segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013
Dois olhos, dois ouvidos!
Não é nada fácil controlar as emoções, os sentimentos, principalmente, a vontade de mostrar que os outros estão errados.
Mas, Deus é tão sábio que nos deu dois ouvidos, dois olhos e apenas uma boca. Por qual motivo será?
Claro que para vermos e ouvirmos mais antes de falar.
Normalmente cometemos grandes besteiras por falar antes de abrir bem os ouvidos e os olhos.
Julgamos, condenamos, ofendemos, e, depois, por vezes, quando nos damos conta, estávamos julgando, condenando, ofendendo a pessoa errada.
E, por mais que peçamos desculpas e perdão, as ofensas são como pregos na madeira: mesmo que os tiremos, sempre deixam marcas!
Por isso, uma das melhores maneiras de viver a vida é abrindo bem os dois ouvidos e os dois olhos que temos.
Quando for falar, e perceber que na sua fala existe julgamento, analise se não é precipitado. Se chegar a conclusão de que não é, pense mais um pouco e espere para falar. Antes de falar, escreva para a pessoa que pretende ofender, mas, sem entregar a ela o que escreveu. Depois de algumas horas, dias, leia e veja se ainda tem coragem de dizer o que pretendia.
Frequentemente vejo pessoas que se amam se ofendendo. E o amor não é um sentimento que combine com insultos, por isso, às vezes a outra parte pensa que não é amada, quando, na verdade, a boca do outro se adiantou à reflexão e aos demais sentidos.
Arrefeça sua mente quando perceber que o que irá falar fará mal a alguém. Mesmo uma verdade que precisa ser dita não é necessário que seja em forma de ofensa, de sermão coletivo. Sermão coletivo já recebemos na igreja, e, por sorte, os padres e pastores não podem citar nomes!
Um dia desses deixei meu carro para fazer a revisão dos 10 mil km. O mecânico me disse o que seria feito e que o valor seria de 570,00. Quando fui buscar o carro revisado ele me recebe com uma cara meio esquisita e diz: “Tudo pronto seu Paulo, mas, tivemos uma pequena alteração no valor”. Na minha cabeça passou o seguinte: “Você tá de brincadeira comigo? (claro que não foi bem isso)”. Me deu uma vontade de falar algumas verdades para o pobre do mecânico, que, provavelmente, lendo na minha cara que eu não estava nada satisfeito, disse: “Mas é para menos seu Paulo. Notei que não era necessário trocar o filtro do ar-condicionado”.
Quase que eu saio xingando o mecânico. Imagine se eu tivesse mandado ele para onde pensei?
Não xingue seus filhos, seus pais, seus colegas de trabalho, seus amigos, seu chefe. Não há motivo nenhum para ofender ninguém (nem seu mecânico), muito menos pessoas tão importantes para nós. Eu sei que há momentos em que acreditamos ter razão, ou, que temos certeza de que a outra pessoa merece ouvir umas verdades. Contudo, se falarmos mais do que devíamos nós perdemos toda a razão que imaginávamos ter.
Tem gente que pensa que vários pedidos de desculpas apagam as imagens e os sons das ofensas. Por mais amável que sejamos, se, constantemente somos maltratados, ofendidos, hora ou outra o prego atravessa a madeira, e aí o buraco fica praticamente sem conserto.
De coração, peço: por mais difícil que seja, antes de falar qualquer coisa que não gostaria que falassem a você e a quem você ama, escancare os sentidos mais belos com os quais o Criador nos presenteou: ouvir e ver.
Se fizer isso, provavelmente sua fala terá a trilha sonora de um romance, de uma comédia, e não de um filme de terror!
Grande abraço, fique com Deus, sucesso e felicidades sempre!
Paulo Sérgio Buhrer, publicado em 30/11/2012, no site: www.qualidadebrasil.com.br
Palestrante, Consultor e Escritor. Pós-Graduado em Gestão Empresarial e com Pessoas, Coach formado pela CORPORATE COACH U
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domingo, 3 de fevereiro de 2013
Desacelerar é Importante
Fazer o dia render mais é o desejo de 10 entre 10 profissionais, contudo, muitos correm mesmo sem saber o porquê e para onde estão indo. É o que podemos chamar de “Síndrome da pressa contemporânea”, onde cada minuto vale ouro.
