sábado, 8 de janeiro de 2011

10 Atitudes para criar filhos mais felizes (3/15)


Por Robert Epstein

O que funciona quando se trata de educar crianças? Pesquisadores comparam o que especialistas aconselham; o que parece funcionar: e o que os pais fazem de fato. A ciência comprova que tão importante quando demonstrar afeto, por exemplo, é a capacidade dos adultos de controlar o próprio estresse e ter bom relacionamento afetivo com o cônjuge.

No site Amazon.com existe uma oferta espantosa de livros sobre regime alimentar - cerca de 17 mil. Os manuais para criar filhos, porém, ultrapassam de longe esse número: são mais de 40 mil, incluindo aqueles que avaliam os conselhos - quase sempre conflitantes - de especialistas (a maioria pedagogos, psicólogos e psicopedagogos). Ao que tudo indica, as pessoas estão bem mais preocupadas com a criação dos filhos que com as medidas da própria cintura.
Se criar filhos é obviamente uma prática tão antiga quanto a própria humanidade, então porq ue tanta culpa, discussão e dúvida sobre esse assunto? Por que será que mesmo discordando da forma com que fomos educados, volta e meia nos surpreendemos tratando os pequenos praticamente da mesma maneira - ou lutando para fazer tudo exatamente ao contrário? Os pais costumam se empenhar para cumprir a função de educadores da melhor maneira que conseguem - pelo menos na maior parte do tempo. E certamente pensam, muitas vezes, que seria mais fácil se seus filhotes tivessem vindo ao mundo com um "manual de instruções". Para o bem ou para o mal, não há livrinho de receitas, mas da mesma maneira que, diariamente, usamos a medicina com cautela para tomar decisões sobre como cuidar de nossa saúde, também podemos usar nformaçoes reveladas pelas pesquisas para nos tornar pais melhores. Algumas delas, porém, parecem óbvias: inúmeros trabalhos realizados nos últimos 50 anos, mostram, por exemplo, que quanto melhores as relações afetivas na família, mais chances de que as crianças se tornem adultos felizes, saudáveis e bem-sucedidos.


Da revista Mente & Cérebro n° 215 dez/2010

AVALIAÇÃO NEUROPSICOLÓGICA




Publicado em 23-Dec-2010, por Antônio Paiva Rodrigues


Se os governantes tivessem noção da importância da neuropsicologia e de todas as áreas médicas, jamais deixariam uma classe laboriosa a ver navios ou quiçá estrelinhas. É comum se falar e ver estrelinhas nessa época natalina, mas, porém, todavia, contudo, estamos falando da estrelinha do bem, onde o profissional deve ser respeitado e ganhando bem, isto é, levar uma vida digna e sem estresse. São esses esquecimentos homéricos que fazem da nossa saúde um caos sem tamanho e proporções. Político que faz politicagem não é digno de ocupar uma cadeira em Câmara, Assembleia, Senado Federal, ou mesmo na presidência da República. Recebemos nas Academias de Jornalismo os ensinamentos necessários para o bom desempenho da função, depois nos presenteiam com uma lembrancinha grega do Supremo Tribunal Federal, a cessação da obrigatoriedade do diploma para o exercício da função. Quem exerce função sem estar preparado para esse mister e não dispõe de diploma legal é crime.

Fazemos conotação à área de medicina, pois quem quer se passar por médico e exercer a medicina ilegalmente é punido por se tratar de crime previsto em lei e tem conotação de exercício ilegal da profissão. Quando do inicio da nossa pós-graduação em psicopedagogia denotamos como é importante essa área, mesmo que os governantes não deem a atenção dispensada. Colocamos em discussão esse assunto por vários motivos que são conhecidos da população, e das autoridades que transformaram um País promissor em simples auferidor de promessas. Hoje nem santo acredita em promessas, pois são tantas que eles a transformam em bênçãos.

A relação entre a avaliação neuropsicológica e um modelo de funcionamento cognitivo foi demonstrada muito bem por Luria, em meados do século XX. Alexander Romanovich Luria (russo que viveu no período 16 de julho de 1902 — 14 de agosto de 1977) foi um famoso neuropsicólogo soviético especialista em psicologia do desenvolvimento. Foi um dos fundadores de psicologia cultural-histórica onde se inclui o estudo das noções de causalidade e pensamento lógico–conceitual da atividade teórica enquanto função do sistema nervoso central. Essa grande personalidade desenvolveu avaliações através dos aspectos fisiológicos das áreas cerebrais e nos modelos de processamento das funções cognitivas. Função Têmporo - Espacial, da Atenção, da Percepção, da Memória, das Habilidades Aritméticas, das Funções Executivas, da linguagem e das Praxias. Com a evolução da Psicologia Cognitiva e das Neurociências, tem se observado que o conhecimento de provas sensíveis, e bem apropriadas pode se chegar até os distúrbios cognitivos. Hoje a avaliação neuropsicológica é bem definida e parte-se de provas bem fortes para se chegar aos problemas cognitivas tendo como fim específico à base neurobiológica e com a relação existente com os sistemas neurais. Os sistemas podem ser redes neurais? As redes neurais são computadores que procuram imitar o funcionamento do cérebro humano na solução de problemas de reconhecimentos padrões. Existem sistemas de provas em forma de testes que avaliam o funcionamento do sistema atencional, dos diferentes sistemas perceptuais, ou seja, visual, auditivo e somestésico, bem como do sistema motor e de funções mais centrais como memória, linguagem, funções executivas e habilidades aritméticas.

As dissociações a segunda grande característica da avaliação neuropsicológica é ser sensível a uma dissociação. No sentido sinonímico a dissociação pode ser a ação de dissociar. Na física seria a desagregação de moléculas, na química a decomposição reversível dos corpos e na psiquiatria a ruptura da unidade psíquica, que constitui um dos principais sistemas psicóticos, notadamente na esquizofrenia. Em neuropsicologia é a discrepância caracterizada pela perda, distúrbio ou falha no desenvolvimento de uma função ou algumas funções, enquanto outras funções continuam preservadas, ou mesmo desenvolvidas. Pode se simples e dupla. Simples quando as diferenças se encontram num só paciente e duplas quando se encontram em dois ou mais pacientes.

Nos afásicos as dissociações se encontram de uma mesma função, isto é na compreensão de palavras. As funções cognitivas estão assim distribuídas: têmporo-espacial, de atenção- visual e espacial, a Percepção onde se especifica a visual e espacial, a visual propriamente dita, a auditiva visual e a somestésica. A memória, as Habilidades Aritméticas, (as descalculias e acalculias), a Linguagem sendo a oral e a escrita, as Praxias que são habilidades dirigidas à execução gestual, as Funções executivas. Todas essas especificações são alvos de avaliações e a primeira a ser avaliada são as tarefas de orientação têmporo-espacial. A espacial requer recursos atencionais, visuais, de raciocínio e memória. Na atenção o oposto de alerta ou estado de vigilância é o sono, e os diferentes graus intermediários são denominados de estados de consciência. A dicotomia (Derivação grega dichotomía) - Método de classificação em que cada uma das divisões e subdivisões não contém mais de dois termos. Repartição dos honorários médicos, à revelia do doente, entre o médico assistente e outro chamado por este. Aspecto de um planeta ou de um satélite quando apresenta exatamente a metade do disco iluminada. Divisão lógica de um conceito em dois outros conceitos, em geral contrários, que lhe esgotam a extensão. Ex.: animal = vertebrado e invertebrado. Tipo de ramificação vegetal em que a ponta do órgão (caule, raiz, etc.) se divide repetidamente em duas porções idênticas, e que é próprio dos telófitos e briófitos, sendo muito raramente observado nas plantas floríferas; dicopodia. Princípio que afirma a existência única, no ser humano, de corpo e alma, baseadas em dissociações observadas em quadros diferentes, ou diferentes quadros. A dicotomia atenção seletiva ou focalizada x atenção dividida e a atenção mantida ou concentrada.

A percepção visual, auditivo-visual e somestésico. O córtex humano possui três sistemas perceptuais bem definidos e desenvolvidos: visual, auditivo-visual e somestésico citadas antes. A Percepção Visual (Faces) tem a sua importância como todas as outras funções. A Atenção é todo processo associado à seleção e à organização da informação, isto é, a uma atividade que processe os componentes básicos necessários para concentração e a ação. Temos a atenção visual e a espacial. A percepção de faces é uma atividade de relevância no cotidiano do ser humano. É reservada uma grande faixa do hemisfério direito para percepção do objeto, a percepção de faces pode decorrer de diferentes processos de origem perceptiva ou de reconhecimento ou memória.

