparado.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/310886352174507383/posts/default/6609401431512614742'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/310886352174507383/posts/default/6609401431512614742'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://claudiiblog.blogspot.com/2011/12/tudo-preparado.html' title='Tudo preparado???'/><author><name>Cláudio Natalício</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15111391695868473519</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_dzbjkX9nqkU/SywP3aOgTVI/AAAAAAAAAj0/PGmkY73WQdw/S220/pai+2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-YkggKgwYy4Q/Ttaluv_6IyI/AAAAAAAAD0Q/kyxfFGl_Dw4/s72-c/a.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-310886352174507383.post-3964278069314111189</id><published>2011-12-23T05:02:00.013-02:00</published><updated>2011-12-23T05:02:00.423-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Comportamento'/><title type='text'>Será Que Não Está Na Hora de Fazer uma “Limpeza” na sua vida?</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-3wA-nDE6aok/TtalIbhE9dI/AAAAAAAAD0I/huNyZzRaKqY/s1600/a.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="400" src="http://1.bp.blogspot.com/-3wA-nDE6aok/TtalIbhE9dI/AAAAAAAAD0I/huNyZzRaKqY/s400/a.jpg" width="352" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Com tantos afazeres no cotidiano profissional, muitas pessoas esquecem de vez por outra colocar sua vida em ordem.&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;O que mais se houve hoje em dia é que não se tem tempo para tantos trabalhos.&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Até a própria vida particular de muitos profissionais ficam em segundo plano, pois a empresa, o trabalho e até mesmo o dinheiro que se ganha são mais importantes do que ser feliz.&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Por essa razão quero convidar você amigo leitor a fazer uma verdadeira “limpeza” na sua vida como um todo, portanto:&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Retire tudo do seu guarda-roupa, reorganize tudo no seu devido lugar e as roupas e objetos que não deseja mais os encaminhe para doação.&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Os livros e apostilas que não servirem mais para você façam doação para bibliotecas públicas.&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Leve ser carro para revisão.&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Coloque em dias suas correspondências.&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Devolva algo que você pegou emprestado e peça de volta tudo aquilo que emprestou.&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Confira seus extratos bancários e visite o gerente da sua conta para uma boa conversa.&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Reorganize seus objetos pessoais.&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Faça uma visita ao seu médico e siga suas orientações.&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Visite parentes e amigos para colocar o papo em dia.&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;E por último faça uma faxina geral nos seus e-mails e também no seu computador, caso seja necessário troque-o ou mande o mesmo para técnico ajustar o que for necessário.&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Essas são atitudes simples que você pode começar a fazer hoje mesmo para ter mais qualidade de vida&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Afinal de contas, quando nos reorganizamos e nos desfazemos de coisas que não fazem mais sentidos, abrindo mais espaço para que a prosperidade se instale mais e mais em nossa vida.&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Pense nisso e tome novas atitudes em sua vida a partir de agora.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: purple;"&gt;Contato para palestras: www.eugeniosales.com.br&lt;/span&gt;&lt;br style="color: purple;" /&gt;&lt;span style="color: purple;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: purple;"&gt;Publicado em 25-Nov-2011, por Eugênio Sales Queiroz&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;,&lt;b&gt;&lt;span style="color: purple;"&gt; no site: www.gestopole.com.br&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/310886352174507383-3964278069314111189?l=claudiiblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://claudiiblog.blogspot.com/feeds/3964278069314111189/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://claudiiblog.blogspot.com/2011/12/sera-que-nao-esta-na-hora-de-fazer-uma.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/310886352174507383/posts/default/3964278069314111189'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/310886352174507383/posts/default/3964278069314111189'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://claudiiblog.blogspot.com/2011/12/sera-que-nao-esta-na-hora-de-fazer-uma.html' title='Será Que Não Está Na Hora de Fazer uma “Limpeza” na sua vida?'/><author><name>Cláudio Natalício</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15111391695868473519</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_dzbjkX9nqkU/SywP3aOgTVI/AAAAAAAAAj0/PGmkY73WQdw/S220/pai+2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-3wA-nDE6aok/TtalIbhE9dI/AAAAAAAAD0I/huNyZzRaKqY/s72-c/a.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-310886352174507383.post-1736082987840055323</id><published>2011-12-22T05:00:00.013-02:00</published><updated>2011-12-22T05:00:07.952-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Comportamento'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ivan Postigo'/><title type='text'>Você está criando ou adiando o futuro?</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-_-0iKxU7mlI/Trm6uuUgeHI/AAAAAAAADtE/qCli1XO0k48/s1600/a.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://3.bp.blogspot.com/-_-0iKxU7mlI/Trm6uuUgeHI/AAAAAAAADtE/qCli1XO0k48/s320/a.jpg" width="291" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&amp;nbsp;Quando você pensa no futuro, mentalmente cria imagens.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;A casa dos sonhos sempre está lá, junto daquele carro tão desejado, acompanhados de uma poupança para educação dos filhos, com direito a viagens de férias, que podem nos levar para a linda Monte Verde, a deliciosa Campos do Jordão, as encantadoras Serras Gauchas, as paradisíacas praias nordestinas ou uma lua de mel em New York, London “or” Paris.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Você sabe que terá apenas uma vida. Ainda que acredite em reencarnação, esse passaporte e esse CPF pertencerão apenas a essa pessoa que está lendo este material agora.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Não sabemos se voltaremos e reencarnaremos como seres humanos ou como uma minhoca, como alguns acreditam.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Temos o direito e devemos sonhar.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Walt Disney dizia: “Tudo o que você é capaz de sonhar é capaz de realizar!”&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;É verdade, mas não sonhando, agindo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Sonhos nos induzem a elaboração de planos que nos incentivam a ação.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Um plano precisa ser bem elaborado para que a ação tenha fundamentação.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Quando falamos em concretização de sonhos, em busca de sucesso, sempre mencionamos que é preciso trabalhar, e trabalhar muito.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Essa é uma meia verdade.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Ao ler isto, você vai me dizer: - Agora já não entendo mais nada! Você sempre diz que planos são importantes e a ação fundamental, pois o sucesso só aparece com muito trabalho. O que mudou?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Realmente disse e vou continuar insistindo nisso, mas é importante destacar um aspecto no conceito&amp;nbsp; trabalhar muito.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Temos que trabalhar muito sim, mas da maneira certa!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Ao caminharmos firmes e fortes na direção errada só nos afastaremos dos nossos objetivos.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Tenho visto pessoas chegarem cedo nas empresas, mergulharem no trabalho, passarem 10, 12 , 16 horas fazendo e refazendo tarefas que não as levarão muito longe.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Acreditem, com todos os recursos que temos para processamento de informações ainda encontro pessoas contando os estoques todos os dias!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Quando questionadas dizem: É rápido!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Como rápido? Há sempre alguém aguardando a informação para agir.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Por experiência posso dizer: contam os estoques todos os dias, manuseiam as mesmas peças, e quando você audita o trabalho sabe o que percebe?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;A contagem está errada. As quantidades não batem, trocaram os códigos, digitaram errado. Não contaram e assumiram o que estava na etiqueta, e assim por diante.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Ah, mas isso é só um detalhe!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Não, isso não é um detalhe, é uma cultura. De uma espiada com cuidado e perceberá que muitas outras coisas também seguem essa filosofia.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;É a cultura do mais ou menos está bom. É feito rápido, é feito errado, é feito muitas vezes!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Pelo amor do Grande Deus, deixe para fazer as coisas mais ou menos nas férias.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Não desperdice 50% do seu dia na empresa, adiando o seu futuro e atrapalhando os planos dos outros.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;É melhor passar um dia fazendo piadas embaixo de um guarda-sol, tomando água de coco, do que no meio de pessoas atarefadas e preocupadas.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Alegria e descontração no trabalho são aspectos importantes, mas sem perder o foco: a razão da sua participação naquele projeto.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Quando encantar seus colegas, a si próprio, com a excelência da sua atuação, sem que se de conta estará encantando os clientes.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Não adianta ser rápido e andar o dia inteiro quando você está na direção errada. A única coisa que vai conseguir é se afastar ainda mais do seu objetivo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Minhas maiores realizações estão ligadas a grupos de pessoas determinadas, projetos exaustivamente debatidos e ações conduzidas com atenção e cuidados necessários.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Muitos profissionais me encontram e usam uma frase que considero a mais gratificante de todas: - Quando vamos trabalhar juntos novamente?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Eu só tenho uma resposta: - Vocês foram os mentores. Vocês foram os responsáveis por aquele sucesso!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Talvez um dia possa reunir alguns em um projeto, mas sei que é difícil. O tempo nos leva para&amp;nbsp; caminhos&amp;nbsp; diferentes.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Aqueles que assumiram posições gerenciais e diretivas em grandes organizações não estão mais disponíveis. Esses sim estão construindo o futuro.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Futuro, futuro!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Falamos muito do futuro, mas o que é o futuro?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Hoje estamos vivendo o futuro que ontem tentávamos imaginar como seria.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Você é quem decide se amanhã viverá na casa dos&amp;nbsp; seus sonhos ou continuará sonhando&amp;nbsp; com a casa em que viverá!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Minha contribuição, quando posso, é para que comemore a viva vida. Que esta não seja apenas uma passagem de esperança, mas de determinação, sem adiamentos de compromissos com as nossas verdades.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;É gratificante encontrar os amigos, poder olhá-los nos olhos, e, num forte e verdadeiro abraço pelo que conseguimos com mútua ajuda, dizer: - Obrigado, tenho orgulho e prazer de trabalhar contigo!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Hoje é o futuro que sonhamos. Como será amanhã?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Sonhemos para imaginar, acordemos para realizar!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;Ivan Postigo&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;Diretor de Gestão Empresarial&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;Articulista, Escritor, Palestrante&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;Postigo Consultoria Comunicação e Gestão&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;Fones&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; (11) 4526 1197&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; /&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; (11) 9645 4652&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;www.postigoconsultoria.com.br&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;Twitter: @ivanpostigo&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;Skype: ivan.postigo&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="color: purple;"&gt;&lt;b&gt;Publicado em 4-Nov-2011 , no site: www.gestopole.com.br&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/310886352174507383-1736082987840055323?l=claudiiblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://claudiiblog.blogspot.com/feeds/1736082987840055323/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://claudiiblog.blogspot.com/2011/12/voce-esta-criando-ou-adiando-o-futuro.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/310886352174507383/posts/default/1736082987840055323'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/310886352174507383/posts/default/1736082987840055323'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://claudiiblog.blogspot.com/2011/12/voce-esta-criando-ou-adiando-o-futuro.html' title='Você está criando ou adiando o futuro?'/><author><name>Cláudio Natalício</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15111391695868473519</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_dzbjkX9nqkU/SywP3aOgTVI/AAAAAAAAAj0/PGmkY73WQdw/S220/pai+2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-_-0iKxU7mlI/Trm6uuUgeHI/AAAAAAAADtE/qCli1XO0k48/s72-c/a.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-310886352174507383.post-1180401663614030966</id><published>2011-12-21T05:05:00.011-02:00</published><updated>2011-12-21T05:05:00.753-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Comportamento'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ivan Postigo'/><title type='text'>Um espaço na mente, um lugar no coração</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-ACBZrwyZ_v8/Trm55vHoVzI/AAAAAAAADsw/ArHDPzmG56g/s1600/a.jpeg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://1.bp.blogspot.com/-ACBZrwyZ_v8/Trm55vHoVzI/AAAAAAAADsw/ArHDPzmG56g/s320/a.jpeg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;A vida é uma viagem cheia de apreensões, expectativas, experiências, ilusões, realidades, que, ao gerarem emoções, provocam sentimentos e despertam novos desejos.&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;A busca por momentos melhores na vida leva as pessoas a certa inquietude, instigando o interesse por novas aventuras.