domingo, 31 de maio de 2009
sábado, 30 de maio de 2009
Saindo da crise!
Estrangeiros Não Param De Investir Na Bolsa
Os estrangeiros trouxeram 4,3 bilhões dólares ao Brasil em investimentos, o maior valor desde abril de 2008.
Estes investimentos de agora já superam aqueles dos meses imediatamente anteriores à crise.
Imaginem o que pode ocorrer quando os brasileiros começarem a acreditar que a crise já passou.
Leiam matéria:
http://zerohora.clicrbs.com.br/zerohora/jsp/default.jsp?uf=1&local=1§ion=Economia&newsID=a2523411.xml
This item is from "O Brasil Que Dá Certo"
Posted by Stephen Kanitz on maio 29, 2009
Os estrangeiros trouxeram 4,3 bilhões dólares ao Brasil em investimentos, o maior valor desde abril de 2008.
Estes investimentos de agora já superam aqueles dos meses imediatamente anteriores à crise.
Imaginem o que pode ocorrer quando os brasileiros começarem a acreditar que a crise já passou.
Leiam matéria:
http://zerohora.clicrbs.com.br/zerohora/jsp/default.jsp?uf=1&local=1§ion=Economia&newsID=a2523411.xml
This item is from "O Brasil Que Dá Certo"
Posted by Stephen Kanitz on maio 29, 2009
O Administrador e o Empresário
A Ascensão do Administrador e a Decadência do Empresário.
O caso Sadia-Perdigão.
A fusão da Perdigão com a Sadia (na realidade, o salvamento da Sadia pela Perdigão) foi fruto de uma mudança de mentalidade que vem ocorrendo no Brasil e que merece ser bem analisada.
A Perdigão foi fruto de uma gestão profissional de administradores competentes -- não de sócios nem de donos da empresa.
Nildemar Secches substituiu a família de empreendedores ou fundadores, os Brandalise, que venderam a Perdigão em 1994 com problemas. A empresa foi comprada por fundações e fundos de pensão.
Eles substituíram a gestão familiar -- ou “empreendedora” -- por um gestão profissional.
No Estatuto da época, estava escrito que os administradores teriam de ser pessoas com escolaridade acadêmica comprovada. Algo que a maioria dos “empreendedores” não tinham.
De 1994 para cá, a Perdigão não parou de crescer e ultrapassou a Sadia, líder de mercado, mas ainda nas mãos de duas famílias, Fontana e Furlan. Na realidade, nas mãos de filhos dessas famílias, sem o tino comercial e o empreendedorismo dos pais.
Filhos de famílias outrora empreendedoras tendem a se preocupar com maximização de controle familiar. Têm medo de perder, são conservadores. Você faria o mesmo. Arriscar-se e perder tudo, nem pensar!
Preferem crescer a um ritmo menor, reinvestindo lucros, a crescer aceleradamente mas perdendo controle familiar e abrindo o capital, permitindo, inclusive, que fornecedores e trabalhadores possam participar no sucesso da empresa.
Na Sadia, as duas famílias tinham poder sobre o diretor financeiro, que respondia diretamente ao Conselho, e não ao Presidente da empresa, como seria em qualquer empresa profissional.
O diretor financeiro não era formado em administração financeira, e temia ser despedido pelo Conselho se seguisse os preceitos da boa administração.
Um diretor financeiro profissional teria dito ao Conselho Familiar que especular com derivativos não fazia parte do Objeto Social da empresa. “Nosso 'core business', senhores, é frango e suínos, e não especular com câmbio”.
“Parágrafo 3º - É expressamente vedado e será nulo de pleno direito o ato praticado por qualquer administrador da Companhia que a envolva em obrigações relativas a negócios e operações estranhas ao objeto social, sem prejuízo da responsabilidade civil ou criminal, se for o caso, a que estará sujeito o infrator deste dispositivo.”
Mas empresas familiares e de “empreendedores” não seguem os preceitos da ciência da administração; criam organogramas para satisfazer as vontades do “empreendedor” e estatutos que não precisam ser respeitados -- “a lei somos nós”, dizem os “empreendedores”.
Esta fusão fará da Sadia uma empresa profissional. O administrador financeiro será um administrador financeiro, e não alguém “especializado em arbitragens e distorções nos preços de mercado” sem formação em administração.
Alguém que saberá a diferença entre hedge e especulação. Que dirá aos Conselhos da Família: “Quem quiser especular que o faça na pessoa física, não nesta empresa, colocando em risco nossa sustentabilidade e a segurança da nossa força de trabalho”.
O triste desta história é que, apesar de 40 anos de má gestão, as duas famílias saíram com uma parcela muito acima do que mereceriam da nova empresa.
Tinham 23% da Sadia, ficaram com 12% da Brasil Foods. Quase quebraram a Sadia, cujo patrimônio beirava zero, dependendo de que hipóteses do futuro fossem usadas. E, mesmo assim, saíram ricos...
Por quê? Porque uma empresa com patrimônio dilapidado, quase zero, ainda vale muita coisa.
Vale a marca Sadia, construída pelos empreendedores originais. Vale a sinergia de ser comprada por uma empresa maior e mais eficiente.
O que significa isso? Se a Perdigão comprar a Sadia, ela deixa de precisar da equipe de vendedores da Sadia; é só aumentar a lista de produtos para vender. Antes eram dois vendedores visitando o mesmo supermercado; agora só precisam de um. Era obvio que haveria demissões, e era óbvio que a diretoria não poderia anunciar isto na imprensa antes de conversar com os proprios funcionários as serem eventualmente demitidos.
Digamos que esta sinergia seja de 2 bilhões de reais, e de zero se as duas empresas não se juntarem.
Se você fosse Luiz Furlan, você diria: “eu quero parte deste lucro da sinergia, apesar de não merecê-la, porque a empresa agora é sua”?
Se você fosse Nildemar Secches, você aceitaria oferecer uns 600.000.000, ou até um bilhão, a mais na compra porque a alternativa seria zero?
Para um administrador profissional, essas brigas de controle ou “participação acionária” são menos importantes, por isto Nildemar aceitou.
O importante para o administrador profissional é criar uma empresa mais eficiente e competitiva internacionalmente, e não manter o controle acionário na família.
Se Nildemar Secches fosse um “empreendedor” ou patriarca de uma família, provavelmente teria recusado fazer a fusão, como fez o Rolim Amaro, da TAM
Os mesmos Fontana abortaram uma fusão entre a TAM e a Transbrasil, que teria criado uma empresa internacional poderosa, a Tambrasil. Mas Rolim, outro empreendedor, jamais aceitou uma exigência injusta como dividir a sinergia da nova empresa.
A fusão é um marco de uma nova era neste país.
Enquanto nossos comentaristas estavam preocupados com o fato de que muitos funcionários da Sadia iriam perder o emprego, deixaram de perceber que é justamente disto que o Brasil precisa: empresas que possam competir com as enormes empresas chinesas que teremos competindo com nossas empresas, daqui uns 10 anos, mais ou menos.
This item is from "Stephen Kanitz"
O caso Sadia-Perdigão.
A fusão da Perdigão com a Sadia (na realidade, o salvamento da Sadia pela Perdigão) foi fruto de uma mudança de mentalidade que vem ocorrendo no Brasil e que merece ser bem analisada.
A Perdigão foi fruto de uma gestão profissional de administradores competentes -- não de sócios nem de donos da empresa.
Nildemar Secches substituiu a família de empreendedores ou fundadores, os Brandalise, que venderam a Perdigão em 1994 com problemas. A empresa foi comprada por fundações e fundos de pensão.
Eles substituíram a gestão familiar -- ou “empreendedora” -- por um gestão profissional.
No Estatuto da época, estava escrito que os administradores teriam de ser pessoas com escolaridade acadêmica comprovada. Algo que a maioria dos “empreendedores” não tinham.
De 1994 para cá, a Perdigão não parou de crescer e ultrapassou a Sadia, líder de mercado, mas ainda nas mãos de duas famílias, Fontana e Furlan. Na realidade, nas mãos de filhos dessas famílias, sem o tino comercial e o empreendedorismo dos pais.
Filhos de famílias outrora empreendedoras tendem a se preocupar com maximização de controle familiar. Têm medo de perder, são conservadores. Você faria o mesmo. Arriscar-se e perder tudo, nem pensar!
Preferem crescer a um ritmo menor, reinvestindo lucros, a crescer aceleradamente mas perdendo controle familiar e abrindo o capital, permitindo, inclusive, que fornecedores e trabalhadores possam participar no sucesso da empresa.
Na Sadia, as duas famílias tinham poder sobre o diretor financeiro, que respondia diretamente ao Conselho, e não ao Presidente da empresa, como seria em qualquer empresa profissional.
O diretor financeiro não era formado em administração financeira, e temia ser despedido pelo Conselho se seguisse os preceitos da boa administração.
Um diretor financeiro profissional teria dito ao Conselho Familiar que especular com derivativos não fazia parte do Objeto Social da empresa. “Nosso 'core business', senhores, é frango e suínos, e não especular com câmbio”.
“Parágrafo 3º - É expressamente vedado e será nulo de pleno direito o ato praticado por qualquer administrador da Companhia que a envolva em obrigações relativas a negócios e operações estranhas ao objeto social, sem prejuízo da responsabilidade civil ou criminal, se for o caso, a que estará sujeito o infrator deste dispositivo.”
Mas empresas familiares e de “empreendedores” não seguem os preceitos da ciência da administração; criam organogramas para satisfazer as vontades do “empreendedor” e estatutos que não precisam ser respeitados -- “a lei somos nós”, dizem os “empreendedores”.
Esta fusão fará da Sadia uma empresa profissional. O administrador financeiro será um administrador financeiro, e não alguém “especializado em arbitragens e distorções nos preços de mercado” sem formação em administração.
Alguém que saberá a diferença entre hedge e especulação. Que dirá aos Conselhos da Família: “Quem quiser especular que o faça na pessoa física, não nesta empresa, colocando em risco nossa sustentabilidade e a segurança da nossa força de trabalho”.
O triste desta história é que, apesar de 40 anos de má gestão, as duas famílias saíram com uma parcela muito acima do que mereceriam da nova empresa.
Tinham 23% da Sadia, ficaram com 12% da Brasil Foods. Quase quebraram a Sadia, cujo patrimônio beirava zero, dependendo de que hipóteses do futuro fossem usadas. E, mesmo assim, saíram ricos...
Por quê? Porque uma empresa com patrimônio dilapidado, quase zero, ainda vale muita coisa.
Vale a marca Sadia, construída pelos empreendedores originais. Vale a sinergia de ser comprada por uma empresa maior e mais eficiente.
O que significa isso? Se a Perdigão comprar a Sadia, ela deixa de precisar da equipe de vendedores da Sadia; é só aumentar a lista de produtos para vender. Antes eram dois vendedores visitando o mesmo supermercado; agora só precisam de um. Era obvio que haveria demissões, e era óbvio que a diretoria não poderia anunciar isto na imprensa antes de conversar com os proprios funcionários as serem eventualmente demitidos.
Digamos que esta sinergia seja de 2 bilhões de reais, e de zero se as duas empresas não se juntarem.
Se você fosse Luiz Furlan, você diria: “eu quero parte deste lucro da sinergia, apesar de não merecê-la, porque a empresa agora é sua”?
Se você fosse Nildemar Secches, você aceitaria oferecer uns 600.000.000, ou até um bilhão, a mais na compra porque a alternativa seria zero?
Para um administrador profissional, essas brigas de controle ou “participação acionária” são menos importantes, por isto Nildemar aceitou.
O importante para o administrador profissional é criar uma empresa mais eficiente e competitiva internacionalmente, e não manter o controle acionário na família.
Se Nildemar Secches fosse um “empreendedor” ou patriarca de uma família, provavelmente teria recusado fazer a fusão, como fez o Rolim Amaro, da TAM
Os mesmos Fontana abortaram uma fusão entre a TAM e a Transbrasil, que teria criado uma empresa internacional poderosa, a Tambrasil. Mas Rolim, outro empreendedor, jamais aceitou uma exigência injusta como dividir a sinergia da nova empresa.
A fusão é um marco de uma nova era neste país.
Enquanto nossos comentaristas estavam preocupados com o fato de que muitos funcionários da Sadia iriam perder o emprego, deixaram de perceber que é justamente disto que o Brasil precisa: empresas que possam competir com as enormes empresas chinesas que teremos competindo com nossas empresas, daqui uns 10 anos, mais ou menos.
This item is from "Stephen Kanitz"
quarta-feira, 27 de maio de 2009
Se a moda pega ...
Iraque manda prender 100 mil por corrupção
27/05/2009 - 13:31 - BBC Brasil
A Comissão de Integridade Pública do Iraque, um órgão que combate a corrupção no país, afirmou nesta quarta-feira ter expedido mandados de prisão para quase 100 mil servidores públicos acusados de corrupção.
As autoridades não deram detalhes, mas afirmaram que entre os suspeitos há 53 altos funcionários do governo. Cerca de 120 dos acusados foram presos nas últimas semanas.Algumas das denúncias mais sérias envolvem o Ministério do Comércio iraquiano, onde vários funcionários foram acusados de aceitar suborno em troca da concessão de contratos de importação de alimentos.
Leia mais em http://ultimosegundo.ig.com.br/
Só mais uma perguntinha:
Se fosse aqui no Brasil, você acha que:
Seriam menos de 100.000
Seria mais ou menos isso
Seriam mais de 100.000, ou
Seriam muito, muuuiiiiito mais prisões????
27/05/2009 - 13:31 - BBC Brasil
A Comissão de Integridade Pública do Iraque, um órgão que combate a corrupção no país, afirmou nesta quarta-feira ter expedido mandados de prisão para quase 100 mil servidores públicos acusados de corrupção.
As autoridades não deram detalhes, mas afirmaram que entre os suspeitos há 53 altos funcionários do governo. Cerca de 120 dos acusados foram presos nas últimas semanas.Algumas das denúncias mais sérias envolvem o Ministério do Comércio iraquiano, onde vários funcionários foram acusados de aceitar suborno em troca da concessão de contratos de importação de alimentos.
Leia mais em http://ultimosegundo.ig.com.br/
Só mais uma perguntinha:
Se fosse aqui no Brasil, você acha que:
Seriam menos de 100.000
Seria mais ou menos isso
Seriam mais de 100.000, ou
Seriam muito, muuuiiiiito mais prisões????
segunda-feira, 25 de maio de 2009
sábado, 23 de maio de 2009
Por que você está aqui?
Recebido da Hildelice
Por que você está aqui?
Por que você lê estas palavras?
Por que você escolheu estar entre estas pessoas?
Como chegou até este Agora?
Em certos casos, o intelecto é insuficiente para explicar e, na verdade, nem é preciso uma explicação.
Estamos aqui. Chegamos aqui.
Porque é onde precisamos estar.
Porque é o lugar que escolhemos ficar,
no momento certo,
com as pessoas que desejamos conversar,
fazendo aquilo que precisamos fazer
ou não fazendo.
Não estar no local certo, no momento certo, com as pessoas que queremos, fazendo aquilo que amamos,
é também uma opção.
Porque ser e estar infeliz demandam o mesmo esforço e intenção em ser feliz.
Por que você está aqui?
Por que você lê estas palavras?
Por que você escolheu estar entre estas pessoas?
Como chegou até este Agora?
Em certos casos, o intelecto é insuficiente para explicar e, na verdade, nem é preciso uma explicação.
Estamos aqui. Chegamos aqui.
Porque é onde precisamos estar.
Porque é o lugar que escolhemos ficar,
no momento certo,
com as pessoas que desejamos conversar,
fazendo aquilo que precisamos fazer
ou não fazendo.
Não estar no local certo, no momento certo, com as pessoas que queremos, fazendo aquilo que amamos,
é também uma opção.
Porque ser e estar infeliz demandam o mesmo esforço e intenção em ser feliz.
Palavras e Mantras
Recebido da Hildelice:
Para a teosofia original, cada palavra dita ou pensada tem uma força e um poder que lhe são próprios. Os seus efeitos práticos dependerão especialmente da intenção e da intensidade com que ela é dita. A palavra cria carma, e os seus frutos serão colhidos por aquele que a emitiu. O uso das palavras e o objetivo com que elas são ditas determinam o rumo da vida de cada um.
Para a teosofia original, cada palavra dita ou pensada tem uma força e um poder que lhe são próprios. Os seus efeitos práticos dependerão especialmente da intenção e da intensidade com que ela é dita. A palavra cria carma, e os seus frutos serão colhidos por aquele que a emitiu. O uso das palavras e o objetivo com que elas são ditas determinam o rumo da vida de cada um.