A Memória é importante e os estudos neuropsicológicos privilegiam as teorias múltiplas de memória. Existe memória de trabalho de forte conteúdo atencional denominado central executivo, a memória em longo prazo, as declarativas ou explicitas e não declarativas ou implícitas. As declarativas podem ser episódicas ou semânticas. Codificação, armazenamento ou registro e recuperação são funções importantes da memória. As habilidades Aritméticas são as dificuldades em processar números e quantidades e de realizar cálculos aritméticos. A Linguagem pode ser oral e escrita. As praxias são as habilidades dirigidas à execução gestual, a apraxia melocinética ou a ideomotora, praxias especificas com a buço facial. As Funções Executivas estão envolvidas no controle e na regulação de processos cognitivos mais simples.

Descontrole inibitório, manutenção e mudança de atenção, planejamento, categorização, flexibilidade cognitiva, iniciação, entre outros. Este é apenas um trabalho textual baseado em ensinamentos da professora Ana Cláudia Queiroz Bonfim e teve como fonte a apostila que nos foi fornecida. A Avaliação neuropsicológica a função específica também está centrada na memorização e convivência com a nomenclatura cientifica aqui inserida, como também na prática dos processos de uma avaliação neuropsicológica, no seu mais simples estilo de produção e execução.


ANTONIO PAIVA RODRIGUES-ALUNO DO CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO EM PSICOPEDAGOGIA DA FACULDADE VALE DO JAGUARIBE (FVJ) DA DISCIPLINA DE “PROCESSOS COGNITIVOS”.


Do site: www.gestopole.com.br

Confiança e a excelência nas relações


Publicado em 14-Dec-2010, por Ivan Postigo

O que é confiança?

Como se forma?

É algo inato ou adquirido?

Maria diz: - Eu confio em todo mundo. Para mim todos são confiáveis, até que provem o contrário! José já não. Confia sempre desconfiando.

E João? Esse por causa de alguns percalços nos negócios é cético. Claro e direto dispara quando lhe perguntam: - Não confio em ninguém.

Pedro tem uma escala, com apenas duas graduações: menos de oito ou oitenta.
- Pedro, você acha que a Marisa é de confiança? Sem pestanejar responde: - Cem por cento.
- E o Carlos?
-Não sei, prefiro não responder.

Confiança tem como irmandade a certeza, fidúcia, fé, veracidade, crença, crédito, aos quais têm profundo afeto, e como opositores e desafetos a dúvida, a suspeita e o descrédito.

Relações são construídas por elos que formam uma corrente. Podemos, então, dizer que confiança é o material que os compõem e que se espera suportem enormes pressões?

Sendo confiança esse material, é previamente testado?

Tenho a impressão que há pessoas que os testam antes, outros nunca, e alguns, algumas vezes.

Haveria formas de testá-lo e certificá-lo para que tivéssemos segurança na sua aplicação?
Um certificado tipo “ISSO 100 %“?

O homem sempre valorizou a confiança, mesmo aquele cujo comportamento é questionável.

Para o homem de bom caráter confiança é um paradigma, para o mau caráter um paradoxo.

Aceitas essas premissas, porque razão sobram exemplos de péssimas escolhas nas amizades, governantes, legisladores, colaboradores?

Por que razão povos seguiram e apoiaram ditadores sanguinários? E seguirão!
Quantos Calígulas ainda farão história?

Por que homens se matam em nome do mesmo Deus Justo e Fiel? Onde falta confiança?

Enquanto um domador apresentava seu enorme tigre em um programa de auditório e um dos integrantes o acariciava, o apresentar perguntou: - O tigre é de confiança?

O domador respondeu: - Um tigre é sempre um tigre!

Não sei o que ele quis dizer, mas minha leitura foi: - Tigre não é de confiança!

Nunca mais cheguei perto desse bicho. Já tinha um pouco de cisma, pois em um parque já fora recebido por um jato de urina ao estalar do chicote. Aquilo me pereceu um aviso: “Não se aproxime!”

Você pode me perguntar: - Que diabos você estava fazendo perto do bicho?

Ora, nunca foi curioso e confiou nas pessoas?

Quando conto essas histórias amigos me dizem curioso sim, maluco não!

Bom, quem sabe eu não tivesse uma maluca curiosidade. Parei com isso. Pode confiar!

Já caí de cavalo e corri de cachorro porque acreditei quando o dono disse: Ele é manso, pode confiar!

Você não costuma acreditar? Talvez seja melhor mesmo.

Parece, realmente, que confiança é o ato de deixar de analisar se um fato é ou não verdadeiro, aceitando a informação e simplesmente considerando-a correta.

Ao aceitá-la teremos surpresas boas e más, ainda que, desconfiados, tentemos avaliar a situação previamente.

Gosto desta explicação sobre a origem da palavra confiança:
Confiar é transformar fibra em fio. Fiar, uma tarefa complexa e difícil, era um trabalho executado em grupo que exigia parceria e colaboração.

O homem, ao exercitar a confiança, ainda que possa se mostrar muitas vezes irracional, não pode abusar da própria ingenuidade para que possa alcançar a excelência nas suas relações.

Ivan Postigo
Diretor de Gestão Empresarial
Postigo Consultoria Comunicação e Gestão
Fones (11) 4526 1197 / (11) 9645 4652
www.postigoconsultoria.com.br
Twitter: @ivanpostigo
Skype: Ivan.postigo


Fonte: www.gestopole.com.br

sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

A psicologia do sucesso...


Publicado em 22-Dec-2010, por Julio Panzariello


Olá amigos!

Eu sou o Julio Panzariello, CEO da JS e o meu propósito é te convidar para um breve passeio pelo mundo do aperfeiçoamento pessoal. O mundo do coaching! E hoje vamos falar um pouco da psicologia do sucesso.

Deixe-me te fazer algumas perguntas.

Por que há tão poucas pessoas que estão vivendo realmente bem?

Nós vivemos em um mundo de enormes recursos e abundância. A Natureza é próspera e abundante. As facilidades e oportunidades que temos hoje, são as maiores de toda a história da humanidade.

E mesmo assim, há uma grande quantidade de indivíduos vivendo de uma forma que muitos definem como: "Uma vida de grande desespero."

As pessoas estão insatisfeitas com o seu trabalho, elas estão insatisfeitas com as suas famílias, elas estão insatisfeitas com a sua saúde. Elas fumam muito, bebem muito, gastam muito e aí vivem preocupadas com as suas contas, grande parte do tempo, pois trocam todo o dinheiro ganho por contas a pagar...

Será que está valendo a pena continuar desta forma?

Qual será o motivo para esta falta de bem-estar, se todos nós gostamos de nos sentir bem e ser apreciados pelo que fazemos?

E por que algumas pessoas são mais bem sucedidas do que as outras?

Eu tenho feito uma tremenda pesquisa a respeito deste assunto e posso afirmar que milhares e milhares de horas foram gastas para responder a estas perguntas.

Napoleon Hill, cuja obra representa um monumento à realização individual, dedicou vinte anos da sua vida para descobrí-las. Hill acompanhou de perto a ascensão de 500 das maiores fortunas da sua época. Convivendo com mitos como Henry Ford, Theodore Roosevelt, King Gillete e John Rockefeller, o autor encontrou 15 características comuns a todos estes grandes vencedores.

Mas ele não foi o único. Muitos líders, pensadores e pesquisadores dedicaram grande parte das suas vidas para responder: "Por que algumas pessoas tem mais sucesso do as outras?”

Por que algumas pessoas conseguem mais sucesso financeiro, mais amigos, tem mais saúde e enorme prazer pelo que a vida lhes proporciona?

É sabido que todos temos um enorme potencial guardado dentro de nós, que nos possibilita resolver qualquer problema. Basta expandir o nosso pensamento e ampliar a maneira como vemos as coisas.

Você enxerga o mundo, a sua volta, baseado no seu sistema de crenças e valores...

Através das ferramentas do coaching, é possível desbloquear crenças limitantes e ampliar a sua visão a respeito das coisas importantes da sua vida. Você aprende, se transforma e passa a assumir a responsabilidade pela sua vida. E isto é muito libertador!