&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;O atendimento a essas expectativas é feito com experiências referenciais, que são criadas por essas mesmas ilusões e também senso de realidade.&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Com base nesses referenciais, criam-se símbolos que servem como identificação.&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;As pessoas procuram se igualar aos seus ícones para serem diferentes da maioria, em busca de superação de suas limitações e de seus próprios referenciais.&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;O ícone não só identifica o que se quer ter, mas o que se quer ser.&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Ícones podem se transformar em marcas e expressar os desejos do homem.&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;As marcas podem se associar a produtos para atender esses desejos.&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Com isso, novos e diferentes produtos se tornam o alvo das expectativas humanas.&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Cada objetivo atingido pelo homem o leva à novas necessidades, em busca de novas sensações.&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;A mente desse espectador é como uma tela branca, aguardando a pintura certa. Um espaço vazio a ser preenchido.&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Quem souber completá-la, com as cores certas, terá um espaço em sua mente e o tornará um consumidor e seu cliente.&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Ao entender a identificação do público com a marca passamos a compreendê-lo melhor e a atender suas expectativas.&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;É importante lembrar que somos mais impulsionados pelas nossas percepções do que pelas realidades.&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;No mundo moderno, você é o que você come, bebe, veste e usa.&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Essa gravação é feita a fogo, que é o próprio significado da palavra brand!&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Na nossa mente, ao nos comportamos como nossos ícones, nos tornamos parecidos com eles, nos igualamos ou os superamos.&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Nessa batalha por evidenciação, a marca é uma referencia de superação para quem tem acesso e para quem cria.&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;A marca carrega em si a ilusão da promessa de ser o passaporte para o sentimento de realização.&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;A marca é a expressão dos desejos do homem.&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Algumas vezes representa uma clara manifestação, outras uma misteriosa manifestação dos desejos de quem cria e de quem se identifica com ela.&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Basta observar que as modas costumam atender grandes insatisfações ou expectativas de grupos bem definidos de pessoas.&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Muitas marcas nascem em pequenas empresas e nas periferias das cidades por causa da maior proximidade de seus criadores com os acontecimentos.&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;A marca visa diferenciar o produto, é a mensagem à procura de identidade.&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;O sucesso se dá quando a mensagem encontra aconchego em algum destino.&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Entender o sucesso da marca é entender as expectativas dos homens, suas realidades e sonhos.&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;A aceitação de uma marca carrega em si mais informações que qualquer estudioso do comportamento possa imaginar.&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Marcas estabelecem registros de gerações.&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Marcas mudam comportamentos e, fatalmente, acabam sendo influenciadas por estes.&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Por essa razão, um chinelo, um sabonete, um alimento atravessam gerações, enquanto bens de maior valor como carros deixam de existir.&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;O homem quer bem estar, saúde, conforto, reconhecimento e destaque.&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Por essa razão, está sempre em busca do produto mais saudável, mais gostoso, mais bonito, mais confortável, mais respeitável, que dê status, que o coloque em evidência.&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;O Oscar, por exemplo, nada mais é do que uma marca de atendimento às necessidades de reconhecimento.&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Nesse sentido, se consome mais a marca que o produto.&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Para o consumidor, um produto, uma empresa, não basta serem os melhores, têm que parecer melhores.&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Aproveitar o momento permite conquistar a mente do consumidor, criar o momento, a conquista do seu coração.&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Na sua empresa, ao criar produtos e marcas lembre-se que a mensagem é muito simples: “Conquiste minha mente e lembrarei de ti, conquiste meu coração e não te esquecerei”.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;Ivan Postigo&lt;/span&gt;&lt;br style="color: red;" /&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;Diretor de Gestão Empresarial&lt;/span&gt;&lt;br style="color: red;" /&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;Articulista, Escritor, Palestrante&lt;/span&gt;&lt;br style="color: red;" /&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;Postigo Consultoria Comunicação e Gestão&lt;/span&gt;&lt;br style="color: red;" /&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;Fones&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; (11) 4526 1197&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; /&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; (11) 9645 4652&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;br style="color: red;" /&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;www.postigoconsultoria.com.br&lt;/span&gt;&lt;br style="color: red;" /&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;Twitter: @ivanpostigo&lt;/span&gt;&lt;br style="color: red;" /&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;Skype: ivan.postigo&lt;/span&gt;&lt;br style="color: red;" /&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br style="color: red;" /&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;Rodrigo Postigo, Editor chefe e apresentador, traz o maravilhoso mundo da engenharia até você na TV FACENS.&lt;/span&gt;&lt;br style="color: red;" /&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;Veja os vídeos no site www.tvfacens.com.br&lt;/span&gt;&lt;br style="color: red;" /&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;Assista, envie suas dúvidas, participe.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="color: purple;"&gt;&lt;b&gt;Publicado em 7-Nov-2011, no site: www.gestopole.com.br&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/310886352174507383-1180401663614030966?l=claudiiblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://claudiiblog.blogspot.com/feeds/1180401663614030966/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://claudiiblog.blogspot.com/2011/12/um-espaco-na-mente-um-lugar-no-coracao.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/310886352174507383/posts/default/1180401663614030966'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/310886352174507383/posts/default/1180401663614030966'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://claudiiblog.blogspot.com/2011/12/um-espaco-na-mente-um-lugar-no-coracao.html' title='Um espaço na mente, um lugar no coração'/><author><name>Cláudio Natalício</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15111391695868473519</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_dzbjkX9nqkU/SywP3aOgTVI/AAAAAAAAAj0/PGmkY73WQdw/S220/pai+2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-ACBZrwyZ_v8/Trm55vHoVzI/AAAAAAAADsw/ArHDPzmG56g/s72-c/a.jpeg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-310886352174507383.post-5851952182279068108</id><published>2011-12-20T05:05:00.014-02:00</published><updated>2011-12-20T05:05:01.055-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Comportamento'/><title type='text'>O Mágico Sete</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-aSGaqXwi4hM/Trm41otkG0I/AAAAAAAADso/_J236jf7fpo/s1600/a.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://3.bp.blogspot.com/-aSGaqXwi4hM/Trm41otkG0I/AAAAAAAADso/_J236jf7fpo/s320/a.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Com efeito, o sete é até mágico para o Consultor. Pois que em sete dias criou-se o mundo e se vive a semana , sete são as cores do arco-iris, os planetas, as virtudes teologais, os Centros cármicos do Yoga, a "conta do mentiroso", o ciclo lunar e, ainda,- isso interessa particularmente aos Consultores-, sete são também os principais e mais relevantes fatores para ele, como "agente de mudança", afinal, objetivo principal e foco de toda Consultoria. Se não, vejamos:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&amp;nbsp;1º. As pessoas se sentem incomodadas com a mudança, constrangidas e pouco à vontade.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;A maioria prefere mesmo é não mudar, continuando em sua zona de conforto e o Consultor sempre vai enfrentar algum nível - mais forte ou mais fraco, dissimulado ou não -, de reação à mudança;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;2º. Medo da mudança: Todos pensam, primeiramente, no que estão perdendo, na segurança de onde estão saindo e têm medo do desconhecido para aonde estão mudando. Valerá a pena trocar o mal que se conhece por um bem que se desconhece?;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;3º. Em face da mudança as pessoas podem se sentir solitárias, sem poder expressar sentimentos e emoções, tendo que demonstrar fortaleza, arrojo e segurança e, assim, esse é o melhor momento para o Consultor fazê-las falar, se expressar e dizer das suas dúvidas e apreensões. Desabafar, enfim;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;4º. As pessoas têm um limite de aceitação das mudanças e quando é feita aos poucos, gradualmente, elas podem até entrar em paranóia, sentindo-se inseguras e ameaçadas, esperando o pior. Maquiavel até recomendava que a intervenção "punitiva" fosse feita de uma só vez e os agrados se distribuíssem aos poucos, fazendo-os durar...&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;5º. Em qualquer equipe há os que aceitam mais e melhor as mudanças e outros, justo ao contrário. Desse modo, o Consultor deve procurar se apoiar nos elementos positivos e nas intervenções que- em curto prazo-, possam dar certo, ganhando credibilidade com isso e estimulando os recalcitrantes a colaborarem;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;6º. Com frequência alega-se que faltam recursos. Isso pode ser uma desculpa, por ignorância ou até má-fé. Cabe ao Consultor descobrir, sugerir, modificar, emprestar e estimular o uso do que se tem, por vezes não percebido ou subutilizado; e&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;7º. As pessoas tendem a voltar aos comportamentos antigos. Daí a conveniência, e até necessidade, de se "manter a pressão", acompanhar, dar "feed-back" e até cobrar e intervir de novo, no processo de mudança.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Pronto, aí estão nossos mais importantes aspectos de toda e qualquer mudança organizacional, até porque, para dar certo seu trabalho, o Consultor tem que ter um pouco de prestidigitador, tirando lá da manga uma carta: seu oportuno, valioso e até mágico sete ......&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;Luiz Affonso Romano e Paulo Jacobsen. Extraído do " Módulo Mudança" do Curso de Desenvolvimento de Consultores (www.blogdoconsultor.com).&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: purple;"&gt;Publicado em 7-Nov-2011, no site: www.gestopole.com.br&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/310886352174507383-5851952182279068108?l=claudiiblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://claudiiblog.blogspot.com/feeds/5851952182279068108/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://claudiiblog.blogspot.com/2011/12/o-magico-sete.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/310886352174507383/posts/default/5851952182279068108'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/310886352174507383/posts/default/5851952182279068108'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://claudiiblog.blogspot.com/2011/12/o-magico-sete.html' title='O Mágico Sete'/><author><name>Cláudio Natalício</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15111391695868473519</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_dzbjkX9nqkU/SywP3aOgTVI/AAAAAAAAAj0/PGmkY73WQdw/S220/pai+2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-aSGaqXwi4hM/Trm41otkG0I/AAAAAAAADso/_J236jf7fpo/s72-c/a.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-310886352174507383.post-5143536269859762543</id><published>2011-12-19T05:01:00.015-02:00</published><updated>2011-12-19T05:01:00.094-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Finanças'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Comportamento'/><title type='text'>Mudanças Em Gestação</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-EImkZm4Balo/Trm28yjtK1I/AAAAAAAADsY/4wucixerezo/s1600/a.jpeg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="216" src="http://3.bp.blogspot.com/-EImkZm4Balo/Trm28yjtK1I/AAAAAAAADsY/4wucixerezo/s320/a.jpeg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;&amp;nbsp;Benedicto Ismael C. Dutra&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;De repente a população se dá conta que o sistema econômico não está cumprindo seu papel com equidade, pois às oportunidades de ganhos estão concentradas em poucas mãos, enquanto as perdas estão sendo distribuídas sobre toda a sociedade. Para conseguirmos mudanças que humanizem o mundo precisamos muito mais do que um movimento indefinido de indignados, pois temos de saber o que pretendemos alcançar. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;As tragédias humanas têm demonstrado que somente poderão surgir mudanças para melhor no tocante aos sistemas políticos e econômicos para que funcionem promovendo o beneficio geral, por meio de reivindicação consciente, sem violência nem o emprego dos procedimentos extremados que promovem a desordem e a instabilidade. Precisamos de uma mudança de sintonização que estabeleça o bem geral como meta.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Inegavelmente, apesar dos avanços tecnológicos surgiram os inconvenientes dispersivos da atenção. Ademais, as novas gerações enfrentam condições mais adversas e exigentes, seja na competitividade agressiva, na necessidade de atividade remunerada do casal, nos ambientes de trabalho insalubres. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;A ânsia por ganhos financeiros levou a irresponsabilidade desarrumando a economia. Hoje, enfrentamos os déficits monumentais nas contas governamentais que não raro pagaram por uma obra o custo de duas ou três. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Os magos das finanças agem como se fossem os donos do mundo, não se sensibilizando com nada nem com a miseria e sofrimento das massas. Os administradores públicos, com arrogância se julgam donos da verdade que não precisam prestar contas de seus atos, agindo com imprudência e irresponsabilidade.