quarta-feira, 13 de abril de 2011

A PSICOLOGIA DO SUCESSO 12/12



LIDERANÇA E COMPARAÇÃO (Continuação)

A teoria da identidade social ressalta que qual dessas três estratégias os indivíduos decidem seguir depende de uma série de fatores estruturais e políticos, além de cognitivos e psicológicos. O fato de as pessoas buscarem ou não mudar um mundo desigual em vez de se adaptar a ele depende em parte de serem expostas a sistemas de crença de mudança social que cativam sua imaginação e articulam alternativas à ortodoxia prevalecene. É importante considerar que os métodos estabelecidos para "medir diferenças" não avaliam tanto a diversidade "real",mas sim contribuem para tornar as "reais diferenças medidas "reais". A esse respeito, também, o sucesso de líderes de movimentos de
emancipação em geral deriva da sua habilidade de criar uma percepção de identidade social compartilhada que centralize desafios.

Resistência, é claro, nem sempre é bem-sucedida. Mas também é raro que seja totalmente infrutífera. A história nos ensina que a mudança é parte de uma realidade social tanto quanto a estabilidade. E, quando estão em nossas mãos, os estereótipos podem ser essenciais para mobilizaro grupo para o sucesso da msma forma que, quando em poder de outros, há risco de serem usados como forças de limitação e fracasso.

A literatura sobre a ameaça dos esterótipos deixa duas lições fundamentais. A primeira é sobre a necessidade de tomar cuidado ao igualar desempenho e capacidade, em especial ao lidar com diferenças entre grupos, e compreender o poder das expectativas dos outros sobre o quefazemos. A segunda é perceber que não somos fadados a ser vítimas de estereótipos opressores, mas podemos aprender a usá-los como instrumentos para nossa libertação psíquica. Em resumo, a percepção que temos sobre nós determina tanto o próprio desempenho quanto o que somos capazes de nos tornar.


Da revista Mente & Cérebro nº 218, março/2011

terça-feira, 12 de abril de 2011

Omissão, o nosso carrasco



Todos os dias pessoas são mortas pelos mais fúteis motivos. Famílias perdem entes queridos e o gosto pela vida.
Nada mais será igual depois de se passar por uma barbárie.
Esperamos que leis e autoridades façam alguma coisa, enquanto as drogas invadem todos os espaços.
 
Um amigo, daqueles que Milton Nascimento e Fernando Brandt homenageiam na música Canção da América, com “Amigo é coisa para se guardar debaixo de sete chaves, dentro do coração”, viu um filho se envolver com essa monstruosidade.
Faltava-lhe alguma coisa?  A nós pais faltam o comprometimento e a responsabilidade, e aos nossos filhos faltam o comprometimento e sobram irresponsabilidades.
 
Não foram seus relatos que me assustaram, afinal estão na internet, nos filmes, nas ruas, mas um pequeno detalhe: a tristeza em seus olhos.
 
Jamais esquecerei seus olhos úmidos, incapazes de completar uma única lágrima, que pudesse cair para aliviar sua alma. Já não havia mais o que chorar.
 
Vendo sua angústia, impotente, disse-lhe: - Como posso ajudá-lo?
 
Sua resposta foi direta: - Não pode, estou morto.
 
Descobrindo quais colegas o acompanhavam nesse suicídio, partiu para uma cruzada, reunindo e alertando as famílias.
 
Acredite: Foi acusado de mentiroso por alguns pais e expulso de algumas calçadas quando tocava as campainhas e dizia o motivo da visita.
 
Abra os jornais, entre na internet, e veja quantas pessoas são mortas, todos os dias, em assaltos, cujo motivo é um só!
 
Não é de hoje que anseio ver este país parar por dois minutos. Apenas dois minutos, para que possamos, com nosso silêncio, ouvir a voz da consciência e começarmos de fato agir de forma a acabar com essas atrocidades.
 
Nossa juventude não se reúne mais pela vida, mas pela morte, com o excesso de bebidas e drogas.
 
Acabei de ver um vídeo com a execução de um jovem na vila Mariana, quando seu carro era levado por um assaltante.
 
Claro que muitos perguntarão por que ele foi morto. As explicações serão muitas, mas o fato é que a sua morte, e de tantas outras pessoas, tem sua raiz na nossa omissão.
 
Omissos ao educar os filhos, ao cobrá-los por suas atitudes irresponsáveis, ao ensiná-los a levar vantagens, ao fazer vistas grossas para o envolvimento com drogas, imaginado ser apenas uma fase, omissos perante os homens e perante Deus.
 
Não nos faltam rezas e orações, abrindo as portas para novos pecados. Não pedimos a Deus forças para não praticá-los, mas perdão por tê-los feitos novamente. Os dez mandamentos, infelizmente, são superados pela massa de crimes.
 
Não temos mais vergonha, até para isso conseguimos dar um jeitinho!
 
Cada túmulo de vida ceifada pela violência deveria ter duas cruzes. Uma para lembrar a atrocidade e outra para que não esqueçamos que nossa vergonha ali foi enterrada!
 
Até quando?
 
Até sempre!
 
A todos nós, pela nossa omissão, faltarão lágrimas e a teremos como nosso carrasco.
 
 Ivan Postigo
 Diretor de Gestão Empresarial
 (11) 4526 1197 / (11) 9645 4652
Twitter: @ivanpostigo
 
 
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segunda-feira, 11 de abril de 2011

A PSICOLOGIA DO SUCESSO 11/12



LIDERANÇA E COMPARAÇÃO (Continuação)

Líderes e outros agentes sde mudança também ajudam a promover modificações a estereótipos de grupos ao alterar as dimensões de comparação, as referênciasz ou o significado de atributos particulares.
Há uma percepção, entretanto, de que estratégias de criatividade social geralmente operam dentro de um consenso dominante, dificultando a modificação de estigmas e desvantagens - e estratégias de negação
podem prevalecer em vez de funcionar como forma de remoção da ameaça.

