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quarta-feira, 7 de novembro de 2012

Oh! Céus ... Oh! Vida ... (6)


Tudo na companhia da

Pituca...






E da 

Alegria ...





Nem dá para fazer ideia

Do que elas aprontam....  




domingo, 4 de novembro de 2012

Oh! Céus ... Oh! Vida ... (3)






Mas, 

Às vezes, 

Tenho também que parar para admirar 

Isso....

E, bem na frente da minha casa...

sábado, 3 de novembro de 2012

Oh! Céus ... Oh! Vida ... (2)


Mas ... 
Se eu quiser mudar de caminho...
Vou ter que encarar isso!!!
Pode???

quinta-feira, 1 de novembro de 2012

Oh! Céus ... Oh! Vida ... (1)

Diariamente tenho que passar por isso ...

Quem agüenta???

Desculpem, aboliram o trema ...

Mas não a beleza da Natureza!!!!



domingo, 29 de julho de 2012

Mente Ecológica

Em 22 de julho de 2012 - Do site: www.mentecerebro.com.br

As preocupações com a preservação do meio ambiente revelam valores ligados à coletividade e evidenciam que a liberdade é consequência da responsabilidade
 
© LUXORPHOTO/SHUTTERSTOCK

por Melissa Tavares

Nos últimos anos, o meio ambiente ganhou destaque. Aparece nas redes sociais e na mídia, nas conversas informais; é tema de aulas de muitas escolas de educação infantil, cursos de especialização e constitui um privilegiado fórum de debates sobre os valores que formam práticas compartilhadas por uma comunidade, conferindo visão particular da realidade e permitindo entender sua organização. Nesse sentido, ultrapassa a questão ambiental e reflete o universo subjetivo.

Essa relação foi bastante considerada na formulação da psicologia junguiana. Como exemplo, o professor americano Theodore Roszak tomou por base a teoria do inconsciente coletivo de Carl Jung para considerar que haveria uma camada psíquica profunda, denominada inconsciente ecológico, que seria constitutiva do sujeito e o manteria conectado com a natureza. Na década de 90, Roszak concluiu que a saúde ecológica do planeta está diretamente relacionada à saúde mental das pessoas, que se relacionam de forma sinergética.

No campo da psicossociologia, Eugèn Enriquez sugere que quanto mais autonomia o sujeito alcança em relação às normas vigentes e mais singular ele se torna, maior também será sua contribuição para as mudança sociais. Nesse mesmo sentido, podemos entender que o processo clínico de individuação modifica a postura ética da pessoa, que tende cada vez mais a se implicar com a vida como um todo, assumindo sua parcela de responsabilidade diante de fatos que dizem respeito a todos.

A prática clínica há muito ultrapassou os limites do consultório. A relação terapêutica alcança, além da subjetividade individual, a coletiva em seus variados aspectos. A proposta é destacar a ideia de uma nova civilização capaz de superar valores capitalistas vigentes. O resultado é a ampliação das discussões e a constatação de que a responsabilidade é a consequência necessária da liberdade.

 

segunda-feira, 9 de julho de 2012

Ajude na preservação do meio ambiente



Nunca, em toda a história da humanidade, falou-se tanto na necessidade de preservação do meio ambiente como na atualidade. Previsões de fenômenos da natureza que há dez anos eram consideradas merecedoras de obras de ficção científica, hoje se mostram duramente reais. Basta nos lembrarmos do Tsunami que atingiu o Japão em 2011. E quem poderia supor que haveria tremores de terra no Brasil, como os de 4,0 e 4,5 graus na escala Richter que atingiram Montes Claros(MG), em 2012?! E os exemplos não faltam...

Mas, será que estamos à mercê desses fenômenos? Do outro lado do mundo, onde são mais frequentes, já há uma rede de alertas que avisam os moradores quando a natureza resolve mostrar a que veio. Como, então, colaborar para que de alguma maneira estes fenômenos não sejam mais tão frequentes ou intensos? Não pense que vou propor alguma ideia mirabolante ou algo difícil de colocar em prática. O que você lerá nas próximas linhas são dicas simples e que colaboram para amenizar o nosso impacto no meio ambiente.