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Finalmente, a situação de insolvência de vários países leva a uma brutal austeridade distribuída para a população. Apesar do entorpecimento da população consumista, as necessárias transformações para melhor estão surgindo como tema prioritário. Questões como direitos humanos, melhorias na educação, combate à corrupção e, oportunidade de empregos e equidade começam a ser debatidas, mas isso há de ser feito com lealdade. É preciso reconhecer que a educação não está desenvolvendo as capacitações humanas como deveria. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Uma pesquisa encomendada pelo Credit Suisse em 2010 revelou as tendências sobre o que pensam os jovens (Youth Barometer). Embora morando em países diferentes, muitos adolescentes compartilham sonhos, angústias e ideais comuns. Os jovens &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Brasileiros apontaram a corrupção como sua principal preocupação. Em seguida, apareciam desemprego, saúde, aposentadoria, criminalidade e educação. Para os jovens americanos a maior preocupação indicada foi o terrorismo, enquanto para os suíços, o crescimento do número de estrangeiros e sua integração encabeçavam a lista. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Conforme a revista PIB, nessa pesquisa foram ouvidos 1018 adolescentes sobre o tema religião. A pesquisa revela que, apesar das dificuldades, os brasileiros são otimistas e têm fé no futuro. Para 93% deles, honestidade e relações familiares são primordiais na vida. Ter uma boa educação, capacitação futura e ser capaz de viver de acordo com crenças religiosas e valores espirituais são igualmente importantes. Sobre o tema religião, 88% dos adolescentes brasileiros afirmaram acreditar na existência de um Deus, número muito superior ao dos suíços (43%) e norte-americanos (69%). &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Enfim, uma questão tão importante como essa requer um aprofundamento, pois na era da globalização não basta acreditar, é preciso adquirir convicção através da análise objetiva dos fatos. Segundo Abdruschin, de nada vale uma vaga crença na divindade. O ser humano deveria saber tudo que a Criação encerra, para reconhecer as leis fundamentais nela atuantes, portadoras da vontade de Deus, pois somente através desse saber é que o ser humano pode se entrosar como é devido para beneficiar, alegrando tudo o que o cerca, recebendo em reciprocidade ascensão e aquela maturidade que pode e deve alcançar. Só dessa forma os seres humanos estariam capacitados a construir um mundo verdadeiramente humano, sem o sofrimento que mutuamente se causam para a satisfação das próprias cobiças e vaidades.&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&lt;span style="color: red;"&gt;&amp;nbsp; * Benedicto Ismael Camargo Dutra, graduado pela Faculdade de Economia e Administração da USP, é articulista colaborador de jornais e realiza palestras sobre temas ligados à qualidade de vida. Atualmente, é um dos coordenadores do www.library.com.br, site sem fins lucrativos, e autor dos livros&amp;nbsp; Encontro com o Homem Sábio , Reencontro com o Homem Sábio,&amp;nbsp; A Trajetória do Ser Humano na Terra e Nola – o manuscrito que abalou o mundo, editados pela Editora Nobel com o selo Marco Zero. E-mail: bidutra@attglobal.net&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="color: purple;"&gt;&lt;b&gt;Publicado em 4-Nov-2011, por Simone Bertelli&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: purple;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: purple;"&gt;no site: www.gestopole.com.br &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/310886352174507383-5143536269859762543?l=claudiiblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://claudiiblog.blogspot.com/feeds/5143536269859762543/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://claudiiblog.blogspot.com/2011/12/mudancas-em-gestacao.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/310886352174507383/posts/default/5143536269859762543'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/310886352174507383/posts/default/5143536269859762543'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://claudiiblog.blogspot.com/2011/12/mudancas-em-gestacao.html' title='Mudanças Em Gestação'/><author><name>Cláudio Natalício</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15111391695868473519</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_dzbjkX9nqkU/SywP3aOgTVI/AAAAAAAAAj0/PGmkY73WQdw/S220/pai+2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-EImkZm4Balo/Trm28yjtK1I/AAAAAAAADsY/4wucixerezo/s72-c/a.jpeg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-310886352174507383.post-2372798844470926452</id><published>2011-12-18T05:02:00.011-02:00</published><updated>2011-12-18T05:02:00.221-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Comportamento'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ivan Postigo'/><title type='text'>O homem no caminho dos elefantes</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-7RhWEJFVFRI/Trm14rGjhfI/AAAAAAAADsQ/UwNLjILBj7o/s1600/a.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="300" src="http://3.bp.blogspot.com/-7RhWEJFVFRI/Trm14rGjhfI/AAAAAAAADsQ/UwNLjILBj7o/s400/a.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Algumas teses defendem que o Brasil é um país ainda em desenvolvimento, por ser uma nação jovem. Interessante, deixa espaço para uma pergunta: o que acontecerá no país quando não for mais tão jovem?&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Seus propositores dirão: com a idade, seu povo ganhará experiência e gerará o progresso!&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Algo nessa tese não tem sustentação, afinal, não é esse nosso comportamento: quais atividades desenvolvemos e para isso procuramos pessoas que não sejam jovens?&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Os anúncios em busca de profissionais pedem experiência, mas, por outro lado, muitos selecionadores consideram pessoas com pouco de mais de quarenta anos velhas!&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;E há um aspecto que marca o processo: são jovens com pouco de mais de vinte anos que estão avaliando candidatos com décadas de experiência. Há uma brutal inversão de valores.&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Na natureza, não se vê esse erro. Bandos de animais são conduzidos pelos mais velhos e experientes. O homem primitivo era extremamente contemplativo, assim aprendia.&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;E nós, contemplativos? Como? Impossível, não podemos parar!&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Entremos na máquina do tempo, e, sentados em local alto e seguro, vamos agir como nossos ancestrais: observar, refletir, aprender.&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Veja! Logo à nossa frente, lá vai ela: uma manada de elefantes do deserto!&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Enquanto olhamos, anciãos da tribo, com impressionante calma, nos dizem:&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;“Os elefantes vivem em sociedade, como nós, e são conduzidos pela matriarca mais velha, cuja sabedoria é resultado do conhecimento de várias gerações, portanto secular.&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Estas podem viver entre 60 e 70 anos, e guardam na memória os caminhos da migração e das fontes de água e pastos. - Quem sabe esta não é a origem da fama da prodigiosa capacidade de retenção de informações que têm os elefantes? Por genética? Acho que não, mais por exercício!&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;A morte prematura das líderes coloca em risco as manadas, que, com pouca orientação, vagam sem rumo.&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Na vida dos animais migrantes não é a pressa que os move, mas a prontidão. O tempo que o tempo dá. O tempo que o tempo tem.&amp;nbsp; O tempo determina vida ou morte!&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;É a lenta e constante marcha que garante a sobrevivência dos frágeis e também dos debilitados membros da manada. O poder, sabem eles, não está na força e sabedoria de um, mas de todos, portanto a preservação é fundamental!&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Os membros mais velhos são referências para os mais novos, pois são estes que indicam as plantas que podem ser comidas, os caminhos para as fontes de água, os efeitos das camadas de ar na propagação dos sons, para difusão de seus chamados, a sutileza para farejar a chuva, à distância de três dezenas de quilômetros, onde e quando começa e termina a marcha.&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;A importância desses membros é tão grande para o grupo que os vivos resistem em abandonar seus mortos, ficando ao seu lado dias.&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;O valor de cada integrante é demonstrado em situações de perigo, pois em sua defesa não vem apenas um, mas toda a manada. Filhotes jamais ficam desprotegidos.&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Como reagem em situação de perigo?&amp;nbsp; Na frente, os mais fortes!&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Por quê, e a experiência? Protegida! Isso é sabedoria, resultado do conhecimento!&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Depois de muita reflexão, voltando do túnel do tempo, fica uma dúvida: nosso aprendizado é deficiente por falta de pedras para sentar, anciãos para ensinar ou elefantes para ver passar?&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;No deserto de nossas mentes, certamente faltam pegadas da migração, fator imprescindível para acumulação do conhecimento, que leva à sabedoria!&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Enquanto nossos jovens descartam nossos velhos, na minha inocência, quantas vezes não pensei: - Ah, se no Brasil tivéssemos elefantes...&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;Ivan Postigo&lt;/span&gt;&lt;br style="color: red;" /&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;Diretor de Gestão Empresarial&lt;/span&gt;&lt;br style="color: red;" /&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;Articulista, Escritor, Palestrante&lt;/span&gt;&lt;br style="color: red;" /&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;Postigo Consultoria Comunicação e Gestão&lt;/span&gt;&lt;br style="color: red;" /&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;Fones&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; (11) 4526 1197&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; /&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; (11) 9645 4652&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;br style="color: red;" /&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;www.postigoconsultoria.com.br&lt;/span&gt;&lt;br style="color: red;" /&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;Twitter: @ivanpostigo&lt;/span&gt;&lt;br style="color: red;" /&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;Skype: ivan.postigo&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: purple;"&gt;Publicado em 4-Nov-2011, no site: www.gestopole.com.br&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/310886352174507383-2372798844470926452?l=claudiiblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://claudiiblog.blogspot.com/feeds/2372798844470926452/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://claudiiblog.blogspot.com/2011/12/o-homem-no-caminho-dos-elefantes.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/310886352174507383/posts/default/2372798844470926452'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/310886352174507383/posts/default/2372798844470926452'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://claudiiblog.blogspot.com/2011/12/o-homem-no-caminho-dos-elefantes.html' title='O homem no caminho dos elefantes'/><author><name>Cláudio Natalício</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15111391695868473519</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_dzbjkX9nqkU/SywP3aOgTVI/AAAAAAAAAj0/PGmkY73WQdw/S220/pai+2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-7RhWEJFVFRI/Trm14rGjhfI/AAAAAAAADsQ/UwNLjILBj7o/s72-c/a.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-310886352174507383.post-7166369036452341987</id><published>2011-12-17T05:06:00.004-02:00</published><updated>2011-12-17T05:06:00.253-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Comportamento'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Mente e Cérebro'/><title type='text'>Baixa renda está relacionada a risco de desenvolver transtornos</title><content type='html'>&lt;table border="0" cellpadding="4" cellspacing="0" class="interna-txt"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;table border="0" cellpadding="0" cellspacing="0"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td align="left" class="interna-ed" colspan="2" height="15"&gt;&lt;b&gt;Do site: www.mentecerebro.com.br em 26 de novembro de 2011&lt;/b&gt;&lt;/td&gt;                   &lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;         &lt;td colspan="2" height="6"&gt;&lt;img height="1" src="http://www2.uol.com.br/vivermente/img/px_branco.gif" width="1" /&gt;&lt;/td&gt;       &lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/td&gt;    &lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;      &lt;td align="center" class="interna-titulo"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt;&lt;tr style="color: red;"&gt;      &lt;td align="center" class="interna-olho"&gt;Distúrbios psíquicos são mais frequentes em pessoas com problemas financeiros&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="interna-autor"&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr style="color: blue;"&gt;&lt;td class="interna-txt"&gt;&lt;span class="interna-txt"&gt;     &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;table align="right" border="0" cellpadding="1" cellspacing="0" style="width: 300px;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;                   &lt;td align="right" class="img-credito" rowspan="3" width="10"&gt;&lt;img height="1" src="http://www2.uol.com.br/vivermente/img/px_branco.gif" width="1" /&gt;&lt;/td&gt;                   &lt;td align="right" class="img-credito"&gt;© williammpark/Shutterstock&lt;/td&gt;                 &lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;                   &lt;td align="center"&gt;&lt;img border="0" src="http://www2.uol.com.br/vivermente/noticias/img/baixarendaproblemaspsiquicosgrandeessa.jpg" /&gt;&lt;/td&gt;                 &lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;                   &lt;td class="img-legenda"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;                 &lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;                   &lt;td align="right" class="img-credito" colspan="2" height="10"&gt;&lt;img height="1" src="http://www2.uol.com.br/vivermente/img/px_branco.gif" width="1" /&gt;&lt;/td&gt;                 &lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;span class="interna-txt"&gt;Pessoas com menor poder aquisitivo têm  maior predisposição a desenvolver depressão e a tentar suicídio, segundo  pesquisa publicada na revista &lt;i&gt;Archives of General Psychiatry&lt;/i&gt;. A  equipe coordenada pelo psiquiatra Jitender Sareen, do Departamento de  Psiquiatria da Universidade de Manitoba, no Canadá, fez um estudo  prospectivo com 35 mil jovens americanos na faixa dos 20 anos, de  diferentes classes sociais. Os pesquisadores entrevistaram os  voluntários duas vezes em um intervalo de três anos. Eles foram  questionados sobre sua situação financeira e seu estado emocional.  