Uma terceira alternativa, então, é defender a oposição de grupo por meio de estratégias de competição social envolvendo engajamento em resistência ativa. Aqui os integrantes trabalham juntos para desafiar a legitimidade das condições (e estereótipos associados) que os definem como inferiores - tentando mudar o mundo que os oprime em vez das reações ao mundo existente: trabalham para combater os estereótipos,
buscando a emancipação. Essa estratégia foi justamente a alcançada por ativistas como Steve Biko e Emmeline Pankhurst por meio da consciência negra e feminismo, respectivamente. Eles desafiaram a legitimidade das comparações e estereótipos que dfeiniam seus grupos como inferiores e os substituíram por expressões de orgulho grupal. Eles foram (como um apoiador definiu Pankhurst) "remodeladores autodedicados domundo". E, quando seus oponentes faziam afirmações contra eles, agiam coletivamente para contradizer o discurso dos oponentes.

Da revista Mente & Cérebro nº 218, março/2011

Imposto de Renda



Imposto de Renda Pessoa Física
Princípios e dicas de preenchimento da declaração

O CRA-SP firmou parceria junto à Receita Federal a fim de desenvolver uma série de eventos sobre educação fiscal. O primeiro evento da série, Imposto de Renda Pessoa Física terá os seguintes objetivos:
Apresentar as novidades do programa de declaração do imposto de renda pessoa física, bem como orientações para o correto preenchimento visando não incorrer em malha fina e formas de acompanhamento do processamento da declaração.
Palestrantes
Elaine Oliveira Souza
Responsável pela área de declarações da Divisão de Tecnologia da Superintendência da Receita Federal em São Paulo.

Gioia Matilde Alba Tumbiolo Tosi
Graduada em Administração de Empresas pela Fundação Getulio Vargas e especialista em Educação Fiscal e Cidadania pela Escola de Administração Fazendária - ESAF.
Analista tributaria da Receita Federal desde 1993, exerce atualmente a função de Supervisora do Programa Nacional de Educação Fiscal no Estado de São Paulo
Data:
14 de Abril de 2011 - Quinta-Feira 18h50 às 20h30
Local:
Auditório 2 do Conselho Regional de Administração de São Paulo - Rua Estados Unidos, 865/889 Jardim América – São Paulo - SP
Vagas Limitadas! Confirme a sua presença !
Fone: (11) 3087-3200 ou pelo e-mail eventos.participe@crasp.gov.br - Departamento de Relações Externas

Realização Apoio
   

domingo, 10 de abril de 2011

Sucesso? Não, continue caminhando…



Publicado em 16-Mar-2011,  por Gustavo Rocha

“I do not like to repeat successes; I like to go on to other things.” – Walt Disney

Em bom português, eu não gosto de repetir o sucesso (que deu certo), eu gosto de ir para outras coisas – escrito por Walt Disney.

Além de um parque de diversões que deu certo e continua dando certo, Walt Disney disse esta frase que no universo empresarial vale mais que ouro, vale diamante.

A frase pode ser resumida desta forma: NÃO SE ACOMODE! SAIA DA ZONA DE CONFORTO!

O sucesso é maravilhoso, uma sensação de conquista, de chegada aonde se buscava chegar.

Muitas vezes esta sensação de conforto nos remete a uma importante e difícil decisão: O que fazer para mudar?

Alguns inclusive se questionam: Mudar para que?

A principal ideia que devemos levar ao alcançarmos o sucesso: Parar para que?

Devemos nos renovar, continuar alçando novos vôos.

Parece simples, mas não é.

Na maioria das vezes, gostamos do sucesso, queremos aproveitar o sucesso e ficar curtindo o sucesso. Isto nos leva aonde? Prazer? Plenitude?

Que ótimo!

Contudo, não podemos esquecer de tudo que nos levou ao sucesso. O árduo caminho, as noites mal dormidas, os trabalhos de 14 horas por dia, enfim, todo esforço que foi empenhado. Não podemos esquecer do fusquinha que tanto nos levou ao foro se hoje andamos de mercedes.

Porque?

Por que ao esqueceremos este trajeto, estamos deixando de lado aquilo que nos forjou como pessoa e como empresa, estamos perdendo nossa identidade.

Ninguém se faz ser humano ou uma empresa do dia para noite.

Precisamos de tempo, maturidade para que o ser humano e a empresa possam criar a sua identidade.

Se a sua empresa já criou esta identidade, não deixe a mesma se esvaziar, continue caminhando, visando novos sonhos, objetivos e caminhos de sucesso.

Será somente com suas atitudes que a empresa poderá ter continuidade e manter o sucesso. Relembre suas origens, planeje cada vez mais com execuções pensadas e lembre-se: SAIA DA ZONA DE CONFORTO!

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O passado conta ao futuro a presente história


Publicado em 30-Mar-2011,  por Ivan Postigo


Grandes homens e seus pensamentos presentes serão notados apenas no futuro, quando o passado escrever suas histórias.
 
Se aqueles que se foram voltassem com novas roupagens e nos falassem sobre outras idéias os chamaríamos loucos, agitadores, insanos!
 
Gênios presentes não são percebidos pelo presente homem, que vive com a cabeça no futuro e os olhos e ouvidos no passado.
 
Palavras como foi bom, deu certo, valeu a pena, trouxe riqueza, dão mais segurança que a incerteza do será bom, dará certo, valerá a pena, trará riqueza.
 
No universo somos um povo avançado ou um planeta esquecido, abandonado à própria sorte?
 
Teriam os alienígenas extraterrestres nos visitado e vendo nosso atraso e comportamentos egocêntricos nos abandonado e esquecido?
 
Seríamos vítimas de nossa omphaloskepsis, a excessiva introspecção, preocupados demais com nossos próprios umbigos?
 
Os alienígenas consultores teriam sido substituídos por consultores alienistas, em virtude de nossa própria característica alienante?
 
O sábio pouco pode ensinar ao ignorante que a sabedoria rejeita. O homem tem mais medo do que não conhece do que daquilo que se apresenta de fato. Que nos desminta o Frances Michel de Notredame, conhecido como Nostradamus, nascido no ano de 1503, que, com seus livros proféticos, causa arrepios ao mundo.
 
Conhecedor do homem, Nostradamus fez suas previsões, desafiando as mentes mais privilegiadas, provocando alarde, pois nada intriga mais o homem e o amedronta do que aquilo que a ciência e a razão desconhecem.
 
