Bovespa cai no dia mas ganha 26% no trimestre
30/06/2009 - 17:21
Após iniciar os negócios em alta, a Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) "virou" e teve queda de 1,29% nesta terça-feira (30), para 51.465 pontos.
Desse modo, a Bovespa encerra o mês de junho com perdas de 3,2%.
Já no trimestre o resultado é bem mais animador: elevação de 25,7%.
Leia a reportagem completa em http://ultimosegundo.ig.com.br/economia
terça-feira, 30 de junho de 2009
segunda-feira, 29 de junho de 2009
domingo, 28 de junho de 2009
As boas notícias da semana
1. Gerdau e Usiminas reaquecem dois fornos.
2. País cria 131 mil empregos, quinto mês seguido de aceleração. Estados Unidos no quinto mês de queda.
3. Um milhão de empregos criados entre janeiro e maio. São um milhão de pessoas ganhando mais, gastando mais. Quem publicou que estamos em recessão precisa republicar a notícia rapidamente. Sem a Lei da Imprensa, agora valem as leis gerais do país. Uma delas reza que é crime "veicular notícia falsa que abale o sistema financeiro".
4. 65% dos bancos dizem que o país está em recuperação.
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2. País cria 131 mil empregos, quinto mês seguido de aceleração. Estados Unidos no quinto mês de queda.
3. Um milhão de empregos criados entre janeiro e maio. São um milhão de pessoas ganhando mais, gastando mais. Quem publicou que estamos em recessão precisa republicar a notícia rapidamente. Sem a Lei da Imprensa, agora valem as leis gerais do país. Uma delas reza que é crime "veicular notícia falsa que abale o sistema financeiro".
4. 65% dos bancos dizem que o país está em recuperação.
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Recuperação
Para 65,4% dos Bancos, o Brasil Está se Recuperando
Leia um trecho de uma matéria da Folha Online:
Pouco mais de 65% dos bancos consultados pela pesquisa de projeções macroeconômicas da Febraban (Federação Brasileira de Bancos) deste mês disseram que o país já está em processo de recuperação da atividade econômica, informou a entidade nesta quarta-feira. Apesar do otimismo, eles reduziram a previsão para o PIB (Produto Interno Bruto) de 2009, justificando a medida como uma "correção" ante a média das previsões do mercado financeiro em geral.
Segundo a pesquisa, 65,4% dos 30 bancos dizem acreditar que a economia do país já bateu no fundo do poço e agora tende a melhorar. "Vimos uma recuperação importante nos últimos meses", disse o economista-chefe da entidade, Rubens Sardenberg.
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Leia um trecho de uma matéria da Folha Online:
Pouco mais de 65% dos bancos consultados pela pesquisa de projeções macroeconômicas da Febraban (Federação Brasileira de Bancos) deste mês disseram que o país já está em processo de recuperação da atividade econômica, informou a entidade nesta quarta-feira. Apesar do otimismo, eles reduziram a previsão para o PIB (Produto Interno Bruto) de 2009, justificando a medida como uma "correção" ante a média das previsões do mercado financeiro em geral.
Segundo a pesquisa, 65,4% dos 30 bancos dizem acreditar que a economia do país já bateu no fundo do poço e agora tende a melhorar. "Vimos uma recuperação importante nos últimos meses", disse o economista-chefe da entidade, Rubens Sardenberg.
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sábado, 27 de junho de 2009
terça-feira, 23 de junho de 2009
Valor do Conhecimento!
Qual é o Valor do Conhecimento?
O ESTADO DE SÃO PAULO publica anúncio de página inteira, com os seguintes dizeres:
"Qual É O Valor Do Conhecimento?
A Informação Está Em Todo Lugar. Se Hoje Em Dia A Informação É De Graça: Qual É O Valor Do Conhecimento?"
É uma excelente discussão, especialmente para quem pretende escolher a profissão de jornalista no próximo vestibular.