Então podemos perguntar:
Por que tanta pressa e tanto estresse no nosso cotidiano profissional?
Se a vida está passando depressa demais e não estamos aproveitando-a da melhor maneira, o melhor que temos a fazer é parar de vez por outra e fazermos uma profunda autoanálise para saber por que tanto corre-corre, por que tanto estresse? Será que não existe uma maneira melhor de vivermos? Será que não está na hora de desacelerarmos o passo para irmos mais longe?
E quanto a minha qualidade de vida, tenho prestado atenção?
E de uma maneira em geral, tenho prestado atenção nas minhas relações com familiares e amigos?
E em relação a minha espiritualidade, tenho dito tempo para meus encontros íntimos com Deus?
Acredito que sempre há tempo para mudarmos as nossas atitudes e melhorarmos a nossa relação com as pessoas, com o universo e com o Criador, para isso basta tomarmos atitudes corajosas e profundas mudanças começarão acontecer no nosso viver, afinal de contas, precisamos Viver e não termos vergonha de sermos felizes, como já cantava o poeta.
Ser feliz, verdadeiramente feliz, deve ser a nossa maior meta, por isso é sempre bom lembrar que felicidade é caminho e não apenas chegada.
Pense nisso e procure Viver Intensamente!
Eugênio Sales Queiroz, publicado em 12/12/2012, no site: www.qualidadebrasil.com.br
Consultor e palestrante nas áreas de excelência profissional, vendas, atendimento, marketing pessoal e empresarial e educação.
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sábado, 2 de fevereiro de 2013
Como vemos o mundo e nossas escolhas
Um dos grandes problemas nos relacionamentos humanos , seja na área que for, é a maneira como interpretamos o que estamos vendo e presenciando. A Física quântica sempre menciona que a realidade é você quem cria. A neurociência informa que vemos o mundo com o cérebro e não com os olhos e acredito que tudo isso deva nos fazer refletir, afinal, hoje as guerras mundiais são realizadas porque cada um quer defender a sua maneira de enxergar o mundo, quer convencer, controlar e dominar o outro de maneira que o mesmo acate sua maneira de agir e viver.
Claro que aqui, falarei apenas de maneiras honestas e éticas e deixarei de lado o que não se enquadra na maneira integra de se relacionar e agir.
O que são os filtros?
São óculos nem sempre com suas lentes ajustadas e que nos faz ver o mundo nitidamente, distorcido ou sem qualquer visão. Estas lentes nos fazem responder de várias maneiras e essas respostas nos abrem portas ou encerram. Temos um mundo de oportunidades e prosperidade ou escassez e miséria. Fazemos as escolhas certas e tomamos uma decisão ou ficamos paralisados e até pegamos atalhos e caminhos errados.
Esses filtros são alimentados pelas nossas crenças que podem ser limitantes ou nos fazer ampliar e ultrapassar nossos muros virtuais. É a sua programação registrada em seu cérebro de acordo com sua educação, cultura, país de nascimento, etc.
De acordo com esta programação apresentamos comportamentos que se expressam através de nossas escolhas.
Respostas positivas, normalmente quando estamos confortáveis com a situação, o acontecimento é conhecido ou conhecemos a pessoa em questão, o ambiente, enfim, sabemos com o que estamos lidando. Temos autoestima elevada e nos conhecemos profundamente. Confiamos em nós mesmos.
Resposta negativa, quando é algo novo, inédito, não conhecemos as pessoas ou situações envolvidas e neste caso adotamos a postura de atacar, duvidar, procurar se exibir e se fazer superior ao outro, inventar desculpas, negar , enfim, atitudes que demonstram em alguns casos, baixa autoestima e autoconhecimento debilitado. Por insegurança, de alguma maneira adotam um destes modos de agir.