O fim da vida com a degradação ambiental não gera tanta especulação, debates e interesses como 2012 no calendário Maia.
 
Do presente não aproveitamos as lições. O homem registra o fato para que o passado o torne história, que será contada com alarde no futuro.
 
Nos últimos cinquenta anos provocamos mais prejuízos ao planeta que em toda nossa existência, mas enquanto não formos duramente atingidos continuaremos alienados.
 
Vestimos luto, choramos algumas horas e seguimos em frente, até a próxima catástrofe, no mesmo local.
 
Que diríamos a Noé se construísse no terreno ao lado uma arca totalmente informatizada?
-Esperando outro dilúvio? – Talvez!
 
Que diríamos a Jesus, se no meio do expediente, na mesa ao lado, mochila no chão, capacete apoiado sobre esta, ao notar comportamentos incoerentes nos dissesse: "O olho é a lâmpada do corpo. Se teu olho é bom, todo o teu corpo se encherá de luz. Mas se ele é mau, todo teu corpo se encherá de escuridão. Se a luz que há em ti está apagada, imensa é a escuridão."
 
-Ora, trabalha, não enrola, deixa a poesia de lado! – certamente seria a frase, sob risos.
 
E lá seguiria o menino com sua moto e sua cruz...
 
Assim é o homem, cético, incoerente, paradoxalmente crédulo e incrédulo. Não crê no semelhante, prefere, muitas vezes, a imagem que constrói. Como Chuck Noland ( Tom Hanks), no filme Náufrago ( título original Cast away), cuja solidão o faz transformar a bola em amigo e divindade: Wilson!
 
No futuro, nosso passado terá o registro de cada presente ato, quer importe a alguém ou não!
 
 
Ivan Postigo
Diretor de Gestão Empresarial
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sábado, 9 de abril de 2011

A PSICOLOGIA DO SUCESSO 10/12




LIDERANÇA E COMPARAÇÃO (Continuação)

Uma segunda estratégia é a "criatividade social". A proposta é desviar o impacto de pertencer a um grupo desfavorecido. Tradicionalmente, pesquisadors e leigos tenderam a pensar sobre os estereótipos como representações fixas e invariáveis. Na verdade, entretanto, grande parte da evidência revista em meados dos anos 90 por Penelope Oakes e seus colegas pesquisadores da identidade social na Universidade nacional Australiana sugere que os estereótipos - os nossos e os dos outros - são flexíveis. Por exemplo: a maneira como estudantes de psicologia pensam em si como inclinados à ciência ou à arte varia de forma considerável; esse juízo depende de se compararem a estudantes de física ou de teatro. Quando se comparam a futuros físicos, tendem a se colocar como "artísticos", mas ao se equiparar a alunos do curso de artes cênicas tendem a estereotipar a si próprios como mais "científicos". Estudantes de psicologia parecem vivenciar a ameaça dos estereótipos caso sejam solicitados a desempenhar uma tarefa científica quando comparados a físicos,ou uma tarefa artísitica quando comparados a atores, mas devem experimentar uma alavanca de estereótipo se solicitados a desempenhar uma tarefa artística para ser comparados com os físicos, ou uma tarefa científica, quando avaliados com atores.


Da revista Mente & Cérebro nº 218, março/2011

sexta-feira, 8 de abril de 2011

Os Egos "Penados"


 
Publicado em 17-Mar-2011,  por Lino Garzón Sandoval


Sobre o tema dos egos, já se escreveu bastante e a diário lidamos com estes assuntos. O objetivo do presente artigo é colaborar com um grãozinho de areia na luta contra este “excesso de insuficiências”, que costuma se hospedar em determinados indivíduos.

 Uma análise exaustiva deixaria exausto ao mais ávido dos leitores, por isso centrei os comentários em aspectos específicos como as habilidades de manipulação que possuem, o tratamento que merecem, a preparação para a defesa , ..., de como virar a mesa e reverter a situação.

Egos mal resolvidos, descontroladamente exacerbados, comportam-se como almas penadas, espíritos burlões, que mesmo aniquilados e mortos, erguem-se e aparecem como assombrações. Vivem em estado de latência. Não perdoam descuidos.

Este tipo de sujeito costuma ser em extremo manipulador, desde o momento em que arremete com aquela desmedida dose de auto-propaganda, autopromoção e autoconfiança, visando adequar o teu cérebro ao nível e compreensão desejados por ele, que você assuma sobre sua figura. Tentará sempre direcionar os teus pensamentos e por cima de tudo, os teus atos.

Podem ser os clássicos pavões, seguidores natos de “Narciso”, ao tempo que não deixam de cometer deslizes, - eles não cometem descuidos -, e por esta razão, freqüentemente, bebem do seu próprio veneno, são “acalmados” com o seu próprio elixir: a manipulação.

Acreditem, eles são sujeitos – objetos, propensos a serem manipulados, em outras palavras, são definitivamente manipuláveis.

O egocentrismo atinge níveis tão perniciosos, onde um elogio, por mero que seja, um tapinha no ombro, alguma coisa que soe a adulação, enxergada desde o ponto de vista do “doente”, podendo ser um simples gesto de aceitação ou reconhecimento, o fará viajar, imaginar, achar que é o máximo e que mais um rendeu-se aos seus encantos.

Se o “coitado” for o seu gestor, o seu chefe e possuir estes malévolos indícios, não se desgaste enfrentando-o, mesmo que você conte com armas suficientes para incomodar, vencer, ganhar. Estas podem ter prazo de validade e alcance limitados. Poupe-as! Seja inteligente: jogue o jogo dele.
Não tem por que perder a dignidade, nem muito menos o decoro, só deixe de ser hostil, menos reativo e orgulhoso, esteja mais aberto a ser ajudado, aparente ter abaixado a guarda, assim ele achará que te colocou no bolso e você terá mais liberdades para seguir o teu caminho, de fato, retirará uma pedra do caminho, um obstáculo.
 
De maneira geral, ninguém gosta de ser contrariado. No caso dos “tadinhos”, é visto como pecado inaceitável, uma afronta imperdoável.
 