De fato, a informação está em todo lugar. Está em blogs de economistas, advogados, professores, de empresas como a Petrobras, nas associações de classe.
Obama fez uma campanha em que as informações de seu Twitter passavam diretamente dele para os seus eleitores, sem ter a imprensa como intermediária. Tal fato reduziu, e muito, o poder da imprensa sobre os políticos americanos.
Políticos brasileiros há uns 25 anos descobriram este poder de intermediação (e de distorção) que a imprensa fazia das propostas do candidatos, e passaram a ter veículos de imprensa próprios, como rádios e TVs. Assim, Sarney governou dando concessões de rádios e TVs aos políticos em troca da aprovação de leis necessárias. ACM, Collor de Melo etc. e etc. eram (e são) donos de TV e jornais.
A imprensa escrita sofre há 20 anos a concorrência do jornalismo de TV, que é mais rápido e grátis.
Como pode O Estado de São Paulo concorrer com os telejornais, que oferecem a mesma informação grátis (basta ligar a televisão)?
Como os jornalistas podem concorrer com prêmios Nobel como Paul Krugman, que supostamente entendem muito mais de economia do que qualquer jornalista?
É um problema sério para qualquer futuro jornalista.
Aqueles que geram conhecimento não precisam mais da imprensa para transmitir tal conhecimento à sociedade. Basta abrir um blog e colocar as palavras-chave ou assunto. Depois, o Google te acha.Melhor: se você der uma entrevista a um jornalista (e ele nem sempre escreve o que você disse), você pode preservar para sempre tal entrevista no seu blog, enquanto o jornal só fica nas bancas por um único dia.
Ainda existe uma saída para o jornalista, e eu até participei de uma mudança positiva no jornalismo brasileiro, algo inédito até então, e que acredito seja a solução.
Criei na revista Exame o banco de dados das 1000 maiores empresas brasileiras. Criamos conhecimento, publicávamos as melhores empresas, os benchmarks, as fórmulas de sucesso. Criávamos nós mesmos o conhecimento que estávamos publicando. A Exame pagou pelo conhecimento gerado, em vez de obtê-lo de graça dos entrevistados.
A Folha criou depois o Datafolha, com o mesmo objetivo: criar conhecimento.
A saída, como insinua o Estadão, é você pagar pelo conhecimento. E, provavelmente, terá de pagar caro. Terá de criar no jornal um conhecimento que ninguém mais tem, como fiz por 25 anos na Revista Exame, criando análises exclusivas sobre a economia brasileira, sob o ângulo do administrador. Tais análises eram aguardadas todo ano: sucesso de banca por 25 anos.
Assim sendo, talvez a escola de jornalismo não seja a melhor opção, mas sim uma escola que ensine conteúdo: seja de sociologia, política, economia ou administração -- uma das várias ciências ou assuntos que seu futuro jornal cobrirá. E criar um núcleo de pesquisas, como fizeram a Folha e a Revista Exame.
É algo para se pensar.
• This item is from "Stephen Kanitz"
O ESTADO DE SÃO PAULO publica anúncio de página inteira, com os seguintes dizeres:
"Qual É O Valor Do Conhecimento?
A Informação Está Em Todo Lugar. Se Hoje Em Dia A Informação É De Graça: Qual É O Valor Do Conhecimento?"
É uma excelente discussão, especialmente para quem pretende escolher a profissão de jornalista no próximo vestibular.
De fato, a informação está em todo lugar. Está em blogs de economistas, advogados, professores, de empresas como a Petrobras, nas associações de classe.
Obama fez uma campanha em que as informações de seu Twitter passavam diretamente dele para os seus eleitores, sem ter a imprensa como intermediária. Tal fato reduziu, e muito, o poder da imprensa sobre os políticos americanos.
Políticos brasileiros há uns 25 anos descobriram este poder de intermediação (e de distorção) que a imprensa fazia das propostas do candidatos, e passaram a ter veículos de imprensa próprios, como rádios e TVs. Assim, Sarney governou dando concessões de rádios e TVs aos políticos em troca da aprovação de leis necessárias. ACM, Collor de Melo etc. e etc. eram (e são) donos de TV e jornais.