Leia artigo completo em
quinta-feira, 21 de maio de 2009
A FARRA DO CONGRESSO (XVI)
21/05/2009 - 06h35
Deputado do castelo tenta desbloquear salário
Edmar Moreira tem R$ 30 milhões de dívidas trabalhistas e previdenciárias cobradas em 3 mil ações na Justiça. Parlamentar conseguiu liberar vencimentos de abril.
Deputado disse ao Conselho de Ética não ver problema em ter construído um castelo avaliado em R$ 25 milhões porque o empreendimento poderia gerar empregos.
Daniela Lima
A luta no Conselho de Ética para manter o mandato está longe de ser a única preocupação do deputado Edmar Moreira (sem partido-MG). Acusado de ter destinado recursos públicos para as próprias empresas, Edmar está com os bens bloqueados pela Justiça, onde enfrenta cerca de três mil ações trabalhistas e uma batalha judicial para garantir o recebimento do salário como parlamentar.
Veja reportagem completa em: www.congressoemfoco.com.br
Só uma perguntinha: E se a Receita Federal "ficar sabendo" da existência de um CASTELO NÃO DECLARADO, será que acontece mais alguma coisa a ele???
Deputado do castelo tenta desbloquear salário
Edmar Moreira tem R$ 30 milhões de dívidas trabalhistas e previdenciárias cobradas em 3 mil ações na Justiça. Parlamentar conseguiu liberar vencimentos de abril.
Deputado disse ao Conselho de Ética não ver problema em ter construído um castelo avaliado em R$ 25 milhões porque o empreendimento poderia gerar empregos.
Daniela Lima
A luta no Conselho de Ética para manter o mandato está longe de ser a única preocupação do deputado Edmar Moreira (sem partido-MG). Acusado de ter destinado recursos públicos para as próprias empresas, Edmar está com os bens bloqueados pela Justiça, onde enfrenta cerca de três mil ações trabalhistas e uma batalha judicial para garantir o recebimento do salário como parlamentar.
Veja reportagem completa em: www.congressoemfoco.com.br
Só uma perguntinha: E se a Receita Federal "ficar sabendo" da existência de um CASTELO NÃO DECLARADO, será que acontece mais alguma coisa a ele???
A FARRA DO CONGRESSO (XIV)
terça-feira, 19 de maio de 2009
Nós acreditamos no Brasil
Nós Acreditamos No Brasil IBEF/SP
O Instituto Brasileiro de Executivos Financeiros de São Paulo promove Seminário no dia 26.05.2009, às 8h, no Hotel Unique.
Nós Acreditamos No Brasil.
Inscreva-se e confira.
Britaldo Pedrosa Soares, AES Eletropaulo;
Cláudio Galeazzi, Pão de Açúcar;
Marcos De Marchi, Rhodia;
Pedro Melo, KPMG;
Raul Calfat, Votorantim;
Ricardo Pelegrini, IBM;
Rubens Batista, Makro;
Stéphane Engelhard, Accor.
Clique aqui: IBEF SP.
This item is from "O Brasil Que Dá Certo"
Posted by Stephen Kanitz on maio 18, 2009
Com a presença do Presidente do Banco Central do Brasil, Dr. Henrique Meirelles
O Instituto Brasileiro de Executivos Financeiros de São Paulo promove Seminário no dia 26.05.2009, às 8h, no Hotel Unique.
Nós Acreditamos No Brasil.
Inscreva-se e confira.
Britaldo Pedrosa Soares, AES Eletropaulo;
Cláudio Galeazzi, Pão de Açúcar;
Marcos De Marchi, Rhodia;
Pedro Melo, KPMG;
Raul Calfat, Votorantim;
Ricardo Pelegrini, IBM;
Rubens Batista, Makro;
Stéphane Engelhard, Accor.
Clique aqui: IBEF SP.
This item is from "O Brasil Que Dá Certo"
Posted by Stephen Kanitz on maio 18, 2009
Por que comer-te os ossos?
V Á A O T E A T R O!
De 19/05 a 11/06 (Ainda não vi a peça, mas a qualidade da música eu GARANTO!
FICHA TÉCNICA
Baseado no conto ‘Viver!’ de Machado de Assis
Direção: Arô Ribeiro
Coordenação: Roberto Lage
Elenco: Cléia Plácido e Fernanda Schaberle
Musica: Marcos Battistuzzi
Direção de Arte: Sylvia Moreira
SERVIÇO
Duração: 45 minutos
Capacidade: 45 lugares
Ingressos R$ 20,00 inteira R$ 10,00 meia-entrada
Rua Rui Barbosa, 672 - Bela Vista - Telefone: 3284-0290
De 19/05 a 11/06 (Ainda não vi a peça, mas a qualidade da música eu GARANTO!
Baseado no conto ‘Viver!’ de Machado de Assis
Direção: Arô Ribeiro
Coordenação: Roberto Lage
Elenco: Cléia Plácido e Fernanda Schaberle
Musica: Marcos Battistuzzi
Direção de Arte: Sylvia Moreira
SERVIÇO
Duração: 45 minutos
Capacidade: 45 lugares
Ingressos R$ 20,00 inteira R$ 10,00 meia-entrada
Rua Rui Barbosa, 672 - Bela Vista - Telefone: 3284-0290
Responsabilidade e Inclusão Social
Quem Somos O Instituto IRIS - De Responsabilidade e Inclusão Social
é uma entidade sem fins lucrativos, fundada em 2002 em São Paulo (SP), e tem a missão de desenvolver atividades que acelerem o processo de inclusão social das pessoas portadoras de deficiência visual.
Elegemos como prioridade institucional a difusão do cão-guia como grande facilitador desse processo.
O Instituto IRIS é o único no Brasil com um instrutor reconhecido pela International Guide Dog Federation (Inglaterra), especialmente qualificado para esse fim na Royal New Zealand Foundation for the Blind - Guide Dog Services (Nova Zelândia) entre 1996 e 1999.
Essa Escola é reconhecida pela Federação Internacional de Escolas de Cães
Guias para Cegos. É a única com um instrutor com a formação reconhecida
por esta federação, especialmente qualificado para esse fim na
Royal New Zealand Foundation for the Blind - Guide Dog Services
(Nova Zelândia) entre 1996 e 1999, e que é hoje um multiplicador
deste conhecimento. A escola é responsável pela formação de 10 times
de graduados (usuário e cão guia), e pelo suporte a 13 dentre os 20 times
existentes no país.
Acesse o site: www.iris.org.br
sábado, 16 de maio de 2009
A FARRA DO CONGRESSO XIII
16/05/2009 - 07h20
Viúva de Péres devolve R$ 119 mil
Folha de S.Paulo
A viúva do senador Jefferson Péres (PDT-AM), morto em maio de 2008, decidiu devolver ao Senado os R$ 118.651,20 que recebeu em dezembro de 2008 referentes ao valor da cota de passagem aérea que o senador não utilizou durante o mandato.
Ela fez o depósito numa conta do Senado no último dia 7 e notificou sua decisão ontem ao presidente da Casa, José Sarney (PMDB-AP).
Em abril, a Folha revelou que, a pedido da viúva, o então presidente do Senado Garibaldi Alves (PMDB-RN), desconsiderando recomendação da advocacia-geral da Casa, mandou converter em dinheiro a cota deixada por Péres e repassou o valor à viúva, que é juíza aposentada.
O Ministério Público Federal no Tribunal de Contas da União considerou o pagamento irregular, pois a cota aérea é para ser usada no exercício do mandato.
Marlidice Peres disse à Folha que a falta de regras no Senado a colocou numa situação desagradável, e por isso ela decidiu devolver o dinheiro: "Devolvi para que não pairassem dúvidas sobre minhas ações e intenções".
Leia mais em: http://www.ocongressoemfoco.ig.com.br/
Viúva de Péres devolve R$ 119 mil
Folha de S.Paulo
A viúva do senador Jefferson Péres (PDT-AM), morto em maio de 2008, decidiu devolver ao Senado os R$ 118.651,20 que recebeu em dezembro de 2008 referentes ao valor da cota de passagem aérea que o senador não utilizou durante o mandato.
Ela fez o depósito numa conta do Senado no último dia 7 e notificou sua decisão ontem ao presidente da Casa, José Sarney (PMDB-AP).
Em abril, a Folha revelou que, a pedido da viúva, o então presidente do Senado Garibaldi Alves (PMDB-RN), desconsiderando recomendação da advocacia-geral da Casa, mandou converter em dinheiro a cota deixada por Péres e repassou o valor à viúva, que é juíza aposentada.
O Ministério Público Federal no Tribunal de Contas da União considerou o pagamento irregular, pois a cota aérea é para ser usada no exercício do mandato.
Marlidice Peres disse à Folha que a falta de regras no Senado a colocou numa situação desagradável, e por isso ela decidiu devolver o dinheiro: "Devolvi para que não pairassem dúvidas sobre minhas ações e intenções".
Leia mais em: http://www.ocongressoemfoco.ig.com.br/
Saindo da crise!
15/05/2009 - 11h37
Confiança do consumidor americano sobe ao maior nível desde setembro
Publicidade
da Folha Online
O índice de confiança do consumidor americano na economia local, elaborado pela Universidade de Michigan, subiu em maio pelo terceiro mês seguido, informou a instituição nesta sexta-feira.
Com isso, o indicador chegou ao seu ponto mais alto desde setembro do ano passado, quando se agravou a crise financeira global devido à quebra do banco de investimentos Lehman Brothers.
Leia a cobertura completa da crise nos EUAEntenda a evolução da crise que atinge a economia dos EUAEntenda como a crise financeira global afeta o Brasil
O indicador fechou o mês em 67,9 pontos, subindo 2,8 pontos sobre abril. O dado também ficou acima do esperado pelos analistas do setor, que apostavam em 67 pontos.
O índice de expectativas dos consumidores, por sua vez, chegou a 69 pontos neste mês, contra 63,1 pontos em abril. É o ponto mais alto desde outubro.
"A confiança dos consumidores subiu no início de maio, com os consumidores cada vez mais convencidos de que a economia está em sua fase final de contração e, paradoxalmente, que as suas finanças pessoais permaneceriam ruins, mantendo seus gastos em níveis reduzidos para um futuro imprevisível", informou a Universidade de Michigan em comunicado.
De acordo com a pesquisa, a confiança permanece incerta, com a maioria dos consumidores relatando que sua situação financeira havia piorado devido principalmente à queda na renda, à menor carga horária de trabalho e à perda de empregos.
Com agências internacionais.
Confiança do consumidor americano sobe ao maior nível desde setembro
Publicidade
da Folha Online
O índice de confiança do consumidor americano na economia local, elaborado pela Universidade de Michigan, subiu em maio pelo terceiro mês seguido, informou a instituição nesta sexta-feira.
Com isso, o indicador chegou ao seu ponto mais alto desde setembro do ano passado, quando se agravou a crise financeira global devido à quebra do banco de investimentos Lehman Brothers.
Leia a cobertura completa da crise nos EUAEntenda a evolução da crise que atinge a economia dos EUAEntenda como a crise financeira global afeta o Brasil
O indicador fechou o mês em 67,9 pontos, subindo 2,8 pontos sobre abril. O dado também ficou acima do esperado pelos analistas do setor, que apostavam em 67 pontos.
O índice de expectativas dos consumidores, por sua vez, chegou a 69 pontos neste mês, contra 63,1 pontos em abril. É o ponto mais alto desde outubro.
"A confiança dos consumidores subiu no início de maio, com os consumidores cada vez mais convencidos de que a economia está em sua fase final de contração e, paradoxalmente, que as suas finanças pessoais permaneceriam ruins, mantendo seus gastos em níveis reduzidos para um futuro imprevisível", informou a Universidade de Michigan em comunicado.
De acordo com a pesquisa, a confiança permanece incerta, com a maioria dos consumidores relatando que sua situação financeira havia piorado devido principalmente à queda na renda, à menor carga horária de trabalho e à perda de empregos.
Com agências internacionais.
As boas notícias da semana
As Boas Notícias da Semana
Abaixo, listo as principais boas notícias desta semana em que até o Banco da Inglaterra, um dos países que mais sofrem com a crise, já prevê uma rápida recuperação do cenário econômico internacional:
1. Estrangeiros procuram títulos brasileiros num ímpeto e numa quantidade quatro vezes maior que a oferta.
2. O consumo das famílias crescerá 1,9% em 2009. Como já escrevi, para a maioria dos empresários, o PIB das famílias é o PIB que conta.
3. Um dos melhores indicadores antecedentes de fato, o Sinalizador de Produção Industrial teve mais um aumento: agora de +3,2%, "apesar da crise". Cada vez mais a retomada do crescimento se consolidam
This item is from "O Brasil Que Dá Certo"
Posted by Stephen Kanitz on maio 16, 2009
Abaixo, listo as principais boas notícias desta semana em que até o Banco da Inglaterra, um dos países que mais sofrem com a crise, já prevê uma rápida recuperação do cenário econômico internacional:
1. Estrangeiros procuram títulos brasileiros num ímpeto e numa quantidade quatro vezes maior que a oferta.
2. O consumo das famílias crescerá 1,9% em 2009. Como já escrevi, para a maioria dos empresários, o PIB das famílias é o PIB que conta.
3. Um dos melhores indicadores antecedentes de fato, o Sinalizador de Produção Industrial teve mais um aumento: agora de +3,2%, "apesar da crise". Cada vez mais a retomada do crescimento se consolidam
This item is from "O Brasil Que Dá Certo"
Posted by Stephen Kanitz on maio 16, 2009
quarta-feira, 13 de maio de 2009
A crise acabou ...
Confirmado:
A Crise Acabou em Fevereiro de 2009
Numa entrevista à Globo News afirmei que: "a crise acabou", em 10 de fevereiro de 2009. Veja a entrevista.
A Globo repercutiu a frase com dezenas de economistas e comentaristas, e a maioria afirmou que "é cedo para dizer".
Agora confira quem tinha razão.
O Ibovespa estava em 36.000, e quem assistiu ao "Entre Aspas" ganhou 55% na Bolsa em apenas 3 meses.
This item is from "O Brasil Que Dá Certo"
Posted by Stephen Kanitz on maio 13, 2009
A Crise Acabou em Fevereiro de 2009
Numa entrevista à Globo News afirmei que: "a crise acabou", em 10 de fevereiro de 2009. Veja a entrevista.
A Globo repercutiu a frase com dezenas de economistas e comentaristas, e a maioria afirmou que "é cedo para dizer".
Agora confira quem tinha razão.
O Ibovespa estava em 36.000, e quem assistiu ao "Entre Aspas" ganhou 55% na Bolsa em apenas 3 meses.
This item is from "O Brasil Que Dá Certo"
Posted by Stephen Kanitz on maio 13, 2009
Ata de reunião II
Tinha uma árvore no meio do caminho
De olho na política
Assembleias admitem acabar com verba indenizatória
Deputados estaduais esperam definição do Congresso para rever modelo de ressarcimento de despesas. Em oito estados, valores superam os R$ 15 mil pagos pela Câmara
Em Alagoas, cada deputado tem direito a R$ 39 mil por mês de verba indenizatória, mais que o dobro do valor pago pela Câmara
Mário Coelho
A pressão da sociedade por mais transparência nos gastos com dinheiro público no Congresso Nacional criou uma espécie de efeito cascata nas assembleias legislativas. Após os últimos escândalos ocorridos na Câmara e no Senado, os deputados estaduais também se sentem pressionados a prestar contas do uso da verba indenizatória e já cogitam acabar com o benefício nos estados.
A possibilidade de acabar com a verba indenizatória nos estados ganhou corpo na última sexta-feira (8), no 6º Encontro do Colegiado de Presidentes das Assembleias Legislativas, que contou com a presença de 20 representantes das 27 casas do país.
A necessidade de se rever o atual modelo foi consenso entre os presidentes dos legislativos estaduais, mas os entendimentos pararam por aí. Tanto que, apesar de o assunto ter sido discutido, a extinção da verba indenizatória não entrou no documento que encerrou o encontro, a Carta de São Paulo. A redução dos juros das dívidas dos Estados com a União, mudanças na Constituição Federal para regras sobre precatórios e revisão da Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico (Cide) incidente sobre combustíveis foram as principais reivindicações do texto.
Leia reportagem completa em http://www.congressoemfoco.com.br
Deputados estaduais esperam definição do Congresso para rever modelo de ressarcimento de despesas. Em oito estados, valores superam os R$ 15 mil pagos pela Câmara
Em Alagoas, cada deputado tem direito a R$ 39 mil por mês de verba indenizatória, mais que o dobro do valor pago pela Câmara
Mário Coelho
A pressão da sociedade por mais transparência nos gastos com dinheiro público no Congresso Nacional criou uma espécie de efeito cascata nas assembleias legislativas. Após os últimos escândalos ocorridos na Câmara e no Senado, os deputados estaduais também se sentem pressionados a prestar contas do uso da verba indenizatória e já cogitam acabar com o benefício nos estados.