Veja alguns exemplos de acordo com possibilidade de resposta na situação 1 ( positiva) ou 2 ( negativa).
Hoje as mídias sociais são um grande exemplo para visualizarmos esta situação, por exemplo:
A. Alguém escreve no facebook que conseguiu realizar um sonho, uma viagem, enfim, foi bem sucedido profissionalmente.
Resposta positiva: que ótimo, parabéns, você merece. Fale mais sobre isso, quero aprender com você.
Resposta negativa: eu também consegui isso . Ou não faz nada e pensa : EXIBIDO!
B. A pessoa posta um curso que vai dar ou um artigo que escreveu.
Resposta positiva: adorei seu material Vou compartilhar seu curso.( afinal, você já faz isso com um monte de gente que não é seu amigo, porque não faria para um amigo ou colega profissional?)
Resposta negativa: não faz nada, nem curte, mas curte os de outras pessoas que você nem conhece, mas que politicamente lhe interessa. Quem sabe essa pessoa te ajuda a conseguir mais coisas na carreira?
Bem, claro que são exemplos bem simples, mas que ocorrem diariamente, na vida e são mais facilmente observados nas mídias sociais , tem registros escritos.
E você? Atua em sua vida mais para 1 ou 2?
Posso lhe assegurar que se atuar mais para 1, terá muito mais prosperidade em sua vida. A sua mente estará mais aberta a possibilidades.
Sei que não é fácil, é um exercício diário, de atenção, de humildade e de autoconhecimento, acima de tudo.
Boa sorte.
Marynes Pereira, publicado em 26/11/2012, no site: www.qualidadebrasil.com.br
Profissional com mais de 25 anos de experiência atuando como executiva nas áreas de Gestão Estratégica e de Pessoas, Marketing, Vendas
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sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013
Dinheiro, comida e aversão ao sexo
Novos tipos de dependência devem aparecer na próxima versão do DSM-5
| Yuri Arcur/Shutterstock |
Entre 1969 e 1972, sete universitários amigos de Rosenhan, então professor de psicologia da Swarthmore College, acabaram em algum hospital dos Estados Unidos depois de afirmar que também ouviam vozes – a única queixa deles. Os estudantes foram diagnosticados com esquizofrenia ou transtorno bipolar pelos psiquiatras e internados em hospitais por períodos que variaram entre 8 e 52 dias. Os médicos forçaram os internos a aceitar medicamentos antipsicóticos – 2.100 comprimidos ao todo. A maioria, no entanto, era guardada pelos pacientes no bolso ou na bochecha até que pudessem cuspir a medicação. O que ninguém percebeu foi que todos eram saudáveis – aliás, desde antes da internação. Alegar que ouviam vozes era apenas um ardil para a realização de uma pesquisa.
O caso dos oito pseudopacientes se tornou tema de artigo na Science em 1973, “On being sane in insane places” (Sobre ser são em lugares insanos). Conclusão do trabalho: os psiquiatras não têm uma forma válida para diagnosticar doença mental.
O experimento de Rosenhan motivou uma transformação radical no essencial guia de referência para psiquiatras, o Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais (DSM), publicado pela Associação Americana de Psiquiatria (APA, na sigla em inglês). O DSM-III, publicado em 1980, inseria cada patologia em uma lista de sintomas “necessários” para formar um diagnóstico.
Agora, a APA trabalha na quinta versão da “bíblia psiquiátrica”, prevista para publicação em maio. O DSM-IV foi em grande parte semelhante ao seu antecessor, por isso, o DSM-5 incorpora a primeira mudança substancial para diagnóstico psiquiátrico dos últimos 30 anos. Afinado com interesses da indústria farmacêutica o manual apresenta diretrizes para a classificação da gravidade dos sintomas esperados para possibilitar diagnósticos mais precisos e fornece uma nova maneira de rastrear a melhora. Os autores do DSM também fragmentam inteiramente alguns transtornos, como a síndrome de Asperger, e adicionam outros novos, como compulsão alimentar e dependência em jogos de azar.