A imprensa escrita sofre há 20 anos a concorrência do jornalismo de TV, que é mais rápido e grátis.
Como pode O Estado de São Paulo concorrer com os telejornais, que oferecem a mesma informação grátis (basta ligar a televisão)?
Como os jornalistas podem concorrer com prêmios Nobel como Paul Krugman, que supostamente entendem muito mais de economia do que qualquer jornalista?
É um problema sério para qualquer futuro jornalista.
Aqueles que geram conhecimento não precisam mais da imprensa para transmitir tal conhecimento à sociedade. Basta abrir um blog e colocar as palavras-chave ou assunto. Depois, o Google te acha.Melhor: se você der uma entrevista a um jornalista (e ele nem sempre escreve o que você disse), você pode preservar para sempre tal entrevista no seu blog, enquanto o jornal só fica nas bancas por um único dia.
Ainda existe uma saída para o jornalista, e eu até participei de uma mudança positiva no jornalismo brasileiro, algo inédito até então, e que acredito seja a solução.
Criei na revista Exame o banco de dados das 1000 maiores empresas brasileiras. Criamos conhecimento, publicávamos as melhores empresas, os benchmarks, as fórmulas de sucesso. Criávamos nós mesmos o conhecimento que estávamos publicando. A Exame pagou pelo conhecimento gerado, em vez de obtê-lo de graça dos entrevistados.
A Folha criou depois o Datafolha, com o mesmo objetivo: criar conhecimento.
A saída, como insinua o Estadão, é você pagar pelo conhecimento. E, provavelmente, terá de pagar caro. Terá de criar no jornal um conhecimento que ninguém mais tem, como fiz por 25 anos na Revista Exame, criando análises exclusivas sobre a economia brasileira, sob o ângulo do administrador. Tais análises eram aguardadas todo ano: sucesso de banca por 25 anos.
Assim sendo, talvez a escola de jornalismo não seja a melhor opção, mas sim uma escola que ensine conteúdo: seja de sociologia, política, economia ou administração -- uma das várias ciências ou assuntos que seu futuro jornal cobrirá. E criar um núcleo de pesquisas, como fizeram a Folha e a Revista Exame.
É algo para se pensar.
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sábado, 20 de junho de 2009
Qualidade na Informação!
Um Jornalismo Melhor
"O fim da obrigatoriedade do diploma de jornalista é vitória do direito à informação". Assim começa o editorial da Folha de São Paulo a respeito da medida do STF que torna sem efeito a obrigatoriedade do diploma de jornalismo para exercício da profissão.
Vindo de um empresa jornalística, esse tipo posicionamento deve deixar muitos dos jornalistas deste país em pânico.
Agora serão eles, como o restante dos brasileiros, que sentirão na pele o que é achar que se tem 40% de chance de perder o emprego em 2009.
Durante os anos de 2008 e 2009, poucos jornalistas se preocuparam com o pânico que o produto de seu trabalho poderia causar aos seus leitores.
Segundo a CNT/Sensus, 39,1% dos brasileiros acham que poderão perder o seu emprego -- um número que extrapola todas as previsões dos economistas, até as dos mais catastrofistas. Esse temor advém do uso ininterrupto do termo CRISE pela imprensa ao longo de mais de 6 meses.
Veja só esse gráfico do Google Trends, que descreve o emprego do termo "crise" nos últimos anos.
Como são as empresas jornalísticas que apoiaram a medida, haverá agora maciça substituição dos profissionais que trabalham na imprensa.
Agora cabe à sociedade exigir que sejam substituídos por jovens formados em disciplinas pertinentes às áreas com que lidarão, e não por mão-de-obra mais barata e sem diploma -- o que, infelizmente, é uma possibilidade.