Todas as pessoas que passam por um processo de coaching feito por profissionais habilitados, testemunham grandes mudanças em suas vidas.

Nos EUA, segundo o jornal Executive Channel, mais de 40% dos executivos já passaram pelo processo de coaching. O método é tão difundido, que muitas empresas oferecem o serviço do coaching como benefício do cargo.

Segundo a Revista Fortune, mais de 40.000 executivos possuem Coaches nos Estados Unidos.
O mercado norte-americano sozinho movimenta cerca de 2,4 bilhões de dólares e cresce 18% ao ano de acordo com o Market Data Report.

88% das organizações no Reino Unido utilizam Coaching de acordo com a Bristol University.

Como Personal & Professional Coach formado pela Sociedade Brasileira de Coaching, o que tenho a oferecer é tão poderoso que considero como uma “Second Chance”, ou seja, a chance de você recomeçar exatamente de onde você está e atingir ou realizar uma grande meta ou um sonho, seja a nível pessoal ou profissional.

Quanto vale a realização de um sonho para você?

E como Membro da Sociedade Brasileira de Coaching, que é considerado o maior centro de referência em Coaching do Brasil, cujo conteúdo programático é resultado extraído do mais primoroso estudo e dedicação dos maiores especialistas de Coaching do mundo, tenho o compromisso de seguir o código de conduta e ética da SBC, atuando com a máxima excelência em todas as minhas abordagens.

E aqui segue o meu desafio para você...

Se você se sentir comprometido o suficiente com o seu futuro para passar por um processo de coaching comigo e seguir passo a passo todas as suas tarefas, conferindo os seus aprendizados, você estará construindo um futuro que jamais imaginou ser possível para você. E esta é a sua segunda chance. Tente agarrá-la!

Aproveito o momento para te desejar um Natal maravilhoso e um 2011 de muita prosperidade!

Faça da sua vida uma obra de arte!


Do site: www.gestopole.com.br

Você pensa bem?



Publicado em 13-Dec-2010, por Gisela Kassoy



Andar, pensar, cruzar os braços são manifestações humanas que nos parecem absolutamente naturais. Entretanto, elas são frutos de um aprendizado inconsciente – já reparou como algumas crianças andam igualzinho ao seu pai ou a sua mãe?
Algumas pessoas adquiriram um jeito de andar que geram problemas de postura. Da mesma forma, algumas pessoas possuem um jeito de pensar que pode não ser o mais eficaz na tomada de decisões ou na geração de ideias. Exemplos? V. já participou de processos decisórios no qual alguém está usando sua criatividade e sua capacidade de articular para fazer valer o seu ponto de vista em vez de considerar outras alternativas? E já participou de debates infindáveis sobre a causa de um problema que claramente tem várias causas?
O Prof. Edward de Bono, considerado um dos maiores especialistas mundiais no Uso Produtivo do Pensamento, costuma comparar a nossa inteligência a um automóvel – ou seja, um instrumento, um potencial a ser trabalhado. Por outro lado, nosso pensamento equivale à forma como conduzimos este automóvel, portanto a uma habilidade. Isto significa que pessoas altamente inteligentes são capazes de cometer “barbeiragens mentais”, isto é, usar sua inteligência para argumentar, provar que não vai dar certo (em vez de enfrentar um desafio) ou podar idéias.
Reflita sobre esta história:
“Era uma vez uma jovem. Era o dia de seu casamento. Ela deveria ter acordado sentindo-se feliz, romântica e cheia de sonhos. Entretanto, nossa heroína acorda com uma forte impressão de que está em vias de fazer uma grande besteira. Uma voz interna clama “não quero mais” . E agora ? Como nossa heroína vai decidir este impasse?”
Vejamos…
· Se ela pensar nas CONSEQUÊNCIAS EM CURTO PRAZO ou no PONTO DE VISTA DOS OUTROS, certamente se casará.
· Se ela pensar nas CONSEQUÊNCIAS EM LONGO PRAZO ou se confrontar seu casamento com seus OBJETIVOS, talvez não se case.
· Talvez seus OBJETIVOS devam ser avaliados em função de suas PRIORIDADES.
· Se pensar em ALTERNATIVAS pode resolver se casar mais tarde ou negociar com seu noivo as questões que a preocupam
· Se ela pensar nos FATORES que fizeram com que ela acordasse insegura, pode chegar a conclusão de que seu receio é muito natural, tendo em vista o passo que ela está dando.
No que essa noivinha pode nos ajudar? Pense em alguma decisão que V. já tomou… Que direcionamento deu ao seu pensamento? V. pode inclusive ter apenas reagido à situação, sem ter dado nenhum direcionamento específico. Imagine qual teria sido a sua decisão caso tivesse CONSCIENTEMENTE ordenado o seu pensamento (ex. Vou primeiro pensar nos FATORES, depois nas CONSEQUÊNCIAS, etc).

Experimente agora uma situação sobre a qual ainda não decidiu. Crie um roteiro para o seu pensamento. Siga este roteiro. Ajudou?
Pense nisso.


do site: www.gestopole.com.br

quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

O inferno são os outros (2/5)


Por Maria Maura Fadel


Será mesmo?


O ato de pedir licença nos lembra que há limites - nossos e alheios - a serem reconhecidos e respeitados. Um corriqueiro "por favor" encerra o reconhecimento de que necessitamos da empatia e, em consequência, da atitude benevolente do interlecutor. A gratidão, no sentido do reconhecimento de que um benefício ou auxílio (por mínimo que seja) nos foi prestado, traz consigo duas ideias implícitas interessantes: primeiro a de que merecemos e podemos receber algo; segundo, somos capazes de perceber e aceitar algo de positivo que nos foi ofertado. Guardadas as devidas proporções e desdobramentos, tanto no microuniverso dos relacionamentos pessoais quanto nas trocas diplomáticas entre países, em última análise valem as mesmas estruturas que sustentam relações mais ou menos profundas e complexas.

Naturalmente, as palavras, por si sós, podem ser enganosas. Qualquer uma delas assume conotações diversas, dependendo do contexto e do tom com que são pronunciadas. Ditas de forma sincera, conectadas ao que realmente sentimos e desejamos transmitir, ganham força inusitada. Aí surge o que costumo chamar de "o desafio do como": quando se trata de relacionamento, às vezes vale mais a forma que o conteúdo.

Da revista Mente & Cérebro n° 215, dez/2010


Ações, Intenções, Necessidades e Desejos


Publicado em 21-Dec-2010, por Wagner Herrera


“Intenção sem ação é ilusão. Ouse fazer e o poder lhe será dado”. (Lair Ribeiro)

As ações são manifestações de atitudes, sendo através destas que o ser humano interage e constrói o mundo a sua volta, alterando a realidade. Difícil configurar todas as modalidades de ações, posto que se tenham grupos diferentes delas para cada intenção. Por exemplo, se a intenção é ajudar o próximo, pode-se dar uma esmola, prestar um favor ou realizar um trabalho comunitário, desta forma para a motivação - “ajudar o próximo” - tem-se três tipos de ações diferentes.

A intenção precede a ação, pois nada se realiza se não houver uma motivação – uma predisposição.

As necessidades e desejos sempre foram os guias subjacentes das atitudes humanas. São eles que determinam as variadas formas e intensidade da motivação, está neles toda a origem das intenções. Assim se forma a cadeia que determina as atitudes e, consequentemente as ações, o que justifica ser a motivação um elemento intrínseco do ser humano.

Dentre as formas de poder está o poder de fazer, sendo que a força motriz deste poder é a vontade. Segundo Albert Einstein: “Deus nos fez perfeitos e não escolhe os capacitados, capacita os escolhidos. Fazer ou não fazer algo, só depende de nossa vontade e perseverança”.

Dos três vetores componentes da competência humana, o vetor central é o da atitude, sendo os dois outros – o conhecimento e a habilidade - secundários, posto que buscá-los e desenvolvê-los depende de nossa vontade, sendo a atitude a condição seminal. Para se ter o conhecimento e técnica há que se ter a vontade e determinação.

A pirâmide motivacional de A. Maslow com a escala de necessidades humanas ajuda a entender o porquê das atitudes diferenciadas, pois não existe dois seres humanos com a mesma quantidade ou intensidade de necessidades.

Ele classificou as necessidades em cinco níveis, a saber:

- Necessidades fisiológicas - sobrevivência do indivíduo e a preservação da espécie (abrigo, alimentação, repouso, etc.)