Na última década, vários estudos mostraram que pessoas se tornam dependentes de jogos da mesma forma que se tornam adictas de drogas e álcool. Além disso, se beneficiam do mesmo tipo de tratamento: terapia em grupo e retirada gradual do objeto de desejo. Estudos com neuroimagem revelam que dependentes químicos e jogadores compulsivos respondem à lembrança da droga e às recompensas monetárias de formas semelhantes: nesses pacientes, áreas cerebrais do circuito de recompensa são muito mais intensamente ativadas do que em jogadores eventuais ou em quem experimenta drogas pela primeira vez. O DSM-5 também pode incluir obsessões relacionadas à comida e ao sexo:
Transtorno de compulsão alimentar periódica
Consumir “quantidade de comida definitivamente maior do que a maioria das pessoas ingere em um período similar em circunstâncias semelhantes”; falta de controle sobre o que, quanto e quão rápido se come.
Transtorno hiperssexual
Necessidade sexual excessiva por pelo menos seis meses; uso frequente do sexo em resposta ao estresse ou ao tédio, sem levar em conta danos físicos ou emocionais para si e para outros, com interferência negativa na vida social e no trabalho.
Transtorno absexual
Excitação ao deixar de lado a prática sexual, comportando-se como se, moralmente, se opusesse ao sexo, com excessiva rejeição a tudo que faça alusão à sexualidade.
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quinta-feira, 31 de janeiro de 2013
Pinturas do inconsciente
Obras do artista plástico baiano Valdney Suzart mesclam imagens oníricas e referências regionais
| Divulgação | ||
| O grito e o silêncio |
A seleção traz pinturas que são realistas a ponto de lembrar montagens com fotografias, mas que também evocam o surrealismo, movimento artístico que, influenciado pelas teorias de Sigmund Freud, enfatiza o papel do inconsciente na criação artística – imagens oníricas, aliás, como o nome da exposição deixa entrever, são uma das fontes de inspiração de Suzart, bem como o sincretismo característico da região do Recôncavo Baiano, onde ele nasceu e vive, na cidade de Muritiba, como se vê na obra O grito e o silêncio.
SONHOS E RECÔNCAVO. Caixa Cultural São Paulo. Praça da Sé, 111, Centro, São Paulo. Terça a domingo, das 9 às 21h. (11) 3321-4400. Grátis. Até 24 de fevereiro.
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quarta-feira, 30 de janeiro de 2013
A pedra da exclusão
O crack provoca a liberação de grandes quantidades de dopamina no cérebro, o que causa efeitos mais intensos que a cocaína
Fernanda Ribeiro
| Christy Thompson/Shutterstock |
Quando inalada, essa mistura de cocaína penetra na corrente sanguínea através dos pulmões e é rapidamente metabolizada, chegando ao cérebro em menos de 20 segundos. A droga estimula a liberação de grandes quantidades do neurotransmissor dopamina, associado à sensação de prazer e de motivação. Esse componente químico age na fenda sináptica, o espaço entre os neurônios, para levar essa informação de uma célula neural a outra se ligando a receptores nas extremidades dos neurônios pós-sinápticos, isto é, aqueles que recebem o estímulo. O resultado é a sensação de bem-estar. Normalmente, a dopamina que sobra na sinapse é reabsorvida pela membrana dos neurônios pré-sinápticos e a sensação é regulada de forma natural. As substâncias presentes no crack agem diretamente sobre esses receptores, bloqueando-os temporariamente. Assim, a dopamina permanece na fenda sináptica, o que aumenta e prolonga o prazer. Por isso, os efeitos mais característicos da droga são euforia e percepção de que se tem confiança e poder – semelhantes aos da cocaína em pó, mas pelo menos dez vezes mais intensos –, além de constrição das artérias cerebrais, o que aumenta o risco de desenvolver doenças cardiovasculares.