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"O fim da obrigatoriedade do diploma de jornalista é vitória do direito à informação". Assim começa o editorial da Folha de São Paulo a respeito da medida do STF que torna sem efeito a obrigatoriedade do diploma de jornalismo para exercício da profissão.
Vindo de um empresa jornalística, esse tipo posicionamento deve deixar muitos dos jornalistas deste país em pânico.
Agora serão eles, como o restante dos brasileiros, que sentirão na pele o que é achar que se tem 40% de chance de perder o emprego em 2009.
Durante os anos de 2008 e 2009, poucos jornalistas se preocuparam com o pânico que o produto de seu trabalho poderia causar aos seus leitores.
Segundo a CNT/Sensus, 39,1% dos brasileiros acham que poderão perder o seu emprego -- um número que extrapola todas as previsões dos economistas, até as dos mais catastrofistas. Esse temor advém do uso ininterrupto do termo CRISE pela imprensa ao longo de mais de 6 meses.
Veja só esse gráfico do Google Trends, que descreve o emprego do termo "crise" nos últimos anos.
Como são as empresas jornalísticas que apoiaram a medida, haverá agora maciça substituição dos profissionais que trabalham na imprensa.
Agora cabe à sociedade exigir que sejam substituídos por jovens formados em disciplinas pertinentes às áreas com que lidarão, e não por mão-de-obra mais barata e sem diploma -- o que, infelizmente, é uma possibilidade.
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Ventos a favor ???
Parece que os ventos começaram a soprar a favor!!!
Vejam só o que saiu no IG
Recuperação da Bovespa "dribla" perigo da bolha, dizem analistas
20/06/2009 - 10:30 - Klinger Portella, do Último Segundo
Os ganhos de 36,8% acumulados na Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) ao longo de 2009 (até o dia 19 de junho) são reflexos de uma recuperação sustentável da Bolsa paulista.
Após tomar um “baque” com o estouro da crise financeira internacional – em meados de setembro de 2008 -, o mercado acionário brasileiro desenha uma trajetória de ganhos até o final do ano. Segundo analistas consultados pelo Último Segundo, a forte subida da Bolsa não consiste em um movimento de bolha (quando a recuperação está fortemente atrelada à especulação) e indica que o mercado brasileiro se levanta mais forte para o pós-crise.
Para Alex Agostini, economista-chefe da Austin Rating, a melhora dos fundamentos econômicos, o diferencial de juros alto no país e a atuação do governo como estimulador da economia sustentam a recuperação da Bovespa neste ano. “A bolha é um movimento meramente especulativo, que não tem sustentação. A valorização vista na Bolsa é justificada por fundamentos bons”, garante.
Leia a reportagem completa em www.ultimosegundo.ig.com.br
Vejam só o que saiu no IG
Recuperação da Bovespa "dribla" perigo da bolha, dizem analistas
20/06/2009 - 10:30 - Klinger Portella, do Último Segundo
Os ganhos de 36,8% acumulados na Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) ao longo de 2009 (até o dia 19 de junho) são reflexos de uma recuperação sustentável da Bolsa paulista.
Após tomar um “baque” com o estouro da crise financeira internacional – em meados de setembro de 2008 -, o mercado acionário brasileiro desenha uma trajetória de ganhos até o final do ano. Segundo analistas consultados pelo Último Segundo, a forte subida da Bolsa não consiste em um movimento de bolha (quando a recuperação está fortemente atrelada à especulação) e indica que o mercado brasileiro se levanta mais forte para o pós-crise.
Para Alex Agostini, economista-chefe da Austin Rating, a melhora dos fundamentos econômicos, o diferencial de juros alto no país e a atuação do governo como estimulador da economia sustentam a recuperação da Bovespa neste ano. “A bolha é um movimento meramente especulativo, que não tem sustentação. A valorização vista na Bolsa é justificada por fundamentos bons”, garante.
Leia a reportagem completa em www.ultimosegundo.ig.com.br
Fotografia do Senado!!!
quinta-feira, 18 de junho de 2009
Procurando a crise!