- Necessidades de segurança -: busca de proteção contra a ameaça ou privação, ao perigo e à preservação da vida.

- Necessidades sociais - associação, participação, aceitação por parte dos companheiros, troca de amizade, afeto, amor...

- Necessidade de estima - auto-apreciação, autoconfiança, aprovação social, respeito, status, prestígio, consideração e reconhecimento, além de desejo de força e de adequação, de confiança perante o mundo, independência e autonomia.

- Necessidade de auto-realização - realização do próprio potencial e de auto desenvolver-se continuamente.

Quando satisfeitas as necessidades de um patamar apresentam-se as do nível imediatamente superior, dai passamos espontaneamente a ter novas pretensões e assim sucessivamente até o topo da pirâmide. Porém isto não ocorre para todos os indivíduos e sim para aqueles dispostos a crescer nas mais diversas dimensões (cultural, social, financeira, intelectual, etc.)..

Desconsiderando certas patologias psíquicas (por ex.: as compulsões) somos instados por razões diversas, sendo a raiz destes motivos a necessidade ou desejo pessoal que cada um precisa atender ou satisfazer. Assim, se estamos saciados paramos de comer, se somos abastados não buscamos freneticamente os ganhos, lucros, etc.

Disto resulta que certas equipes profissionais que não atingem as expectativas ou metas estipuladas necessitem ser estimuladas com prêmios ou gratificações para aumentar seu empenho na busca dos objetivos, mas isto não é motivar e sim incentivar, posto que não exista motivação exógena, quero dizer de fora para dentro. Isto ocorre porque seus participantes estão satisfeitos com suas remunerações, benefícios, condição profissional, etc. e naturalmente desmotivadas para uma carga adicional.

Portanto, se pretender motivar alguém crie uma necessidade ou desperte um desejo e a motivação virá naturalmente, isto seria verdadeiramente a base de um programa motivacional, se não fosse antiético e uma crueldade desmedida para com o próximo.


Fonte: www.gestopole.com.br

Obesidade Mental



Publicado em 13-Dec-2010, por Gustavo Rocha



O prof. Andrew Oitke, catedrático de Antropologia em Harvard, publicou em 2001 o seu polêmico livro “Mental Obesity”, que revolucionou os campos da educação, jornalismo e relações sociais em geral.
Nessa obra introduziu o conceito em epígrafe para descrever o que considerava o pior problema da sociedade moderna. Há apenas algumas décadas, a Humanidade tomou consciência dos perigos do excesso de gordura física decorrente de uma alimentação desregrada. É hora de refletir sobre os nossos abusos no campo da informação e do conhecimento, que parecem estar dando origem a problemas tão ou mais sérios do que a barriga proeminente. ”
Segundo o autor, “a nossa sociedade está mais sobrecarregada de preconceitos do que de proteínas; e mais intoxicada de lugares-comuns do que de hidratos de carbono.
As pessoas se viciaram em estereótipos, em juízos apressados, em ensinamentos tacanhos e em condenações precipitadas. Todos têm opinião sobre tudo, mas não conhecem nada. ”
“Os ‘cozinheiros’ desta magna “fast food” intelectual são os jornalistas, os articulistas, os editorialistas, os romancistas, os falsos filósofos, os autores de telenovelas e mais uma infinidade de outros chamados ‘profissionais da informação’”.
“Os telejornais e telenovelas estão se transformando nos hamburgers do espírito. As revistas de variedades e os livros de venda fácil são os “donuts” da imaginação. Os filmes se transformaram na pizza da sensatez.”
“O problema central está na família e na escola”.
“Qualquer pai responsável sabe que os seus filhos ficarão doentes se abusarem dos doces e chocolates. Não se entende, então, como aceitam que a dieta mental das crianças seja composta por desenhos animados, por videojogos que se aperfeiçoam em estimular a violência e por telenovelas que exploram, desmesuradamente, a sexualidade, estimulando, cada vez com maior ênfase, a desagregação familiar, a permissividade e, não raro, a promiscuidade. Com uma ‘alimentação intelectual’ tão carregada de adrenalina, romance, violência e emoção, é possível supor que esses jovens jamais conseguirão viver uma vida saudável e regular”.
Um dos capítulos mais polêmicos e contundentes da obra, intitulado “Os abutres”, afirma: “O jornalista alimenta-se, hoje, quase que exclusivamente de cadáveres de reputações, de detritos de escândalos, e de restos mortais das realizações humanas. A imprensa deixou há muito de informar, para apenas seduzir, agredir e manipular.”
O texto descreve como os “jornalistas e comunicadores em geral se desinteressam da realidade fervilhante, para se centrarem apenas no lado polêmico e chocante”.
“Só a parte morta e apodrecida ou distorcida da realidade é que chega aos jornais.”

“O conhecimento das pessoas aumentou, mas é feito de banalidades. Todos sabem que Kennedy foi assassinado, mas não sabem quem foi Kennedy. Todos dizem que a Capela Sistina tem teto, mas ninguém suspeita para quê ela serve. Todos acham mais cômodo acreditar que Saddam é o mau e Mandella é o bom, mas ninguém se preocupa em questionar o que lhes é empurrado goela abaixo como “informação”.
Todos conhecem que Pitágoras tem um teorema, mas ignoram o que é um “cateto.”
Prossegue o autor: “Não admira que, no meio da prosperidade e da abundância, as grandes realizações do espírito humano estejam em decadência. A família é contestada, a tradição esquecida, a religião abandonada, a cultura banalizou-se e o folclore virou ‘mico’. A arte é fútil, paradoxal ou doentia. Floresce, entretanto, a pornografia, o cabotinismo (aquele que se elogia), a imitação, a sensaboria (sem sabor) e o egoísmo. Não se trata nem de uma era em decadência, nem de uma ‘idade das trevas’ e nem do fim da civilização, como tantos apregoam. Trata-se, na realidade, de uma questão de obesidade que vem sendo induzida, sutilmente, no espírito e na mente humana. O homem moderno está adiposo no raciocínio, nos gostos e nos sentimentos. O mundo não precisa de reformas, desenvolvimento, progressos. Precisa sobretudo de dieta mental.”
*Retirado do portal Mercado Ético (http://mercadoetico.terra.com.br/) e publicado originalmente no Blog Teoria da Conspiração – O Que Eles não gostariam que você soubesse… (http://www.deldebbio.com.br/)
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Muito interessante este artigo não?
Quantas vezes afirmamos que o Google resolve e salva?
Quantas vezes afirmamos que tudo está na internet?
Quantas vezes afirmamos que nosso trabalho ficou banal porque qualquer um acha o que quiser na web?
Será mesmo?
A maior batalha deste século será a da informação. Não da falta de, mas da sobra de informação.
Temos muito sobre tudo e portanto, quase nada claro, direto e objetivo.
Queres achar algo sobre Tiradentes? Simples, fácil. Mas, encontrarás desde a história contada nos livros, como estórias contadas de teorias da conspiração.
E como separar o joio do trigo? Como mostrar o que é certo e o que é errado?
Ensinando a pensar.
Ensinando que antes de teoremas, fórmulas, etc, existiu pessoas que pensaram em soluções de problemas que cabiam estes teoremas e fórmulas.
Ensinar a pensar significa deixar a pessoa concluir, dar oportunidades de liberdade de pensamento e ofertar as pessoas a verem pontos diferentes de vista.
E afinal, o que tem a ver este texto e reflexões com gestão e tecnologia?
Bem, sem pensar, não há como exercer a gestão. A tecnologia sem raciocínio é mera cópia, é ctrl C, ctrl V, é nula.
Ou se aprende a raciocinar e pensar, distinguindo a verdade da ilusão, ou qualquer negócio está fadado a ser mais um, sem diferenciais de mercado, sem qualquer brilho próprio.
É no material humano que encontramos as diferenças entre as grandes empresas.
Aposte nele!


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Artigo escrito por Gustavo Rocha – Diretor da Consultoria GestaoAdvBr
www.gestao.adv.br | blog.gestao.adv.br | gustavo@gestao.adv.br



Publicado no site: www.gestopole.com.br

quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

Violência, gestão e direito



Publicado em 17-Dec-2010, por Gustavo Rocha


Violência.