O uso contínuo leva à diminuição progressiva da dopamina na sinapse, o que pode causar ansiedade, irritabilidade, sintomas depressivos e desejo de consumir a droga novamente. A absorção da substância pelo organismo vai se alterando, e ele se “habitua” a ela, dando origem à tolerância, fenômeno toxicológico que induz o dependente a aumentar a quantidade de droga para atingir o mesmo efeito inicial ou a buscar outros tipos de substância, como maconha, nicotina e principalmente álcool, para atenuar a “fissura” e os efeitos indesejáveis do consumo.
FATORES DE RISCO
“Basta experimentar uma única vez para ficar preso ao vício. Ele deixa as pessoas agressivas, causa depressão, perda da capacidade de raciocínio e leva ao crime”, diz o cartaz de uma campanha veiculada pelo governo do Distrito Federal, no qual a palavra “crack” aparece entre duas algemas. Especialistas, no entanto, discordam das abordagens que invariavelmente vinculam drogas à dependência e à criminalidade. “Não é só a droga que causa dependência. O processo é mais complexo, pois depende de como cada pessoa reage a ela. Isso envolve mais de um determinante, causas conjuntas, como propensão genética, facilidade de acesso à substância, frequência de uso, presença anterior de transtornos mentais, familiares, entre outros aspectos”, diz a psiquiatra Ana Cecília Marques, da Associação Brasileira do Estudo de Álcool e Drogas (Abead).
Em outras palavras, desemprego e situação de rua podem ser considerados fatores que aumentam a vulnerabilidade, pois um dos efeitos do crack é a redução das sensações de fome e sono. Além disso, ele é mais acessível que os opioides e a cocaína em pó, por exemplo. O preço de uma pedra pode variar entre R$ 5 e R$ 10, enquanto um papelote de cocaína custa pelo menos R$ 20. O senso comum também acredita que a miséria é consequência da adição – sendo o inverso mais provável. “Dos usuários de crack, cerca de 80% são recreacionais: pessoas que têm família, trabalham e são produtivas, o que também não significa que o risco não é alto”, diz o psiquiatra Dartiu Xavier, coordenador do Programa de Orientação e Atendimento a Dependentes (Proad) da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). “A ideia de que uma única dose é suficiente para causar dependência não se aplica a nenhuma droga. A noção é distorcida e pode ter resultado contrário ao desejado, principalmente entre os mais jovens, que podem experimentar o crack e, diante dos efeitos, desacreditarem as campanhas e achar que as consequências relatadas não são reais”, diz Ana Cecília.
Além disso, a relação entre consumo de cocaína e comportamentos impulsivos e violentos, sugerida por estudos mais antigos, é reducionista. O mais adequado para medir a possibilidade de dependência seria o que a Organização das Nações Unidas (ONU) define como “fatores de risco”, tanto individuais como sociais, como autoestima baixa, predisposição genética, dificuldade de interação social, ambiente familiar instável, falta de acesso a moradia, saúde e educação. “Até para drogas ‘pesadas’ existem usuários ocasionais. Por que alguns conseguem cheirar cocaína esporadicamente e outros são dependentes? O que basicamente os diferencia são outros fatores – se a pessoa tem algum transtorno psíquico associado, como depressão e ansiedade, ou se começa a usar o álcool e a cocaína para resolver problemas”, explica Xavier.
AMOSTRA DA “CRACOLÂNDIA”
Segundo pesquisa da Confederação Nacional de Municípios (CNM), divulgada em novembro de 2011, 98% das 4 mil cidades que ofereceram dados para o estudo enfrentam problemas com o consumo da droga, até mesmo as com menos de 20 mil habitantes. Pesquisadores do Instituto Nacional de Políticas Públicas de Álcool e Drogas (Inpad) e da Unidade de Pesquisa em Álcool e Drogas (Uniad) da Unifesp analisaram em dezembro de 2011 o padrão de consumo de frequentadores da “Cracolândia” – como é conhecida a região do centro de São Paulo onde traficantes e usuários comercializam a droga a qualquer hora do dia.
A maioria dos 170 entrevistados tornou-se usuária antes dos 18 anos. Um em cada dez faz sexo em troca de dinheiro para sustentar a dependência e 25% fumam mais de 20 pedras por dia, ou seja, passam grande parte do tempo entre os efeitos alucinatórios e o desejo incontrolável de consumir a substância novamente. Quase metade acredita que não conseguiria enfrentar o tratamento para parar de usar a droga sem internação. O risco é maior entre os mais jovens, com menos de 21 anos, pois o cérebro está em formação.