Fora da crise!!!
Confiança do consumidor sobe 3,7% no 2º trimestre, diz CNI
18/06/2009 - 12:24 - Agência Estado
A confiança do consumidor brasileiro melhorou no segundo trimestre deste ano, depois de ter caído por dois trimestres consecutivos. Pesquisa realizada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) e divulgada nesta quinta-feira mostra que o Índice Nacional de Expectativa do Consumidor (INEC) cresceu 3,7% no segundo trimestre de 2009, na comparação com o índice registrado no trimestre anterior, ficando em 110,3.
Em relação ao segundo trimestre de 2008, quando o INEC foi de 109,8, o índice ficou praticamente estável.De acordo com a CNI, o melhora do índice de confiança do consumidor deve-se, principalmente, à melhora "significativa" das expectativas em relação ao desemprego e à inflação. No período entre abril e junho deste ano, o índice de expectativa de inflação registrou crescimento de 11,2% na comparação com os meses de janeiro a março de 2009, situando-se em 115,9. Pela metodologia da pesquisa, quanto maior o índice apurado, melhor a expectativa do consumidor com relação àquele item. No caso da inflação, isso significa que houve um aumento na expectativa positiva em relação à queda da inflação.
Leia reportagem completa: http://ultimosegundo.ig.com.br
18/06/2009 - 12:24 - Agência Estado
A confiança do consumidor brasileiro melhorou no segundo trimestre deste ano, depois de ter caído por dois trimestres consecutivos. Pesquisa realizada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) e divulgada nesta quinta-feira mostra que o Índice Nacional de Expectativa do Consumidor (INEC) cresceu 3,7% no segundo trimestre de 2009, na comparação com o índice registrado no trimestre anterior, ficando em 110,3.
Em relação ao segundo trimestre de 2008, quando o INEC foi de 109,8, o índice ficou praticamente estável.De acordo com a CNI, o melhora do índice de confiança do consumidor deve-se, principalmente, à melhora "significativa" das expectativas em relação ao desemprego e à inflação. No período entre abril e junho deste ano, o índice de expectativa de inflação registrou crescimento de 11,2% na comparação com os meses de janeiro a março de 2009, situando-se em 115,9. Pela metodologia da pesquisa, quanto maior o índice apurado, melhor a expectativa do consumidor com relação àquele item. No caso da inflação, isso significa que houve um aumento na expectativa positiva em relação à queda da inflação.
Leia reportagem completa: http://ultimosegundo.ig.com.br
Crescimento!
Brasil Ocupa Agora 6.º Lugar na Economia Mundial
O Brasil ganhou uma posição e agora ocupa o sexto lugar na economia mundial, segundo ranking do Banco Mundial, que divulgou nesta terça-feira os dados do PCI (Programa de Comparação Internacional), que analisa as economias de 146 países. De acordo com o Banco Mundial, levando-se em conta a paridade do poder de compra, o Brasil responde por metade da economia da América do Sul. Com o equivalente a cerca de 3% do PIB (Produto Interno Bruto) mundial nesta medição, o Brasil divide o sexto lugar ao lado do Reino Unido, França, Rússia e Itália.
Folha Online - Dinheiro - Brasil sobe uma posição e ocupa 6º lugar na economia mundial, diz Bird - 18/12/2007.
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O Brasil ganhou uma posição e agora ocupa o sexto lugar na economia mundial, segundo ranking do Banco Mundial, que divulgou nesta terça-feira os dados do PCI (Programa de Comparação Internacional), que analisa as economias de 146 países. De acordo com o Banco Mundial, levando-se em conta a paridade do poder de compra, o Brasil responde por metade da economia da América do Sul. Com o equivalente a cerca de 3% do PIB (Produto Interno Bruto) mundial nesta medição, o Brasil divide o sexto lugar ao lado do Reino Unido, França, Rússia e Itália.
Folha Online - Dinheiro - Brasil sobe uma posição e ocupa 6º lugar na economia mundial, diz Bird - 18/12/2007.