Assim você terá manipulado a manipulação e nesse confronto garantirá pelo menos um resultado: 0 X 0.

Estes elementos, com certeza, terão coisas boas, vestígios de positividade para te passar e ensinar, aproveite-os e decante o pesado, o indesejado, exerça a arte de discernir o que não aporta, o que não agrega.
 
Pessoas criticáveis por completo, unanimidades negativas, dificilmente chegariam a lugar algum. Se ele chegou até a posição que hoje ocupa, tente descobrir o que possa ter de melhor.

É imperdoável se afastar deliberadamente, mostrar-lhes rejeição, asco, nojo, desaprovação. Disso ninguém gosta, imaginem o que pensarão aqueles que acreditam ser o centro do universo, o umbigo do mundo, alvos de adoração e veneração, que têm certeza de que você é cego, inferior, estúpido da mente obtusa e não tem capacidade para enxergar o inquestionável.

Faça não! Porque qualquer desatenção pode ser a gota d água, como bem diria o poeta.

Não bata de frente desnecessariamente. Pode-se arrepender e não é pelos resultados, senão porque não era necessário para você se desgastar, incomodar, preocupar e ocupar naquilo e naquele que não merece um pingo do teu tempo.
 
Respeite-os. Eles acreditam também serem merecedores de respeito e quanto!
 
Aja sem vestígios de vingança, mas sempre que puder não se esqueça de puni-los. O mundo e o teu compromisso com o futuro o agradecerão. Seja sutil. Você não faz ideia da quantidade de recursos que possui ao seu favor. Você desconhece o arsenal, a variedade, a riqueza de armas com que pode contar e acionar no seu devido momento, no instante preciso.
 
O difícil de todo isto é pôr em prática o que deve ser feito. Ter o suficiente sangue de “barata” para fazer de conta que não viu ou foi atingido por estas repugnantes lesmas. Fingir de bobo.

Este é mais um ensinamento para aprender a manusear as vicissitudes, para aprender uma coisa muito importante: tocar na vida.

E você, meu conhecido “Esc__to”, não seja tão egocêntrico ao ponto de achar que isto é dedicado e exclusivo para você. Você não merece tanto. Desta vez terá que compartilhar e se conformar com ser parte igual e irrelevante de um conjunto, de um vasto exército podre e pobre.
 
Isto é igualmente também para você e para todos os teus asquerosos semelhantes.



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Dia da mentira. E daí?


Publicado em 1-Apr-2011, por Gustavo Rocha

Hoje é primeiro de abril, também conhecido como dia da mentira. Há várias estórias – ou mentiras – para contar o porque desta data. Veja aqui.

Peço uma licença poética nesta data. Não que seja uma mentira isto, mas quero falar de verdades, mentiras e trazer uma reflexão.

Vislumbramos inúmeras mentiras no universo corporativo. Algumas maiores, outras menores. Mas, mentiras.

De outra banda, igualmente encontramos verdades absolutas no mesmo universo corporativo.

Alguns dizem que mentiras pequenas valem a pena. Outros, dizem que não podemos mentir em hipótese nenhuma, mas suas atitudes não condizem com o que dizem.

Mentiras e verdades…

Mentiras e vaidades…

Mentiras e mentiras travestidas de verdades…

Esta reflexão é maior que apenas um amontoado de palavras. É fundamental para que possamos não apenas pensar e fazer disto uma verborragia. Precisamos agir.

Nunca antes na história deste mundo, precisamos da verdade.

    Verdade com nossas crianças.

    Verdade com nossos adolescentes.

    Verdade entre nós, adultos conscientes.

Não apenas com palavras. Mas sim, principalmente com atitude.

Porque?

Porque nossas atitudes refletem no nosso cotidiano e nosso cotidiano interage com outros cotidianos que fazem o cotidiano do mundo todo.

É o famoso efeito cascata. De cada um de nós há consequencia para todos nós.

Dia da mentira. Uma brincadeira hoje passa. Agora, perpetuar a mentira por um dia a mais se traduz em uma verdade a menos.

O que queremos para o nosso futuro? Verdade ou mentira?

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quinta-feira, 7 de abril de 2011

A PSICOLOGIA DO SUCESSO 09/12




LIDERANÇA E COMPARAÇÃO

Há, porém, uma questão a ser considerada: o fenômeno da ameaça (ou alavanca) dos estereótipos significa que as pessoas estão sempre destinadas a reproduzir os modelos existentes e as estruturas sociais? Somos inevitavelmente condenados a agir de dorma a reforçar padrões de superioridade e inferioridade? De forma nenhuma. De fato, uma lição importante a ser aprendida é que, quando os indivíduos são confrontados com obstáculos à autopromoção associados à inferioridade aparente de seu grupo, eles podem lidar com os obstáculos de múltiplas maneiras.

A primeira consiste em adotar uma estratégia de "mobilidade social". É o tipo de estratégia que Beilock e seus colegas recomendam quando estimulam participantes a se esforçar para decorar soluções de
problemas a fim de que saiam da desvantagem da ameaça dos estereótipos. Trata-se de uma forma de auto-preservação. A limitação dessa solução é que ela protege o indivíduo ao traalhar o entorno do problema, mas deixa a questão em si sem solução. Como dois de nós (Haslam e Reicher) ressaltamos em um artigo de 2006 publicado no Journal of Applied Psycology, atividades como essa são uma tentativa de tentar lidar com o estresse das ameaças ao self por meio de uma estratégia de evitação pessoal. Essa abordagem pode ser sofisticada cognitivamente, mas é ingênua politicamente.

Da revista Mente & Cérebro nº 218, março/2011

quarta-feira, 6 de abril de 2011

Uma nova vida em dois anos



* por Tom Coelho



"Semeia um pensamento, colhe um ato; semeia um ato, colhe um hábito;

semeia um hábito, colhe um caráter; semeia um caráter, colhe um destino."