Temos assistido todos os dias uma violência sem tamanho. São pessoas que brigam no trânsito, filhos que matam pais a facadas e vão dormir, maridos que homicidam suas esposas por motivos frívolos…
Violência. Um mal da sociedade moderna.
Violência. Parece que estamos sedados a ela, aceitamos como algo normal e crimes brutais viram fatalidade…
Pois é amigo leitor… Mais um ano se encaminha para o final. Mais um ano em que aceitamos muitas coisas que deveriamos repudiar. Mais um ano em que muitos de nós se perguntam como fazer para mudar o que está acontecendo…
Justamente esta reflexão que quero fazer hoje.
Neste blog dedicamos tempo para discorrer sobre gestão, tecnologia e qualidade. Aqui queremos atualizar nossos leitores sobre as novidades, inovações e técnicas para facilitar o seu dia a dia. E o que mais podemos querer?
No mínimo, auxiliar o leitor a criticar o que vê e lê. Criticar faz parte da gestão. Nada nasce em termos de gestão se não houver uma crítica/raciocínio/pensamento acerca das tarefas e atitudes que fazem o dia a dia.
CHEGA DE VIOLÊNCIA SOCIAL!
CHEGA DE CORDEIROS SEGUINDO UMA MASSA SEM RUMO!
CHEGA DE VIOLÊNCIA AO NOSSO CÉREBRO!
Pensar não dói, mas tem responsabilidades. Aceitar tudo como está é simples, mas não modifica a situação atual.
E o direito, onde está neste contexto?
De uma forma que talvez nem o próprio direito se sinta capaz de realizar: Com paz social.
O direito dentro da sua realidade de justiça e decisões deve se preocupar com a paz social.
Viva a conciliação!
Concordo integralmente, desde que seja feita a crítica que devemos conciliar, devemos buscar a paz social, mas jamais aceitar que a justiça diga que um cidadão não tem direito a algo simplesmente porque se der o direito haverão inúmeras ações iguais…. Isto não é paz social. Isto é injustiça.
Este é o último post de 2010. O Blog estará a partir de amanhã entrando em recesso até o dia 03 de Janeiro de 2011. Diante disto, escolhi um tema que deixe uma reflexão profunda para este tempo de férias e festividades: Violência, gestão e direito.
Não seja passivo diante da violência, nem se acostume com ela. Jamais deixe de planejar, buscar novos vôos, alçar novos caminhos. São através dos objetivos que fazemos um mundo melhor. E você, advogado, juiz, promotor, estagiário, seja um construtor social. Lapide a pedra bruta da sociedade para termos algo concreto, polido e belo. A paz e justiça social passam pelas suas mãos todos os dias.
Um ótimo final de ano e festividades com amor, vida e sucesso!


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Artigo escrito por Gustavo Rocha – Diretor da Consultoria GestaoAdvBr
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Fonte: www.gestopole.com.br


10 Atitudes para criar filhos mais felizes (2/15)


Por Roberto Epstein

6 - Preparação para a vida

É um ato de amorconversar com os pequenos sobre temas delicados como medos, sexo e morte em linguagem acessível, bem como prepará-los para assumir responsabilidades (a mesada, por exemplo, é uma forma de ensiná-los a lidar com dinheiro).

7 - Atenção ao comportamento

Reforçar positivamente as boas atitudes e recorrer ao castigo somente quando outros métodos, como conversas, já falharam mais de uma vez.

8 - Saúde

Bons pais propiciam um estilo de vida saudável e estimulam bons hábitos como exercícios regulares, higiene e alimentação adequada para seus filhos.

9 - Espiritualidade

Apoiar o desenvolvimento da religiosidade e a preservação da natureza, o respeito ao outro e às diferenças, evitando a disseminação de preconceitos e intolerância.

10 - Segurança

É fundamental o empenho constante para proteger os filhos de situações de risco e manter-se vigilante quanto a suas atividades e amizades.



Da revista Mente & Cérebro n° 215, dez/2010

A importância da terceira opinião.



Publicado em 13-Dec-2010, por Paulo Ricardo Silva Ferreira



Aquela pessoa ali fora da quadra passando estratégias ao tenista tem uma visão muito melhor que o atleta. Serve também para o técnico de futebol, em relação ao técnico do nadador, ao líder em apoio a sua equipe. Estamos carecas de saber quanto o sujeito da ação tem um olhar embaçado e o quanto uma visão transversal colabora para montar estratégias vitoriosas. Mas de alguma forma, o técnico do tenista, o técnico de futebol, o técnico do nadador e inclusive o líder, ainda estão submetidos a indicadores, perspectivas e sobre o julgo do próprio envolvimento. Queremos salientar com isso que ouvir a opinião de quem não está envolvido no contexto do próprio problema, de uma dificuldade, de um enigma, pode facilitar uma decisão.
A descoberta da penicilina deu-se em condições muito peculiares, graças a uma seqüência de acontecimentos imprevistos e surpreendentes. No mês de agosto de 1928 Fleming tirou férias e, por esquecimento, deixou algumas placas com culturas de estafilococos sobre a mesa, em lugar de guardá-las na geladeira ou inutilizá-las, como seria natural. Ao retornar ao trabalho, em setembro do mesmo ano, observou que algumas das placas estavam contaminadas com mofo, fato este relativamente freqüente. Colocou-as então, em uma bandeja para limpeza e esterilização com lisol. Neste exato momento entrou no laboratório um seu colega, Dr. Pryce, e lhe perguntou como iam suas pesquisas. Fleming apanhou novamente as placas para explicar alguns detalhes ao seu colega sobre as culturas de estafilococos que estava realizando, quando notou que havia, em uma das placas, um halo transparente em torno do mofo contaminante, o que parecia indicar que aquele fungo produzia uma substância bactericida. O assunto foi discutido entre ambos e Fleming decidiu fazer algumas culturas do fungo para estudo posterior.
A descoberta da Penicilina é ótima para exemplificar que quando nos concedemos a oportunidade de explicar para outra pessoa onde desejamos chegar ou o que estamos tentando resolver, nós somos compelidos a reconstruir o próprio problema. Ao reconstruirmos um problema ou hipótese de uma tomada de decisão, para alguém que não está envolvido diretamente com a situação, para que possamos obter a sua opinião, exercitamos entre outras coisas a reconstrução dos dados, a origem das dúvidas e certezas, os pontos positivos e negativos dos caminhos que podemos tomar, enfim, exercitamos o poder da humildade. O poder da humildade é uma janela ampliada que nos oportuniza ver as coisas e nossas atitudes não apenas como profissionais ou "sabedouros de tudo", mas como seres humanos. A terceira opinião não entra por um ouvido e sai pelo outro, como há ressonância, ela entra em nós e encontra eco.
Nas orientações que damos nos trabalhos de conclusões de cursos de pós-graduação, vencidas as etapas de identificar qual é o problema que o aluno quer pesquisar, as perguntas iniciais são por que desejamos resolver este problema e se esta solução é importante? Etapas que nunca são seguidas pelos orientandos. Todos desejam iniciar pela introdução sem saber o que a introdução é o que desejamos. Costumamos pedir para que seja solicitado a pessoas leigas, que não dominam o tema ler e opinar sobre o trabalho. No início os orientandos ficam decepcionados, mas a contribuição é fantástica. Já imbuídos do poder da humildade podem ouvir e ver outras opiniões como seres humanos e não como alunos de pós-graduação em trabalho de conclusão de curso.
Sabe-se que Freud e Einstein trocaram muitas cartas e confidências, publicadas em alemão, francês e inglês, cuja venda, inclusive, na época foi proibida na Alemanha. Os Princípios de Filosofia de Descartes, ele foi dedicado à princesa palatina Elisabeth, com quem o autor troca importante correspondência. Pela manhã, jogava cartas com lenhadores e homens simples. "À noite, trocava as roupas enlameadas pelos trajes oficiais e se dirigia ao gabinete de trabalho onde lia, escrevia e dizia encontrar-se com os homens da Antigüidade". Foi dessas terceiras opiniões que teríamos um dos livros mais clássicos da história O Príncipe escrito por Maquiavel.
Ouvir e ver realmente uma terceira opinião é o que nos permite o estado de contemplação. Estamos muito velozes e os automóveis velozes perdem a paisagem. Não há descoberta sem contemplação. Os homens e mulheres em contemplação são descobridores. Descobridores porque desvendam, desnudam, desnublam, não tem sossego de desfazer e refazer o novelo quantas vezes for necessário. Contemplar uma opinião é dar ao vazio o preenchimento. Sempre existe um espaço que não utilizamos e ele com certeza, é a nossa corda de salvação, os 110% que deveríamos colocar no nosso dia-a-dia, mas só o injetamos em casos extremos. As inovações de valor estão repletas desse design, desse desenho. Talvez este espaço seja o diferencial de nossas vidas, que nos faz superar expectativas. Superar expectativas com as portas fechadas é solidão, só quando as abrimos é que se dá o milagre da construção.