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quarta-feira, 17 de junho de 2009
Mais uma boa notícia!
17/06/2009 - 19h11
Pedágio no corredor Ayrton Senna/Carvalho Pinto fica 41,5% mais barato
Do UOL NotíciasEm São Paulo
Uma viagem de ida e volta entre São Paulo e Taubaté ficará 41,48% mais barata a partir da meia-noite de 18 de junho. O comunicado foi feito pela Ecopistas, nova concessionária dos trechos das rodovias Ayrton Senna e Carvalho Pinto.
O custo da viagem entre São Paulo e Taubaté atualmente é de R$ 27, cobrados em quadro praças de pedágio, e cairá para R$ 15,80, segundo a concessionária que, no entanto, passará a receber dos motociclistas metade do valor gasto pelos donos de veículos de passeio.A maior diferença para o bolso do consumidor será na rodovia Ayrton Senna.
Na praça de pedágio de Guararema, a oeste da capital paulista, a cobrança cairá de R$ 8,60 para R$ 3,10. Em Itaquaquecetuba, na parte leste da região metropolitana de São Paulo, a redução será menor, para R$ 4,40, informou o governo paulista.
Na rodovia Carvalho Pinto, as mudanças serão mais modestas. O pedágio de São José dos Campos, a leste de São Paulo, cobrará R$ 3,10 em vez dos atuais R$ 4,90. Já o trecho de Caçapava, a oeste, reduzirá de R$ 4,90 para R$ 3,20.
A Ecopistas informou que investirá em melhorias cujo valor é de R$ 900 milhões até o final da concessão, que durará 30 anos. "Nos primeiros cinco anos, cerca de R$ 500 milhões serão utilizados na construção de 11 quilômetros de pistas marginais na Rodovia Ayrton Senna; no prolongamento da Rodovia Carvalho Pinto em 6,8 quilômetros de extensão até Taubaté; e em melhorias nas rodovias e serviços prestados. Todo o pavimento da rodovia também será recuperado", afirmou a empresa em nota.
Leia a reportagem completa em http://img.uol.com.br/wap-ico.gif
Pedágio no corredor Ayrton Senna/Carvalho Pinto fica 41,5% mais barato
Do UOL NotíciasEm São Paulo
Uma viagem de ida e volta entre São Paulo e Taubaté ficará 41,48% mais barata a partir da meia-noite de 18 de junho. O comunicado foi feito pela Ecopistas, nova concessionária dos trechos das rodovias Ayrton Senna e Carvalho Pinto.
O custo da viagem entre São Paulo e Taubaté atualmente é de R$ 27, cobrados em quadro praças de pedágio, e cairá para R$ 15,80, segundo a concessionária que, no entanto, passará a receber dos motociclistas metade do valor gasto pelos donos de veículos de passeio.A maior diferença para o bolso do consumidor será na rodovia Ayrton Senna.
Na praça de pedágio de Guararema, a oeste da capital paulista, a cobrança cairá de R$ 8,60 para R$ 3,10. Em Itaquaquecetuba, na parte leste da região metropolitana de São Paulo, a redução será menor, para R$ 4,40, informou o governo paulista.
Na rodovia Carvalho Pinto, as mudanças serão mais modestas. O pedágio de São José dos Campos, a leste de São Paulo, cobrará R$ 3,10 em vez dos atuais R$ 4,90. Já o trecho de Caçapava, a oeste, reduzirá de R$ 4,90 para R$ 3,20.
A Ecopistas informou que investirá em melhorias cujo valor é de R$ 900 milhões até o final da concessão, que durará 30 anos. "Nos primeiros cinco anos, cerca de R$ 500 milhões serão utilizados na construção de 11 quilômetros de pistas marginais na Rodovia Ayrton Senna; no prolongamento da Rodovia Carvalho Pinto em 6,8 quilômetros de extensão até Taubaté; e em melhorias nas rodovias e serviços prestados. Todo o pavimento da rodovia também será recuperado", afirmou a empresa em nota.