(Marion Lawense)

A vida me tem sido um constante exercício do aprendizado. E, parafraseando o Talmude, tenho aprendido muito com meus mestres, mais com meus amigos e mais ainda com meus alunos. Estes personagens surgem a todo instante, vêm e vão, deixando sempre um pouco de si e levando um pouco de mim também. E assumem
formas variadas, humanas ou inanimadas, eternizadas numa palavra, num gesto, numa canção ou numa imagem.

Aprendi com o filósofo dinamarquês Sören Kierkegaard que "a vida só pode ser compreendida olhando-se para trás, mas só pode ser vivida olhando-se para frente". Assim, embora com a visão sempre voltada ao futuro, próximo e distante, não raro coloco-me a espreitar meu passado, como quem investiga o porquê das escolhas feitas e dos caminhos trilhados. E tenho observado que minha vida, hoje, é reflexo das decisões tomadas há não mais do que apenas dois anos.

Minhas alegrias ou desalentos, realizações ou frustrações, companheiros ou adversários, enfim, os frutos que tenho colhido, sejam saborosos ou insípidos, foram cultivados por mim mesmo, ora em terreno fértil, de onde
viceja a prosperidade, ora em terreno arenoso, de onde grassa a inutilidade.

Finis origine pendet

Fui felicitado com a possibilidade de assistir a um filme singular, "O Clube do Imperador", protagonizado por Kevin Kline, no papel do professor William Hundert, responsável pelo ensino de História Greco-Romana aos alunos secundaristas de uma tradicional escola norte-americana cujo lema associado à sua insígnia é finis origine pendet, ou seja, "o fim depende do início".

Na mesma proporção em que nossa condição vigente é resultado do que fizemos no passado, as portas do futuro se abrirão como consequência daquilo que fizermos no presente. Olhe ao seu redor. São as atividades que você realiza hoje e as pessoas com as quais convive neste momento que determinarão quem você será e onde aportará ao cabo de um par de anos.

Se um determinado empreendimento não vai bem, esteja certo de que isso decorre de decisões equivocadas, de estratégias inadvertidas ou de projetos não implementados no decorrer dos últimos dois anos. Lembre-se de que uma empresa quebra de duas maneiras: aos poucos e de repente. E relacionamentos também são assim...

Iniciar um novo curso ou uma pós-graduação fará de você um profissional mais conceituado e requisitado em dois anos. Mudar sua postura e suas atitudes na empresa em que trabalha atualmente ensejará ganhos que poderão ser premiados com uma grande promoção em até dois anos. Considerar a possibilidade de empreender em um negócio próprio, estruturando sua saída do mercado de trabalho formal e preparando-se estrategicamente para alçar voos maiores, com certeza lhe permitirá ter sucesso em breves dois anos. Alterar hábitos alimentares e adotar uma rotina de exercícios físicos prazerosos e regulares tornará seu corpo mais saudável em menos de dois anos. Transformar um relacionamento pessoal superficial e despretensioso em algo nobre e edificante, uma vez vislumbrado que corações e mentes se completam, poderá implicar uma união duradoura em meros dois anos.

Espero que você se conscientize da importância de fazer escolhas e de suas consequências num horizonte próximo. Simplifique sua vida, abdicando de atividades e relações que não lhe acrescentam paixão e em-estar. É fácil identificar isso, pois são fontes de ressentimento e angústia. Pessoas que você não quer ver, telefonemas que não deseja atender. Você não está obrigado a manter tais relações. Talvez não as possa romper de imediato, mas poderá planejar sua saída com a maior brevidade.

Para o político que ganha a eleição, o atleta que se consagra na competição, o profissional que se completa na realização, o amor que se revigora na paixão, o fim depende do início. Depende dos propósitos de nossas ideias, dos princípios que norteiam nossas ações e do caráter, nosso e dos que nos cercam.


* Tom Coelho é educador, conferencista e escritor com artigos publicados em
15 países. É autor de "Sete Vidas - Lições para construir seu equilíbrio
pessoal e profissional", pela editora Saraiva, e coautor de outros quatro
livros. Contatos através do e-mail
<https://exexterno.curriculum.com.br/owa/redir.aspx?URL=mailto%3atomcoelho%4
0tomcoelho.com.br> tomcoelho@tomcoelho.com.br. Visite:
<https://exexterno.curriculum.com.br/owa/redir.aspx?URL=http%3a%2f%2fwww.tom
coelho.com.br%2f> www.tomcoelho.com.br e
<https://exexterno.curriculum.com.br/owa/redir.aspx?URL=http%3a%2f%2fwww.set
evidas.com.br> www.setevidas.com.br.

Recebido do autor por e-mail


Homens da Lei… Ou homens de negócios?



Publicado em 17-Mar-2011, por Gustavo Rocha


Está na Bíblia Sagrada: «Cuidado com os doutores da Lei, que gostam de andar a passear com trajos vistosos e de serem cumprimentados com todas as atenções na praça pública. Escolhem os primeiros lugares tanto na casa de oração como nos banquetes. Devoram os bens das viúvas e desculpam-se fazendo orações muito compridas. Mas Deus há-de castigá-los ainda mais por causa disso.“(Mt 12, 38-44)

Já naquela época a fama dos advogados e operadores do direito não era muito boa.

E hoje, como está depois de 2000 anos?

Para alguns profissionais continua o mesmo. São taxados e menosprezados.

Como você se vê neste contexto?

Se você se enxerga desta forma, precisa rever seus conceitos.

A advocacia mudou. Mudou muito. Já até anunciaram o fim dos advogados. Leia aqui.

Contudo o verdadeiro fim está na forma em que vsilumbramos a advocacia e não na profissão em si.

Precisamos ver uma advocacia mais pró-ativa, perto do cliente, focada em resultados e gestão, utilizando a tecnologia com todo o seu potencial.

Não podemos perder mais tempo com o processo. Precisamos focar em negócios.

Isto é ser mercantilista e ofender o código de ética?

NÃO!

Isto é sobreviver em um mercado cada vez mais competitivo e que precisa do advogado para orientar, acompanhar e crescer.

Precisamos que os advogados vejam esta realidade e participem dela. Ficar atrás de pilhas de processos não irá mudar a advocacia, apenas irá deixar o judiciário contente, pois ficamos a mercê de suas decisões.

Temos que conquistar nossa independência.