Paulo Ricardo Silva Ferreira



Publicado no site: www.gestopole.com.br

terça-feira, 4 de janeiro de 2011

O Buraco negro dos Dinossauros


Publicado em 17-Dec-2010, por Luiz Domingos De Luna


O Paredão do existencialismo humano é uma vertente a dissolver na coluna do espaço tempo, o túnel construído pelo homem, para assegurar a continuidade da vida no mais distinto período da história, ou até mesmo, antes desta.
A Ciência, em se tratando da extinção dos seres vivos, geralmente, quebra os seus métodos precisos, arraigados, comprovados e parte para teorias vagas, abstratas e pouco convincentes, via de regra, cria um cataclismo do nada, e daí a natureza mais uma vez, a engolir a vida, como uma força devoradora e bestializada de uma fatalidade que aconteceu e que, a qualquer momento, pode acontecer novamente.
A Gratuidade desta teoria, para explicar o sumiço de milhares de espécies do Planeta Terra, tem uma base religiosa muito forte, com fundamentação teórica no apocalipse e assegurada no campo filosófico da teoria do Caos. Na verdade, os princípios e os ativos que quebraram a parábola existencial, são desprezados, para dar lugar a uma questão de: acreditar ou não; assim, sempre haverá no mínimo duas versões para o mesmo fato. Muitos podem argumentar que quanto maior for o número de versões maior a possibilidade de acertos, pois, é assim que é construída a civilização humana com erros e acertos.
O problema nasce quando esta idéia é naturalizada no contexto histórico social, pois senão, vejamos: Para alguns cientistas, o aquecimento global é uma realidade inexorável com prejuízo irreversível para o planeta terra, logo se todos os agentes causadores do aquecimento fossem norteados, mesmo assim, o estrago já está feito, pois, é conseqüência de um processo ao longo dos anos.
Outros, acreditam num aquecimento sustentável, que, as saídas ou resoluções serão aplicadas e tudo não passa de algo que foi solucionado dentro de padrões normais e aceitáveis, em breve espaço de tempo.
Finalmente, há a corrente, que nem reconhece a existência do Aquecimento Global e, neste buraco negro de idéias, fica fácil, a qualquer dia, a humanidade acordar com o Planeta Terra ocupado por Dinossauros.


Fonte: www.gestopole.com.br

O inferno são os outros (1/5)


Por Maria Maura Fadel


As diferenças perturbam e assustam, mas é impossível evitar a conviência, nem essa é a ideia, afinal, é por meio do olhar do outro que nos construimos como humanos.


Será mesmo?


O filósofo francês Jean-Paul Sartre tinha mesmo razão?

A verdade é que, em algum nível, o outro sempre incomoda. O desconhecido, então, nem se fala. No trânsito, na fila, do lado de lá da linha oferecendo algum produto ou serviço do qual não precisamos. A relação com aqueles "outros" um pouco mais próximos como colegas de trabalho ou de classe, vizinhos, pessoas com quem convivemos quse diariamente por imposições circunstanciais também nem sempre é fácil. Afinal, ninguém duvida, por exemplo, que uma das partes mais complicadas de qualquer atividade profissional, muitas vezes, não é o trabalho em si, mas a convivência com colegas e chefes. Não raro, somos obrigados a passar muitas das preciosas horas do nosso dia bem perto de pessoas com quem jamais estaríamos sequer cinco minutos se isso dependesse exclusivamente de nossa vontade. Porém, na maioria dos casos de inevitável convívio social, vêm em nosso socorro as regras da boa educação, que funcionam como uma proteção, uma espécie de bálsamo que nos resguarde de desgastantes embates.

Por isso costuma ser tão importante lançar mão daquelas adoráveis palavrinhas que ajudam a manter de pé a civilização - com licença, por favor, obrigado, desculpe. Podem parecer meros vernizes sociais, mas por trás delas estão entrelaçados conceitos que nos separam (na medida em que explicitam necessidades individuais), protegendo-nos como se fossem redes de contenção e, ao mesmo tempo, nos aproximam de nossos semelhantes, pois permitem trocas em, alguns casos, até o reconhecimento do quanto, em essência, somos vulneráveis e parecidos uns com os outros.

Da revista Mente & Cérebro n° 215, dez/2010

A grandeza primária


Publicado em 13-Dec-2010, por Jerônimo Mendes



Neste artigo, quero discorrer sobre o pensamento anônimo citado por Stephen R. Covey no prefácio do livro As vantagens da Adversidade, de Paul Stoltz e Erik Wihenmayer: “Entre o estímulo e a resposta, há um espaço. Nesse espaço se localizam a liberdade e o poder de mudar nossa resposta. Nessas escolhas se encontram nosso crescimento e nossa felicidade”.
Não importa quem escreveu isso. O que importa é a profundidade da mensagem. Pressuponho que autor tenha atingido um nível de maturidade tal que a nossa vã filosofia não consegue alcançar. E assim, ficamos maravilhados com as citações que lemos e recebemos com frequência e, por vezes, incapacitados de criar as nossas. Elas vão direto ao âmago e não há como escapar. Tem a ver com o que pensamos e o que fazemos.
A interpretação é simples. Entre qualquer coisa que tenha acontecido a você e sua resposta ao estímulo, há um espaço de tempo, por mínimo que possa parecer. Você tem o poder e a liberdade de escolher a resposta embora, em boa parte dos casos, sua reação seja automática. De uma forma ou de outra, a escolha vai determinar o seu crescimento e a sua felicidade.
Independentemente do espaço e da forma há, no mínimo, uma escolha, ou seja, para tudo na vida existe uma ou mais saídas. A ironia de tudo isso é que justamente aquilo que nos permite crescer e experimentar momentos de alegria são coisas que a maioria das pessoas passa a vida tentando evitar. Não há ganho sem esforço ou sacrifício. Portanto, é crescer ou morrer.
Uma vida confortável é o nosso maior desejo. Ter as melhores roupas, o melhor emprego, a melhor casa e o melhor carro são desejos legítimos do ser humano, mas isso apenas não contribui em nada para o crescimento. Como diz o próprio Covey, quando paramos de crescer e aprender, morremos mentalmente, emocionalmente e sofremos uma morte física prematura.
Quer aprender um novo idioma? Pague o preço, sofra, sacrifique-se. Quer crescer na profissão? Estude, especialize-se, torne-se um ser humano melhor, além de um profissional melhor. Quer conquistar o respeito da sociedade? Respeite seus filhos, sua esposa, seus pais. Desça do pedestal, torne-se um pouco mais humilde, mais justo, menos pedante, menos inconseqüente.
Por vezes, é necessário descer ao fundo do poço. Você já notou que muitas pessoas que você conhece e hoje são bem-sucedidas já comeram “o pão que o diabo amassou” para chegar aonde chegaram? Mas elas continuam vivas, mais fortes, mais determinadas.
Talvez por isso fiquemos admirados com personalidades como Tiririca, Geisy Arruda, Fábio Assunção, Paulo Coelho, Silvester Stallone e outros mais ou menos importantes. Isso não vem ao caso. O fato é que - não importa a cor, o sexo, a religião e o grau de instrução - somos submetidos com frequência a escolhas em menores ou maiores intervalos de tempo para decidir.
Se, por um lado, a vida ensina, por outro, ela não espera. O que você vai aprender, mais cedo ou mais tarde, é que não importa em quantos pedaços o seu coração foi partido. O mundo não deixa de girar para que você o conserte.
Parafraseando Stephen R. Covey, a grandeza primária está no caráter e na contribuição. A grandeza secundária está no prestígio, na riqueza, na posição e nas realizações que não apresentam nenhuma contribuição sólida e permanente para os outros.
Apesar de o discurso geral priorizar a grandeza primária, a maioria das pessoas está mesmo de olho na grandeza secundária. Veja o caso das celebridades que atingem fama e fortuna rapidamente e deixam a grande primária em segundo plano. Poucas conseguem ambas.
O bom uso do espaço entre o estímulo e a resposta é o elemento comum em toda grandeza, segundo Covey. Para isso, é necessário crescer muito, respirar fundo, abrir de certas vaidades. Quando aprendemos a lidar com os reveses, as adversidades, o sofrimento, a mágoa, o desapontamento e a injustiça, deixamos de nos transformar em vítimas.
O meu discurso em sala de aula, palestras e treinamentos chega a ser repetitivo, mas penso que não há como criar profissionais melhores se não lutarmos por seres humanos melhores. Uma coisa depende da outra. É uma questão simples, tem a ver com a integridade.
É o caso de Steve Jobs, mentor e cérebro da Apple. Em Os Piratas do Vale do Silício, Jobs é retratado como uma personalidade egoísta e agressiva, apesar de toda genialidade. Foi necessário ser desligado da Apple e passar por uma enorme adversidade para retornar menos arrogante e mais humano.
Os reveses são inevitáveis, as escolhas não. No espaço entre o estímulo e a resposta encontra-se a chave para o seu crescimento pessoal e profissional. A grandeza secundária não é difícil de conquistar. A grandeza primária é um desafio constante.
Pense nisso e seja feliz!