Resultado: a incidência de distúrbios psíquicos foi maior entre aqueles  com renda mais baixa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Transtornos de ansiedade e abuso de álcool e drogas foram mais  frequentes entre os que perceberam sua renda diminuir ao longo dos três  anos em comparação com aqueles que mantiveram estabilidade em seus  rendimentos. No entanto, não houve relação entre a presença de distúrbio  psíquico no período da primeira entrevista e uma eventual redução de  renda nos anos seguintes. Segundo Sareen, as explicações podem ser  várias, mas há duas hipóteses principais: as defesas psicológicas podem  se fragilizar diante das dificuldades econômicas ou pode haver uma  “seleção social” com base na saúde mental das pessoas. “O distúrbio  mental em si afetaria o status socioeconômico, levando a uma progressiva  redução do poder aquisitivo”, observa.&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;      &lt;td align="right" class="pags"&gt;&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;                  &lt;td colspan="2"&gt;&lt;table align="center" border="0" cellpadding="4" cellspacing="2"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;     &lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/310886352174507383-7166369036452341987?l=claudiiblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://claudiiblog.blogspot.com/feeds/7166369036452341987/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://claudiiblog.blogspot.com/2011/12/baixa-renda-esta-relacionada-risco-de.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/310886352174507383/posts/default/7166369036452341987'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/310886352174507383/posts/default/7166369036452341987'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://claudiiblog.blogspot.com/2011/12/baixa-renda-esta-relacionada-risco-de.html' title='Baixa renda está relacionada a risco de desenvolver transtornos'/><author><name>Cláudio Natalício</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15111391695868473519</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_dzbjkX9nqkU/SywP3aOgTVI/AAAAAAAAAj0/PGmkY73WQdw/S220/pai+2.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-310886352174507383.post-131339480235251993</id><published>2011-12-16T05:02:00.006-02:00</published><updated>2011-12-16T05:02:00.090-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Comportamento'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Mente e Cérebro'/><title type='text'>Sistema de recompensa</title><content type='html'>&lt;table border="0" cellpadding="4" cellspacing="0" class="interna-txt"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;table border="0" cellpadding="0" cellspacing="0"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td align="left" class="interna-ed" colspan="2" height="15"&gt;&lt;b&gt;Do site: www.mentecerebro.com.br em 07 de novembro de 2011&lt;/b&gt;&lt;/td&gt;                   &lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;         &lt;td colspan="2" height="6"&gt;&lt;img height="1" src="http://www2.uol.com.br/vivermente/img/px_branco.gif" width="1" /&gt;&lt;/td&gt;       &lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/td&gt;    &lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;      &lt;td align="center" class="interna-titulo"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt;&lt;tr style="color: red;"&gt;      &lt;td align="center" class="interna-olho"&gt;Sexo e dinheiro estimulam áreas específicas do córtex cerebral&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="interna-autor"&gt;&amp;nbsp;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="interna-txt"&gt;&lt;span class="interna-txt"&gt;     &lt;table align="right" border="0" cellpadding="1" cellspacing="0" style="width: 300px;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;                   &lt;td align="right" class="img-credito" rowspan="3" width="10"&gt;&lt;img height="1" src="http://www2.uol.com.br/vivermente/img/px_branco.gif" width="1" /&gt;&lt;/td&gt;                   &lt;td align="right" class="img-credito"&gt;© shutterstock; montagem: rodrigo seixas&lt;/td&gt;                 &lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;                   &lt;td align="center"&gt;&lt;img border="0" src="http://www2.uol.com.br/vivermente/noticias/img/dinheiroesexoocupamareasdiferentesnocerebrogrande.jpg" /&gt;&lt;/td&gt;                 &lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;                   &lt;td class="img-legenda"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;                 &lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;                   &lt;td align="right" class="img-credito" colspan="2" height="10"&gt;&lt;img height="1" src="http://www2.uol.com.br/vivermente/img/px_branco.gif" width="1" /&gt;&lt;/td&gt;                 &lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Uma nota de 20 euros ou fotos eróticas.  Essas eram as recompensas de um jogo de azar simulado por pesquisadores  do Centro de Neurociência Cognitiva de Lyon, na França, que monitoraram o  cérebro dos voluntários empenhados em ganhar dinheiro ou estímulo  sexual. Observou-se que, dependendo da recompensa, diferentes áreas  corticais foram ativadas: as imagens de conteúdo sexual acionaram a  parte posterior do córtex orbitofrontal, responsável pela satisfação de  necessidades primárias como fome; o dinheiro estimulou a área anterior  dessa mesma estrutura, que responde a desejos secundários, como obter  reconhecimento.&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt; Segundo os autores do estudo, publicado na &lt;/span&gt;&lt;i style="color: blue;"&gt;Journal of Neuroscience&lt;/i&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;,  apesar de ambas as recompensas ativarem diversas áreas em comum –  estriato ventral, ínsula anterior, córtex cingulado anterior e  mesencéfalo –, estímulos mais complexos e abstratos, no caso, o  dinheiro, ativam a parte anterior do córtex. “Isso sugere que diferentes  regiões corticais 'avaliam' tipos distintos de recompensa. Estudar esse  mecanismo de associação pode ajudar a entender distúrbios como a  dependência de jogos de azar”, observa o autor do estudo, o  neurocientista Jean--Claude Dreher.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/310886352174507383-131339480235251993?l=claudiiblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://claudiiblog.blogspot.com/feeds/131339480235251993/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://claudiiblog.blogspot.com/2011/12/sistema-de-recompensa.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/310886352174507383/posts/default/131339480235251993'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/310886352174507383/posts/default/131339480235251993'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://claudiiblog.blogspot.com/2011/12/sistema-de-recompensa.html' title='Sistema de recompensa'/><author><name>Cláudio Natalício</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15111391695868473519</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_dzbjkX9nqkU/SywP3aOgTVI/AAAAAAAAAj0/PGmkY73WQdw/S220/pai+2.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-310886352174507383.post-5825703066839365788</id><published>2011-12-15T05:05:00.006-02:00</published><updated>2011-12-15T05:05:00.429-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Comportamento'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Saúde'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Mente e Cérebro'/><title type='text'>Após noites em claro</title><content type='html'>&lt;table border="0" cellpadding="4" cellspacing="0" class="interna-txt"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;table border="0" cellpadding="0" cellspacing="0"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td align="left" class="interna-ed" colspan="2" height="15"&gt;&lt;b&gt;Do site: www.mentecerebro.com.br em 04 de novembro de 2011&lt;/b&gt;&lt;/td&gt;                   &lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;         &lt;td colspan="2" height="6"&gt;&lt;img height="1" src="http://www2.uol.com.br/vivermente/img/px_branco.gif" width="1" /&gt;&lt;/td&gt;       &lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/td&gt;    &lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;      &lt;td align="center" class="interna-titulo"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt;&lt;tr style="color: red;"&gt;      &lt;td align="center" class="interna-olho"&gt;Passar muitas horas sem dormir deixa os neurônios menos ativos, como acontece quando dormimos&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="interna-autor"&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="interna-txt"&gt;&lt;span class="interna-txt"&gt;     &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;table align="right" border="0" cellpadding="1" cellspacing="0" style="width: 300px;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;                   &lt;td align="right" class="img-credito" rowspan="3" width="10"&gt;&lt;img height="1" src="http://www2.uol.com.br/vivermente/img/px_branco.gif" width="1" /&gt;&lt;/td&gt;                   &lt;td align="right" class="img-credito"&gt;© charobnica/shutterstock&lt;/td&gt;                 &lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;                   &lt;td align="center"&gt;&lt;img border="0" src="http://www2.uol.com.br/vivermente/noticias/img/neuroniosprivadosdesonogrande.jpg" /&gt;&lt;/td&gt;                 &lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;                   &lt;td class="img-legenda"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;                 &lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;                   &lt;td align="right" class="img-credito" colspan="2" height="10"&gt;&lt;img height="1" src="http://www2.uol.com.br/vivermente/img/px_branco.gif" width="1" /&gt;&lt;/td&gt;                 &lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;span class="interna-txt"&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Após muitas horas sem dormir, alguns tipos  de células neurais se tornam menos ativas, em estado semelhante ao do  sono. É o que mostra estudo publicado no periódico &lt;/span&gt;&lt;i style="color: blue;"&gt;Nature&lt;/i&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;.  Pesquisadores do Instituto de Farmacologia da Universidade de Zurique  mantiveram ratos despertos por períodos além do normal enquanto  monitoravam sua atividade cerebral por meio de minúsculos eletrodos. Foi  observado que, embora os animais permanecessem acordados, com a maior  parte das células ativadas – como acontece durante a vigília –, pequenos  grupos de neurônios passaram a apresentar estado semelhante ao do sono,  revelando baixa atividade. A privação de sono pareceu afetar  principalmente células neurais relacionadas à aprendizagem, pois  roedores treinados para vencer obstáculos para chegar até o alimento não  conseguiram mais realizar essa tarefa. Segundo os autores do estudo,  noites maldormidas podem afetar a capacidade de aprendizado e o  desempenho de atividades de forma semelhante em humanos.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/310886352174507383-5825703066839365788?l=claudiiblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://claudiiblog.blogspot.com/feeds/5825703066839365788/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://claudiiblog.blogspot.com/2011/12/apos-noites-em-claro.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/310886352174507383/posts/default/5825703066839365788'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/310886352174507383/posts/default/5825703066839365788'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://claudiiblog.blogspot.com/2011/12/apos-noites-em-claro.html' title='Após noites em claro'/><author><name>Cláudio Natalício</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15111391695868473519</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_dzbjkX9nqkU/SywP3aOgTVI/AAAAAAAAAj0/PGmkY73WQdw/S220/pai+2.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-310886352174507383.post-1269725377000027720</id><published>2011-12-14T05:02:00.007-02:00</published><updated>2011-12-14T05:02:00.985-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Comportamento'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Mente e Cérebro'/><title type='text'>O doce amargo da infância</title><content type='html'>&lt;table border="0" cellpadding="4" cellspacing="0" class="interna-txt"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;table border="0" cellpadding="0" cellspacing="0"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td align="left" class="interna-ed" colspan="2" height="15"&gt;&lt;b&gt;Do site: www.mentecerebro.com.br, em 03 de novembro de 2011&lt;/b&gt;&lt;/td&gt;                   &lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;         &lt;td colspan="2" height="6"&gt;&lt;img height="1" src="http://www2.uol.com.br/vivermente/img/px_branco.gif" width="1" /&gt;&lt;/td&gt;       &lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/td&gt;    &lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;      &lt;td align="center" class="interna-titulo"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt;&lt;tr style="color: red;"&gt;      &lt;td align="center" class="interna-olho"&gt;Esculturas de cerâmica da mostra &lt;i&gt;Momentos&lt;/i&gt; retratam brincadeiras, amigos imaginários e episódios de rejeição&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="interna-autor"&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr style="color: blue;"&gt;&lt;td class="interna-txt"&gt;&lt;span class="interna-txt"&gt;     &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;table align="right" border="0" cellpadding="1" cellspacing="0" style="width: 300px;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;                   &lt;td align="right" class="img-credito" rowspan="3" width="10"&gt;&lt;img height="1" src="http://www2.uol.com.br/vivermente/img/px_branco.gif" width="1" /&gt;&lt;/td&gt;                   &lt;td align="right" class="img-credito"&gt;lukas cravo&lt;/td&gt;                 &lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;                   &lt;td align="center"&gt;&lt;img border="0" src="http://www2.uol.com.br/vivermente/noticias/img/mostramomentosgrande.jpg" /&gt;&lt;/td&gt;                 &lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;                   &lt;td class="img-legenda"&gt;Meus amigos ocultos&lt;/td&gt;                 &lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;                   &lt;td align="right" class="img-credito" colspan="2" height="10"&gt;&lt;img height="1" src="http://www2.uol.com.br/vivermente/img/px_branco.gif" width="1" /&gt;&lt;/td&gt;                 &lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;span class="interna-txt"&gt;A disputa por um balanço no parque, a  carência da presença da mãe no berço − as singelas estátuas de argila  vestidas com tecidos e papéis desafiam o olhar do espectador. Em cenas  de brincadeiras de ciranda, de empinar pipa, de um bebê em seu cercado,  escapa uma ou outra expressão de desdém, de intriga, de expectativa  frustrada. Representações de memórias comuns deixam entrever a dimensão  das tragédias domésticas na mostra &lt;i&gt;Momentos – Esculturas de cerâmica&lt;/i&gt;, em cartaz na Caixa Cultural de Salvador.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As obras da artista plástica baiana Consuelo Radclyffe remetem tanto ao  delicado universo feminino da pintora portuguesa Paula Rego – que  retratou coloridas cenas familiares, repletas de ambiguidade sexual –,  cujas obras foram recentemente expostas na Pinacoteca, em São Paulo, bem  como as incômodas esculturas de Louise Bourgeois, que revivem mistérios  e dramas da infância. “&lt;i&gt;Momentos&lt;/i&gt; são passagens de minha vida e  também sonhos e pesadelos. Procurei mostrar não apenas a morbidez da  rejeição, mas as simples e intensas alegrias dessa etapa, que se projeta  no comportamento da vida adulta”, diz Consuelo, que vive em Londres.