    Faça a coleta seletiva de seu lixo, separe o lixo orgânico do inorgânico e dê o destino correto para pilhas e baterias.
    Não desperdice água, feche a torneira ao lavar louças e o chuveiro ao se ensaboar. Além disso, não varre a calçada com a mangueira, para isso temos vassouras.
    Jogue lixo no lixo. Mesmo um simples papel de bala pode contribuir para entupir os bueiros da sua cidade, principalmente quando várias pessoas jogam lixo nas ruas.
    Prefira comprar bebidas e alimentos de embalagens reutilizáveis.
    Compre eletrodomésticos eficientes no consumo de energia.
    Prefira o uso de sacolas de pano ou reutilizáveis no lugar das sacolas de plástico.
    Reduza o uso do automóvel ou ofereça carona a colegas e vizinhos.
    Use o verso de documentos antigos como rascunho.
    Apague a luz quando sair de algum cômodo.
    Não desmate áreas verdes.
    Não jogue guimba (filtro) de cigarro nas rodovias.
    Se você mora em cidades litorâneas ou com rios, respeite o período de pesca.
    Doe objetos que você já não utiliza.
    Adote a prática da reciclagem.

Não pense que essas atitudes são fórmulas mágicas capazes de alterar, da noite para o dia, o curso em que estamos ou que ao realizá-las uma única vez conseguiremos salvar o meio ambiente de nossas atitudes impensadas. Ou, ainda, que são as únicas formas de colaborarmos para a preservação do meio ambiente. Não, querido leitor, não há fórmulas, tampouco mágicas. Saiba que para algo se tornar realidade é preciso atitude, ação.

Então, comece a repensar as suas atitudes e a colocar em prática as dicas acima. Colabore, você também, para a preservação do meio ambiente. Não espere o outro, faça sua parte. Pequenas atitudes podem causar grandes impactos.

Sonia Jordão  |  Publicado em: 25/06/2012, no site: www.qualidadebrasil.com.br

sábado, 14 de abril de 2012

A ECONOMIA VERDE PODE SALVAR O MUNDO E OS EMPREGOS

Pelo Economista e Palestrante Welinton dos Santos

          Há vários anos escrevo sobre a economia verde, afirmando que ela pode auxiliar as economias mundiais, criar milhões de empregos e ainda de quebra salvar o mundo, amenizando os efeitos climáticos provocados pelo descaso e mau uso dos recursos naturais no planeta.

           A sustentabilidade passa a ser regra de sobrevivência no mundo dos negócios, em países desenvolvidos e em evolução, nas grandes organizações e nos governos sérios do planeta.

          Vários exemplos espalham-se pelo mundo em projetos inusitados de vários seguimentos dentre eles destaco produtos de uma empresa como o ecotelhado - ecoparede (marcas registradas), que utilizam 95% de material reciclado, podendo ser utilizado sobre lajes e telhados, ou mesmo nas paredes, dentre as vantagens, transformam ambientes inóspitos em áreas devolvidas à natureza; aumento do senso de comunidade (verde x cinza); conforto térmico; empregos; diminui as ilhas de calor urbano e o efeito estufa; benefícios econômicos com a diminuição do uso de energia como utilização de ar condicionado e muitas outras vantagens. Como podem observar comentei apenas de um único produto que está disponível no mercado e sendo utilizado já em indústrias, passarelas, shopping centers, casas, comércios, sobre telhados inclinados, em paredes de bancos, em paredes com brisa vegetal, aproveitando a água de chuvas com cisternas e pisos ecológicos, em sistemas modulares ou de outras formas, em fábricas verdes, com ecopavimento, com ecodrenos que abastecem: o jardim da chuva, o lago subterrâneo, a bacia de infiltração, etc. (www.ecotelhado.com.br)

               Outros exemplos: energia solar térmica e fotovoltaica no mesmo projeto, ou seja, telhado vivo cobrindo piscinas e vestiários, com conceitos arquitetônicos modernos e ao mesmo tempo sustentáveis que demandam um volume considerável de mão-de-obra.