A possibilidade de acabar com a verba indenizatória nos estados ganhou corpo na última sexta-feira (8), no 6º Encontro do Colegiado de Presidentes das Assembleias Legislativas, que contou com a presença de 20 representantes das 27 casas do país.
A necessidade de se rever o atual modelo foi consenso entre os presidentes dos legislativos estaduais, mas os entendimentos pararam por aí. Tanto que, apesar de o assunto ter sido discutido, a extinção da verba indenizatória não entrou no documento que encerrou o encontro, a Carta de São Paulo. A redução dos juros das dívidas dos Estados com a União, mudanças na Constituição Federal para regras sobre precatórios e revisão da Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico (Cide) incidente sobre combustíveis foram as principais reivindicações do texto.
Leia reportagem completa em http://www.congressoemfoco.com.br
segunda-feira, 11 de maio de 2009
E A CRISE????
Mercado Começa A Rever PIB Para Melhor
Eis uma notícia escondida no Estadão, no Caderno B, página 5. Aqui , no entanto, é manchete, pois é uma notícia muito melhor do que se pensa.
Quando o clima é de baixa, economistas que lutam por espaço na imprensa têm de apresentar previsões cada vez piores para obterem espaço desejado. É a concorrência acadêmica.
Se o economista anterior previu 2%, você só terá espaço se prever 0%.
Aí, só se você prever -2% você será ouvido. Até chegar a alguém que só conseguiu ser entrevistado porque sua previsão de -4% era notícia nova de fato.
Era uma questão de tempo para alguem prever -5%. Agora não. Se o mercado começa rever para melhor, o primeiro que disser que o PIB vai subir 0,5% ganha espaço na imprensa.
Depois, para aparecer, você terá que prever 1%, 2%, 3,5%. O que fatalmente irá ocorrer. Vai ter economista prevendo 6%. Mas agora você sabem por que...
Tenho certeza de que em agosto já teremos alguém prevendo 5%.
Os leitores de O Brasil Que Dão Certo continuam prevendo 1,8%.
This item is from "O Brasil Que Dá Certo"
Posted by Stephen Kanitz on maio 11, 2009
Eis uma notícia escondida no Estadão, no Caderno B, página 5. Aqui , no entanto, é manchete, pois é uma notícia muito melhor do que se pensa.
Quando o clima é de baixa, economistas que lutam por espaço na imprensa têm de apresentar previsões cada vez piores para obterem espaço desejado. É a concorrência acadêmica.
Se o economista anterior previu 2%, você só terá espaço se prever 0%.
Aí, só se você prever -2% você será ouvido. Até chegar a alguém que só conseguiu ser entrevistado porque sua previsão de -4% era notícia nova de fato.
Era uma questão de tempo para alguem prever -5%. Agora não. Se o mercado começa rever para melhor, o primeiro que disser que o PIB vai subir 0,5% ganha espaço na imprensa.
Depois, para aparecer, você terá que prever 1%, 2%, 3,5%. O que fatalmente irá ocorrer. Vai ter economista prevendo 6%. Mas agora você sabem por que...
Tenho certeza de que em agosto já teremos alguém prevendo 5%.
Os leitores de O Brasil Que Dão Certo continuam prevendo 1,8%.
This item is from "O Brasil Que Dá Certo"
Posted by Stephen Kanitz on maio 11, 2009
domingo, 10 de maio de 2009
Conspiração
Recebido da Hildelice
CONSPIRAÇÃO ESPIRITUAL
Na superfície da terra exatamente agora há guerra e violência e tudo parece negro.
Mas simultaneamente, algo silencioso, calmo e oculto, está acontecendo e certas pessoas estão sendo chamadas por um luz mais elevada.
Uma revolução silenciosa está se instalando de dentro para fora.
De baixo para cima.
É uma operação global.
Uma conspiração espiritual.
Há células dessa operação em cada nação do planeta.
Vocês não vão nos assistir na TV.
Nem ler sobre nós nos jornais.
Nem ouvir nossas palavras nos rádios.
Não buscamos a gloria.
Não usamos uniformes.
Nós chegamos em diversas formas e tamanhos diferentes.
Temos costumes e cores diferentes.
A maioria trabalha anonimamente.
Silenciosamente.
Trabalhamos fora de cena.
Em cada cultura do mundo.
Nas grandes e pequenas cidades, em suas montanhas e vales.
Nas fazendas, vilas, tribos e ilhas remotas.
Você talvez cruze conosco nas ruas.
E nem percebem...
Seguimos disfarçados.
Ficamos atrás da cena.
E não nos importamos quem ganha os louros do resultado,e sim, que se realize o trabalho.
De vez enquanto nos encontramos pelas ruas.
Trocamos olhares de reconhecimento e seguimos nosso caminho.
Durante o dia muitos se disfarçam em seus empregos normais.
Mas á noite, por atrás de nossas aparências,o verdadeiro trabalho se inicia.
Alguns nos chamam do Exercito da Consciência.
Lentamente estamos construindo um novo mundo.
Com o poder de nossos corações e mentes.
Seguimos com alegria e paixão.
Nossas ordens nos chegam da Inteligência Espiritual e Central.
Estamos jogando bombas suaves de amor sem que ninguém note.
Poemas - abraços - musicas- fotos - filmes - palavras carinhosas - meditações e preces - danças - ativismo social - sites - blogs - atos de bondade...
Expressamos-nos de uma forma única e pessoal.
Com nossos talentos e dons.
Sendo a mudança que queremos ver no mundo.
Essa é a força que move nossos corações.
Sabemos que essa é a única forma de conseguir realizar a transformação.
Sabemos que no silencio e humildade, temos o poder de todos os oceanos juntos.
Nosso trabalho é lento e meticuloso.
Como na formação das montanhas.
O amor será a religião do século 21.
Sem pré-requisitos de grau de educação.
Sem requisitar um conhecimento excepcional para sua compreensão.
Porque nasce da inteligência do coração.
Escondida pela eternidade, no pulso evolucionário de todo ser humano.
Seja a mudança que quer ver acontecer no mundo.
Ninguém pode fazer esse trabalho por você.
Nós estamos recrutando.
Talvez você se junte a nós.
Ou talvez já tenha se unido.
Todos são bem bem-vindos.
A porta está aberta.
Autor desconhecido
Ely Britto
Presidente do IntertaoEcovila Viver Simples
Tel 35- 3363 2497
CONSPIRAÇÃO ESPIRITUAL
Na superfície da terra exatamente agora há guerra e violência e tudo parece negro.
Mas simultaneamente, algo silencioso, calmo e oculto, está acontecendo e certas pessoas estão sendo chamadas por um luz mais elevada.
Uma revolução silenciosa está se instalando de dentro para fora.
De baixo para cima.
É uma operação global.
Uma conspiração espiritual.
Há células dessa operação em cada nação do planeta.
Vocês não vão nos assistir na TV.
Nem ler sobre nós nos jornais.
Nem ouvir nossas palavras nos rádios.
Não buscamos a gloria.
Não usamos uniformes.
Nós chegamos em diversas formas e tamanhos diferentes.
Temos costumes e cores diferentes.
A maioria trabalha anonimamente.
Silenciosamente.
Trabalhamos fora de cena.
Em cada cultura do mundo.
Nas grandes e pequenas cidades, em suas montanhas e vales.
Nas fazendas, vilas, tribos e ilhas remotas.
Você talvez cruze conosco nas ruas.
E nem percebem...
Seguimos disfarçados.
Ficamos atrás da cena.
E não nos importamos quem ganha os louros do resultado,e sim, que se realize o trabalho.
De vez enquanto nos encontramos pelas ruas.
Trocamos olhares de reconhecimento e seguimos nosso caminho.
Durante o dia muitos se disfarçam em seus empregos normais.
Mas á noite, por atrás de nossas aparências,o verdadeiro trabalho se inicia.
Alguns nos chamam do Exercito da Consciência.
Lentamente estamos construindo um novo mundo.
Com o poder de nossos corações e mentes.
Seguimos com alegria e paixão.
Nossas ordens nos chegam da Inteligência Espiritual e Central.
Estamos jogando bombas suaves de amor sem que ninguém note.
Poemas - abraços - musicas- fotos - filmes - palavras carinhosas - meditações e preces - danças - ativismo social - sites - blogs - atos de bondade...
Expressamos-nos de uma forma única e pessoal.
Com nossos talentos e dons.
Sendo a mudança que queremos ver no mundo.
Essa é a força que move nossos corações.
Sabemos que essa é a única forma de conseguir realizar a transformação.
Sabemos que no silencio e humildade, temos o poder de todos os oceanos juntos.
Nosso trabalho é lento e meticuloso.
Como na formação das montanhas.
O amor será a religião do século 21.
Sem pré-requisitos de grau de educação.
Sem requisitar um conhecimento excepcional para sua compreensão.
Porque nasce da inteligência do coração.
Escondida pela eternidade, no pulso evolucionário de todo ser humano.
Seja a mudança que quer ver acontecer no mundo.
Ninguém pode fazer esse trabalho por você.
Nós estamos recrutando.
Talvez você se junte a nós.
Ou talvez já tenha se unido.
Todos são bem bem-vindos.
A porta está aberta.
Autor desconhecido
Ely Britto
Presidente do IntertaoEcovila Viver Simples
Tel 35- 3363 2497
segunda-feira, 4 de maio de 2009
Pé no chão
Ainda É Cedo Para Comemorar
Apesar destes dados concretos,
1. Automóveis recuperam 100%.
2. Exportadores ganham valorização de 70% no câmbio, por que lutam há anos, e que permite compensar a queda nas commodities.
3. Bancos assustados retomam o crédito.
4. Juros reais caem para 3% ao ano.
5. Inflação não sobe, apesar do aumento do câmbio, algo que raramente acontece.
6. Bolsa de Valores, a grande variável antecedente do Brasil, sobe 30%, depois de uma queda de 40%.
7. Brasil tem reservas de US$ 200 bilhões, que FHC e seus diletos nunca acharam importante ter.
Uma famosa colunista escreve: "Manter cautela com o otimismo é importante porque o exagero pode se transformar em grande frustração. O que é preciso neste momento é pé no chão".
Eu diria justamente o contrário: "Manter cautela com o pessimismo é importante porque o catastrofismo pode se transformar em grande frustração. O que é preciso neste momento é pé no chão e analisar friamente os fatos que temos à nossa disposição".
MB Associados: ainda é cedo para comemorar -
This item is from "O Brasil Que Dá Certo"
Posted by Stephen Kanitz on maio 04, 2009 at 12:00 AM
Apesar destes dados concretos,
1. Automóveis recuperam 100%.
2. Exportadores ganham valorização de 70% no câmbio, por que lutam há anos, e que permite compensar a queda nas commodities.
3. Bancos assustados retomam o crédito.
4. Juros reais caem para 3% ao ano.
5. Inflação não sobe, apesar do aumento do câmbio, algo que raramente acontece.
6. Bolsa de Valores, a grande variável antecedente do Brasil, sobe 30%, depois de uma queda de 40%.
7. Brasil tem reservas de US$ 200 bilhões, que FHC e seus diletos nunca acharam importante ter.
Uma famosa colunista escreve: "Manter cautela com o otimismo é importante porque o exagero pode se transformar em grande frustração. O que é preciso neste momento é pé no chão".
Eu diria justamente o contrário: "Manter cautela com o pessimismo é importante porque o catastrofismo pode se transformar em grande frustração. O que é preciso neste momento é pé no chão e analisar friamente os fatos que temos à nossa disposição".
MB Associados: ainda é cedo para comemorar -
This item is from "O Brasil Que Dá Certo"
Posted by Stephen Kanitz on maio 04, 2009 at 12:00 AM
As boas notícias da semana
Juros Caem Mais 20%
Os juros reais no Brasil caíram de 4,4% para 3,5% esta semana, uma queda fantástica de 20%.
Depois de se tirar a inflação esperada de 6,5% pelo BC, (o limite superior da estimativa da meta inflacionária) e do IR de 20%, o aplicador hoje só receberá 1,5% ao ano.
PORTANTO, NÃO TEMOS A PIOR TAXA DE MUNDO. Finalmente estamos com juros de primeiro mundo. Como a maioria dos brasileiros ainda desconhece este fato, isto é uma enorme vantagem para os bem informados.
Significa enormes mudanças estruturais e oportunidades. Empresas endividadas terão vantagens pela primeira vez em 50 anos. Fundos de pensão não poderão continuar a aplicar a grande maioria de seus recursos em renda fixa.
Tivemos por 500 anos um capitalismo sem risco, patrocinado por uma série de governos incompetentes que absorviam 80% da poupança nacional para cobrir seus déficits com dívidas públicas.
Com juros reais de 1,5% a 3,5%, aplicadores terão de assumir riscos para obterem as rentabilidades que obtinham anteriormente, pois riscos não são mais garantidos pelo governo.
VAMOS REPETIR. A Queda de Juros foi de 20%, e não de 1%, como noticiado.
Os juros reais, os verdadeiros juros, minha gente, são de 1,5% a 3,5% ao ano depois do IR. Precisamos espalhar isto pela internet para avisar a real situação da nossa economia. Juro é sempre o Real, e não o Irreal.
Pagando 1,5% de juros líquido, o governo Lula poderá reduzir a dívida interna ainda mais, porque vão sobrar recursos para tal. Divida interna poderá chegar a 29% do PIB ainda neste governo.
Pessoalmente, estou pulando de alegria com esta ignorância toda. Imaginem o que vai acontecer com a Bolsa daqui para frente. Vai subir 5 vezes em 10 anos, mais ou menos. Dá para comprar ações lentamente, sem pressa, porque poucos estão sabendo.
Banco Central reduz taxa de juros para 10,25% ao ano — Agência Brasil - EBC.
This item is from "O Brasil Que Dá Certo"
Posted by Stephen Kanitz on maio 04, 2009
Os juros reais no Brasil caíram de 4,4% para 3,5% esta semana, uma queda fantástica de 20%.
Depois de se tirar a inflação esperada de 6,5% pelo BC, (o limite superior da estimativa da meta inflacionária) e do IR de 20%, o aplicador hoje só receberá 1,5% ao ano.
PORTANTO, NÃO TEMOS A PIOR TAXA DE MUNDO. Finalmente estamos com juros de primeiro mundo. Como a maioria dos brasileiros ainda desconhece este fato, isto é uma enorme vantagem para os bem informados.
Significa enormes mudanças estruturais e oportunidades. Empresas endividadas terão vantagens pela primeira vez em 50 anos. Fundos de pensão não poderão continuar a aplicar a grande maioria de seus recursos em renda fixa.
Tivemos por 500 anos um capitalismo sem risco, patrocinado por uma série de governos incompetentes que absorviam 80% da poupança nacional para cobrir seus déficits com dívidas públicas.
Com juros reais de 1,5% a 3,5%, aplicadores terão de assumir riscos para obterem as rentabilidades que obtinham anteriormente, pois riscos não são mais garantidos pelo governo.
VAMOS REPETIR. A Queda de Juros foi de 20%, e não de 1%, como noticiado.
Os juros reais, os verdadeiros juros, minha gente, são de 1,5% a 3,5% ao ano depois do IR. Precisamos espalhar isto pela internet para avisar a real situação da nossa economia. Juro é sempre o Real, e não o Irreal.
Pagando 1,5% de juros líquido, o governo Lula poderá reduzir a dívida interna ainda mais, porque vão sobrar recursos para tal. Divida interna poderá chegar a 29% do PIB ainda neste governo.
Pessoalmente, estou pulando de alegria com esta ignorância toda. Imaginem o que vai acontecer com a Bolsa daqui para frente. Vai subir 5 vezes em 10 anos, mais ou menos. Dá para comprar ações lentamente, sem pressa, porque poucos estão sabendo.
Banco Central reduz taxa de juros para 10,25% ao ano — Agência Brasil - EBC.
This item is from "O Brasil Que Dá Certo"
Posted by Stephen Kanitz on maio 04, 2009
A FARRA DO CONGRESSO (XII)
27/04/2009 - 16h36
Farra das passagens deve ser ponto de virada, diz presidente da OAB
Mário Coelho
O presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Cezar Britto, acredita que o escândalo das passagens aéreas será lembrado como um ponto de virada na história do Parlamento brasileiro. "A democracia não sobrevive sem um parlamento altivo e ativo", disse Britto. O Congresso em Foco publicou hoje (27) um editorial em que refuta a tese de que o Parlamento brasileiro é dispensável e defende a melhoria do Legislativo, com a plena garantia de suas prerrogativas constitucionais.