Não somos meros peticionadores ou pedidores para juizes. Nossa função social é infinatamente maior.

Precisamos com afinco nos dedicarmos ao mercado, conhecer as novas tendências, possibilidades, ações, teses, enfim, precisamos estar conectados e sintonizados com o que está ocorrendo lá fora do escritório.

Quer ser um homem da lei? Cuidado, até na Bíblia a referência não é boa.

Quer ser um homem de negócio com formação jurídica? Parabéns, o mercado está a sua espera!

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Artigo escrito por Gustavo Rocha – Diretor da Consultoria GestaoAdvBr
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terça-feira, 5 de abril de 2011

A PSICOLOGIA DO SUCESSO 08/12



Portanto, quando uma identidade social em evidência entra em conflito com as motivações pessoais para se sair bem em determinado domínio, a pessoa vivenciará conflito psicológico que tende a interferir com o desempenho. Como  mostra o trabalho de Cadinu e colegas essa situação gera ansiedade e insegurança. Em resumo, as pessoas tenderão a apresentar desempenho relativamente fraco em situações nas quais tem uma situação conflitante de si mesmo - na qual a ideia do que são (e querem ser) como indivíduos parece incompatível com a forma como são vistas por integrar determinado grupo.

Por outro lado, se a identidade social em evidência é compatível com as aspirações da pessoa (talvez porque sugiram capacidade superior), essa circunstância tenderá a motivar e energizar o indivíduo, e assim melhorar o desempenho,realmente funcionando como uma alavanca. Nós "fluímos" quando o que somos e queremos ser é compatível com o que parecemos ser como integrantes de um grupo....

Da revista Mente & Cérebro nº 218, março/2011

segunda-feira, 4 de abril de 2011

Sucessos e Fracassos



Publicado em 14-Mar-2011, por Helen Tiemi Deghi Akamine


 Você acha que sua vida sempre será marcada por vitórias? Não admite errar nunca? Pensa que suas decisões devem ser as mais acertivas e que qualquer falha é motivo de auto-punição? Então lhes digo, queridos amigos, vocês ainda sofrerão bastante!
 
Somos tolos por pensar que somos espertos demais; por acreditar que nossas decisões não são influenciadas por uma força maior e por termos absoluta certeza de que temos uma visão de futuro privilegiada. O mais sábio dos homens não soube prever que uma onda gigante arrasaria com parte do Japão na semana passada. Nossa visão é limitada demais, não enxergamos além do minuto presente. Temos sim boas idéias do que pode estar por vir. Mas leia atentamente: do que PODE acontecer.
 
Fazemos escolhas todos os dias. Hoje por exemplo você escolheu levantar-se da sua cama e ir trabalhar; você escolheu ler meu artigo. Você escolhe ser o que você é todos os dias, afinal, somos o que acreditamos ser.
 
Abra sua mente para acreditar que você não é o centro do universo. Que você não vai morrer caso seja mandado embora do seu emprego. Que você pode ser muito mais do que é hoje. Escolha ser tolerante com você mesmo e com os outros; escolha aprender com seus erros ao invés de se lamentar - e se tornar mais forte através das lições aprendidas. Seja fiel aos seus valores, não mude por achar que o dinheiro compra tudo. Ele não compra o amor das pessoas, o sentimento verdadeiro ou o sorriso duradouro do seu filho.
 
O texto abaixo ilustra exatamente o que penso. Ninguém melhor do que um grande homem para ensinar através de suas experiências. Leiam com atenção e separem15 minutos do seu dia para pensar sobre o assunto. Garanto que, mais uma vez, o mundo não irá acabar se você dedicar esse tempo a você!
 
"Meu prezado senhor,
Direi apenas algumas poucas palavras.
A vida fez de mim um homem bem familiarizado com as decepções.
Aos 23 anos, tentei um cargo na política e perdi. Aos 24, abri uma loja que não deu certo. Aos 32, tentei um negócio de advocacia com amigos, mas logo rompemos a sociedade. Ainda naquele ano, tive um grave colapso nervoso e passei um bom tempo no hospital. Com 45 anos, disputei uma cadeira no senado e não ganhei. Aos 47, concorri à nomeação pelo partido republicano para a eleição geral e fui derrotado. Aos 49, tentei o senado e fracassei novamente, mas, ao 51 anos, finalmente, fui eleito Presidente dos Estados Unidos da América.
Por isso, não venha falar de dificuldades, tropeços ou fracassos. Não me interessa saber se você falhou. O que me interessa é se você soube aceitar o tropeço.
Todos os infortúnios que vivi me tornaram um homem mais forte, me ensinaram lições importantes. Aprendi a tolerar os medíocres; afinal, Deus deve amá-los, porque fez vários deles. Aprendi que os princípios mais importantes podem e devem ser inflexíveis. Aprendi que, quando se descobre que uma opinião está errada, é preciso descartá-la. Aprendi que a melhor parte da vida de uma pessoa está nas suas amizades. Aprendi que nunca se deve mudar de cavalo no meio do rio.
Se você está vivendo um momento temporário de fracasso, posso afirmar, com certeza da minha maturidade, ou dolorida experiência, que você jamais falhará se estiver determinado a não fazê-lo.
Por mais que você encontre dificuldade no caminho, não desista. Pois saiba que o campo da derrota não está povoada de fracassos, mas de homens que tombaram antes de vencer.

Sinceramente,

 Abraham Lincoln
16º Presidente norte-americano"

 do site: www.gestopole.com.br

25 razões para dizer SIM!


Publicado em 29-Mar-2011, por Gustavo Rocha


O título não é uma tentativa desesperada para alguém casar com outra pessoa e achar uma razão para isto.

O título é uma chamada a reflexão da nossa atitude diária. Este artigo foi baseado no artigo de Craig Jarrow.

Você pode ler o artigo original aqui.

Dizer sim pode parecer fácil, mas não é. Dizer sim acarreta responsabilidades, visão de todo do negócio e principalmente coragem de dizer e não voltar atrás.

Agora reflita:

    Já pensou em quantas vezes dizemos não ao invés de dizermos sim?

    Já pensou que o não pode ser desnecessário em determinados casos?