               Arquitetura Bioclimática que conta com 6 princípios: preservar energia; usar estratégias passivas; usar sistema híbrido sempre que possível; usar estratégias ativas na proporção necessária; usar energia renovável; usar energia na rede na menor proporção possível. Através de projetos bioclimáticos é possível criar fachadas Bioclimáticas que permitem: melhorar a saúde, aperfeiçoar a energia natural, melhorar a produtividade pela melhoria do conforto no ambiente natural, racionalizar e economizar energia, ampliação da iluminação; estas fachadas são como filtros que extraem o melhor do clima externo para criar o melhor clima interno. Os custos destes novos projetos são cada vez mais viáveis quando analisados as questões custos-benefícios pela economia gerada, portanto as construções inteligentes e ecologicamente corretas passam a ser uma realidade, com empreendimentos espalhados pelos quatro cantos do mundo obtendo selos verdes da construção, a eco- eficiência e o crescimento verde transformam mercados, hoje é possível obter energia até pelos passos dos usuários de uma estação de metro, ondas de calor do trânsito urbano entre outros.

               Bioeletricidade, Bio-etileno (Alcoolquímica – Bioplásticos), Bio-hidrocarbonetos (diesel de cana-de-açúcar, combustível de aviação), Reuso de Água, Biogás, Biomassa.....

              Veículos 100% elétricos e híbridos, com plug-in como carregar uma bateria, energia eólica, logística reversa (compromisso de retorno e destino correto de embalagens e produtos pelos fabricantes).

              Uma iniciativa de peso foi a criação da 1ª Bolsa Internacional de Negócios de Economia  Verde – BINEV em 2010, pelo Governo do Estado de São Paulo, no Brasil, baseado na Política Estadual de Mudanças Climáticas, dentre eles ações como PIF Brasil (Produção Integrada de Frutas), que é baseado em um sistema integrado na sustentabilidade, com aplicação de recursos naturais e de regulação de mecanismos para substituição de insumos poluentes, utilizando instrumentos adequados de monitoramento dos procedimentos e a rastreabilidade de todo o processo, tornando-se economicamente viável, ambientalmente corretos e socialmente justos. Além de uma bolsa de produtos, serviços, empresas, negócios e oportunidades de desenvolvimento tecnológico e ambiental com representantes de vários países. Hoje, existem milhares de projetos e produtos verdes espalhados pelo mundo.

              A economia verde é um mercado de trilhões de dólares que podem gerar riquezas em todos os países, cabendo a cada nação buscar iniciativas que possibilitem a recuperação ambiental, o aproveitamento energético, turismo responsável, educação criativa eco-cultural, a sinergia de troca de conhecimentos científicos e populares em prol de um mundo mais saudável, com a criação de novas riquezas e oportunidades justas de trabalho. Vamos defender esta causa. Viva! A Construção do Novo Mundo Verde!



Publicado no Jornal Pravda da Rússia e espalhado por mídias do mundo todo.

Publicado em 10.03.2012, no site: www.gestopole.com.br

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

Sopão de plástico (5/5)


Sobre a designação “ilha” de lixo

Considerando que há cinco grandes giros subtropicais nos oceanos Pacífico Norte, Pacífico Sul, Atlântico Norte, Atlântico Sul e Índico, é quase certo que novas zonas de acúmulo de resíduos plástico surgirão nos próximos anos, tanto que já foi constatado que há indícios de uma nova formação no Oceano Indico. Contudo, chamar tais concentrações de lixo plástico de “ilha”, não é a forma mais correta de se referir ao evento. Essa designação foi cunhada apenas para chamar a atenção da grande massa. As manchas de lixo deveriam ser nomeadas de sopão plástico porque, na verdade, os resíduos não se condensam; eles somente se fragmentam e se acumulam, devido à atração exercida pelos giros, porém permanecem espalhados uma espécie de concentração que, por vez, fica presa as correntes em forma de redemoinho. Se, realmente, eles formassem ilhas, mesmo que a um alto custo, seria possível limpar os oceanos. Por enquanto, a melhor forma de minimizar o problema, é o descarte correto do lixo plástico - de preferência longe das margens dos rios, dos mangues e até do mar -, a reciclagem do material em alta escala, a substituição gradativa do mesmo e até o simples recolhimento dos destroços que chegam à praia, para evitar a volta dos resíduos ao mar.