Cezar Britto diz endossar o editorial. O presidente da OAB ressalta que, em um Estado democrático de direito, o Parlamento sempre necessita de aperfeiçoamentos. De imediato, Britto rechaça qualquer tipo de manifestação pelo fechamento do Congresso. Para ele, isso só interessa aos "autoritários de plantão". O advogado vê as críticas ácidas da sociedade ao Congresso como um "desabafo".
"A sociedade está vendo o Congresso não representando a população da maneira que deveria", opinou. Cezar Britto acredita que o país vive momento propício para regulamentar os mecanismos de democracia ativa previstos na Constituição de 1988. Com isso, instrumentos como plebiscitos, referendos e leis de iniciativa popular seriam mais usados. Outro grande passo para a melhoria da representação popular apontado por ele seria a aprovação da proposta de emenda à Constituição (PEC) que prevê a criação do recall eleitoral. Por meio desse instrumento, os eleitores poderiam mudar, no decorrer do mandato, os representantes que não estivessem tendo atuação compatível às suas expectativas.Passagens
Nas últimas duas semanas, o Congresso em Foco abriu uma verdadeira caixa-preta onde estava guardada a cota de passagens aéreas para deputados. Levantamento do site mostrou que pelo menos 261 parlamentares usaram o benefício para viajar para o exterior sozinhos, com familiares ou até repassando os bilhetes para amigos ou correligionários (veja aqui a lista completa).
Para Britto, o caso das passagens aéreas mostra que boa parte dos políticos ainda confunde as esferas do público e do privado. "Confundem servir ao público com se servir do público", observou. "A farra das passagens é um exemplo típico dessa anomalia", disparou. "Existe um desvio cultural. A verba que não foi usada não pertence ao parlamentar, e sim ao povo. Ele deveria devolver o dinheiro não gasto ao erário público."
O presidente da OAB diz ainda que o Congresso não pode ser insensível aos desejos do povo. A transparência, sustenta o advogado, é fundamental para a preservação do Estado democrático. "A tarefa pertence primeiro aos parlamentares. São eles que devem primeiro se reabilitar desses escândalos que provocam a repulsa da sociedade", finalizou.
Veja mais no http://congressoemfoco.com.br
Farra das passagens deve ser ponto de virada, diz presidente da OAB
Mário Coelho
O presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Cezar Britto, acredita que o escândalo das passagens aéreas será lembrado como um ponto de virada na história do Parlamento brasileiro. "A democracia não sobrevive sem um parlamento altivo e ativo", disse Britto. O Congresso em Foco publicou hoje (27) um editorial em que refuta a tese de que o Parlamento brasileiro é dispensável e defende a melhoria do Legislativo, com a plena garantia de suas prerrogativas constitucionais.
Cezar Britto diz endossar o editorial. O presidente da OAB ressalta que, em um Estado democrático de direito, o Parlamento sempre necessita de aperfeiçoamentos. De imediato, Britto rechaça qualquer tipo de manifestação pelo fechamento do Congresso. Para ele, isso só interessa aos "autoritários de plantão". O advogado vê as críticas ácidas da sociedade ao Congresso como um "desabafo".
"A sociedade está vendo o Congresso não representando a população da maneira que deveria", opinou. Cezar Britto acredita que o país vive momento propício para regulamentar os mecanismos de democracia ativa previstos na Constituição de 1988. Com isso, instrumentos como plebiscitos, referendos e leis de iniciativa popular seriam mais usados. Outro grande passo para a melhoria da representação popular apontado por ele seria a aprovação da proposta de emenda à Constituição (PEC) que prevê a criação do recall eleitoral. Por meio desse instrumento, os eleitores poderiam mudar, no decorrer do mandato, os representantes que não estivessem tendo atuação compatível às suas expectativas.Passagens
Nas últimas duas semanas, o Congresso em Foco abriu uma verdadeira caixa-preta onde estava guardada a cota de passagens aéreas para deputados. Levantamento do site mostrou que pelo menos 261 parlamentares usaram o benefício para viajar para o exterior sozinhos, com familiares ou até repassando os bilhetes para amigos ou correligionários (veja aqui a lista completa).
Para Britto, o caso das passagens aéreas mostra que boa parte dos políticos ainda confunde as esferas do público e do privado. "Confundem servir ao público com se servir do público", observou. "A farra das passagens é um exemplo típico dessa anomalia", disparou. "Existe um desvio cultural. A verba que não foi usada não pertence ao parlamentar, e sim ao povo. Ele deveria devolver o dinheiro não gasto ao erário público."
O presidente da OAB diz ainda que o Congresso não pode ser insensível aos desejos do povo. A transparência, sustenta o advogado, é fundamental para a preservação do Estado democrático. "A tarefa pertence primeiro aos parlamentares. São eles que devem primeiro se reabilitar desses escândalos que provocam a repulsa da sociedade", finalizou.
Veja mais no http://congressoemfoco.com.br
sábado, 2 de maio de 2009
Quem contribui para a crise? (II)
A Análise Da Economia Atual
Como estamos?
1. Em 2006, os bancos americanos percebem que a farra do incentivo fiscal de abatimento do IR dos juros das dívidas de compra de casas havia inflado o preço dos imóveis.
2. Para não causarem uma parada brusca, esses bancos decidem reduzir lentamente suas dívidas e a sua alavancagem, então na casa de 26 vezes. Vão reduzindo tal alavancagem para 23, em 2007, e 18, em 2008, quase o nível aceitável de 12.
3. Em julho, alguns comentaristas e economistas partidários dos democratas, surpresos com as prévias do McCain, afirmam na Bloomberg que 200 bancos americanos estão quebrados e que o FDIC não teria condições de socorrê-los. Inicia-se a onda de pânico, a chamada parada brusca, e corrida bancária. A crise de liquidez deprime a Bolsa de Valores, gerando uma espiral contínua até dezembro, que afeta o Brasil.
4. Apesar de exportarmos somente 16% do PIB (e destes 16%, somente 14% são para os Estados Unidos), muitos economistas afirmaram que a recessão nos pegaria em cheio.
5. O câmbio brasileiro bate 2,40, gerando perdas financeiras a 3 empresas notadamente conhecidas no exterior. Uma greve dos bancários num momento totalmente inoportuno gera uma corrida bancária no Brasil.
6. Venda de carros despenca 60%.
7. Ao contrário de todas as previsões, o crédito, as vendas de carros, e até o setor imobiliário volta quase ao normal em março de 2009.
8. Mas as previsões de queda de PIB, de inadimplência, de demissões, de desastre, convencem os empresários de que o ano está de fato perdido. Com isso, a partir de Março postergam todos os planos de crescimento para 2010.
9. Focam suas atenções para o resto do ano em rentabilidade, produtividade e arrumar a casa, algo que tem de ser feito de tempos em tempos.
10. Cortando custos aqui e ali, dispensando pessoas tidas como desnecessárias, caminhamos para um aumento de desemprego de 3%, criando uma crise de fato, e a toa.
11. Enquanto os Estados Unidos estão começando a sair da crise, conseguimos criar um clima de ano perdido, de desemprego e de redução de custos. Tudo isso no momento mais inadequado.
12. Parabéns para todos que fizeram estas previsões de que 2009 estava perdido, como se nada pudesse ser feito, como se o brasileiro fosse preguiçoso, indolente, inoperante diante de problemas, e incapaz de dar a volta por cima.
This item is from "O Brasil Que Dá Certo"
Posted by Stephen Kanitz on maio 01, 2009
Como estamos?
1. Em 2006, os bancos americanos percebem que a farra do incentivo fiscal de abatimento do IR dos juros das dívidas de compra de casas havia inflado o preço dos imóveis.
2. Para não causarem uma parada brusca, esses bancos decidem reduzir lentamente suas dívidas e a sua alavancagem, então na casa de 26 vezes. Vão reduzindo tal alavancagem para 23, em 2007, e 18, em 2008, quase o nível aceitável de 12.
3. Em julho, alguns comentaristas e economistas partidários dos democratas, surpresos com as prévias do McCain, afirmam na Bloomberg que 200 bancos americanos estão quebrados e que o FDIC não teria condições de socorrê-los. Inicia-se a onda de pânico, a chamada parada brusca, e corrida bancária. A crise de liquidez deprime a Bolsa de Valores, gerando uma espiral contínua até dezembro, que afeta o Brasil.
4. Apesar de exportarmos somente 16% do PIB (e destes 16%, somente 14% são para os Estados Unidos), muitos economistas afirmaram que a recessão nos pegaria em cheio.
5. O câmbio brasileiro bate 2,40, gerando perdas financeiras a 3 empresas notadamente conhecidas no exterior. Uma greve dos bancários num momento totalmente inoportuno gera uma corrida bancária no Brasil.
6. Venda de carros despenca 60%.
7. Ao contrário de todas as previsões, o crédito, as vendas de carros, e até o setor imobiliário volta quase ao normal em março de 2009.
8. Mas as previsões de queda de PIB, de inadimplência, de demissões, de desastre, convencem os empresários de que o ano está de fato perdido. Com isso, a partir de Março postergam todos os planos de crescimento para 2010.
9. Focam suas atenções para o resto do ano em rentabilidade, produtividade e arrumar a casa, algo que tem de ser feito de tempos em tempos.
10. Cortando custos aqui e ali, dispensando pessoas tidas como desnecessárias, caminhamos para um aumento de desemprego de 3%, criando uma crise de fato, e a toa.
11. Enquanto os Estados Unidos estão começando a sair da crise, conseguimos criar um clima de ano perdido, de desemprego e de redução de custos. Tudo isso no momento mais inadequado.
12. Parabéns para todos que fizeram estas previsões de que 2009 estava perdido, como se nada pudesse ser feito, como se o brasileiro fosse preguiçoso, indolente, inoperante diante de problemas, e incapaz de dar a volta por cima.
This item is from "O Brasil Que Dá Certo"
Posted by Stephen Kanitz on maio 01, 2009
Já estamos no Pós-Crise (II)
As Boas Notícias de Abril
Abril esteve repleto de boas notícias.
Em todos os setores, abundam sinais de que a economia brasileira é, sim, sólida e vigorosa.
A má notícia, contudo, é que a imprensa de um modo geral ainda não conseguiu perceber isso e, presa a uma retórica catastrofista, tem gerado (agora sim o termo é apropriado) uma crise de confiança na população brasileira.
Passemos a uma pequena seleção de tais boas notícias:
1. A construção civil tem de tudo para experimentar um crescimento espetacular (alguns institutos, ainda timidamente, já projetam crescimento), impulsionada pelo pacote habitacional do Governo Federal. O impacto na economia desse setor é enorme.
2. O investidor estrangeiro está voltando à Bovespa. Ninguém investe quando acha que a situação vai piorar. Aliás, antes da chegada dos rumores sobre a gripe suína, a Bovespa subiu por sete longas semanas. Mais de um milhão de pessoas já entraram na Bolsa. E ninguém divulgou!
3. O setor automobilístico continuou a crescer em abril. Lembrem-se: tal setor corresponde a 10% da economia. Repito: 10%! Com crescimento de 1% ao mês, totalizando 12% no ano, teremos um impacto positivo de 1,2% no cálculo do PIB. E teve gente que chegou a dizer que a dita crise faria com que o setor caísse trágicos 16%...
4. Há sinais claros de que a economia norte-americana está se recuperando. Não sou eu quem diz isso, mas a revista inglesa The Economist.
This item is from "O Brasil Que Dá Certo"
Posted by Stephen Kanitz on abril 30, 2009
Abril esteve repleto de boas notícias.
Em todos os setores, abundam sinais de que a economia brasileira é, sim, sólida e vigorosa.
A má notícia, contudo, é que a imprensa de um modo geral ainda não conseguiu perceber isso e, presa a uma retórica catastrofista, tem gerado (agora sim o termo é apropriado) uma crise de confiança na população brasileira.
Passemos a uma pequena seleção de tais boas notícias:
1. A construção civil tem de tudo para experimentar um crescimento espetacular (alguns institutos, ainda timidamente, já projetam crescimento), impulsionada pelo pacote habitacional do Governo Federal. O impacto na economia desse setor é enorme.
2. O investidor estrangeiro está voltando à Bovespa. Ninguém investe quando acha que a situação vai piorar. Aliás, antes da chegada dos rumores sobre a gripe suína, a Bovespa subiu por sete longas semanas. Mais de um milhão de pessoas já entraram na Bolsa. E ninguém divulgou!
3. O setor automobilístico continuou a crescer em abril. Lembrem-se: tal setor corresponde a 10% da economia. Repito: 10%! Com crescimento de 1% ao mês, totalizando 12% no ano, teremos um impacto positivo de 1,2% no cálculo do PIB. E teve gente que chegou a dizer que a dita crise faria com que o setor caísse trágicos 16%...
4. Há sinais claros de que a economia norte-americana está se recuperando. Não sou eu quem diz isso, mas a revista inglesa The Economist.
This item is from "O Brasil Que Dá Certo"
Posted by Stephen Kanitz on abril 30, 2009
terça-feira, 28 de abril de 2009
A FARRA DO CONGRESSO (XI)
Líderes evitam plenário e restringem cota com ato da Mesa Diretora da Câmara
28/04/2009 - 12:50 - Severino Motta
BRASÍLIA - Os líderes partidários se reuniram na residência oficial do presidente da Câmara, Michel Temer (PMDB-SP), e decidiram, nesta terça-feira, restringir a cota área dos deputados. Ainda com receio do baixo clero, os dirigentes resolveram fazer a restrição através de um ato da Mesa Diretora, evitando assim que a matéria fosse votada em plenário.
A publicação do ato deve acontecer nesta tarde. A partir de então somente os deputados poderão viajar com recursos da cota. Ficam excluídos quaisquer terceiros, entre eles familiares. Além disso, assessores só vão poder voar quando autorizados pela terceira secretaria da Câmara. O ato também acaba com a cota adicional, de 25%, para líderes e membros da Mesa Diretora.
Ao anunciar o ato, Temer disse que “nunca existiu uma farra das passagens”, mas que a ação tomada vai “minimizar o noticiário” a respeito do tema. Ao negar a farra, Temer foi questionado sobre o porque das mudanças. Disse apenas que ela aconteceu devido “à lógica das coisas”.
Com o ato, a cota aérea de cada parlamentar vai ser calculada com base no custo de quatro passagens de ida do Estado de origem para Brasília e mais quatro voltas. Um deputado de São Paulo, por exemplo, vai ter direito a R$ 8,5 mil, já um do Acre vai ter direito a R$ 14,2 mil. Até mesmo os deputados do Distrito Federal vão contar com R$ 3,7 mil.
Além de restringir o uso, o ato da Mesa também da um prazo de 90 dias a partir do uso da cota para que o deputado disponibilize as informações sobre os gastos para a Câmara, que vai publicá-la em seu site oficial.
Por fim o ato também impede a acumulação de créditos de um ano para o outro, como acontece atualmente.
Punição
Sobre os abusos noticiados pela imprensa, Temer disse que pediu um estudo jurídico aos consultores da Câmara. A partir dele, que deve ficar pronto em 30 dias, cada caso vai ser enquadrado e os deputados faltosos responsabilizados. Sobre casos mais graves, como o de venda de passagens, Temer disse que tais processos podem sair da Câmara e ir para a Justiça.
Extraído de http://ultimosegundo.ig.com.br/
28/04/2009 - 12:50 - Severino Motta
BRASÍLIA - Os líderes partidários se reuniram na residência oficial do presidente da Câmara, Michel Temer (PMDB-SP), e decidiram, nesta terça-feira, restringir a cota área dos deputados. Ainda com receio do baixo clero, os dirigentes resolveram fazer a restrição através de um ato da Mesa Diretora, evitando assim que a matéria fosse votada em plenário.
A publicação do ato deve acontecer nesta tarde. A partir de então somente os deputados poderão viajar com recursos da cota. Ficam excluídos quaisquer terceiros, entre eles familiares. Além disso, assessores só vão poder voar quando autorizados pela terceira secretaria da Câmara. O ato também acaba com a cota adicional, de 25%, para líderes e membros da Mesa Diretora.
Ao anunciar o ato, Temer disse que “nunca existiu uma farra das passagens”, mas que a ação tomada vai “minimizar o noticiário” a respeito do tema. Ao negar a farra, Temer foi questionado sobre o porque das mudanças. Disse apenas que ela aconteceu devido “à lógica das coisas”.