&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;      &lt;td align="right" class="pags"&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/310886352174507383-1269725377000027720?l=claudiiblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://claudiiblog.blogspot.com/feeds/1269725377000027720/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://claudiiblog.blogspot.com/2011/12/o-doce-amargo-da-infancia.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/310886352174507383/posts/default/1269725377000027720'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/310886352174507383/posts/default/1269725377000027720'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://claudiiblog.blogspot.com/2011/12/o-doce-amargo-da-infancia.html' title='O doce amargo da infância'/><author><name>Cláudio Natalício</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15111391695868473519</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_dzbjkX9nqkU/SywP3aOgTVI/AAAAAAAAAj0/PGmkY73WQdw/S220/pai+2.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-310886352174507383.post-9066830224728206455</id><published>2011-12-13T05:04:00.026-02:00</published><updated>2011-12-13T05:04:01.003-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Comportamento'/><title type='text'>Limites do humor</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-abSyj5AqyAU/TrhRu6UngtI/AAAAAAAADrg/r57RMjwpQqM/s1600/aa.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://4.bp.blogspot.com/-abSyj5AqyAU/TrhRu6UngtI/AAAAAAAADrg/r57RMjwpQqM/s1600/aa.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Para falarmos de humor, entendo conveniente indicar a origem que  remonta a Gilles Lipovetsky é um filósofo francês, professor de  Filosofia da Universidade de Grenoble, considerado como teórico da  hipermodernidade&amp;nbsp; (termo criado por ele para definir a atual sociedade  humana, demonstrando a exacerbação dos valores criados pela modernidade,  tais como liberdade, igualdade e outros).&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt; &amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt; Gilles&amp;nbsp; em suas principais obras, e em particular a “A Era do Vazio :  Ensaios Sobre o Individualismo Contemporâneo” (“o Luxo eterno”, “O  império do efêmero” e, ainda “Os tempos hipermodernos”) analisa  sociedade pós-moderna, marcado pelo desinvestimento público, pela perda  de sentido das grandes instituições morais, sociais e políticas, e  notabilizada pela cultura aberta que tenta dar um clima “cool” nas  relações humanas, buscando o predomínio da tolerância, hedonismo,  personalização dos processos de socialização e a coexistência  pacífico-lúdica dos antagonismos – violência e convívio, modernismo e  ambientalismo e consumo desenfreado.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt; &amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="color: blue;"&gt;A lógica bipolar que se traduz num humor de humilhação e  arrogância e que torna escatológico o rir. E transforma o politicamente  incorreto em absolutamente indispensável para o script.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O humor que é capaz de esculachar a orfandade no dia das mães, de  meritizar o estuprador... e, quiçá ser incentivador de crimes sexuais,  além de incorrer em machismo démodé ou em pedofilia galante, só para não  perder a oportunidade da piada. Não é humor... infelizmente é apenas um  apelo gritante por maior atenção na mídia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;O&amp;nbsp; humor e isso inclui seu limite, exige reflexão, já apontava Luigi  Pirandello pois afasta o emocional e lança o olhar crítico e cônico  incidente no objeto... vindo a mergulhar em raízes filosóficas e mesmo  filológicas. O riso, por vezes, significa a síncope da emoção, e o  lampejo da razão que desnuda a mecânica grotesca dos ciclos vitais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;O humor que reforça o preconceito ou o elitismo não é humor... atropela  a dignidade humana e, sem esta, não há como achar graça de nada...não  sei se lembram, do primo rico e do primo pobre que eram representados  por Paulo Gracindo e Brandão Filho que já em seu tempo era considerado  politicamente incorreto e aos poucos foi mostrando o lado negro da  miséria e o comprometimento do Estado na manutenção da mesma.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;E também não significa censura, o fato de se restringir a  liberdade de expressão que fere a dignidade da pessoa humana, os valores  morais e sociais, como a família, a maternidade, a criança e, enfim, a  reserva moral da sociedade.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt; Aliás, convém ressaltar sempre que não existem liberdades absolutas,  assim como não existem direitos fundamentais absolutos e irrestritos.  Sempre far-se-á ponderabilidade em prol de valores que norteiam toda a  tutela jurídica sobre a vida humana, sobre a família, e, enfim, sobre a  sociedade.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt; Outra coisa muito atentatória aos limites do humor é a vaidade,  principalmente se esta demonstra apenas um grande ego vazio e ingênuo. O  humor tem efetiva função de protesto, de exposição e de inquirição. E  não mera autopromoção e autoestima.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt; &amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt; A exposição ao ridículo pode trazer a lume a realidade dos fatos, mas  ridicularizar o trem de Auschwitz significa menosprezar o seu  significado, a agudeza do significado que foi o genocídio submetido aos  judeus e, mesmo o fato de ser judeu, não o credencia à imunidade e nem  ao mau gosto.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt; Ainda que pensemos na relação umbilical entre humor etnia&amp;nbsp; e na tradição  do humor judaico, e só para citar como exemplos temos: o Jerry  Seinfeld, Woody Allen e Billy Cristal, cada cultura reage  particularmente a esse tipo de humor. E quanto maior o grau de cultura e  civilidade as reações não beiram a ironia cáustica e corrosiva.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt; Mas talvez um mero meio defensivo de satirizar a própria sorte( ou será azar).&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt; Em verdade o humor é preâmbulo da comédia, mas com essa não se confunde.  A grande ironia do humor que atribuem ao stand up é no exercício  solitário e desafiador do comediante, aliás, foi precursor no Brasil  José de Vasconcelos, e criou o espetáculo solo e preconizou o humor de  cara limpa.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt; O stand up comedy não conta piadas ou anedotas conhecidas ou  desconhecidas de seus ouvintes. O texto é originalmente calcado e  construído através de observações feitas cotidianamente, e requer uma  lapidação de sessenta a setenta minutos do material humorístico,  principalmente por ser um estilo difícil de execução e domínio, pois o  comediante está despido de personagens, apresentando apenas suas idéias  sobre as coisas do mundo, sobre o que se passa pela sociedade...&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt; Expõe o seu olhar crítico sobre o lado engraçado do cotidiano.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt; E eis, aí, um grande filão, pois a prova de fogo é enfrentar um heckler ,  ou seja, um membro da audiência que por algum motivo reage ou interage  com o show, mas em geral de forma não muito amistosa, podendo até vir a  responder de forma maior e mais contundente desviando a platéia do  entretenimento.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt; No Brasil, o stand up comedy começa fazer sucesso principalmente por  introduzir um humor contundente e adolescente, incrementado pelas redes  sociais, mas ainda me pergunto: existem limites?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt; A hipermodernidade que foi a grande inspiradora desse humor, conhece  limites? Existem regras para fazer rir, para fazer refletir e,  finalmente, para continuarmos humanos e humanizantes? Afinal, seu  próprio idealizador, Gilles Lipovetsky afirmou que a hipermodernidade  nunca existiu, apesar de ser termo muito popular.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt; Bem, não será desacatando jornalistas, cantoras, pais, mães e órfãos ou  judeus que descobriremos... Mas há uma certeza de que a fama efêmera do  escândalo provinciano e pequeno burguês irremediavelmente passa... como  também passa, a carruagem do tempo a nos lembrar dos valores eternos.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt; Não queremos viver no caos e nem na selva. Existem valores éticos que  não morreram como o respeito humano e o pluralismo. E o humor pode ser  salvo por ser a crítica engraçada da história ou estória dos homens,  repleta de paradoxos, competitividade e valores humanísticos e  democráticos. Afinal, não se compra a felicidade e nem a dignidade.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt; --------------------------------------------------------------------------------&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt; [1] A Hipermodernidade não significa uma contestação da modernidade,  pois apresenta características similares em relação aos seus princípios,  como ênfase no progresso técnico científico, na valorização da razão  humana e no individualismo. A modernidade foi conceptualizada como a  superação dos setores modernos sobre os setores tradicionais, por meio  do progresso técnico, da industrialização e na valorização do indivíduo&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt; [2] O francês Gilles Lipovetsky, é um dos nomes mais criativos e  polêmicos do pensamento filosófico contemporâneo. Foi ativista dos  movimentos que culminaram no maio de 1968, teve participação importante  na reformulação do ensino de filosofia na França e, atualmente, trabalha  para o programa europeu de unificação escolar. Reconhecido como um  intelectual "sério", causou polêmica quando lançou O Império do Efêmero,  em 1987.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt; [3] "O que define a hipermodernidade não é exclusivamente a autocrítica  dos saberes e das instituições modernas; é também a memória revisitada, a  remobilização das crenças tradicionais, a hibridização individualista  do passado e do presente. Não mais apenas a desconstrução das tradições,  mas o reemprego dela sem imposição institucional, o eterno rearranjar  dela conforme o princípio da soberania indiviudal"(Lipovetsky, 2004:98)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt; [4] Heckler é um termo de origem inglesa, usado para definir uma pessoa  que interrompe locutores para discutir ou fazer perguntas embraçosas. No  tempo dos shows de vaudeville ou de teatro de revista, os falsos  heckler eram introduzidos nas apresentações, brincando com a quarta  parede, criando uma interação com o público. Na comédia, se tornaram  comuns os duelos de piadas e com pessoas, por vezes, repleto de  insultos.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt; Referências&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;LIPOVETSKY, Gilles e CHARLES, Sébastien. Os tempos hipermodernos. São Paulo: Barcarolla, 2004.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;¬¬¬¬¬¬¬¬_______________. ROUX,Elysette. O Luxo Eterno - Da idade dosagrado ao tempo das marcas. São Paulo: Companhia das Letras, 2008.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;_______________. A Terceira Mulher. Acesso em 12/10/2011. In: http://pt.scribd.com/doc/15487395/A-terceira-Mulher&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;FRAGA, Celso. Somos hipermodernos. Tradução de Vanise Dresch. Acesso em: 12/10/2011. In: http://www.facom.ufba.br/ciberpesquisa/cibercidades/lipovetsky.pdf&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;ROGAR, Silvia. Entrevista: Gilles Lipovetsky. Beleza para todos. Veja On-line 25/09/2002. Acesso em: 12/10/2011. In: http://veja.abril.com.br/250902/entrevista.html&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="color: purple;"&gt;&lt;b&gt;Publicado em 1-Nov-2011, Gisele Leite, no site: www.gestopole.com.br&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/310886352174507383-9066830224728206455?l=claudiiblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://claudiiblog.blogspot.com/feeds/9066830224728206455/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://claudiiblog.blogspot.com/2011/12/limites-do-humor.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/310886352174507383/posts/default/9066830224728206455'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/310886352174507383/posts/default/9066830224728206455'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://claudiiblog.blogspot.com/2011/12/limites-do-humor.html' title='Limites do humor'/><author><name>Cláudio Natalício</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15111391695868473519</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_dzbjkX9nqkU/SywP3aOgTVI/AAAAAAAAAj0/PGmkY73WQdw/S220/pai+2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-abSyj5AqyAU/TrhRu6UngtI/AAAAAAAADrg/r57RMjwpQqM/s72-c/aa.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-310886352174507383.post-7239548778581545639</id><published>2011-12-12T05:03:00.014-02:00</published><updated>2011-12-12T05:03:00.343-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Criatividade'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Comportamento'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ivan Postigo'/><title type='text'>Engenharia do futuro e o apocalipse</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-0L6w0-klH54/TrhPDoAmQ5I/AAAAAAAADrY/5U87zHuzZfQ/s1600/aa.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="180" src="http://3.bp.blogspot.com/-0L6w0-klH54/TrhPDoAmQ5I/AAAAAAAADrY/5U87zHuzZfQ/s320/aa.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Podemos dizer que a engenharia é a ciência, transformada em profissão, que desenvolve e aplica os conhecimentos matemáticos, técnicos e científicos,&amp;nbsp; na criação, aperfeiçoamento e uso de materiais , máquinas, sistemas e processos, para alcançar um objetivo ou desenvolver um projeto?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Certamente poderemos encontrar definições melhores do que esta, mas para nosso propósito vamos adotá-la.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Para tanto, a engenharia tem reunido&amp;nbsp;&amp;nbsp; conhecimentos&amp;nbsp; e especializações&amp;nbsp; no sentido de materialização, beneficiando a sociedade, com apoio aos aspectos economicos, saúde, e agora com atenção também voltada ao meio ambiente.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;As questões segurança e proteção estão na pauta do dia, em cada projeto pensado: pontes, prédios, estradas, alimentos, vestuários, veículos, equipamentos médicos, medicamentos...&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Mesmo nas questões, até então românticas, como a salvação de espécies, por serem demasiadamente técnicas para uns e econômicas para outros, está a engenharia.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Para muitos, o lixo uma vez descartado longe de suas casas deixa de ser um problema, até que o cheiro, a fumaça e o risco de contaminação do lençol freático os atinjam.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Salvar baleias, golfinhos e tartarugas&amp;nbsp; deixou de ser tema apenas de ativistas e começa a ganhar a dimensão necessária.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;A mensagem do planeta é muito simples: ”integre-se ou desintegre”.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Não acredita?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Tem idéia dos estragos que provoca um tsunami ou um deslizamento de terras?