    Já pensou que dizer sim é ser mais feliz e, portanto, mais eficiente no trabalho?

Dizer não é dizer sim, já dizia a música do kid Abelha. Agora, porque falamos mais o não do que o sim?

Muitas vezes por medo, receio de errar, por não querer assumir riscos. É muito mais fácil dizer não faça isto. Afinal, se você fizer e der certo o crédito é seu. Se você fizer e der errado eu posso ser responsabilizado. Muitos pensam assim, infelizmente.

Dizer sim e assumir as responsabilidades – desde que com planejamento e visão – pode ser acertado para qualquer empresa, para qualquer pessoa.

A lista do artigo original dos 25 motivos para dizer sim estão abaixo:

    25 Things to Say Yes To… 25 coisas para dizer Sim para …

       1. Yes to a positive attitude. Sim a uma atitude positiva.
       2. Yes to bringing solutions instead of problems. Sim, em vez de trazer soluções de problemas.
       3. Yes to helping a friend or colleague. Sim para ajudar um amigo ou colega.
       4. Yes to seizing today. Sim para a apreensão de hoje.
       5. Yes to finding answers. Sim para encontrar respostas.
       6. Yes to your goals. Sim para seus objetivos.
       7. Yes to your passion. Sim, a sua paixão.
       8. Yes to your spouse or significant other. Sim para o seu esposo ou outro significativo.
       9. Yes to your kids. Sim para os seus filhos.
      10. Yes to mending fences. Sim para remendar cercas.
      11. Yes to finishing that lingering task. Sim para terminar esse persistente tarefa.
      12. Yes to doing, not trying, but doing. Sim para fazer, e não tentar, mas fazendo.
      13. Yes to turning off your phone/email. Sim para desligar o telefone / e-mail.
      14. Yes to working out. Sim para trabalhar fora.
      15. Yes to telling someone you care. Sim para dizer a alguém que você se importa.
      16. Yes to forgiveness. Sim para o perdão.
      17. Yes to new things. Sim para as coisas novas.
      18. Yes to doing the right thing. Sim para fazer a coisa certa.
      19. Yes to reaching out to someone. Sim para estender a mão a alguém.
      20. Yes to giving a compliment. Sim para dar um elogio.
      21. Yes to doing just a little more. Sim para fazer apenas um pouco mais.
      22. Yes to learning a skill. Sim para aprender uma habilidade.
      23. Yes to standing up for what you believe in. Sim para defender o que você acredita dentro
      24. Yes to love. Sim ao amor.
      25. Yes to yourself. Sim a si mesmo.

E você? Diz SIM por qual razão?

Lembre-se que primeiro você é uma pessoa com seu conhecimento, habilidade, inteligência, sentimento e verdade antes de ser qualquer profissional. Refletir sobre isto pode trazer a paz interior que necessita para evoluir, criar inteligência emocional, enfim, alcançar o sucesso!

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Artigo escrito por Gustavo Rocha – Diretor da Consultoria GestaoAdvBr
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domingo, 3 de abril de 2011

A PSICOLOGIA DO SUCESSO 07/12



O EU E O NÓS

Uma resposta possível é que, fundamentalmente, a ameaça dos estereótipos não é tanto uma questão de cognição, mas de self e identidade. Isso foi considerado por vários pesquisadores. Em uma grande revisão feita há pouco tempo sobre essa área, eles, Steele, Arnson e o psicólogo social Steven Spencer, da Universidade de Waterloo em Ontário, argumentaram que a ameaça dos estereótipos pode ser entendida como um fenômeno centrado na identidade social de cada um. Ou seja, os efeitos da ameaça (e da
alavanca) dos estereótipos acontecem porque as pessoas são estimuladas a pensar em si como integrantes de determinados grupos (como asiáticos, mulheres, brancos, homens).

A teoria da identidade social de Henri Taifel e John Turner, desenvolvida na Universidade de Bristol, na Inglaterra, ressalta que quando as pessoas se definem como integrantes de um grupo (como "nós" em vez de "eu"), o comportamento é moldado por normas estereotipadas. Em geral, somos motivados para perseguir os interesses do grupo e ver isso de forma positiva. Somos, por exemplo, mais inclinados a concordar com estereótipos que sugerem "somos bons" do que com os que dizem "somos maus". Porém, sob condições nas quais há amplo consenso sobre o baixo status de um endogrupo e no qual esse desempenho parece estável e legítimo (ou seja, incontestável), os integrantes normalmente aceitam e internalizam a inferioridade ("somos fracos em matemática...") e buscam uma identidade endogrupal positiva em outras áreass ("mas falamos melhor, somos mais sociáveis e criativos).

Da revista Mente & Cérebro nº 218, março/2011

sábado, 2 de abril de 2011

Considerações sobre críticas e erros


Publicado em 29-Mar-2011,  por Sonia Jordao


Pensando em histórias de críticas, construtivas ou não, faço algumas considerações sobre o assunto. Espero que possam ajudá-lo a crescer como profissional e Ser Humano.
 
Quando participei do processo de implantação da ISO 9001 em uma indústria, aprendi que, quando se fala em qualidade, os erros são uma excelente oportunidade de melhoria. Estamos sempre em busca de excelência e quando a alcançamos, mais que depressa, descobrimos novas oportunidades de melhorias.
 
Acredito que isso deve, também, ser aplicado a nós mesmos. Costumo dizer que "o maior desafio do Ser Humano é a melhoria contínua". Precisamos nos acostumar a ouvir todo tipo de críticas e considerá-las como oportunidades de crescimento pessoal.
 
Passei por uma avaliação 360º que me marcou muito. Naquela época, se não tivesse escutado as críticas não teria crescido tanto como pessoa. É claro que ainda estou longe de alcançar as melhorias que pretendo, mas pode ter certeza que já mudei muito e para melhor.
 
Tem um provérbio que diz: “Se uma pessoa disser que você é um cavalo, sorria. Se duas pessoas disserem que você é um cavalo, pense a respeito. Se três pessoas disserem que você é um cavalo, vá e compre uma sela.”