Com o ato, a cota aérea de cada parlamentar vai ser calculada com base no custo de quatro passagens de ida do Estado de origem para Brasília e mais quatro voltas. Um deputado de São Paulo, por exemplo, vai ter direito a R$ 8,5 mil, já um do Acre vai ter direito a R$ 14,2 mil. Até mesmo os deputados do Distrito Federal vão contar com R$ 3,7 mil.
Além de restringir o uso, o ato da Mesa também da um prazo de 90 dias a partir do uso da cota para que o deputado disponibilize as informações sobre os gastos para a Câmara, que vai publicá-la em seu site oficial.
Por fim o ato também impede a acumulação de créditos de um ano para o outro, como acontece atualmente.
Punição
Sobre os abusos noticiados pela imprensa, Temer disse que pediu um estudo jurídico aos consultores da Câmara. A partir dele, que deve ficar pronto em 30 dias, cada caso vai ser enquadrado e os deputados faltosos responsabilizados. Sobre casos mais graves, como o de venda de passagens, Temer disse que tais processos podem sair da Câmara e ir para a Justiça.
Extraído de http://ultimosegundo.ig.com.br/
A FARRA DO CONGRESSO (X)
Câmara paga passagens para ex-deputados
28/04/2009 - 07:43 - Congresso em Foco
Mesmo após o fim de seus mandatos, pelo menos 117 ex-deputados tiveram passagens aéreas pagas pela Câmara no período de fevereiro a dezembro de 2007. Desses, 28 usaram a cota mais de 20 vezes, para emitir um total de 896 bilhetes com destinos nacionais. A lista é encabeçada por Almeida de Jesus (PR-CE), com 81 voos, Hamilton Casara (PSDB-RO), com 57 passagens, e Miguel de Souza (PR-RO), com 56.
A relação dos 28 que mais usaram o benefício, mesmo sem mandato, inclui o presidente nacional do PPS, Roberto Freire (PE), o ex-ministro dos Esportes Agnelo Queiroz (PT-DF), o atual vice-governador de Mato Grosso do Sul, Murilo Zauith (DEM), e o ex-deputado Luiz Eduardo Greenhalgh (PT-SP). Procurados pelo Congresso em Foco, apenas Freire e Agnelo se manifestaram sobre o assunto.
Leia a reportagem completa no Congresso em Foco
28/04/2009 - 07:43 - Congresso em Foco
Mesmo após o fim de seus mandatos, pelo menos 117 ex-deputados tiveram passagens aéreas pagas pela Câmara no período de fevereiro a dezembro de 2007. Desses, 28 usaram a cota mais de 20 vezes, para emitir um total de 896 bilhetes com destinos nacionais. A lista é encabeçada por Almeida de Jesus (PR-CE), com 81 voos, Hamilton Casara (PSDB-RO), com 57 passagens, e Miguel de Souza (PR-RO), com 56.
A relação dos 28 que mais usaram o benefício, mesmo sem mandato, inclui o presidente nacional do PPS, Roberto Freire (PE), o ex-ministro dos Esportes Agnelo Queiroz (PT-DF), o atual vice-governador de Mato Grosso do Sul, Murilo Zauith (DEM), e o ex-deputado Luiz Eduardo Greenhalgh (PT-SP). Procurados pelo Congresso em Foco, apenas Freire e Agnelo se manifestaram sobre o assunto.
Leia a reportagem completa no Congresso em Foco
segunda-feira, 27 de abril de 2009
A FARRA DO CONGRESSO (IX)
27/04/2009 - 06h16
Editorial: o Congresso que queremos
Intensamente repercutidas por toda a mídia, as reportagens publicadas nas últimas semanas pelo Congresso em Foco sobre a farra das passagens aéreas no Congresso Nacional chocaram o país.
Revelamos descaminhos desse quilate não porque queremos destruir o Congresso, como chegaram a afirmar em plenário alguns deputados na última quarta-feira (22). O teatro e as grosserias dos supostos ofendidos por nosso conteúdo não podem enganar ninguém. Ora, eles sabem que, se acaba o Congresso, acaba a razão de existir deste site. E sabem que, desde 2006, cometemos a ousadia de premiar os melhores parlamentares federais, numa eleição na qual os jornalistas políticos de Brasília têm total autonomia para definir os nomes dos congressistas que, numa segunda etapa, são submetidos à votação dos internautas.
Os constantes “furos” deste site e o prêmio são faces diferentes de uma mesma aposta: a aposta na ampliação do conhecimento sobre o Poder Legislativo, no incentivo ao acompanhamento de suas atividades por parte da sociedade e, sobretudo, a aposta na elevação da qualidade da representação política no país.
Defendemos com unhas e dentes a existência do Congresso, com a plena garantia de suas prerrogativas constitucionais. Batalhamos por um Parlamento forte. Mas, sim, queremos um Congresso muito melhor do que o atual ou do que os imediatamente predecessores. Um Congresso que tenha compromisso com a nação, jamais com interesses menores de parlamentares, assessores, amigos ou parentes que perdem a noção do limite dos privilégios que a população considera aceitável.
A farra das passagens aéreas não é uma exclusividade da Câmara dos Deputados, como já mostramos. Aquela Casa paga um alto preço por estar hoje – por incrível que pareça – mais próxima do que o Senado Federal das aspirações de moralização da política, reiteradamente expressas pelos brasileiros. A Mesa Diretora provou isso ao propor ao Plenário na última sexta-feira a redução do valor da cota em 20% e restrição do uso do benefício pelo próprio parlamentar para viagens nacionais . A iniciativa merece reconhecimento, e oferece à Câmara a possibilidade de se reconciliar com os eleitores. Apelamos para que os deputados tenham bom senso e aprovem a medida nesta terça-feira, dia 28.
Em número crescente, deputados produzem outro fato alvissareiro: muitos já admitiram ter errado ao usar a cota de passagens para pagar viagens pessoais, de si ou de terceiros, e afirmam que ressarciram ou irão ressarcir os gastos indevidamente pagos pela Câmara. Apoiamos tais gestos e reconhecemos neles o que pode ser o germe de uma mudança profunda na política brasileira. Também felicitamos os parlamentares que, convencidos da necessidade de virar o jogo, abrem suas contas, possibilitando a total transparência dos pagamentos feitos pela Câmara de viagens aéreas.
Gastos com deslocamentos aéreos, ou qualquer despesa pública feita para os deputados e senadores exercerem adequadamente seu mandato, só se justificam pela ótica do interesse público. O dinheiro é do povo, não do parlamentar, e muitos congressistas parecem ainda não ter compreendido isso. Doença na família, visitas a filhos que moram no exterior, necessidades circunstanciais de amigos não podem servir de amparo à utilização de verbas públicas. Quando enfrenta situações semelhantes, o cidadão comum banca a conta, ele não concorda que a regra para os parlamentares federais seja tão generosa quanto foi nos últimos anos.
Por isso, defendemos que todos os gastos do Congresso Nacional sejam públicos e transparentes. O Senado precisa seguir o exemplo da Câmara e abrir a assustadora caixa preta em que se transformou.
Também não aceitaremos que sejam escondidas debaixo do tapete as irregularidades que revelamos. A afirmação de que “a farra das passagens pega todo o Congresso”, insistentemente ouvida em Brasília, não pode servir de pretexto para a hipocrisia. Se todos usaram mal, o que ainda está por se confirmar ou não (nossa lista aponta 261 deputados até agora), nem todos usaram do mesmo jeito.
Não podem ser tratados igualmente os que usaram a cota de passagens para obter recursos criminosamente, vendendo os créditos aéreos no mercado paralelo ou transportando artistas para reduzir os custos de negócios privados, e aqueles que, baseados em uma interpretação errada da lei, acreditaram que poderiam custear com o dinheiro dos contribuintes viagens não relacionadas diretamente com o exercício do mandato. O episódio traz, portanto, duas dimensões, uma ética-legal e outra criminal, que devem ser enfrentadas separadamente.
A crise do Congresso traz uma oportunidade única para mudar os costumes políticos no Brasil. Não venham dizer que sempre foi assim e sempre será. Não é verdade. Políticos são seres humanos e, como tal, estão sempre sujeitos a erros. Mas é imensa a quantidade de parlamentares que chegaram às duas Casas do Congresso, ontem e hoje, e que se destacaram por terem produzido muito mais acertos do que erros. A luta heróica de Ulysses Guimarães e tantos outros no enfrentamento da ditadura militar, a ação coletiva do Parlamento na elaboração da atual Constituição Federal e o comportamento de diversos congressistas durante o processo de impeachment do então presidente Collor são exemplos de que, em vários momentos da história, o Poder Legislativo brindou as aspirações democráticas dos brasileiros com um sopro de alívio e esperança.
No passado, e durante décadas, repetiu-se que o Brasil jamais teria capacidade para se tornar um país com inflação baixa. Quebramos esse tabu. Precisamos quebrar outro, o de que é impossível reduzir os níveis de corrupção, assistencialismo e desfaçatez que se verificam nos três poderes. É possível, sim! Para isso, é fundamental a vigilância permanente da sociedade.
O Congresso em Foco, cioso do peso de suas responsabilidades, continuará a fazer a sua parte, produzindo bom jornalismo, sem as amarras de quaisquer interesses que não sejam o de cobrir o Congresso e a política de forma competente, exclusiva, criativa e ética.
Mas, confiantes na credibilidade e na imensa audiência deste site, queremos ir além. Sabemos que a internet é o maior fórum de debates públicos do Brasil democrático, mobilizando mais de 60 milhões de pessoas que já acessam regularmente a rede. Essa força pode ser usada não apenas para constatar problemas, proferir xingamentos ou, o pior dos equívocos, manifestar-se pelo fechamento do Congresso. Pode ser a semente de uma discussão madura sobre os caminhos que podemos dar ao Parlamento no país.
Com humildade, porém consciente da influência que hoje tem, o Congresso em Foco conclama todas as forças políticas democráticas a se unirem naquilo que elas puderem convergir, de modo a encontrar um rumo transformador, e dentro do Estado de Direito, para a crise do Legislativo. Nesse aspecto, queremos nos dirigir a todas as entidades que nos ajudam a viabilizar a cada ano o Prêmio Congresso em Foco, mas dirigimos uma palavra em especial a uma delas, a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB). A OAB valente do inesquecível Raymundo Faoro foi fundamental para nos trazer a democracia. Ela tem agora a chance de contribuir para dar à nossa democracia legitimidade e decência.
Convidamos leitores, entidades de representação profissional, líderes populares, empresários, intelectuais, artistas e formadores de opinião a darem sua cota pessoal – esta sim, cota digna de admiração – para virar a chave da política brasileira. Podemos não fazer tudo, mas podemos fazer muito. O primeiro passo nessa direção é acreditar nisso. O Congresso em Foco acredita e quer a companhia de quem deseja mudar o Brasil para melhor. Vem você também, manifestando-se como puder, inclusive por meio deste site. Sem a pressão popular, as alterações no Congresso e na política serão superficiais.
Entendemos, também, que há um amplo espaço para os próprios parlamentares nesse movimento de renovação do Congresso. Mesmo que tenham incorrido em erro no passado, os congressistas podem agora acertar o rumo, convencendo seus pares a se renderem à voz das ruas (e da rede).
Mudar o Congresso é possível, desde que cada um – inclusive nós, eleitores – tente desempenhar melhor o seu papel. O que estamos esperando?
Editorial: o Congresso que queremos
Intensamente repercutidas por toda a mídia, as reportagens publicadas nas últimas semanas pelo Congresso em Foco sobre a farra das passagens aéreas no Congresso Nacional chocaram o país.
Revelamos descaminhos desse quilate não porque queremos destruir o Congresso, como chegaram a afirmar em plenário alguns deputados na última quarta-feira (22). O teatro e as grosserias dos supostos ofendidos por nosso conteúdo não podem enganar ninguém. Ora, eles sabem que, se acaba o Congresso, acaba a razão de existir deste site. E sabem que, desde 2006, cometemos a ousadia de premiar os melhores parlamentares federais, numa eleição na qual os jornalistas políticos de Brasília têm total autonomia para definir os nomes dos congressistas que, numa segunda etapa, são submetidos à votação dos internautas.
Os constantes “furos” deste site e o prêmio são faces diferentes de uma mesma aposta: a aposta na ampliação do conhecimento sobre o Poder Legislativo, no incentivo ao acompanhamento de suas atividades por parte da sociedade e, sobretudo, a aposta na elevação da qualidade da representação política no país.
Defendemos com unhas e dentes a existência do Congresso, com a plena garantia de suas prerrogativas constitucionais. Batalhamos por um Parlamento forte. Mas, sim, queremos um Congresso muito melhor do que o atual ou do que os imediatamente predecessores. Um Congresso que tenha compromisso com a nação, jamais com interesses menores de parlamentares, assessores, amigos ou parentes que perdem a noção do limite dos privilégios que a população considera aceitável.
A farra das passagens aéreas não é uma exclusividade da Câmara dos Deputados, como já mostramos. Aquela Casa paga um alto preço por estar hoje – por incrível que pareça – mais próxima do que o Senado Federal das aspirações de moralização da política, reiteradamente expressas pelos brasileiros. A Mesa Diretora provou isso ao propor ao Plenário na última sexta-feira a redução do valor da cota em 20% e restrição do uso do benefício pelo próprio parlamentar para viagens nacionais . A iniciativa merece reconhecimento, e oferece à Câmara a possibilidade de se reconciliar com os eleitores. Apelamos para que os deputados tenham bom senso e aprovem a medida nesta terça-feira, dia 28.
Em número crescente, deputados produzem outro fato alvissareiro: muitos já admitiram ter errado ao usar a cota de passagens para pagar viagens pessoais, de si ou de terceiros, e afirmam que ressarciram ou irão ressarcir os gastos indevidamente pagos pela Câmara. Apoiamos tais gestos e reconhecemos neles o que pode ser o germe de uma mudança profunda na política brasileira. Também felicitamos os parlamentares que, convencidos da necessidade de virar o jogo, abrem suas contas, possibilitando a total transparência dos pagamentos feitos pela Câmara de viagens aéreas.
Gastos com deslocamentos aéreos, ou qualquer despesa pública feita para os deputados e senadores exercerem adequadamente seu mandato, só se justificam pela ótica do interesse público. O dinheiro é do povo, não do parlamentar, e muitos congressistas parecem ainda não ter compreendido isso. Doença na família, visitas a filhos que moram no exterior, necessidades circunstanciais de amigos não podem servir de amparo à utilização de verbas públicas. Quando enfrenta situações semelhantes, o cidadão comum banca a conta, ele não concorda que a regra para os parlamentares federais seja tão generosa quanto foi nos últimos anos.
Por isso, defendemos que todos os gastos do Congresso Nacional sejam públicos e transparentes. O Senado precisa seguir o exemplo da Câmara e abrir a assustadora caixa preta em que se transformou.
Também não aceitaremos que sejam escondidas debaixo do tapete as irregularidades que revelamos. A afirmação de que “a farra das passagens pega todo o Congresso”, insistentemente ouvida em Brasília, não pode servir de pretexto para a hipocrisia. Se todos usaram mal, o que ainda está por se confirmar ou não (nossa lista aponta 261 deputados até agora), nem todos usaram do mesmo jeito.
Não podem ser tratados igualmente os que usaram a cota de passagens para obter recursos criminosamente, vendendo os créditos aéreos no mercado paralelo ou transportando artistas para reduzir os custos de negócios privados, e aqueles que, baseados em uma interpretação errada da lei, acreditaram que poderiam custear com o dinheiro dos contribuintes viagens não relacionadas diretamente com o exercício do mandato. O episódio traz, portanto, duas dimensões, uma ética-legal e outra criminal, que devem ser enfrentadas separadamente.
A crise do Congresso traz uma oportunidade única para mudar os costumes políticos no Brasil. Não venham dizer que sempre foi assim e sempre será. Não é verdade. Políticos são seres humanos e, como tal, estão sempre sujeitos a erros. Mas é imensa a quantidade de parlamentares que chegaram às duas Casas do Congresso, ontem e hoje, e que se destacaram por terem produzido muito mais acertos do que erros. A luta heróica de Ulysses Guimarães e tantos outros no enfrentamento da ditadura militar, a ação coletiva do Parlamento na elaboração da atual Constituição Federal e o comportamento de diversos congressistas durante o processo de impeachment do então presidente Collor são exemplos de que, em vários momentos da história, o Poder Legislativo brindou as aspirações democráticas dos brasileiros com um sopro de alívio e esperança.