Do site: http://portalcienciaevida.uol.com.br

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

Sopão de plástico (4/5)

Já que o problema persiste...

Na última conferência Ocean Sciences Meeting, realizada em novembro de 2010, em Portland (EUA), foi apresentada outra “ilha” de lixo que cresce em pleno Atlântico Norte, numa extensa zona localizada entre a costa leste da Flórida e as Bermudas. Sua existência também já era conhecida desde a década de 1980, mas pesquisadores do Sea Education Association, do Woods Hole Oceanographic Institution e da Universidade do Havaí, em Honolulu, aproveitaram a ocasião para anunciar o montante da recolha, feita em redes puxadas e por meio da coleta de resíduos plásticos que flutuam à superfície do mar, junto a organismos marinhos. As amostras que foram colhidas entre 1986 e 2008, por mais de sete mil estudantes universitários, em 6.136 localidades no Mar do Caribe e Atlântico Norte, ao largo da costa leste norte-americana, evidenciam que a grande maioria dos restos de plástico, que não tem mais de um centímetro de dimensão, se origina de embalagens destinadas aos consumidores.

Embora sua densidade seja calculada em mais de 200 mil fragmentos de detritos por quilômetro quadrado, tal como a "ilha" de lixo do Pacifico Norte, o sopão plástico do Atlântico Norte não tem um tamanho determinado, principalmente, porque os resíduos que contém altas concentrações de POPs acompanham as correntes e mudam de fuso em até 1.600 quilômetros em direção norte e, de forma sazonal, em direção sul, durante o fenômeno do El Niño (nome dado a alterações significativas de curta duração - 12 a 18 meses - na distribuição da temperatura da superfície da água do Oceano Atlântico que provoca profundos efeitos no clima), interferindo de maneira ainda desconhecida no ecossistema da região. No entanto, ao contrário da “ilha” de lixo do Pacifico Norte que sempre se destacou na mídia, o sopão plástico do Atlântico Norte, até então, vinha sido ignorado. Entretanto, segundo estudos do NOAA, que foram realizados entre janeiro e fevereiro de 2010, o giro do Atlântico Norte mantém uma concentração de lixo que é capaz de produz poluição marinha em padrão e quantidade similar a que foi encontrada na Grande Mancha de Lixo do Pacifico Norte.

Do site: http://portalcienciaevida.uol.com.br

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

Sopão de plástico (3/5)


Interferência do sopão no ecossistema


Como a Grande Mancha de Lixo do Pacifico Norte vem se formando desde que o plástico passou a ser utilizado pelo homem, pedaços do material que ainda não se desintegraram, se concentram na coluna de água superior, enquanto pequenos fragmentos e minúsculas partículas ficam, parcialmente, submergidos na base do redemoinho de resíduos. Esse amontoado de lixo atrai peixes, aves e animais marinhos que acabam se alimentando de uma boa concentração de polímeros porque, segundo estudos realizados por diversos pesquisadores, incluindo o próprio Moore, há seis vezes mais plástico nessa parte do oceano do que fitoplâncton, que é a base da cadeia alimentar marinha. Em consequência, pelo menos 267 espécies marinhas que habitam o Giro do Pacífico Norte são afetadas de um modo ou outro pelos detritos plásticos. Esse fato já foi averiguado e comprovado por pesquisadores do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente que, ainda concluíram que o impacto devastador da ação humana sobre os oceanos é responsável pela morte de mais de um milhão de aves marinhas, sem contar tartarugas, tubarões e centenas de espécies de peixes que, ao ingerirem resíduos plásticos, quando não se sufocam com os maiores pedaços, passam a sofrer de perturbações hormonais, orgânicas e até estruturais. Diante desse quadro, considerando que os vestígios deixados pelos homens sempre revelaram a história da Humanidade, fica uma pergunta que visa à reflexão: o que será contado sobre nós daqui a alguns séculos?