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Bom, muitas catástrofes são provocadas por nossas ações impensadas e ocupações de áreas que deveriam ser protegidas.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Não é sem motivos que técnicos vistoriam diariamente e bombardeiam montanhas cobertas de neve, provocando pequenos deslizamentos para evitar grandes avalanches.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Ocorre que a degradação do planeta é muito grande, os estragos não são reversíveis.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Talvez, ao ouvir isso, você diga mais um pessimista, um fatalista. Basta olhar em volta e observar algumas questões&amp;nbsp; as quais debatemos muito e fazemos pouco, ou quase nada, frente ao tamanho do problema.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Todo tipo de poluição só aumenta. A própria floresta amazônica chega a lançar mais poluentes em alguns momentos que retirá-los.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;O Aquecimento global,&amp;nbsp; em mais alguns anos, no verão, deixará o polo norte sem qualquer indício de gelo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Os reservatórios de água cada dia estão mais escassos.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Lencóis freáticos estão sendo contaminados, ainda que pouco sobre o assunto seja dito.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Animais, extremamente importantes para a flora, continuam desaparecendo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Os oecanos morrem um pouco a cada dia.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;O tema é extenso, cada tópico da um livro, uma tese.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;A pergunta básica e simples de se fazer é a seguinte: por que o planeta precisa do homem?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Que falta faria o homem se este desparecesse, como num passe de mágica?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Como seria a terra se nunca tivéssemos existido?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Ora, se não houver contribuição, o sistema trabalhará pela nossa eliminação. Não é o que faz o seu organismo com corpos estranhos?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Quanto mais feroz se tornar o planeta, mais dificil a sobrevivência.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Não é o resgaste da tese do fim do mundo no ano 2.000, nem a defesa das profecias de 2.012, apenas a visão de uma pessoa, privilegiada pelas fantásticas criações da engenharia, que por satélite, na tv, no celular ou na internet, se mantém informada e pode dizer com segurança que a engenharia do futuro não terá como função apenas o conforto e segurança do homem, mas fundamentalmente sua salvação!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;Ivan Postigo&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;Diretor de Gestão Empresarial&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;Postigo Consultoria Comunicação e Gestão&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;Fones (11) 4526 1197 / (11) 9645 4652&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;www.postigoconsultoria.com.br&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;Twitter: @ivanpostigo&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;Skype: ivan.postigo&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: purple;"&gt;Publicado em 1-Nov-2011, no site: www.gestopole.com.br&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/310886352174507383-7239548778581545639?l=claudiiblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://claudiiblog.blogspot.com/feeds/7239548778581545639/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://claudiiblog.blogspot.com/2011/12/engenharia-do-futuro-e-o-apocalipse.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/310886352174507383/posts/default/7239548778581545639'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/310886352174507383/posts/default/7239548778581545639'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://claudiiblog.blogspot.com/2011/12/engenharia-do-futuro-e-o-apocalipse.html' title='Engenharia do futuro e o apocalipse'/><author><name>Cláudio Natalício</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15111391695868473519</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_dzbjkX9nqkU/SywP3aOgTVI/AAAAAAAAAj0/PGmkY73WQdw/S220/pai+2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-0L6w0-klH54/TrhPDoAmQ5I/AAAAAAAADrY/5U87zHuzZfQ/s72-c/aa.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-310886352174507383.post-4300893313902837486</id><published>2011-12-11T05:00:00.003-02:00</published><updated>2011-12-11T05:00:07.584-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Comportamento'/><title type='text'>Cinco fatos sobre irmãos</title><content type='html'>&lt;div class="noticia-header"&gt;&lt;div class="w652 fl"&gt;&lt;h2&gt; &lt;/h2&gt;&lt;h3&gt;Entenda como o relacionamento entre irmãos, seja ele bom ou ruim, influencia na formação da personalidade das crianças&lt;/h3&gt;&lt;div class="barra-superior nobdb"&gt;&lt;b&gt;Renata Losso, especial para o iG São Paulo                     &lt;/b&gt; | &lt;cite&gt;05/11/2011 08:29&lt;/cite&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="bot"&gt;&lt;div class="E33212_novo w652"&gt;&lt;div class="barra-atalhos nomgt w652" id="botoes"&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="botoes"&gt;&lt;span class="aumentarTxt"&gt;&lt;/span&gt;                      &lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="foto-legenda" style="width: 316px;"&gt;&lt;a class="lightbox-enabled" href="http://i0.ig.com/bancodeimagens/04/ai/qr/04aiqriz2td4xa2jtkmn3nusz.jpg" rel="lightbox-foto" title="O relacionamento entre irmãos ajuda a moldar a personalidade das crianças"&gt;&lt;img src="http://i0.ig.com/bancodeimagens/e7/az/o5/e7azo5z1m6gorwu8akzx3412m.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;   &lt;br /&gt;&lt;div class="credito"&gt;&lt;cite&gt;Foto: Getty Images&lt;/cite&gt; &lt;a class="ampliar lightbox-enabled" href="http://i0.ig.com/bancodeimagens/04/ai/qr/04aiqriz2td4xa2jtkmn3nusz.jpg" rel="lightbox-ampliar" title="O relacionamento entre irmãos ajuda a moldar a personalidade das crianças"&gt;Ampliar&lt;/a&gt;   &lt;/div&gt;&lt;div class="legenda"&gt;O relacionamento entre irmãos ajuda a moldar a personalidade das crianças&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;Pesquisas realizadas nos últimos anos evidenciaram o que  caracteriza e revela a dinâmica entre aqueles que são e têm irmãos, além  dos genes em comum. Se os seus filhos vivem se atormentando, saiba que  até as briguinhas entre eles têm efeitos positivos: o conflito entre  irmãos amplia as habilidades sociais e ajuda no desenvolvimento  emocional. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;/b&gt; Jeffrey Kluger é autor de “The Siblings Effect: Brothers, Sisters and  the Bonds that Define Us” (“O efeito dos irmãos: irmãos, irmãs e os  vínculos que nos definem”, em tradução literal). De acordo com o jornal  norte-americano The New York Times, o livro inova ao propor o  relacionamento entre irmãos como um fator primário para a formação da  personalidade de todos aqueles obrigados a dividir algumas coisas na  vida em família – do último pedaço de bolo de chocolate ao brinquedo  preferido. Antes, os principais focos das pesquisas sobre os fatores  determinantes da personalidade giravam em torno dos pais, do DNA e de  fatores socioeconômicos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Nossos cônjuges chegam comparativamente tarde em nossas vidas; nossos  pais eventualmente nos deixam. Nossos irmãos podem ser as únicas pessoas  que realmente se qualificam como parceiros para a vida”, escreveu  Kluger. Por isso, separamos cinco fatos sobre a experiência de ter  irmãos. Conheça-os abaixo e saiba o que especialistas dizem a respeito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;1. Manter um relacionamento próximo com os irmãos faz bem à saúde&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma pesquisa da Universidade de Harvard com homens na terceira idade  constatou que, dentre os 173 participantes, ter tido uma proximidade com  os irmãos na época de faculdade estava intensamente ligado à boa saúde  emocional.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com Ivete Gattás, psiquiatra da infância e adolescência da  Unifesp, ter relações de confiança e segurança no início da vida e na  fase adulta é mesmo um fator de proteção para possíveis transtornos  mentais. Mas isso não precisa acontecer somente entre irmãos. “Pode ser  com um amigo muito íntimo ou um parente, desde que haja uma relação  estreita”, diz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para a psicóloga Marina Vasconcellos, especialista em terapia familiar e  de casal, um irmão pode servir para dividir tudo o que for necessário:  de conquistas a problemas. “Em determinada fase da vida, os filhos  precisam cuidar dos pais. Se você não tem irmãos, acaba ficando tudo em  cima de uma pessoa só”, diz. No futuro, o apoio de um irmão também pode  tornar a perda dos pais menos dura. Há coisas, afinal, que só os irmãos  podem entender – e, por terem vivido tanto juntos, podem compartilhar a  mesma dor.&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;2. &lt;a href="http://delas.ig.com.br/filhos/primogenitos-sao-tao-influentes-quanto-pais/n1237538068472.html"&gt;Irmãos mais velhos são tão influentes quanto os pais&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo a pesquisadora Laurie Krammer, professora de Estudos Aplicados  da Família da Universidade de Illinois, nos Estados Unidos, os irmãos  menores podem sofrer uma influência considerável dos mais velhos que, em  muitos casos, têm um papel de “agentes da socialização”. São eles,  portanto, que irão influenciar o comportamento do pequeno nas situações  fora de casa, como na escola ou com os amigos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para Ivete Gattás, os mais velhos realmente irão servir de modelo para  os mais novos quando os pais não estão. Por outro lado, para Marina  Vasconcellos, tudo depende de como eles se dão. “Se um irmão mais novo  vai a uma festa com o mais velho, eles podem tanto ser cúmplices um do  outro como podem ir a contragosto”, comenta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;&lt;/i&gt;&lt;a href="http://delas.ig.com.br/filhos/preparando+o+terreno+para+a+chegada+do+irmaozinho/n1596983515186.html"&gt;&lt;i&gt;&lt;/i&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;3. &lt;a href="http://delas.ig.com.br/filhos/ter-irmaos-promove-generosidade-e-gentileza/n1237748089804.html"&gt;Irmãos são antídoto para a solidão&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Após manter contato com 395 famílias com mais de um filho, a professora e  pesquisadora Laura Padilla-Walker, da Universidade Brigham Young, em  Utah, constatou que ser próximo a um irmão ou irmã, além de promover  generosidade e gentileza nas atitudes de uma criança, pode também servir  de proteção para sentimentos como medo e solidão durante a  adolescência. As meninas, especificamente, possuem um papel mais forte  nesta hora, por tenderem a ser mais comunicativas que os meninos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ivete Gattás faz uma ressalva e alerta os pais que, às vezes, alimentam a  competição e a rivalidade entre os filhos, mesmo sem querer, destruindo  este laço e o apoio possível. “Essa relação irá depender da  personalidade de cada um e de como os pais organizam a relação entre os  filhos”, diz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;                                   &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="foto-legenda" style="width: 316px;"&gt;&lt;b&gt;     &lt;a class="lightbox-enabled" href="http://i0.ig.com/bancodeimagens/3o/b4/p5/3ob4p5wmmpoxpdq2q74cyvorh.jpg" rel="lightbox-foto" title="Mesmo a rivalidade e as brigas ensinam a fazer negociações e resolver conflitos"&gt;&lt;img src="http://i0.ig.com/bancodeimagens/2e/3l/0f/2e3l0fq5y7hdl2c60xxgozsza.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;   &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="credito"&gt;&lt;b&gt;&lt;cite&gt;Foto: Getty Images&lt;/cite&gt; &lt;a class="ampliar lightbox-enabled" href="http://i0.ig.com/bancodeimagens/3o/b4/p5/3ob4p5wmmpoxpdq2q74cyvorh.jpg" rel="lightbox-ampliar" title="Mesmo a rivalidade e as brigas ensinam a fazer negociações e resolver conflitos"&gt;Ampliar&lt;/a&gt;   &lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="legenda"&gt;&lt;b&gt;Mesmo a rivalidade e as brigas ensinam a fazer negociações e resolver conflitos&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;b&gt;4. A rivalidade e as brigas entre irmãos podem ter, sim, pontos positivos&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um estudo da Universidade de Cambridge, nos Estados Unidos, examinou  durante cinco anos o desenvolvimento cognitivo e social de 140 crianças  entre dois e seis anos. As descobertas foram parar no livro “Social  Understading and Social Lives” (“Compreensão social e vidas sociais”, na  tradução literal), da pesquisadora Claire Hughes, do centro de  pesquisas familiares da mesma Universidade. O que mais chamou foi o  quanto ter irmãos pode ter um efeito positivo no desenvolvimento de uma  criança, mesmo se a relação entre eles não for tão cordial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Na visão tradicional, ter um irmão ou irmã leva uma criança a competir  pela atenção e amor dos pais. No entanto, nossas evidências sugerem que a  compreensão social das crianças pode acontecer mais rapidamente por  causa da interação com os irmãos”, afirma Claire no site da  Universidade. Quando a convivência entre irmãos leva à aquisição de  repertório sobre como lidar com conflitos e fazer acordos, ela pode ser  bastante construtiva.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo a pesquisa, mesmo quando a rivalidade entre as crianças se  manifestava em provocações frequentes, constatou-se que os mais novos  passaram a ter uma maior compreensão social ao longo dos anos e se  tornaram capazes de conversar sobre seus sentimentos quase de igual para  igual com os mais velhos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;5. &lt;a href="http://delas.ig.com.br/filhos/a+ordem+do+nascimento+influencia+na+personalidade+das+criancas/n1237826095985.html"&gt;A ordem de nascimento pode influenciar a personalidade&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O psicólogo Kevin Leman afirmou, no livro “The Birth Order Book” (“Livro  da Ordem de Nascimento”, na tradução literal), que a ordem de chegada  na família afeta a personalidade de uma pessoa que tenha irmãos – e até  mesmo as que não têm. Mas de acordo com Marina Vasconcellos, tudo  dependerá dos pais e da expectativa que colocam no filho desde que  nasceu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo Ivete Gattás, a influência pode simplesmente surgir pelo fato de  cada irmão nascer em diferentes épocas emocionais ou econômicas dos  pais. “Não acredito que tenha tanto a ver com a ordem, mas sim, com como  os pais estão naquele momento. Quando se tem um primeiro filho, há  muita expectativa e insegurança. Quando chega o segundo, você está mais  tranquilo”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A especialista acredita que há mais especulação do que ciência ao redor  dessa premissa, mas o comportamento dos pais diante de um ou outro filho  pode naturalmente colaborar para que um seja mais independente e o  outro, mais exigente consigo mesmo.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/310886352174507383-4300893313902837486?l=claudiiblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://claudiiblog.blogspot.com/feeds/4300893313902837486/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://claudiiblog.blogspot.com/2011/12/cinco-fatos-sobre-irmaos.