No passado, e durante décadas, repetiu-se que o Brasil jamais teria capacidade para se tornar um país com inflação baixa. Quebramos esse tabu. Precisamos quebrar outro, o de que é impossível reduzir os níveis de corrupção, assistencialismo e desfaçatez que se verificam nos três poderes. É possível, sim! Para isso, é fundamental a vigilância permanente da sociedade.
O Congresso em Foco, cioso do peso de suas responsabilidades, continuará a fazer a sua parte, produzindo bom jornalismo, sem as amarras de quaisquer interesses que não sejam o de cobrir o Congresso e a política de forma competente, exclusiva, criativa e ética.
Mas, confiantes na credibilidade e na imensa audiência deste site, queremos ir além. Sabemos que a internet é o maior fórum de debates públicos do Brasil democrático, mobilizando mais de 60 milhões de pessoas que já acessam regularmente a rede. Essa força pode ser usada não apenas para constatar problemas, proferir xingamentos ou, o pior dos equívocos, manifestar-se pelo fechamento do Congresso. Pode ser a semente de uma discussão madura sobre os caminhos que podemos dar ao Parlamento no país.
Com humildade, porém consciente da influência que hoje tem, o Congresso em Foco conclama todas as forças políticas democráticas a se unirem naquilo que elas puderem convergir, de modo a encontrar um rumo transformador, e dentro do Estado de Direito, para a crise do Legislativo. Nesse aspecto, queremos nos dirigir a todas as entidades que nos ajudam a viabilizar a cada ano o Prêmio Congresso em Foco, mas dirigimos uma palavra em especial a uma delas, a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB). A OAB valente do inesquecível Raymundo Faoro foi fundamental para nos trazer a democracia. Ela tem agora a chance de contribuir para dar à nossa democracia legitimidade e decência.
Convidamos leitores, entidades de representação profissional, líderes populares, empresários, intelectuais, artistas e formadores de opinião a darem sua cota pessoal – esta sim, cota digna de admiração – para virar a chave da política brasileira. Podemos não fazer tudo, mas podemos fazer muito. O primeiro passo nessa direção é acreditar nisso. O Congresso em Foco acredita e quer a companhia de quem deseja mudar o Brasil para melhor. Vem você também, manifestando-se como puder, inclusive por meio deste site. Sem a pressão popular, as alterações no Congresso e na política serão superficiais.
Entendemos, também, que há um amplo espaço para os próprios parlamentares nesse movimento de renovação do Congresso. Mesmo que tenham incorrido em erro no passado, os congressistas podem agora acertar o rumo, convencendo seus pares a se renderem à voz das ruas (e da rede).
Mudar o Congresso é possível, desde que cada um – inclusive nós, eleitores – tente desempenhar melhor o seu papel. O que estamos esperando?
Não deixe de consultar: http://congressoemfoco.ig.com.br
E A CRISE????
Como Melhorar Nossa Imprensa
Clóvis Rossi, do Conselho Editorial da Folha de São Paulo, critica pela quarta vez as previsões dos economistas entrevistados pela imprensa (desta vez, as previsões dos economistas do FMI), num o artigo intitulado: "Seis Chutes. Todos Errados".O título diz tudo. Lembre-se de que a Folha foi um dos jornais que estampou manchete "PIB VAI CAIR -1,3%, DIZ FMI".
Caro Clóvis, basta incorporar ao Manual de Redação da Folha, que está aí ao seu lado, as seguinte linhas:
1. Antes de publicar uma previsão, passaremos a noticiar quantas vezes o economista entrevistado acertou ou não no passado. Exemplo: "o FMI, que errou 6 das 6 previsões, agora tem de certeza de que o PIB vai cair".
2. Nenhum jornalista da Folha poderá noticiar um CHUTE, qualquer que seja. Jornalistas socialmente responsáveis deverão analisar as planilhas Excel que foram usadas para chegar à previsão.
As premissas, que sempre existem, precisam ser questionadas -- e os leitores, alertados. Uma premissa básica, e falsa, que todos economistas entrevistados fazem, é que o governo, as empresas e seus administradores NADA FARÃO para consertar a situação.
Economistas que fazem essas previsões acham que só eles resolvem. E, como eles não foram guiados ao poder, assumem que NADA SERÁ FEITO -- o que é uma mentira.
3. Todo economista ou organismo, como o FMI, entrevistado pela Folha terá direito a uma única previsão para o ano em questão. A partir de hoje, somente as previsões feitas no ano anterior serão publicadas, e será aquela usada para avaliar a competência do entrevistado.
4. Quem fizer CHUTES e errar 4 vezes seguidas não poderá ser entrevistado pela Folha pelos 4 anos seguintes.
Clóvis, você faz parte do Conselho Editorial. Por isso, estamos aguardando o seu próximo artigo comunicando estas mudanças, as quais, acreditamos firmemente, resolverão parte do problema apontado no seu último artigo.
O BLOG DO MURILO: CLÓVIS ROSSI.
This item is from "O Brasil Que Dá Certo"
Posted by Stephen Kanitz on abril 27, 2009 at 08:19 AM
Clóvis Rossi, do Conselho Editorial da Folha de São Paulo, critica pela quarta vez as previsões dos economistas entrevistados pela imprensa (desta vez, as previsões dos economistas do FMI), num o artigo intitulado: "Seis Chutes. Todos Errados".O título diz tudo. Lembre-se de que a Folha foi um dos jornais que estampou manchete "PIB VAI CAIR -1,3%, DIZ FMI".
Caro Clóvis, basta incorporar ao Manual de Redação da Folha, que está aí ao seu lado, as seguinte linhas:
1. Antes de publicar uma previsão, passaremos a noticiar quantas vezes o economista entrevistado acertou ou não no passado. Exemplo: "o FMI, que errou 6 das 6 previsões, agora tem de certeza de que o PIB vai cair".
2. Nenhum jornalista da Folha poderá noticiar um CHUTE, qualquer que seja. Jornalistas socialmente responsáveis deverão analisar as planilhas Excel que foram usadas para chegar à previsão.
As premissas, que sempre existem, precisam ser questionadas -- e os leitores, alertados. Uma premissa básica, e falsa, que todos economistas entrevistados fazem, é que o governo, as empresas e seus administradores NADA FARÃO para consertar a situação.
Economistas que fazem essas previsões acham que só eles resolvem. E, como eles não foram guiados ao poder, assumem que NADA SERÁ FEITO -- o que é uma mentira.
3. Todo economista ou organismo, como o FMI, entrevistado pela Folha terá direito a uma única previsão para o ano em questão. A partir de hoje, somente as previsões feitas no ano anterior serão publicadas, e será aquela usada para avaliar a competência do entrevistado.
4. Quem fizer CHUTES e errar 4 vezes seguidas não poderá ser entrevistado pela Folha pelos 4 anos seguintes.
Clóvis, você faz parte do Conselho Editorial. Por isso, estamos aguardando o seu próximo artigo comunicando estas mudanças, as quais, acreditamos firmemente, resolverão parte do problema apontado no seu último artigo.
O BLOG DO MURILO: CLÓVIS ROSSI.
This item is from "O Brasil Que Dá Certo"
Posted by Stephen Kanitz on abril 27, 2009 at 08:19 AM
E A CRISE????
Como Garimpar Boas Notícias Na Imprensa
A imprensa brasileira publica sim boas noticias, só que elas ficam escondidas, e um leitor só precisa ficar atento para não ser derrubado pelo pessimismo.
Vejamos um caso concreto que transcrevemos aqui, de um dos jornais mais importantes do país. Num cantinho do jornal bem abaixo de "Recessão Russa", tem esta notícia:
Crise Imobiliária: As vendas de casas usadas diminuíram 3%.
Se você se abateu devido à manchete sempre negativa do seu jornal, a da Recessão Russa, do termo "Crise" não desanime. Logo abaixo da notícia de queda de vendas de 3%, você deixará de ler a FANTÁSTICA NOTÍCIA, de que:Apesar desta queda o preço médio dos imóveis subiu 5,9% puxado pela demanda, que cresceu inesperados 5.1%.Quem lê O Brasil Que Dá Certo lembra-se que alertamos que este seria O SINAL de que a crise imobiliária americana estaria no fim e que haveria rápida recuperação.
Existem 1.500.000 americanos pretendendo casar e comprar casas, mas que estão esperando o valor de casas pararem de cair, para não perderem dinheiro. Ninguém compra casa quando os preços estão caindo.
Só compram quando as casas estão subindo de preço, num movimento que muitos confundem com ganância -- que não é. É medo de perder, algo totalmente diferente. Se você é um jornalista acompanhando este blog, você ainda tem chance de noticiar esta notícia na primeira página de jornal. Posso lhe assegurar que absolutamente ninguém a leu, a não ser nós d'O Brasil Que Dá Certo e, agora, você. Só falta checar a fonte desta informação, o que não fizemos. Confiamos que alguma coisa estaria correta no referido jornal...
This item is from "O Brasil Que Dá Certo"
Posted by Stephen Kanitz on abril 27, 2009 at 12:00 AM
A imprensa brasileira publica sim boas noticias, só que elas ficam escondidas, e um leitor só precisa ficar atento para não ser derrubado pelo pessimismo.
Vejamos um caso concreto que transcrevemos aqui, de um dos jornais mais importantes do país. Num cantinho do jornal bem abaixo de "Recessão Russa", tem esta notícia:
Crise Imobiliária: As vendas de casas usadas diminuíram 3%.
Se você se abateu devido à manchete sempre negativa do seu jornal, a da Recessão Russa, do termo "Crise" não desanime. Logo abaixo da notícia de queda de vendas de 3%, você deixará de ler a FANTÁSTICA NOTÍCIA, de que:Apesar desta queda o preço médio dos imóveis subiu 5,9% puxado pela demanda, que cresceu inesperados 5.1%.Quem lê O Brasil Que Dá Certo lembra-se que alertamos que este seria O SINAL de que a crise imobiliária americana estaria no fim e que haveria rápida recuperação.
Existem 1.500.000 americanos pretendendo casar e comprar casas, mas que estão esperando o valor de casas pararem de cair, para não perderem dinheiro. Ninguém compra casa quando os preços estão caindo.
Só compram quando as casas estão subindo de preço, num movimento que muitos confundem com ganância -- que não é. É medo de perder, algo totalmente diferente. Se você é um jornalista acompanhando este blog, você ainda tem chance de noticiar esta notícia na primeira página de jornal. Posso lhe assegurar que absolutamente ninguém a leu, a não ser nós d'O Brasil Que Dá Certo e, agora, você. Só falta checar a fonte desta informação, o que não fizemos. Confiamos que alguma coisa estaria correta no referido jornal...
This item is from "O Brasil Que Dá Certo"
Posted by Stephen Kanitz on abril 27, 2009 at 12:00 AM
Conversando com o Leão III

Na reta final, 10 milhões ainda não declararam IR
27/04/2009 - 08:32 - Agência Estado
Os 10 milhões de contribuintes que ainda não enviaram à Receita Federal suas declarações de Imposto de Renda (IR) terão de apertar o passo. O prazo para entrega das declarações termina nesta quinta-feira (dia 30), à meia-noite.
27/04/2009 - 08:32 - Agência Estado
Os 10 milhões de contribuintes que ainda não enviaram à Receita Federal suas declarações de Imposto de Renda (IR) terão de apertar o passo. O prazo para entrega das declarações termina nesta quinta-feira (dia 30), à meia-noite.
E o leão está pensando ... cê vai ver só!!!
domingo, 26 de abril de 2009
PASSEIO SOCRÁTICO!
Texto recebido de meu amigo Antonio Orzari
PASSEIO SOCRÁTICO
*Frei Betto*
Ao viajar pelo Oriente, mantive contatos com monges do Tibete, da Mongólia, do Japão e da China.
Eram homens serenos, comedidos, recolhidos em paz em seus mantos cor de açafrão.
Outro dia, eu observava o movimento do aeroporto de São Paulo: a sala de espera cheia de executivos com telefones celulares, preocupados, ansiosos, geralmente comendo mais do que deviam. Com certeza, já haviam tomado café da manhã em casa, mas como a companhia aérea oferecia um outro café, todos comiam vorazmente.
Aquilo me fez refletir: 'Qual dos dois modelos produz felicidade?'
Encontrei Daniela, 10 anos, no elevador, às nove da manhã, e perguntei: 'Não foi à aula?' Ela respondeu: 'Não, tenho aula à tarde'. Comemorei: 'Que bom, então de manhã você pode brincar, dormir até mais tarde'. 'Não', retrucou ela, 'tenho tanta coisa de manhã...' 'Que tanta coisa?', perguntei. 'Aulas de inglês, de balé, de pintura, piscina', e começou a elencar seu programa de garota robotizada.
Fiquei pensando: 'Que pena, a Daniela não disse: 'Tenho aula de meditação!'
Estamos construindo super-homens e supermulheres, totalmente equipados, mas emocionalmente infantilizados. Por isso as empresas consideram agora que, mais importante que o QI, é a IE, a Inteligência Emocional.
Não adianta ser um superexecutivo se não se consegue se relacionar com as pessoas.
Ora, como seria importante os currículos escolares incluírem aulas de meditação!
Uma progressista cidade do interior de São Paulo tinha, em 1960, seis livrarias e uma academia de ginástica; hoje, tem sessenta academias de ginástica e três livrarias!
Não tenho nada contra malhar o corpo, mas me preocupo com a desproporção em relação à malhação do espírito.
Acho ótimo, vamos todos morrer esbeltos: 'Como estava o defunto?'. 'Olha, uma maravilha, não tinha uma celulite!'
Mas como fica a questão da subjetividade? Da espiritualidade? Da ociosidade amorosa?
Outrora, falava-se em realidade: análise da realidade, inserir-se na realidade, conhecer a realidade.
Hoje, a palavra é virtualidade. Tudo é virtual. Pode-se fazer sexo virtual pela internet: não se pega aids, não há envolvimento emocional, controla-se no mouse. Trancado em seu quarto, em Brasília, um homem pode ter uma amiga íntima em Tóquio, sem nenhuma preocupação de conhecer o seu vizinho de prédio ou de quadra! Tudo é virtual, entramos na virtualidade de todos os valores, não há compromisso com o real!
É muito grave esse processo de abstração da linguagem, de sentimentos: somos místicos virtuais, religiosos virtuais, cidadãos virtuais. Enquanto isso, a realidade vai por outro lado, pois somos também eticamente virtuais...
A cultura começa onde a natureza termina. Cultura é o refinamento do espírito. Televisão, no Brasil - com raras e honrosas exceções -, é um problema: a cada semana que passa, temos a sensação de que ficamos um pouco menos cultos.
A palavra hoje é 'entretenimento'; domingo, então, é o dia nacional da imbecilização coletiva. Imbecil o apresentador, imbecil quem vai lá e se apresenta no palco, imbecil quem perde a tarde diante da tela. Como a publicidade não consegue vender felicidade, passa a ilusão de que felicidade é o resultado da soma de prazeres: 'Se tomar este refrigerante, vestir este tênis, usar esta camisa, comprar este carro, você chega lá!'
O problema é que, em geral, não se chega!
Quem cede desenvolve de tal maneira o desejo, que acaba precisando de um analista. Ou de remédios. Quem resiste, aumenta a neurose. Os psicanalistas tentam descobrir o que fazer com o desejo dos seus pacientes. Colocá-los onde?
Eu, que não sou da área, posso me dar o direito de apresentar uma sugestão.
Acho que só há uma saída: virar o desejo para dentro.
Porque, para fora, ele não tem aonde ir!
O grande desafio é virar o desejo para dentro, gostar de si mesmo, começar a ver o quanto é bom ser livre de todo esse condicionamento globalizante, neoliberal, consumista. Assim, pode-se viver melhor.
Aliás, para uma boa saúde mental três requisitos são indispensáveis: amizades, auto-estima, ausência de estresse. Há uma lógica religiosa no consumismo pós-moderno. Se alguém vai à Europa e visita uma pequena cidade onde há uma catedral, deve procurar saber a história daquela cidade - a catedral é o sinal de que ela tem história.
Na Idade Média, as cidades adquiriam status construindo uma catedral; hoje, no Brasil, constrói-se um shopping center.
É curioso: a maioria dos shopping centers tem linhas arquitetônicas de catedrais estilizadas; neles não se pode ir de qualquer maneira, é preciso vestir roupa de missa de domingos. E ali dentro sente-se uma sensação paradisíaca: não há mendigos, crianças de rua, sujeira pelas calçadas... Entra-se naqueles claustros ao som do gregoriano pós-moderno, aquela musiquinha de esperar dentista. Observam-se os vários nichos, todas aquelas capelas com os veneráveis objetos de consumo, acolitados por belas sacerdotisas. Quem pode comprar à vista, sente-se no reino dos céus. Se deve passar cheque pré-datado, pagar a crédito, entrar no cheque especial, sente-se no purgatório. Mas se não pode comprar, certamente vai se sentir no inferno... Felizmente, terminam todos na eucaristia pós-moderna, irmanados na mesma mesa, com o mesmo suco e o mesmo hambúrguer do McDonald's...