Do site: http://portalcienciaevida.uol.com.br

domingo, 6 de fevereiro de 2011

Sopão de plástico (2/5)


A grande concentração de lixo no Pacifico Norte

Em 1997, após participar da Transpacific Yacht Race (regata entre Los Angeles e Havaí), ao retornar para o sul da Califórnia por uma área pouco navegável, onde faltam ventos e correntes marítimas, o oceanógrafo Charles J. Moore e sua tripulação confirmaram a existência de uma Grande Mancha de Lixo no Pacífico, já prevista em 1988 pelo órgão norte-americano National Oceanic and Atmospheric Administration (NOAA), a partir dos resultados obtidos por pesquisadores que, entre 1985 e 1988, mediram os neustônicoplasticos (agregações não-organismal flutuante) existentes no oceano. Embora Moore tenha avistado um grande campo de destroços, formado por pedaços de redes, garrafas, tampas, bolas, bonecas, patos de borracha, tênis, isqueiros, sacolas plásticas, caiaques, malas e demais tipos de plástico, em diferentes estados de conservação, o problema é bem maior, porque o lixão marítimo é constituído, principalmente, por partículas não visíveis a olho nu, que também não podem ser captadas por fotografias de satélite. Pesquisadores estimam que cerca de 80% desse sopão é resultante de aterros sanitários e de despejos de resíduos, realizados por países banhados pelo mar. Já os 20% restantes provêm de navios comerciais. Todo esse material que flutua à deriva entre a Califórnia (EUA) e o Japão, alcança um ponto próximo ao noroeste da Austrália, região do chamado Giro do Pacífico Norte, onde se dá a convergência de quatro grandes correntes marítimas de movimento lento, que atrai e possibilita o acúmulo de plástico que, aos poucos, devido à ação do sol e dos ventos, se desintegra em pequenos fragmentos que, por sua vez, permanecem flutuando, numa espécie de redemoinho condensado de tamanho indeterminado, mas de grande proporção, que já chegou a ser comparado ao dobro do território norte-americano do Texas.


Cerca de 80% desse sopão é resultante de aterros sanitários e de despejos de resíduos, realizados por países banhados pelo mar.


Do site: http://portalcienciaevida.uol.com.br

sábado, 5 de fevereiro de 2011

Sopão de plástico (1/5)



Entre outros produtos criados pelo homem, o plástico que é encontrado em lugares pouco comuns, faz parte da revolução do mundo moderno. Mas, apesar desse aspecto, quando ele é constituído por material polimérico-sintético, que não se biodegrada, seus pedaços apenas se desintegram em pequenos fragmentos, que conservam os polímeros (compostos químicos que contêm elementos tóxicos) em proporção relativa e quantidade absoluta que, por sua vez, contaminam o meio-ambiente. Talvez, essa informação seja nova, mas todos nós sabemos que grandes quantidades de resíduos, provenientes de centros urbanos, chegam aos oceanos diariamente. Para constatar essa informação, basta caminhar por uma praia após um dia de ressaca e observar o lixo acumulado na areia. No entanto, quando os resíduos não são expelidos pelo mar, eles bóiam de acordo com as correntes marítimas, se aglomeram e formam uma enorme camada flutuante, principalmente de plástico, que funciona como uma esponja que concentra grande quantidade de Poluentes Orgânicos Persistentes de (POPs), caso da Grande Mancha de Lixo do Pacífico Norte que interfere no ecossistema, pois qualquer peixe ou animal marinho que se alimenta na região, ingere altos índices de toxinas que, de forma direta ou indireta, também acabam sendo introduzidos na cadeia alimentar humana.

Extraído de: http://portalcienciaevida.uol.com.br