Fonte: www.gestopole.com.br

segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

Gestão com educação e educação com gestão



Publicado em 17-Dec-2010, por Ivan Postigo


O homem, todos, um dia, por diversas e variadas razões, resgata valores.

Vemos que respeito, honestidade, solidariedade, cortesia, irmandade estão em baixa.

Resgates o homem faz pela consciência ou como meio de sobrevivência.

Hoje, presos em suas cavernas eletrônicas, se sentem mais seguros, mas também mais solitários.

É verdade que as redes sociais minimizam um pouco o isolamento, mas também caracterizam uma fase.

Em um filme ou vídeo você pode ver a chuva, ouvir sobre o aroma da terra, mas jamais saberá o cheiro do campo molhado. Andar na chuva não é possível apenas conectado à rede, deitado entre as almofadas.

Ler sobre montanhismo e escalar o Himalaia são coisas diferentes.
Falar poeticamente sobre a vida é uma coisa, vivê-la é estar em outra dimensão.

Todos os que saem de suas cavernas, depois de viverem milhares de horas em um mundo virtual, descobrem que deixaram pouco do lado de fora, pois perderam muito enquanto entravam.

O resgate recomeça com o aprendizado.

Aprendizado no qual o homem moderno está resgatando velhos conceitos: Aprender fazendo, com apoio e orientação dos mestres, inserido na dinâmica da tribo.

Só a teoria já não basta. O erro, a lentidão, a dúvida, cobra preços demasiadamente caros.

As escolas de negócios enriquecem os ensinamentos com estudos de casos.

Esse processo em que o mundo acadêmico procura inserir a vida prática empresarial no seu contexto, roga para que este também insira em sua cultura a reflexão teórica.

Em um mundo em constante mutação, com idéias novas e resgates de antigas, muitas lançadas apenas com novas roupagens, não é mais possível tratar questões sob o velho jargão “a teoria na prática é outra”.

Não podemos dividir o mundo em teoria e prática, sem que paguemos um preço pela omissão.

Teoricamente, o besouro não deveria voar e voa.

Em teoria, o pão do pobre sempre cai com a manteiga virada para baixo. Esse acidente não desqualifica a rico.

Teoria é a descrição do conhecimento que permite reflexão, especulação, e se dá por ação de contemplação, exames e observações, com frequência, ligados a prática.

Rompamos essa barreira e potencializemos o enxerto da teoria e prática para que os frutos sejam mais viçosos e saudáveis.

A consultoria prática vem ganhando novos contornos com a prática da consultoria, onde a tônica não é mais criar procedimentos e algemas de aplicação, mas a condução do processo com dinâmica de educação para gestão.

Esse é o único caminho para consolidação do conhecimento, multiplicação da sabedoria e implantação de uma cultura para desenvolvimento de negócios lucrativos.

A dinâmica teoria e prática leva o principiante a aprender fazendo, e o mestre a ensinar aprendendo.

Novas habilidades são criadas e novas teorias estabelecidas.

Temos que nos lembrar sempre que educação abrange os processos de ensinar e aprender.

Teoria e prática conjugadas nos permitem aprender a ensinar, com isso podemos ensinar como aprender.

No processo de educação, a evolução cultural é o instrumento que fará a transposição dos conhecimentos às próximas gerações.

Como novas formas ou resgatando modelos consolidados e valores esquecidos.

Ivan Postigo
Diretor de Gestão Empresarial
Postigo Consultoria Comunicação e Gestão
Fones (11) 4526 1197 / (11) 9645 4652
www.postigoconsultoria.com.br
Twitter: @ivanpostigo
Skype: Ivan.postigo


Fonte: www.gestopole.com.br


Felicidade, o eixo da vida



Publicado em 4-Dec-2010, por Ivan Postigo


Um assunto fundamental e extremamente complexo.
O que é a felicidade, como alcançá-la, e, principalmente, conservá-la?

Disse Leon Tolstoi: “A alegria de fazer o bem é a única felicidade verdadeira”.

Para Carlos Drummond de Andrade: “Ser feliz sem motivo é a mais autêntica forma de felicidade.”

Mahatma Gandhi ensinava que “não existe um caminho para a felicidade. A felicidade é o caminho”.

Não podemos esquecer William Shakespeare: “A alegria evita mil males e prolonga a vida”.

E Masaharu Taniguchi, sempre em busca de ensinamentos?
“Não há satisfação maior do que aquela que sentimos quando proporcionamos alegria aos outros”.

Ah, Mario Quintana: “Faça o que for necessário para ser feliz. Mas não se esqueça que a felicidade é um sentimento simples, você pode encontrá-la e deixá-la ir embora por não perceber sua simplicidade”.

Que tal Erico Verissimo: “Felicidade é a certeza de que a nossa vida não está se passando inutilmente”.

Onde arrumei essas frases?
Não procurei, ganhei de presente!

Por que razão? Simplesmente por não ter respondido a pergunta de um amigo.

Quer saber se é uma nova onda, na qual quem trata mal os amigos ganha presentes?
Não, não é. É que eu não tinha a resposta.

Pergunta difícil? Não, muito simples. A resposta é que era impossível.

Você está curioso? E eu pensativo. Gostaria, realmente, de tê-lo ajudado, mas...

Sei não se deixa “amigos na mão”. Você também acredita que amigo que é amigo não aparta briga, chega dando voadora? Foi o que ele me disse quando não respondi.

Ta bom, vou deixar a pergunta com você para que possa ajudá-lo. Ele vai gostar de conhecê-lo.

O chefe lhe perguntou: Você está feliz na empresa?

E ai, tem a resposta? Vamos lá, não se nega ajuda aos amigos!

Meu silêncio o fazia pensar alto: - Se digo que sim, não receberei aumento tão cedo, mas se digo que não, gero uma crise.

Resolvi devolver a pergunta:- Você está feliz?

Ele: - Sinceramente?

Irritante não é, essa pergunta?
Por que eu esperaria uma resposta que não fosse sincera?

Pensou, pensou, e disparou: - Não sei!

Ia me esquecendo, o que é mesmo que você ia dizer a ele, ajudando-o a responder a pergunta do chefe?
Fala alto, não estou ouvindo. Calma!

Note que perguntei se ele estava feliz, e não se era feliz. Afinal, “ser” já está em outro estágio!

Pois é, foi refletindo que ele saiu em busca de argumentos e apanhou as frases. Gostei, então disse: - Passa pra cá.

Ele descrevia seu sentimento de felicidade: Parece um plano inclinado que se movimenta. No centro há um eixo, e eu estou amarrado nele por uma corda.
Giro em volta do eixo, enquanto o plano oscila.

Conseguiu entender?

Eu não sei e ainda mexe com minha labirintite!

O fato, tratado de forma simples e direta, é que a felicidade, realmente, é o eixo da vida.

Há, ainda, a questão do dinheiro. Afinal, ele está preocupado com o aumento do salário, lembra?

A frase no parachoque diria: “Dinheiro não traz felicidade”.

No boteco: “Dinheiro não traz felicidade, manda buscar”

O pobre: “Dinheiro não traz felicidade, mas diminui muito a infelicidade”.
E, Groucho Marx: “Há tantas coisas na vida mais importantes que o dinheiro! Mas, custam tanto!
E assim, vamos girando em torno do eixo, enquanto meu amigo pensa o que vai responder!