Costumo advertir os balconistas que me cercam à porta das lojas: 'Estou apenas fazendo um passeio socrático.' Diante de seus olhares espantados, explico: 'Sócrates, filósofo grego, também gostava de descansar a cabeça percorrendo o centro comercial de Atenas. Quando vendedores como vocês o assediavam, ele respondia: 'Estou apenas observando quanta coisa existe de que não preciso para ser feliz.'
[Autor, em parceria com Luis Fernando Veríssimo e outros, de 'O desafio ético' (Garamond), entre outros livros].
*Frei dominicano. Escritor.
PASSEIO SOCRÁTICO
*Frei Betto*
Ao viajar pelo Oriente, mantive contatos com monges do Tibete, da Mongólia, do Japão e da China.
Eram homens serenos, comedidos, recolhidos em paz em seus mantos cor de açafrão.
Outro dia, eu observava o movimento do aeroporto de São Paulo: a sala de espera cheia de executivos com telefones celulares, preocupados, ansiosos, geralmente comendo mais do que deviam. Com certeza, já haviam tomado café da manhã em casa, mas como a companhia aérea oferecia um outro café, todos comiam vorazmente.
Aquilo me fez refletir: 'Qual dos dois modelos produz felicidade?'
Encontrei Daniela, 10 anos, no elevador, às nove da manhã, e perguntei: 'Não foi à aula?' Ela respondeu: 'Não, tenho aula à tarde'. Comemorei: 'Que bom, então de manhã você pode brincar, dormir até mais tarde'. 'Não', retrucou ela, 'tenho tanta coisa de manhã...' 'Que tanta coisa?', perguntei. 'Aulas de inglês, de balé, de pintura, piscina', e começou a elencar seu programa de garota robotizada.
Fiquei pensando: 'Que pena, a Daniela não disse: 'Tenho aula de meditação!'
Estamos construindo super-homens e supermulheres, totalmente equipados, mas emocionalmente infantilizados. Por isso as empresas consideram agora que, mais importante que o QI, é a IE, a Inteligência Emocional.
Não adianta ser um superexecutivo se não se consegue se relacionar com as pessoas.
Ora, como seria importante os currículos escolares incluírem aulas de meditação!
Uma progressista cidade do interior de São Paulo tinha, em 1960, seis livrarias e uma academia de ginástica; hoje, tem sessenta academias de ginástica e três livrarias!
Não tenho nada contra malhar o corpo, mas me preocupo com a desproporção em relação à malhação do espírito.
Acho ótimo, vamos todos morrer esbeltos: 'Como estava o defunto?'. 'Olha, uma maravilha, não tinha uma celulite!'
Mas como fica a questão da subjetividade? Da espiritualidade? Da ociosidade amorosa?
Outrora, falava-se em realidade: análise da realidade, inserir-se na realidade, conhecer a realidade.
Hoje, a palavra é virtualidade. Tudo é virtual. Pode-se fazer sexo virtual pela internet: não se pega aids, não há envolvimento emocional, controla-se no mouse. Trancado em seu quarto, em Brasília, um homem pode ter uma amiga íntima em Tóquio, sem nenhuma preocupação de conhecer o seu vizinho de prédio ou de quadra! Tudo é virtual, entramos na virtualidade de todos os valores, não há compromisso com o real!
É muito grave esse processo de abstração da linguagem, de sentimentos: somos místicos virtuais, religiosos virtuais, cidadãos virtuais. Enquanto isso, a realidade vai por outro lado, pois somos também eticamente virtuais...
A cultura começa onde a natureza termina. Cultura é o refinamento do espírito. Televisão, no Brasil - com raras e honrosas exceções -, é um problema: a cada semana que passa, temos a sensação de que ficamos um pouco menos cultos.
A palavra hoje é 'entretenimento'; domingo, então, é o dia nacional da imbecilização coletiva. Imbecil o apresentador, imbecil quem vai lá e se apresenta no palco, imbecil quem perde a tarde diante da tela. Como a publicidade não consegue vender felicidade, passa a ilusão de que felicidade é o resultado da soma de prazeres: 'Se tomar este refrigerante, vestir este tênis, usar esta camisa, comprar este carro, você chega lá!'
O problema é que, em geral, não se chega!
Quem cede desenvolve de tal maneira o desejo, que acaba precisando de um analista. Ou de remédios. Quem resiste, aumenta a neurose. Os psicanalistas tentam descobrir o que fazer com o desejo dos seus pacientes. Colocá-los onde?
Eu, que não sou da área, posso me dar o direito de apresentar uma sugestão.
Acho que só há uma saída: virar o desejo para dentro.
Porque, para fora, ele não tem aonde ir!
O grande desafio é virar o desejo para dentro, gostar de si mesmo, começar a ver o quanto é bom ser livre de todo esse condicionamento globalizante, neoliberal, consumista. Assim, pode-se viver melhor.
Aliás, para uma boa saúde mental três requisitos são indispensáveis: amizades, auto-estima, ausência de estresse. Há uma lógica religiosa no consumismo pós-moderno. Se alguém vai à Europa e visita uma pequena cidade onde há uma catedral, deve procurar saber a história daquela cidade - a catedral é o sinal de que ela tem história.
Na Idade Média, as cidades adquiriam status construindo uma catedral; hoje, no Brasil, constrói-se um shopping center.
É curioso: a maioria dos shopping centers tem linhas arquitetônicas de catedrais estilizadas; neles não se pode ir de qualquer maneira, é preciso vestir roupa de missa de domingos. E ali dentro sente-se uma sensação paradisíaca: não há mendigos, crianças de rua, sujeira pelas calçadas... Entra-se naqueles claustros ao som do gregoriano pós-moderno, aquela musiquinha de esperar dentista. Observam-se os vários nichos, todas aquelas capelas com os veneráveis objetos de consumo, acolitados por belas sacerdotisas. Quem pode comprar à vista, sente-se no reino dos céus. Se deve passar cheque pré-datado, pagar a crédito, entrar no cheque especial, sente-se no purgatório. Mas se não pode comprar, certamente vai se sentir no inferno... Felizmente, terminam todos na eucaristia pós-moderna, irmanados na mesma mesa, com o mesmo suco e o mesmo hambúrguer do McDonald's...
Costumo advertir os balconistas que me cercam à porta das lojas: 'Estou apenas fazendo um passeio socrático.' Diante de seus olhares espantados, explico: 'Sócrates, filósofo grego, também gostava de descansar a cabeça percorrendo o centro comercial de Atenas. Quando vendedores como vocês o assediavam, ele respondia: 'Estou apenas observando quanta coisa existe de que não preciso para ser feliz.'
[Autor, em parceria com Luis Fernando Veríssimo e outros, de 'O desafio ético' (Garamond), entre outros livros].
*Frei dominicano. Escritor.
E A CRISE????
As Boas Notícias da Semana
1. Apesar das declarações catastrofistas do Diretor do FMI, estampadas nas manchetes da maioria dos jornais, a Bolsa subiu 2% na quinta. Mostra a total falta de credibilidade do Diretor do FMI e a baixa leitura de manchetes daqueles que tomam decisões neste país.Somente um único economista, o Guido Mantega, e O Brasil Que Dá Certo saíram a público afirmando "Strauss-Kahn está errado sobre bancos brasileiros". Nossos bancos estão sólidos, lucrativos, emprestando como antes. Triste que nenhum dos 34 colunistas-economistas deste país escreva o mesmo. Aí fica a impressão de que o Guido Mantega está querendo salvar o PT e o governo, e que não deve ser levado a sério.
2. Crédito para pessoa física se recupera "apesar da crise". Automóveis, bancos, crédito, comércio, já se recuperaram. Do que mesmo?
3. Manchete da Semana vai para O Valor: "Demanda de Imóveis Cresce e Surpreende Construtoras". Construtoras se surpreendem ou foi a jornalista que se surpreendeu? Como O Brasil Que Dá Certo antecipou, o pacote da Dilma seria um estrondoso sucesso de vendas, e foram estas mesmas construtoras que sentaram e tiraram todos os entraves burocráticos. Chamá-los de idiotas surpreendidos é uma ofensa imperdoável.
4. O investidor estrangeiro volta à bolsa de valores de São Paulo, num movimento que explicita a sua percepção de que não há crise no Brasil.
5. As exportações do agronegócio crescem 24%, "apesar da crise".
6. As solicitações de seguro desemprego no Brasil devem voltar ao normal em maio.
This item is from "O Brasil Que Dá Certo"
Posted by Stephen Kanitz on abril 25, 2009 at 09:00 AM
1. Apesar das declarações catastrofistas do Diretor do FMI, estampadas nas manchetes da maioria dos jornais, a Bolsa subiu 2% na quinta. Mostra a total falta de credibilidade do Diretor do FMI e a baixa leitura de manchetes daqueles que tomam decisões neste país.Somente um único economista, o Guido Mantega, e O Brasil Que Dá Certo saíram a público afirmando "Strauss-Kahn está errado sobre bancos brasileiros". Nossos bancos estão sólidos, lucrativos, emprestando como antes. Triste que nenhum dos 34 colunistas-economistas deste país escreva o mesmo. Aí fica a impressão de que o Guido Mantega está querendo salvar o PT e o governo, e que não deve ser levado a sério.
2. Crédito para pessoa física se recupera "apesar da crise". Automóveis, bancos, crédito, comércio, já se recuperaram. Do que mesmo?
3. Manchete da Semana vai para O Valor: "Demanda de Imóveis Cresce e Surpreende Construtoras". Construtoras se surpreendem ou foi a jornalista que se surpreendeu? Como O Brasil Que Dá Certo antecipou, o pacote da Dilma seria um estrondoso sucesso de vendas, e foram estas mesmas construtoras que sentaram e tiraram todos os entraves burocráticos. Chamá-los de idiotas surpreendidos é uma ofensa imperdoável.
4. O investidor estrangeiro volta à bolsa de valores de São Paulo, num movimento que explicita a sua percepção de que não há crise no Brasil.
5. As exportações do agronegócio crescem 24%, "apesar da crise".
6. As solicitações de seguro desemprego no Brasil devem voltar ao normal em maio.
This item is from "O Brasil Que Dá Certo"
Posted by Stephen Kanitz on abril 25, 2009 at 09:00 AM
E A CRISE????
Sinais de Recuperação - Só Faltava Essa
O que os leitores querem saber é onde estão os sinais da crise que "iria pegar o Brasil em cheio".
1. Os bancos brasileiros não têm problemas de sub-prime. E, ao contrário dos bancos europeus, não compraram esses derivativos de bancos de investimento americanos.
2. Os bancos brasileiros nem precisam fazer "stress tests", para saberem se estão insolventes. Seu patrimônio e solvabilidade são notórios...
3. Os bancos médios brasileiros tiveram problemas de "corrida bancária" devido ao pânico disseminado por alguns, e o Banco Central foi rápido em garantir os depósitos de até 20.000.000,00 por CPF. Fim da crise. Compare isso com a garantia pífia americana de US$ 100.000,00. Economistas como Roubini afirmaram na Bloomberg que nem isso seria pago, dando o inicio a uma corrida bancária ...
4. O setor automotivo já recuperou 100% e cresce 12% ao ano. Isso não é sinal de que apenas estamos saindo do fundo do poço. ISSO É UM SINAL DE QUE O SETOR JÁ SAIU TOTALMENTE.
5. O setor de autopeças está trabalhando com horas extras e, devido à falta de peças, poderemos ter INFLAÇÃO DE CUSTOS, e não de demanda. O pior dos dois mundos. Aumentar os juros para conter produção em vez de conter demanda.
6. O setor imobiliário está vendendo 60% no lançamento. Estão, de fato, lançando menos: antes, lançavam 3 vezes mais, mas só conseguiam vender 20% no lançamento. Nos Estados Unidos, o setor ainda está parado.
7. O setor de exportação de minério e siderurgia, de fato, vendendo 40% a menos, mas, para os 60% que exportam, tem-se um câmbio muito mais atraente.
8. Empresas como Embraer de fato demitiram, mas mesmo com uma economia em crescimento, 10% das empresas estão demitindo, ou por serem decadentes, ou porque venderam demais no ano anterior.
9. Bradesco estima que 300,000 empregos serão criados em 2009, e consumo cresce 2,8%. Isto é "Crise"? Precisamos mudar o significado do termo.
Quem fala em recuperação são justamente os catastrofistas, que agora estão querendo salvar as suas reputações, em vez de admitirem que, desta vez, erraram.
O que os leitores querem saber é onde estão os sinais da crise que "iria pegar o Brasil em cheio".
1. Os bancos brasileiros não têm problemas de sub-prime. E, ao contrário dos bancos europeus, não compraram esses derivativos de bancos de investimento americanos.
2. Os bancos brasileiros nem precisam fazer "stress tests", para saberem se estão insolventes. Seu patrimônio e solvabilidade são notórios...
3. Os bancos médios brasileiros tiveram problemas de "corrida bancária" devido ao pânico disseminado por alguns, e o Banco Central foi rápido em garantir os depósitos de até 20.000.000,00 por CPF. Fim da crise. Compare isso com a garantia pífia americana de US$ 100.000,00. Economistas como Roubini afirmaram na Bloomberg que nem isso seria pago, dando o inicio a uma corrida bancária ...
4. O setor automotivo já recuperou 100% e cresce 12% ao ano. Isso não é sinal de que apenas estamos saindo do fundo do poço. ISSO É UM SINAL DE QUE O SETOR JÁ SAIU TOTALMENTE.
5. O setor de autopeças está trabalhando com horas extras e, devido à falta de peças, poderemos ter INFLAÇÃO DE CUSTOS, e não de demanda. O pior dos dois mundos. Aumentar os juros para conter produção em vez de conter demanda.
6. O setor imobiliário está vendendo 60% no lançamento. Estão, de fato, lançando menos: antes, lançavam 3 vezes mais, mas só conseguiam vender 20% no lançamento. Nos Estados Unidos, o setor ainda está parado.
7. O setor de exportação de minério e siderurgia, de fato, vendendo 40% a menos, mas, para os 60% que exportam, tem-se um câmbio muito mais atraente.
8. Empresas como Embraer de fato demitiram, mas mesmo com uma economia em crescimento, 10% das empresas estão demitindo, ou por serem decadentes, ou porque venderam demais no ano anterior.
9. Bradesco estima que 300,000 empregos serão criados em 2009, e consumo cresce 2,8%. Isto é "Crise"? Precisamos mudar o significado do termo.
Quem fala em recuperação são justamente os catastrofistas, que agora estão querendo salvar as suas reputações, em vez de admitirem que, desta vez, erraram.
Veja em O Globo:
Trichet alerta sobre ênfase excessiva em sinais positivos -
This item is from "O Brasil Que Dá Certo"
Posted by Stephen Kanitz on abril 25, 2009 at 09:00 AM
A Cultura do Pessimismo
Notícias Negativas Contribuem Com Uma Recessão?
Poucos professores de jornalismo discutem este tema em sala de aula. A imprensa influencia os rumos da economia? "A reativação da economia será lenta e penosa", publica um importante jornal. O leitor-consumidor então tende a procurar outros sinais de que a reativação será lenta, já que foi isso que ele foi induzido a procurar. Alguns não vão entender informações como a recuperação de 92% do setor automobilístico porque já espera recuperações lentas. Ele foi informado, por pessoas formadas em jornalismo, de que a "recuperação será lenta". Ele está procurando as 49% das notícias que confirmem lentidão, contra as 51% que poderiam sugerir rapidez na recuperação ou até ausência de crise. Só o uso do termo "crise" já induz o leitor a procurar algo que no setor dele que sequer existe. Mas se o jornal que ele paga diz que tem crise, deve ter. "Onde há fumaça, há fogo". Eric Winer chama este fenômeno de "viés de confirmação": nós tendemos a olhar aquilo que as manchetes nos sugeriram procurar.
Korda: Is negative economic news contributing to negative economic news? : Columnists : Knoxville News Sentinel.