Leia a reportagem completa em http://img.uol.com.br/wap-ico.gif
Efeitos da Crise!!!
Bolsa Brasileira Lidera Valorização Entre Mercados Mundiais
Quem deu ouvidos a O Brasil Que Dá Certo ganhou muito dinheiro.
O relatório FTSE Mondo Visione constata que a Bovespa foi a bolsa que mais se valorizou no mundo.Leia um trecho da matéria do G1:A BM&F Bovespa aparece no topo da valorização dos mercados mundiais de ações quando considerado o resultado acumulado de janeiro a maio deste ano, conforme o relatório FTSE Mondo Visione, divulgado nesta segunda-feira (15). No resultado do acumulado do ano, o mercado nacional está em primeiro no ranking, com ganhos de 124%, seguido pela bolsa filipina (Philippine Stock Exchange), que teve valorização de 117% em igual período. Como os ativos da BM&F Bovespa são considerados em dólar no ranking FTSE Mondo Visione, a valorização do real nos últimos meses interfere na conta. Isso faz com que os ativos do mercado brasileiro, cotados em real, ganhem valor na conversão para a moeda norte-americana.
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Quem deu ouvidos a O Brasil Que Dá Certo ganhou muito dinheiro.
O relatório FTSE Mondo Visione constata que a Bovespa foi a bolsa que mais se valorizou no mundo.Leia um trecho da matéria do G1:A BM&F Bovespa aparece no topo da valorização dos mercados mundiais de ações quando considerado o resultado acumulado de janeiro a maio deste ano, conforme o relatório FTSE Mondo Visione, divulgado nesta segunda-feira (15). No resultado do acumulado do ano, o mercado nacional está em primeiro no ranking, com ganhos de 124%, seguido pela bolsa filipina (Philippine Stock Exchange), que teve valorização de 117% em igual período. Como os ativos da BM&F Bovespa são considerados em dólar no ranking FTSE Mondo Visione, a valorização do real nos últimos meses interfere na conta. Isso faz com que os ativos do mercado brasileiro, cotados em real, ganhem valor na conversão para a moeda norte-americana.
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Efeitos da Crise!!!
FMI saúda "liderança" do Brasil
Por que as "aspas", minha gente? Foi assim que a notícia foi divulgada...
Strauss-Kahn foi aquele quem saiu nas manchetes dizendo que o sistema financeiro iria desabar. Foi o FMI que desabou e, agora, o Brasil empresta 10 bilhões para salvá-lo. O objetivo de toda instituição, lembrem-se, é garantir os salários dos instituídos. "O Fundo Monetário Internacional (FMI) saudou a "liderança" e o "compromisso" demonstrados pelo Brasil, que emprestará 10 bilhões de dólares ao organismo multilateral, informou nesta quarta-feira seu diretor-gerente, Dominique Strauss-Kahn. PUBLICIDADE "O Brasil reafirma mais uma vez a firmeza de seu papel como destacada economia emergente", afirmou Strauss-Kahn, citado num comunicado do FMI."
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Por que as "aspas", minha gente? Foi assim que a notícia foi divulgada...
Strauss-Kahn foi aquele quem saiu nas manchetes dizendo que o sistema financeiro iria desabar. Foi o FMI que desabou e, agora, o Brasil empresta 10 bilhões para salvá-lo. O objetivo de toda instituição, lembrem-se, é garantir os salários dos instituídos. "O Fundo Monetário Internacional (FMI) saudou a "liderança" e o "compromisso" demonstrados pelo Brasil, que emprestará 10 bilhões de dólares ao organismo multilateral, informou nesta quarta-feira seu diretor-gerente, Dominique Strauss-Kahn. PUBLICIDADE "O Brasil reafirma mais uma vez a firmeza de seu papel como destacada economia emergente", afirmou Strauss-Kahn, citado num comunicado do FMI."
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terça-feira, 16 de junho de 2009
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