Ivan Postigo
Diretor de Gestão Empresarial
Postigo Consultoria Comunicação e Gestão
Fones (11) 4526 1197 / (11) 9645 4652
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domingo, 2 de janeiro de 2011

10 Atitudes para criar filhos mais felizes (1/15)





Por Robert Epstein

1 - Amor e carinho

É indispensável apoiar e aceitar os filhos, entendendo que são pessoas com ideias e gostos próprios, e respeitar essas diferenças demonstrando afeto e usufruindo dos períodos passados juntos.

2 - Administração do estresse

Praticar técnicas de relaxamento e esportes e investir na própria psicoterapia favorece a capacidade de entender melhor o que sentimos e as chances de cuidar bem de crianças.

3 - Habilidades do relacionamento

Aqueles que mantêm uma relação saudável com o cônjuge ou com outras pessoas importantes em sua vida demonstram a importância de manter relações afetivas verdadeiras.

4 - Incentivo à autonomia e à independência

Apesar de ser difícil para alguns pais encontrar a medida, é fundamental tratar os filhos com respeito e estimulá-los a se tornar pessoas confiantes e com iniciativa.

5 - Acompanhar a aprendizagem

Ao valorizarem a curiosidade dos filhos e sua disposição para aprender, os pais lhes prestam um enorme benefício.


Da revista Mente & Cérebro n° 215, dez/2010

O primeiro milhão





Publicado em 16-Dec-2010, por Ivan Postigo



O homem sonha em ser milionário por causa do conforto, segurança, poder, atendimento a sonhos e projetos de vida.
Para atingir essa condição dedica horas aos estudos, reuniões, debates, trabalhos.
Há um detalhe importante nesse processo que afeta as pessoas, ainda que de modos diferentes: Não há garantias de sucesso.

Sempre encontramos pessoas que se mostram desinteressadas na riqueza e em seus discursos falam da pouca importância que o dinheiro tem em suas vidas.
É um discurso frágil, pouco podemos fazer sem dinheiro, mesmo com alma filantrópica.

Gostar da riqueza é um passo importante para consegui-la.
O que quer que você pense em fazer, precisará de recursos financeiros.

Para se dedicar à descoberta de medicamentos para o combate ao câncer é necessário um pouco de dinheiro?
Pouco? Não, muito!

Quer dar uma boa educação aos filhos? Dinheiro!

Um bom programa de saúde? Dinheiro! A não ser que esteja disposto a deixar a saúde da família e educação dos filhos por conta do governo, mesmo assim ainda sobrará alguma conta a ser paga com remédios e material escolar.

Que tal um curso, não só para ser mais competitivo no mercado, mas para não ficar defasado e correr o risco de perder o emprego? Dinheiro!

Uma vela para o santo? Dinheiro!

Alguns amigos, com histórias de sucesso, achavam que tinham que fazer um pouco mais nesta vida. Viagens, teatros, passeios não eram suficientes.
Criaram um orfanato. Pequeno, abriga poucas crianças, todas têm assistência de primeira ordem até que sejam adotadas.
Tiveram que rever o valor que davam ao dinheiro.
Estão felizes com o projeto? Muito, mas “trabalham dobrado”.
Quando lhes perguntam se é complicada a gestão do projeto, a resposta é direta: - Claro, tudo custa...

O ditado que nos coloca de frente com essa realidade é este: “Na vida, não há refeição grátis”. Aqueles que as recebem devem saber que alguém está pagando a conta.

Portanto, não faltam razões para que nos empenhemos na busca da riqueza.

Que tal, então, ser milionário?

A condição só será reconhecida quando você atingir seu primeiro milhão. Este é o primeiro degrau da escada.

Caso já tenha alcançado a marca parabéns, você está no caminho certo, mas se ainda não a atingiu é importante avaliar o que está fazendo para esse fim.

Quanto está poupando mensalmente e quanto tempo levará para atingir a marca?

Ah, você reinvestiu o que poupou e espera acelerar o processo? Excelente, agora acompanhe o retorno. Não descuide...

Hum, não começou ainda, está cursando a universidade? Não há melhor hora para especular oportunidades, bater nas portas e se apresentar.

Está estagnado? Não recebe promoções, aumentos salariais e sequer tem vontade de ir para o trabalho?
Suas chances de milhão são pequenas. Por que não levanta a cabeça e começa a olhar em volta?

Não vivemos em um país em que as pessoas enriquecem do dia para a noite apenas com uma boa idéia.
Não temos um mercado acionário que nos permite levantar fundos para investimentos arrojados com facilidade.
Nossa aversão ao risco é significativa. Temos muito que aprender sobre empreendedorismo.

Lembre-se que todos os rios correm em direção ao mar, uma condição pela qual podemos trabalhar.

O longo caminho para a fortuna passa sob o portal do primeiro milhão, então, se está interessado, pé na estrada.

Quem conseguir manda umas dicas para os que estão caminhando a passos lentos e em estradas erradas, ok?

Olá, alguém ai está vendo o portal?

Por aqui ainda nada! Só estrada....

Ivan Postigo
Diretor de Gestão Empresarial
Postigo Consultoria Comunicação e Gestão
Fones (11) 4526 1197 / (11) 9645 4652
www.postigoconsultoria.com.br
Twitter: @ivanpostigo
Skype: Ivan.postigo

Fonte: www.gestopole.com.br

Continuidade para Prosperar



Publicado em 7-Dec-2010, por Paulo Araujo

2011 é um ano que promete pouco!


Um governo não tão novo assim e um mundo que está a procura de um novo caminho econômico-social mais sustentável, dá um certo tom de que o caminho é de continuidade.
Talvez a palavra continuidade não seja tão ruim assim. Talvez a busca incessante pelo novo, gere stress em excesso, projetos inacabados, resultados pífios, gente ansiosa por inovar antes mesmo de fazer funcionar o que já se considera velho.
O que é considerado moderno e jovem rapidamente envelhece e assim não se desfruta da maturidade. A eterna busca por ser diferente, por fazer mais com menos e estar plugado noite e dia está criando uma geração diferente e que não tem em comum a idade, mas sim a ansiedade crônica.
Essa geração tem coisas muito boas, como lidar com as mais diferentes pessoas pelo mundo via rede, milhões de possibilidades de escolhas e experimenta o consumo em níveis nunca antes vistos. Mas é uma geração triste, pobre em amigos, que busca o prazer fácil, falta uma causa, algo que os acalme, que os faça entender que tudo tem o seu tempo.
Tudo tem o seu tempo!
Que tal em 2011 você dar continuidade e terminar o que começou nos anos anteriores?
Terminar aquele curso que você trancou, a monografia inacabada, dar sequência e ir mais a fundo nos projetos da empresa, criar mecanismos para que sua carreira evolua com base em sólidas estruturas.
Estou convencido que a moda é dar continuidade! Chega de ser evasivo, de reinventar a roda, de ser supérfluo, de ser uma pessoa cheia de ideias que não se concretizam.
Em 2011 você deve concretizar, terminar, finalizar, acabar, efetivar, materializar. Note que só citei verbos que terminam com a letra R, no infinitivo e que por isso conotam o sentido de ação. Agir para concluir! Abaixo o meia boca! Dê um basta as palavras bonitas que só geram agitação e não motivação. A evolução da sua vida não poder ser uma obra cheia de trechos inacabados, poesias sem sentido, casas sem paredes.
Aposte na continuidade e não se preocupe em não parecer mais o eterno jovem descolado, conectado, fazendo mil coisas ao mesmo tempo. Preocupe-se em amadurecer, aprender com quem faz, em ter no seu currículo projetos com começo, meio e fim. Não há nada melhor do que a sensação de uma missão bem cumprida.
É necessário bom senso e visão para mudar o que precisar ser mudado, continuidade e persistência para prosperar é o que posso lhe desejar de melhor para um 2011 diferente!


Paulo Araújo é palestrante de motivação e vendas.
Autor de "Paixão por Vender" - Editora EKO, entre outros livros.
Site: www.pauloaraujo.com.br
@pauloaraujo07

Fonte: www.gestopole.com.br

sábado, 1 de janeiro de 2011

Ano Novo!!!






DAQUI A POUCO A GENTE RECOMEÇA!!!