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/310886352174507383/posts/default/4300893313902837486'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/310886352174507383/posts/default/4300893313902837486'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://claudiiblog.blogspot.com/2011/12/cinco-fatos-sobre-irmaos.html' title='Cinco fatos sobre irmãos'/><author><name>Cláudio Natalício</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15111391695868473519</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_dzbjkX9nqkU/SywP3aOgTVI/AAAAAAAAAj0/PGmkY73WQdw/S220/pai+2.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-310886352174507383.post-405668612537171778</id><published>2011-12-10T05:01:00.004-02:00</published><updated>2011-12-10T05:01:00.437-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Saúde'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Mente e Cérebro'/><title type='text'>Pessoas em estado vegetativo podem estar conscientes?</title><content type='html'>&lt;table border="0" cellpadding="4" cellspacing="0" class="interna-txt"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;table border="0" cellpadding="0" cellspacing="0"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td align="left" class="interna-ed" colspan="2" height="15"&gt;Da revista Mente &amp;amp; Cérebro - edição 226 - Novembro 2011&lt;/td&gt;                   &lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;         &lt;td colspan="2" height="6"&gt;&lt;img height="1" src="http://www2.uol.com.br/vivermente/img/px_branco.gif" width="1" /&gt;&lt;/td&gt;       &lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/td&gt;    &lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;      &lt;td align="center" class="interna-titulo"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;      &lt;td align="center" class="interna-olho"&gt;Estudo sugere que, em casos raros, o paciente percebe o que acontece ao seu redor&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="interna-autor"&gt;&amp;nbsp;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="interna-txt"&gt;&lt;span class="interna-txt"&gt;     &lt;table align="right" border="0" cellpadding="1" cellspacing="0" style="width: 300px;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;                   &lt;td align="right" class="img-credito" rowspan="3" width="10"&gt;&lt;img height="1" src="http://www2.uol.com.br/vivermente/img/px_branco.gif" width="1" /&gt;&lt;/td&gt;                   &lt;td align="right" class="img-credito"&gt;© IR Stone/Shutterstock&lt;/td&gt;                 &lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;                   &lt;td align="center"&gt;&lt;img border="0" src="http://www2.uol.com.br/vivermente/artigos/img/conceitodemortegrande.jpg" /&gt;&lt;/td&gt;                 &lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;                   &lt;td class="img-legenda"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;                 &lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;                   &lt;td align="right" class="img-credito" colspan="2" height="10"&gt;&lt;img height="1" src="http://www2.uol.com.br/vivermente/img/px_branco.gif" width="1" /&gt;&lt;/td&gt;                 &lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;O paciente abre os olhos, sem expressão  alguma. Boceja e, por vezes, chega a gritar. Ele parece, ao mesmo tempo,  consciente e indiferente ao que acontece ao seu redor. Há meses  permanece assim. Será capaz de pensar? Talvez, segundo estudo publicado  em 2006 na revista Science.  A equipe conduzida pelo neurocientista  Adrian Owen, da Universidade de Cambridge, pediu a uma paciente em  estado vegetativo persistente (EVP) que se imaginasse fazendo diversas  tarefas, como jogar tênis e caminhar pelos cômodos de sua casa. Enquanto  isso seu cérebro era analisado por meio da técnica de ressonância  magnética funcional (fRMI). Os resultados mostraram imagens comparáveis  às de pessoas saudáveis, que compreendem os comandos e decidem obedecer  ou não.&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt; “Obviamente, alterações que podem indicar alguma atividade cerebral não  são detectadas em todos os pacientes em EVP; em alguns deles  simplesmente não há mais estrutura cerebral suficiente”, diz Owen,  aludindo ao caso da americana Terry Schiavo, que permaneceu por 15 anos  em estado vegetativo e virou notícia quando seus pais contestaram a  decisão do marido de interromper a alimentação e deixá-la morrer. O  imageamento cerebral já havia mostrado que parte considerável de seu  cérebro estava atrofiada; os médicos foram unânimes em afirmar que o  caso dela era irreversível, o que pesou na decisão judicial de desligar  os aparelhos que a mantinham viva, em março de 2005.&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt; Contudo, o prognóstico nem sempre é definitivo e inalterável. Para o  especialista, a medicina sempre investiu pouco nesses pacientes, na  crença de que nada podia ser feito além dos cuidados paliativos que os  mantêm alimentados, limpos e confortáveis até a hora da morte. Vez por  outra, porém, um deles desperta, sem que se conheçam os fatores que  contribuíram para a recuperação. “O cérebro é um órgão frágil, mas pode  reagir de forma inesperada. Não devemos descartar os casos em que os  pacientes estão conscientes do seu entorno mas não conseguem mexer  nenhuma parte do corpo. Outros, ainda, podem estar apenas inconscientes e  desacordados. O desafio da medicina de reabilitação é identificar todas  essas possibilidades”, afirma Owen. (&lt;/span&gt;&lt;i style="color: blue;"&gt;Da redação&lt;/i&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;)&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/310886352174507383-405668612537171778?l=claudiiblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://claudiiblog.blogspot.com/feeds/405668612537171778/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://claudiiblog.blogspot.com/2011/12/pessoas-em-estado-vegetativo-podem.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/310886352174507383/posts/default/405668612537171778'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/310886352174507383/posts/default/405668612537171778'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://claudiiblog.blogspot.com/2011/12/pessoas-em-estado-vegetativo-podem.html' title='Pessoas em estado vegetativo podem estar conscientes?'/><author><name>Cláudio Natalício</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15111391695868473519</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_dzbjkX9nqkU/SywP3aOgTVI/AAAAAAAAAj0/PGmkY73WQdw/S220/pai+2.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-310886352174507383.post-3621265482249099006</id><published>2011-12-08T05:11:00.008-02:00</published><updated>2011-12-08T05:11:00.602-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Mente e Cérebro'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Educação'/><title type='text'>Valorizar experiências pessoais dos alunos aumenta aprendizado (1/2)</title><content type='html'>&lt;table border="0" cellpadding="4" cellspacing="0" class="interna-txt"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;table border="0" cellpadding="0" cellspacing="0"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td align="left" class="interna-ed" colspan="2" height="15"&gt;Da revista Mente &amp;amp; Cérebro - edição 225 - Outubro 2011&lt;/td&gt;                   &lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;         &lt;td colspan="2" height="6"&gt;&lt;img height="1" src="http://www2.uol.com.br/vivermente/img/px_branco.gif" width="1" /&gt;&lt;/td&gt;       &lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/td&gt;    &lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;      &lt;td align="center" class="interna-titulo"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;      &lt;td align="center" class="interna-olho"&gt;Educadores devem considerar  que o cérebro humano funciona de maneira única em cada estudante;  aproximar pedagogia e neurociência pode significar melhoria da qualidade  de ensino&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt;&lt;tr style="color: red;"&gt;&lt;td class="interna-autor" height="45"&gt;&lt;i&gt;por Gláucia Leal&lt;/i&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr style="color: blue;"&gt;&lt;td class="interna-txt"&gt;&lt;span class="interna-txt"&gt;     &lt;table align="right" border="0" cellpadding="1" cellspacing="0" style="width: 300px;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;                   &lt;td align="right" class="img-credito" rowspan="3" width="10"&gt;&lt;img height="1" src="http://www2.uol.com.br/vivermente/img/px_branco.gif" width="1" /&gt;&lt;/td&gt;                   &lt;td align="right" class="img-credito"&gt;© Marish/Shutterstock&lt;/td&gt;                 &lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;                   &lt;td align="center"&gt;&lt;img border="0" src="http://www2.uol.com.br/vivermente/artigos/img/pedagogianeurocieciagrande.jpg" /&gt;&lt;/td&gt;                 &lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;                   &lt;td class="img-legenda"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;                 &lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;                   &lt;td align="right" class="img-credito" colspan="2" height="10"&gt;&lt;img height="1" src="http://www2.uol.com.br/vivermente/img/px_branco.gif" width="1" /&gt;&lt;/td&gt;                 &lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;Não basta entender como se aprende, é  preciso descobrir a melhor forma de ensinar. Há décadas, a psicologia,  amparada pela neurocência, difunde que quando um aluno que se sente  afetivamente protegido é desafiado a aprender, ocorrem mudanças físicas e  químicas em seu cérebro, o que facilita o acolhimento e a reconstrução  de informações. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A pedagogia neurocientífica, como denominam alguns pesquisadores, pode  ser compreendida como o estudo da estrutura, do desenvolvimento, da  evolução e do funcionamento do sistema nervoso com enfoque plural:  biológico, neurológico, psicológico, matemático, físico e filosófico.  Nessa equação complexa, processos químicos e interações ambientais se  aproximam e se complementam, propiciando aquisição de informações,  resolução de problemas e mudanças de comportamento. Na prática, a  aproximação entre as neurociências e a pedagogia pode reverter em  melhoria da qualidade de ensino para milhares de estudantes. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os benefícios são bem-vindos – e necessários. Afinal, a realidade é  preocupante. Levantamento do Ministério da Educação revela que 20% dos  brasileiros entre 15 e 19 anos são analfabetos, o que representa 12% da  população brasileira. Segundo relatório da Organização das Nações Unidas  para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), o Brasil tem o sétimo  maior contingente de analfabetos do planeta. Mais que mapear o cérebro,  desvendar meandros de seu funcionamento, compreender fluxos e refluxos  de neurotransmissores, acompanhar dinâmicas complexas e transformar  passos da resolução de um problema em modelos matemáticos, observar e  diagnosticar, pesquisadores de diferentes segmentos estão interessados  nas implicações sociais da aquisição de conhecimentos que possibilitem a  inclusão de milhares de crianças, adolescentes e adultos – e não apenas  no que diz respeito à quantidade de pessoas com acesso à escola, mas  também levando em conta a qualidade da educação &lt;br /&gt;oferecida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O cérebro humano, porém, não possui nenhum módulo automático que permita  o domínio de práticas como a leitura, a escrita ou o cálculo. O  aprendizado é sempre um processo único, que envolve afeto. Por isso,  conhecer a história do aluno e tratá-lo como sujeito único pode mudar o  rumo de sua vida. É fundamental valorizar suas experiências.&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;      &lt;td align="right" class="pags"&gt;      &lt;a class="pags" href="http://www2.uol.com.br/vivermente/artigos/valorizar_experiencias_pessoais_dos_alunos_aumenta_aprendizado_2.html"&gt;&lt;/a&gt;     &lt;/td&gt; &lt;/tr&gt;&lt;tr style="color: red;"&gt;      &lt;td align="center" height="40"&gt;      &lt;table border="0" cellpadding="2" cellspacing="0" class="bg_barras"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;                   &lt;td&gt;       &lt;table bgcolor="#FFFFFF" border="0" cellpadding="2" cellspacing="0" class="autor"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;                      &lt;td align="left"&gt;&lt;span class="autor-nome"&gt;Gláucia Leal&lt;/span&gt; &lt;span class="autor-txt"&gt;é jornalista, psicóloga, psicanalista e editora de &lt;i&gt;Mente&amp;amp;Cérebro&lt;/i&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;                     &lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/td&gt;                 &lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;                  &lt;td colspan="2"&gt; &lt;table align="center" border="0" cellpadding="4" cellspacing="2"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;     &lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/310886352174507383-3621265482249099006?l=claudiiblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://claudiiblog.blogspot.com/feeds/3621265482249099006/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://claudiiblog.blogspot.com/2011/12/valorizar-experiencias-pessoais-dos.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/310886352174507383/posts/default/3621265482249099006'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/310886352174507383/posts/default/3621265482249099006'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://claudiiblog.blogspot.com/2011/12/valorizar-experiencias-pessoais-dos.html' title='Valorizar experiências pessoais dos alunos aumenta aprendizado (1/2)'/><author><name>Cláudio Natalício</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15111391695868473519</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_dzbjkX9nqkU/SywP3aOgTVI/AAAAAAAAAj0/PGmkY73WQdw/S220/pai+2.