Você pode mudá-lo para qualquer característica pessoal mencionada a seu respeito. Podem dizer, por exemplo, que você é alegre ao invés de que é um cavalo. O importante é acreditar que quando várias pessoas dizem algo a seu respeito isso, possivelmente, pode ser verdade. Por isso, se achar conveniente, mude. Com certeza, essa mudança poderá conduzi-lo para o caminho da excelência.
 
Finalmente, considere as frases abaixo como uma ajuda:

“É sempre útil aprender com os próprios erros, pois assim parece que valeram a pena”. (Garry Marshall)
 
“Fique satisfeito quando descobrir que cometeu um erro, ou quando os outros apontarem seus erros para você. Você precisa ver seus erros, para poder fazer algo a respeito deles”. (Claus Moller)

Sonia Jordão é especialista em liderança, palestrante, consultora empresarial e escritora. Autora do livro “A Arte de liderar – Vivenciando mudanças num mundo globalizado”, e dos livros de bolso “E agora, Venceslau? – Como deixar de ser um líder explosivo” e “E agora, Lívia? – Desafios da liderança”.

 Sites: www.soniajordao.com.br,
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Como tirar proveito da internet?


Publicado em 14-Mar-2011,  por Iêda Diniz


Você ainda duvida que a internet é uma “rede de pessoas”?

Inicialmente, quando era denominada web 1.0,  a internet se apresentava estática, onde, o ambiente virtual  possibilitava uma comu-nicação unilateral, ou seja, alguém postava uma noticia e o usuário era limitado ao ato da leitura solitária.

Nos dias atuais, a internet, agora deno-minada web 2.0 possibi-lita uma comunicação bilateral, onde, alguém posta uma noticia e o usuário não apenas tem conhecimento do fato, mas, pode interagir com quem postou a noticia e com os usuários que realizaram a leitura e comentaram a mesma, além do mais, ocorre a possibilidade de contri-buir, complementando com fatos não mencionados anterior-mente.

Por esse motivo, o ambiente virtual é caracterizado por colaborativo e interativo.

Um erro comum é pensar que um perfil na internet é um cartão de visitas, ou uma foto meramente ilustrativa. O  seu perfil é “você”! Não adianta fantasiar, na tentativa de parecer o que não é, lembre-se, o que você escreve, fala ou as imagens postadas é que vão dizer quem você é e como se relaciona com as pessoas (físicas/jurídicas).

A internet oferece muitas possibilidades, tanto para empresas como para pessoas, não pense que apenas as empresas devem se preocupar com seu marketing no ambiente virtual, isso é um erro grave e primário.

Lembrem-se, caiu na rede é alvo e pode ser fisgado, positivamente ou não. Então,  é bom informar aos desavisados, que muitas empresas estão utilizando a internet como ferramenta para captar profissionais em seus processos seletivos.

Que vantagem você pode tirar disso?

Você pode ser fisgado por uma dessas empresas, para tal, é necessário que você esteja navegando nos lugares “certos” e que mantenha um perfil  idôneo, isso significa, cuidado com as comunidades que você faz parte, com a linguagem utilizada, evite agressões, intimidações, apologia a violência de qualquer natureza e mentir. Não espere chamar a atenção dessas empresas com mentiras, elas serão descobertas e você será excluído.

Algumas sugestões para tirar proveito da internet:
 
Orkut -  possibilita pesquisa de vagas no mercado de trabalho através do campo de “busca” na parte superior da página (lado direito), tente pesquisar por “vaga de emprego”. São muitas as opções e ainda podem ser filtradas. Também pode ser utilizado pelas empresas na busca de candidatos.  Além de contribuir com quem deseja ganhar dinheiro, criando um perfil e postando fotos  com descrição e valores de seus produtos ou serviços.


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sexta-feira, 1 de abril de 2011

Prá fazer inveja!!!

Hehehehehe!!!


Vejam só o que abriu lá em casa....

.... de novo!!!



O dia é 1º de abril...


Mas, a orquídia é pura verdade!!!

A PSICOLOGIA DO SUCESSO 06/12



Uma meta-análise de estudos similares publicados em 2003 pelos psicólogos sociais Gregory Walton e Geoffrey Cohen, então na Universidade Yale, mostrou que se as pessoas são expostas a informações sobre a inferioridade de um exogrupo (que não fazem parte do grupo do indivíduo) em determinado domínio, sua performance é em geral elevada - fenômeno referido por eles como alavanca do estereótipo (stereotype lif, em inglês). Dessa forma, assim como a percepção de inferioridade do qual fazemos parte pode atrapalhar o desempenho, uma ideologia de superioridade costuma favorecer a performance.

O bom desempenho não pode ser explicado com facilidade em termos de carga cognitiva - porque é difícil perceber como a ênfase de um estereótipo positivo do endogrugo (como em "nós somos bons") poderia aumentaros recursos de memória disponíveis aos participantes. De forma ideal, uma explicação
parcimoniosa sobre os efeitos daquilo que acreditamos sobre nós mesmos (ainda que não seja verdade) deveria ser capaz de dar conta tanto de mudanças para melhor quanto para pior. Também deveria ser cpaz de explicar uma série de outros efeitos relatados na literatura - incluindo evidência de que tais efeitos são aparentes em domínios nos quais a capacidade cognitiva não é essencial (digamos golfe ou basquete); são reduzidos se as pessoas são expostas a estereótipos sobre gruos múltiplos; são mais fracos se o grupo não está exposto à hostilidade generalizada (por exemplo, se alguém é homem e branco); e variam se os participantes são estimulados a se concentrar na promoção de resultados positivos ou a evitar os negativos. Porém, certamente nem todos os membros de determinado grupo sucumbem ao peso das crenças e preconceitos.

Os efeitos são restritos a indivíduos que dão valor ao domínio em questão e têm altos níveis de competência básica (por exemplo, os que, em tese, teriam menos com que se preocupar). Para a seleção do primeiro estudo de Beilock, por exemplo, as mulheres tinham de acertar ao menos 75% de uma tarefa básica e
concoerdar com as afirmações "Sou boa em matemática" e "É importante para mim que eu seja boa em matemática". Por que essas coisas importam?

Da revista Mente & Cérebro nº 218, março/2011