This item is from "O Brasil Que Dá Certo"
Posted by Stephen Kanitz on abril 25, 2009 at 09:00 AM
Poucos professores de jornalismo discutem este tema em sala de aula. A imprensa influencia os rumos da economia? "A reativação da economia será lenta e penosa", publica um importante jornal. O leitor-consumidor então tende a procurar outros sinais de que a reativação será lenta, já que foi isso que ele foi induzido a procurar. Alguns não vão entender informações como a recuperação de 92% do setor automobilístico porque já espera recuperações lentas. Ele foi informado, por pessoas formadas em jornalismo, de que a "recuperação será lenta". Ele está procurando as 49% das notícias que confirmem lentidão, contra as 51% que poderiam sugerir rapidez na recuperação ou até ausência de crise. Só o uso do termo "crise" já induz o leitor a procurar algo que no setor dele que sequer existe. Mas se o jornal que ele paga diz que tem crise, deve ter. "Onde há fumaça, há fogo". Eric Winer chama este fenômeno de "viés de confirmação": nós tendemos a olhar aquilo que as manchetes nos sugeriram procurar.
Korda: Is negative economic news contributing to negative economic news? : Columnists : Knoxville News Sentinel.
This item is from "O Brasil Que Dá Certo"
Posted by Stephen Kanitz on abril 25, 2009 at 09:00 AM
E A CRISE????
O PIB brasileiro Vai Cair! Vai Cair! Vai Cair!
A Escola de Jornalismo de Fort Benjamin aconselha: "Não dê muita atenção a manchetes com os termos "pode" ou "talvez".
Imaginem o que eles diriam de todas as manchetes de hoje: "PIB do Brasil VAI cair -1,3%, diz FMI". Ninguém publicou "PIB do Brasil PODE Cair -1,3% se absolutamente nada for feito pelo Governo Lula", o que não parece ser o caso. Ninguém publicou que o PIB do Brasil TALVEZ caia -1,3%, mais ou menos o erro de previsão que, em economia, é muito mais elevado (2%) do que nas precisões eleitorais.Jornais de primeira linha simplesmente publicaram: VAI cair!, VAI cair!, VAI cair!, VAI cair!, VAI cair! E depois se ressentem quando alguém diz que a imprensa brasileira tem uma dose de culpa nesta CRISE de confiança...Quem caiu, e feio, foi o FMI, que está recebendo um empréstimo do Brasil para sobreviver. Talvez seja um recado dos economistas do FMI, de que a ajuda financeira que o Brasil fez ao FMI, longe de ser ridícula, foi brilhante, pois, se o PIB brasileiro cair -1,3%, nós também iremos precisar do FMI mais uma vez.A função do FMI não seria ajudar países como o Brasil? E esse tipo de afirmação de seu Diretor ajuda ou atrapalha? Jornalistas que não questionam a agenda oculta do entrevistado antes de publicar uma matéria atrapalham mais do que ajudam. E ninguém questionou. Qual a agenda oculta desta entrevista? Infelizmente, eu não estava lá para descobrir. Provavelmente, e aqui eu estou chutando, é preservar o emprego do entrevistado."O objetivo de toda instituição é preservar os salários dos instituídos".Para confirmar esta minha suspeita, bastou ler as matérias colocadas logo em seguida: "América Latina Terá Ajuda de 90 bilhões, segundo presidente do BID" e o artigo "Czares da Economia Estudam um Fundo Mais Forte". Cqd!Lá, tem uma frase do mesmo diretor do FMI do PIB vai cair: "O FMI sofreu profundos cortes no ano passado, e precisa aumentar o número de funcionários nos próximos meses, criando dezenas de cargos com altos salários". Não há agenda menos oculta do que isso, minha gente! No Valor, o mesmo diretor do FMI aparece em outra manchete alarmista: "Crise ameaça Bancos da América Latina, diz Strauss-Kahn". O próprio diretor do FMI está promovendo a desconfiança no sistema bancário brasileiro. E as suas palavras viram manchete? Isso podia ter causando uma corrida bancária... Lamento dizer que vou jogar a toalha. Não há como o Brasil crescer 2,3% com essa torcida contra. Não há como lutar contra o FMI e contra os jornalistas mais renomados deste país, com muito mais espaço e influência do que eu.
This item is from "O Brasil Que Dá Certo"
Posted by Stephen Kanitz on abril 25, 2009 at 11:00 PM
A Escola de Jornalismo de Fort Benjamin aconselha: "Não dê muita atenção a manchetes com os termos "pode" ou "talvez".
Imaginem o que eles diriam de todas as manchetes de hoje: "PIB do Brasil VAI cair -1,3%, diz FMI". Ninguém publicou "PIB do Brasil PODE Cair -1,3% se absolutamente nada for feito pelo Governo Lula", o que não parece ser o caso. Ninguém publicou que o PIB do Brasil TALVEZ caia -1,3%, mais ou menos o erro de previsão que, em economia, é muito mais elevado (2%) do que nas precisões eleitorais.Jornais de primeira linha simplesmente publicaram: VAI cair!, VAI cair!, VAI cair!, VAI cair!, VAI cair! E depois se ressentem quando alguém diz que a imprensa brasileira tem uma dose de culpa nesta CRISE de confiança...Quem caiu, e feio, foi o FMI, que está recebendo um empréstimo do Brasil para sobreviver. Talvez seja um recado dos economistas do FMI, de que a ajuda financeira que o Brasil fez ao FMI, longe de ser ridícula, foi brilhante, pois, se o PIB brasileiro cair -1,3%, nós também iremos precisar do FMI mais uma vez.A função do FMI não seria ajudar países como o Brasil? E esse tipo de afirmação de seu Diretor ajuda ou atrapalha? Jornalistas que não questionam a agenda oculta do entrevistado antes de publicar uma matéria atrapalham mais do que ajudam. E ninguém questionou. Qual a agenda oculta desta entrevista? Infelizmente, eu não estava lá para descobrir. Provavelmente, e aqui eu estou chutando, é preservar o emprego do entrevistado."O objetivo de toda instituição é preservar os salários dos instituídos".Para confirmar esta minha suspeita, bastou ler as matérias colocadas logo em seguida: "América Latina Terá Ajuda de 90 bilhões, segundo presidente do BID" e o artigo "Czares da Economia Estudam um Fundo Mais Forte". Cqd!Lá, tem uma frase do mesmo diretor do FMI do PIB vai cair: "O FMI sofreu profundos cortes no ano passado, e precisa aumentar o número de funcionários nos próximos meses, criando dezenas de cargos com altos salários". Não há agenda menos oculta do que isso, minha gente! No Valor, o mesmo diretor do FMI aparece em outra manchete alarmista: "Crise ameaça Bancos da América Latina, diz Strauss-Kahn". O próprio diretor do FMI está promovendo a desconfiança no sistema bancário brasileiro. E as suas palavras viram manchete? Isso podia ter causando uma corrida bancária... Lamento dizer que vou jogar a toalha. Não há como o Brasil crescer 2,3% com essa torcida contra. Não há como lutar contra o FMI e contra os jornalistas mais renomados deste país, com muito mais espaço e influência do que eu.
This item is from "O Brasil Que Dá Certo"
Posted by Stephen Kanitz on abril 25, 2009 at 11:00 PM
E A CRISE????
Bovespa Tem 7.ª Semana de Ganhos
Aqueles que leram o meu post Bolsa Poderá Subir 6 Vezes em 10 Anos, de 25 de março, e investiram na Bolsa, que não parou de subir desde então não precisam me agradecer. Basta depositarem 2% do ganho para uma entidade de sua escolha no nosso site www.filantropia.org.
Mais uma prova de que conteúdo é rei na internet e o grande poder de influência que O Brasil Qe Dá Certo já exerce na opinião especializada no país. Quisera.
Do ponto de vista jornalístico, do que adianta noticiar que a Bolsa subiu por 7 semanas, como fez um jornal, depois que a Bolsa já subiu? É destruir árvores à toa e só deixa leitores e ecologistas furiosos.
Por que não avisaram antes, como fizemos aqui n'O Brasil Que Dá Certo?
Jornalismo de conteúdo é aquele que avisa aos leitores o que poderá acontecer nas semanas seguintes.
Infelizmente, agora a Bolsa irá subir somente 5,3 vezes nos próximos 10 anos.
This item is from "O Brasil Que Dá Certo"
Posted by Stephen Kanitz on abril 27, 2009 at 12:00 AM
Veja novamente a postagem de 25.02.2008 - Aplicar na Bolsa?
Aqueles que leram o meu post Bolsa Poderá Subir 6 Vezes em 10 Anos, de 25 de março, e investiram na Bolsa, que não parou de subir desde então não precisam me agradecer. Basta depositarem 2% do ganho para uma entidade de sua escolha no nosso site www.filantropia.org.
Mais uma prova de que conteúdo é rei na internet e o grande poder de influência que O Brasil Qe Dá Certo já exerce na opinião especializada no país. Quisera.
Do ponto de vista jornalístico, do que adianta noticiar que a Bolsa subiu por 7 semanas, como fez um jornal, depois que a Bolsa já subiu? É destruir árvores à toa e só deixa leitores e ecologistas furiosos.
Por que não avisaram antes, como fizemos aqui n'O Brasil Que Dá Certo?
Jornalismo de conteúdo é aquele que avisa aos leitores o que poderá acontecer nas semanas seguintes.
Infelizmente, agora a Bolsa irá subir somente 5,3 vezes nos próximos 10 anos.
This item is from "O Brasil Que Dá Certo"
Posted by Stephen Kanitz on abril 27, 2009 at 12:00 AM
Veja novamente a postagem de 25.02.2008 - Aplicar na Bolsa?
sábado, 25 de abril de 2009
A FARRA DO CONGRESSO (VIII)
25/04/2009 - 16h29
Deputado recua e defende restrição na cota de passagem
Silvio Costa muda de opinião e diz que será militante de Michel Temer na defesa do projeto que proíbe uso de cota de passagens para parentes
Renata Camargo
O deputado Silvio Costa (PMN-PE) mudou de opinião. Ao contrário do que articulou durante toda a semana, ele não irá mais defender que parentes dos parlamentares viajem a Brasília com a cota de passagens aéreas pagas pela Câmara. Agora ele será um “militante” do presidente Michel Temer (PMDB-SP), em defesa do projeto que determina que somente deputados e assessores a serviço viajem com passagens pagas com dinheiro público.
“Conversei com a minha família, minha esposa e filhos, e alguns amigos, e fiz uma reflexão. Não acredito que minha tese se caracteriza em patrimonialismo ou malversação de recurso público. Mas defendi uma tese que não teve consistência na opinião pública, então mudei”, disse em entrevista ao Congresso em Foco.
De sua casa, em Recife, Silvio Costa disse ao site que já está articulando junto aos “companheiros” para que o projeto de resolução, que traz as restrições para o uso de passagem, seja aprovado sem resistência. Nascido em Rio Formoso, no litoral sul de Pernambuco, Silvio Costa começou sua carreira política como vereador. O parlamentar exerce o seu primeiro mandato como deputado federal.
Veja entrevista completa em www.congressoemfoco.com.br
Deputado recua e defende restrição na cota de passagem
Silvio Costa muda de opinião e diz que será militante de Michel Temer na defesa do projeto que proíbe uso de cota de passagens para parentes
Renata Camargo
O deputado Silvio Costa (PMN-PE) mudou de opinião. Ao contrário do que articulou durante toda a semana, ele não irá mais defender que parentes dos parlamentares viajem a Brasília com a cota de passagens aéreas pagas pela Câmara. Agora ele será um “militante” do presidente Michel Temer (PMDB-SP), em defesa do projeto que determina que somente deputados e assessores a serviço viajem com passagens pagas com dinheiro público.
“Conversei com a minha família, minha esposa e filhos, e alguns amigos, e fiz uma reflexão. Não acredito que minha tese se caracteriza em patrimonialismo ou malversação de recurso público. Mas defendi uma tese que não teve consistência na opinião pública, então mudei”, disse em entrevista ao Congresso em Foco.
De sua casa, em Recife, Silvio Costa disse ao site que já está articulando junto aos “companheiros” para que o projeto de resolução, que traz as restrições para o uso de passagem, seja aprovado sem resistência. Nascido em Rio Formoso, no litoral sul de Pernambuco, Silvio Costa começou sua carreira política como vereador. O parlamentar exerce o seu primeiro mandato como deputado federal.
Veja entrevista completa em www.congressoemfoco.com.br
sexta-feira, 24 de abril de 2009
A FARRA DO CONGRESSO (VII)
Não dá mais para segurar!
Não dá mais para engolir!
Não dá mais para financiar!
Não dá mais para ficar calado!
Não dá mais para não exigir punição!
Não dá mais para não exigir um SEVERO EXPURGO!
Lula lamenta escândalo sobre passagens aéreas no Congresso
24/04/2009 - 14:32 - Carollina Andrade - Último Segundo
BRASÍLIA - O ministro de Relações Institucionais, José Múcio Monteiro, informou nesta sexta-feira que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva lamentou o escândalo de uso irregular de passagens aéreas que assola o poder Legislativo nas últimas semanas. Deputados e senadores são acusados de usarem os bilhetes aéreos pagos pelas Casas em beneficio próprio, com viagens sem relação com exercício do mandato parlamentar, custeando, inclusive, viagens de parentes e artistas.
Congresso em Foco: Leia tudo sobre a 'farra das passagens aéreas'
Videomensagem: Mande o seu recado para o Congresso
Balaio do Kotscho: Será que vão colocar ordem nesta suruba?
Votação sobre cota de passagens aéreas na Câmara será aberta
“O presidente lamentou o episódio e disse que precisava se chegar a um final nisso. Para ele, o que está acontecendo é muito ruim para o Congresso. O cidadão comum não tem como compreender e entender [...] por mais que existisse ou fossem dadas as explicações”, destacou Múcio após a reunião de coordenação política.
Ao ser questionado se a Câmara dos Deputados deveria adotar a mesma medida que o Senado, que limitam ao parlamentar e a assessores as viagens custeadas pelo parlamento, e garantem a publicação de informações na internet, Múcio destacou que esta decisão cabe ao presidente da Casa, Michel Temer (PMDB-SP).
“Isso ai é uma decisão do presidente da Casa. Eu sei bem a posição dos líderes. Ontem conversei com cada líder e todos acham que a posição devia ser semelhante a do Senado, onde a passagem deveria ser só para o parlamentar”, acrescentou.
Michel Temer (PMDB-SP) anunciou nesta semana mudanças nas regras para uso da cota de passagens aéreas que cada deputado federal tem direito. A proposta do presidente é que, a partir de agora, as passagens poderão ser retiradas apenas no nome do parlamentar – familiares e terceiros não poderão ser beneficiados com a cota. A decisão deverá ser votada no plenário na próxima semana.
Não dá mais para engolir!
Não dá mais para financiar!
Não dá mais para ficar calado!
Não dá mais para não exigir punição!
Não dá mais para não exigir um SEVERO EXPURGO!
Lula lamenta escândalo sobre passagens aéreas no Congresso
24/04/2009 - 14:32 - Carollina Andrade - Último Segundo
BRASÍLIA - O ministro de Relações Institucionais, José Múcio Monteiro, informou nesta sexta-feira que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva lamentou o escândalo de uso irregular de passagens aéreas que assola o poder Legislativo nas últimas semanas. Deputados e senadores são acusados de usarem os bilhetes aéreos pagos pelas Casas em beneficio próprio, com viagens sem relação com exercício do mandato parlamentar, custeando, inclusive, viagens de parentes e artistas.
Congresso em Foco: Leia tudo sobre a 'farra das passagens aéreas'
Videomensagem: Mande o seu recado para o Congresso
Balaio do Kotscho: Será que vão colocar ordem nesta suruba?
Votação sobre cota de passagens aéreas na Câmara será aberta
“O presidente lamentou o episódio e disse que precisava se chegar a um final nisso. Para ele, o que está acontecendo é muito ruim para o Congresso. O cidadão comum não tem como compreender e entender [...] por mais que existisse ou fossem dadas as explicações”, destacou Múcio após a reunião de coordenação política.
Ao ser questionado se a Câmara dos Deputados deveria adotar a mesma medida que o Senado, que limitam ao parlamentar e a assessores as viagens custeadas pelo parlamento, e garantem a publicação de informações na internet, Múcio destacou que esta decisão cabe ao presidente da Casa, Michel Temer (PMDB-SP).
“Isso ai é uma decisão do presidente da Casa. Eu sei bem a posição dos líderes. Ontem conversei com cada líder e todos acham que a posição devia ser semelhante a do Senado, onde a passagem deveria ser só para o parlamentar”, acrescentou.
Michel Temer (PMDB-SP) anunciou nesta semana mudanças nas regras para uso da cota de passagens aéreas que cada deputado federal tem direito. A proposta do presidente é que, a partir de agora, as passagens poderão ser retiradas apenas no nome do parlamentar – familiares e terceiros não poderão ser beneficiados com a cota. A decisão deverá ser votada no plenário na próxima semana.
Assinar:
Postagens (Atom)