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-310886352174507383.post-7093283219789832189</id><published>2011-12-08T05:05:00.006-02:00</published><updated>2011-12-08T05:05:00.681-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Comportamento'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Mente e Cérebro'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Motivação'/><title type='text'>Correndo contra os prazos</title><content type='html'>&lt;table border="0" cellpadding="4" cellspacing="0" class="interna-txt"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;table border="0" cellpadding="0" cellspacing="0"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td align="left" class="interna-ed" colspan="2" height="15"&gt;&lt;b&gt;do site: www.mentecerebro.com.br02 de dezembro de 2011&lt;/b&gt;&lt;/td&gt;                   &lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;         &lt;td colspan="2" height="6"&gt;&lt;img height="1" src="http://www2.uol.com.br/vivermente/img/px_branco.gif" width="1" /&gt;&lt;/td&gt;       &lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/td&gt;    &lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;      &lt;td align="center" class="interna-titulo"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt;&lt;tr style="color: red;"&gt;      &lt;td align="center" class="interna-olho"&gt;Como a chegada do fim do ano afeta nossa percepção temporal&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="interna-autor"&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="interna-txt"&gt;&lt;span class="interna-txt"&gt;     &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;table align="right" border="0" cellpadding="1" cellspacing="0" style="width: 300px;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;                   &lt;td align="right" class="img-credito" rowspan="3" width="10"&gt;&lt;img height="1" src="http://www2.uol.com.br/vivermente/img/px_branco.gif" width="1" /&gt;&lt;/td&gt;                   &lt;td align="right" class="img-credito"&gt;©Shutterstock&lt;/td&gt;                 &lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;                   &lt;td align="center"&gt;&lt;img border="0" src="http://www2.uol.com.br/vivermente/noticias/img/correndocontratempodentro.jpg" /&gt;&lt;/td&gt;                 &lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;                   &lt;td class="img-legenda"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;                 &lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;                   &lt;td align="right" class="img-credito" colspan="2" height="10"&gt;&lt;img height="1" src="http://www2.uol.com.br/vivermente/img/px_branco.gif" width="1" /&gt;&lt;/td&gt;                 &lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;span class="interna-txt"&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;No fim de todo ano vivemos um período de  exceção. Suspende-se a batalha, a luta. O cotidiano de trabalho, as  tarefas domésticas e os encargos com a sobrevivência se convertem em  trégua. É possível fazer um paralelo com uma situação ocorrida no século  passado. Quando terminou a Primeira Guerra Mundial e muitos soldados  retornaram para casa, suas famílias e amigos, ou o que restava deles,  aguardavam intensamente o reencontro. Contrariando as expectativas, os  soldados voltaram profundamente silenciosos. Não havia nada a contar,  eles estavam empobrecidos – sem possibilidade de transmitir suas  experiências. Sobreviver a uma guerra, ainda mais de tais proporções,  deveria ser uma aventura que pudesse ser convertida em uma boa história:  triste, sofrida ou heroica, tanto faz, desde que fosse uma narrativa  capaz de transmitir e integrar fragmentos de sentido à comunidade de  origem da qual a pessoa partiu. Mas não foi isso o que se verificou.&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt; Havia relatos e descrições – mas tais fatos e informações, por si sós,  não são suficientes para construir boas histórias. Uma nova forma de  miséria tinha sido inventada: o sofrimento moral da guerra fez surgir a  miséria narrativa, a morte do desejo ou das condições para compartilhar  tais experiências simbolicamente. Se o final do ano pode ser comparado a  uma trégua, ele nos convida a enfrentar o mesmo dilema dos soldados que  retornavam. Como contar a história do que se passou?&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt; Essa questão levou o pensador alemão Walter Benjamin à importante  distinção entre a vivência (Erlebnis) e a experiência (Erfahrung). Ele  notou que um conjunto de vivências, intensas ou banais, não constitui,  necessariamente, uma experiência. De fato, o progresso da técnica –  principalmente da que se instala em nosso cotidiano – torna mais fácil a  produção de vivências. Chamemos esta sensação de “efeito internet”, ou  seja, a sensação psíquica de que tudo está mais rápido, mais acessível e  prático: viajar, comprar, namorar, transar, comunicar, trabalhar,  saber. Ao mesmo tempo, como acontece com aquilo que se massifica, tudo  parece mais banal, vazio e pobre.&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt; “Conheça a Europa em sete dias, visite dez capitais!” Resultado: muitas  vivências, nenhuma experiência. Voltamos da viagem, no máximo, com uma  coletânea de fotos e fatos, que tendem a se misturar de forma homogênea e  decepcionante. A vivência é a verticalização das sensações, o que as  torna efêmeras e individuais. Quem já jogou videogame por mais de cinco  horas consecutivas sabe da estranha sensação de solidão que sobrevém ao  fim da maratona. A experiência (Erfahrung), ao contrário, é uma  horizontalização das sensações, ela nos liga aos outros em uma espécie  de dilatação do tempo. Experimente passar as mesmas cinco horas  conversando apaixonadamente com sua namorada. Parece que se passou bem  menos tempo e, mesmo depois que vocês se separam, a imagem da pessoa  amada fica ainda presente em sua memória. A ausência se transforma na  presença relembrada das palavras que ficam ressoando e, muitas vezes,  nos leva ao impulso de compartilhar o que recebemos. Mesmo sozinha a  pessoa não se sente só. Como ocorre quando escutamos uma boa piada ou  uma história significativa, somos levados a partilhá-las com os outros,  extraindo de seu relato o prazer adicional da transmissão. (Por  Christian Ingo Lenz Dunker, psicanalista, professor livre-docente do  Instituto de Psicologia da Universidade de São Paulo – USP.)&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;      &lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/310886352174507383-7093283219789832189?l=claudiiblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://claudiiblog.blogspot.com/feeds/7093283219789832189/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://claudiiblog.blogspot.com/2011/12/correndo-contra-os-prazos.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/310886352174507383/posts/default/7093283219789832189'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/310886352174507383/posts/default/7093283219789832189'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://claudiiblog.blogspot.com/2011/12/correndo-contra-os-prazos.html' title='Correndo contra os prazos'/><author><name>Cláudio Natalício</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15111391695868473519</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_dzbjkX9nqkU/SywP3aOgTVI/AAAAAAAAAj0/PGmkY73WQdw/S220/pai+2.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-310886352174507383.post-5102869236624768667</id><published>2011-12-07T05:06:00.004-02:00</published><updated>2011-12-07T05:06:00.863-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Saúde'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Mente e Cérebro'/><title type='text'>Memória prejudicada</title><content type='html'>&lt;table border="0" cellpadding="4" cellspacing="0" class="interna-txt"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;table border="0" cellpadding="0" cellspacing="0"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td align="left" class="interna-ed" colspan="2" height="15"&gt;&lt;b&gt;01 de novembro de 2011, no site: www.mentecerebro.com.br&lt;/b&gt;&lt;/td&gt;                   &lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;         &lt;td colspan="2" height="6"&gt;&lt;img height="1" src="http://www2.uol.com.br/vivermente/img/px_branco.gif" width="1" /&gt;&lt;/td&gt;       &lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/td&gt;    &lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;      &lt;td align="center" class="interna-titulo"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;      &lt;td align="center" class="interna-olho"&gt;Lesões no lobo temporal de ratos afetam habilidade de diferenciar objetos&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="interna-autor"&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="interna-txt"&gt;&lt;span class="interna-txt"&gt;     &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;table align="right" border="0" cellpadding="1" cellspacing="0" style="width: 300px;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;                   &lt;td align="right" class="img-credito" rowspan="3" width="10"&gt;&lt;img height="1" src="http://www2.uol.com.br/vivermente/img/px_branco.gif" width="1" /&gt;&lt;/td&gt;                   &lt;td align="right" class="img-credito"&gt;© complot/shutterstock&lt;/td&gt;                 &lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;                   &lt;td align="center"&gt;&lt;img border="0" src="http://www2.uol.com.br/vivermente/noticias/img/memorialesoeslobotemporalratosgrande.jpg" /&gt;&lt;/td&gt;                 &lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;                   &lt;td class="img-legenda"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;                 &lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;                   &lt;td align="right" class="img-credito" colspan="2" height="10"&gt;&lt;img height="1" src="http://www2.uol.com.br/vivermente/img/px_branco.gif" width="1" /&gt;&lt;/td&gt;                 &lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;span class="interna-txt"&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Pesquisadores da Universidade de  Cambridge, na Inglaterra, descobriram que o córtex perirrinal, situado  no lobo temporal médio, pode desempenhar papel importante na formação de  lembranças visuais. A neurobióloga Lisa Saksida colocou uma bola em uma  gaiola com ratos que tiveram essa parte do cérebro danificada em  laboratório e com roedores com o órgão íntegro. Expostos novamente ao  objeto após algum tempo, os animais saudáveis aparentemente se lembraram  dele, cheirando-o e inspecionando-o menos. &lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt; Já aqueles com córtex perirrinal prejudicado examinaram a bola mais  vezes, como se estivessem em contato com ela pela primeira vez. No  entanto, quando apresentados a alguns objetos novos, agiram como se o  conhecessem, vasculhando-o por menos tempo. Segundo Lisa, isso ocorre  porque o processamento da visão geral do objeto se dá no córtex visual  primário, responsável por aspectos individuais do que foi visto. O lobo  temporal, porém, combina os contornos e as cores, realizando uma espécie  de construção da imagem mais detalhada, mais definida, que é armazenada  no córtex perirrinal. &lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt; Os ratos, portanto, apreendem apenas linhas gerais da informação visual.  “Se essa região estiver danificada, a representação de objetos  complexos não acontece. Assim, a memória recorre aos dados visuais  processados pelo córtex visual primário, menos definidos. Por isso os  animais não conseguiram diferenciar objetos com cores ou formas  semelhantes. Eles reconheceram somente as linhas gerais”, explica a  neurobióloga.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/310886352174507383-5102869236624768667?l=claudiiblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://claudiiblog.blogspot.com/feeds/5102869236624768667/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://claudiiblog.blogspot.com/2011/12/memoria-prejudicada.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/310886352174507383/posts/default/5102869236624768667'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/310886352174507383/posts/default/5102869236624768667'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://claudiiblog.blogspot.com/2011/12/memoria-prejudicada.html' title='Memória prejudicada'/><author><name>Cláudio Natalício</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15111391695868473519</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_dzbjkX9nqkU/SywP3aOgTVI/AAAAAAAAAj0/PGmkY73WQdw/S220/pai+2.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-310886352174507383.post-8753992566765213294</id><published>2011-12-06T05:10:00.005-02:00</published><updated>2011-12-06T05:10:00.521-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Comportamento'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Mente e Cérebro'/><title type='text'>Entre loucura e genialidade</title><content type='html'>&lt;table border="0" cellpadding="4" cellspacing="0" class="interna-txt"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;table border="0" cellpadding="0" cellspacing="0"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td align="left" class="interna-ed" colspan="2" height="15"&gt;&lt;b&gt;31 de outubro de 2011, no site: www.mentecerebro.com.br&lt;/b&gt;&lt;/td&gt;                   &lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;         &lt;td colspan="2" height="6"&gt;&lt;img height="1" src="http://www2.uol.com.br/vivermente/img/px_branco.gif" width="1" /&gt;&lt;/td&gt;       &lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/td&gt;    &lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;      &lt;td align="center" class="interna-titulo"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;      &lt;td align="center" class="interna-olho"&gt;Monólogo retrata fase mais criativa de Van Gogh, que corresponde ao período das fortes crises psicóticas do pintor&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="interna-autor"&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="interna-txt"&gt;&lt;span class="interna-txt"&gt;     &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;table align="right" border="0" cellpadding="1" cellspacing="0" style="width: 300px;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;                   &lt;td align="right" class="img-credito" rowspan="3" width="10"&gt;&lt;img height="1" src="http://www2.uol.com.br/vivermente/img/px_branco.gif" width="1" /&gt;&lt;/td&gt;                   &lt;td align="right" class="img-credito"&gt;Girassóis, óleo sobre tela, Vincent van Gogh, 1888 / Galeria Nacional, Londres&lt;/td&gt;                 &lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;                   &lt;td align="center"&gt;&lt;img border="0" src="http://www2.uol.com.br/vivermente/noticias/img/girassolvangoghgrande.jpg" /&gt;&lt;/td&gt;                 &lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;                   &lt;td class="img-legenda"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;                 &lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;                   &lt;td align="right" class="img-credito" colspan="2" height="10"&gt;&lt;img height="1" src="http://www2.uol.com.br/vivermente/img/px_branco.gif" width="1" /&gt;&lt;/td&gt;                 &lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;span class="interna-txt"&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;O pintor holandês Vincent van Gogh  (1853-1890) dizia que laranja era a cor da insanidade. Abusava da  tonalidade e de suas cores irmãs nas pinturas de cômodos, rostos e  campos luminosos de girassóis. O ator Gero Camilo, coincidentemente,  gostava de plantar sementes dessa flor nos canteiros da Universidade de  São Paulo (USP) quando estudava artes cênicas. Aficionado pelo trabalho  do artista europeu desde os 15 anos, quando leu Cartas a Théo (L&amp;amp;PM  Pocket, 1997), obra na qual Van Gogh descreve a evolução de sua própria  “loucura”, Camilo se reveza no papel de seu ídolo e de outro ícone  modernista, Paul Gauguin (1848-1903), no espetáculo &lt;/span&gt;&lt;i style="color: blue;"&gt;A casa amarela&lt;/i&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;, em cartaz em São Paulo.&lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br style="color: blue;" /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt; O monólogo, dirigido por Márcia Abujamra, retrata uma fase extremamente  criativa de Van Gogh – seus últimos anos, vividos em um sobrado pintado  de amarelo em Arles, no sul da França, em companhia de Gauguin, com quem  mantinha discussões estéticas intempestivas e produtivas. Nesse  período, tiveram início as violentas crises psicóticas que o levariam a  se mutilar, cortando a própria orelha – cena que é revivida com  intensidade por Camilo –, e a ser internado em um asilo para doentes  mentais, onde morreu aos 37 anos.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/310886352174507383-8753992566765213294?l=claudiiblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://claudiiblog.blogspot.com/feeds/8753992566765213294/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://claudiiblog.blogspot.com/2011/12/entre-loucura-e-genialidade.html#comment-