Em 1999, um dos autores da pesquisa, o psiquiatra Marcelo Ribeiro, relatou um estudo em que acompanhou 131 usuários da droga durante cinco anos. O dado mais expressivo foi a alta taxa de mortalidade, quase 20%. As causas mais frequentes são complicações decorrentes da infecção pelo vírus da aids e homicídio. “Há duas décadas, o crack se popularizou como uma opção à cocaína injetável diante do enorme crescimento do contágio de HIV por essa maneira. Hoje, sob o efeito da droga ou na ‘fissura’, o usuário fica mais vulnerável à violência e ao sexo desprotegido”, diz Ribeiro. A prostituição, aliás, é uma forma comum de financiar a dependência, principalmente entre as mulheres. Muitas delas mantêm relações sexuais completamente destituídas de poder para negociar o preço do programa e o sexo seguro – usam a droga para conseguir fazer sexo com os “clientes” e garantir meios de sobrevivência nas ruas. Dessa forma, expõem-se a doenças sexualmente transmissíveis e a gravidez indesejada para prover a dependência.
EQUIPE MULTIDISCIPLINAR
Em dezembro de 2011 o governo federal anunciou o “Plano de enfrentamento ao crack e outras drogas”, que prevê o investimento de R$ 4 bilhões no combate ao tráfico, no tratamento de usuários e em estratégias de prevenção até 2014. Uma das medidas previstas é a internação compulsória, ou seja, definida pelo médico e a Justiça e com tempo determinado. É comumente confundida com a involuntária, em que um profissional de saúde reconhece risco de morte no paciente e entra em consenso com seus parentes sobre a internação. No entanto, a eficácia da internação compulsória é baixa. “É malsucedida em 98% dos casos. A pessoa internada deixa de ter acesso à substância porque está em isolamento social. No entanto, no momento em que sai do hospital e depara com os mesmos problemas de antes, recai”, diz Xavier.
A maioria dos especialistas concorda que a estratégia mais eficiente seria a ação de uma equipe multidisciplinar, formada por agentes sociais e profissionais, preparados para atender dependentes químicos. Com esse trabalho, é possível identificar, caso a caso, problemas diretamente relacionados à busca pela droga. Muitas vezes os agentes mediam a relação do usuário com a família. Isso não significa, obviamente, que a intervenção médica não seja necessária para algumas pessoas. “Ela pode ser feita de forma ambulatorial, nos Centros de Atendimento Psicossocial (Caps). Nesse modelo, o dependente segue um tratamento sem deixar de viver em sociedade. Mas faltam profissionais bem treinados para atender a essa demanda”, diz o psiquiatra.
Em 2010 o Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo (Cremesp) avaliou o atendimento psiquiátrico de 230 Caps do estado. Constatou que faltam médicos, leitos de retaguarda e capacitação de pessoal – dos dez Caps de Álcool e Drogas analisados, apenas um tinha psiquiatra disponível.
VACINA DE COCAÍNA
Apesar de não “diagnosticarem” a dependência de substâncias psicoativas, os exames de neuroima-gem podem mostrar a extensão dos danos causados pela cocaína e seus derivados. Em pessoas que consomem a droga com frequência, há diminuição do fluxo sanguíneo em áreas relacionadas a comportamentos de dependência, como o córtex pré-frontal, envolvido no planejamento de ações e movimento, e os núcleos da base, associados à cognição, às emoções e ao aprendizado. Também há diminuição da integridade da substância branca na região do córtex frontal, relacionada por alguns estudos ao aumento da impulsividade nos usuários.
A intensidade dos efeitos de euforia é proporcional ao bloqueio da reabsorção de dopamina. Ele ainda é mais intenso no caso do crack, ou seja, da droga fumada, o que explica, em parte, a capacidade dessa versão da cocaína de causar maior dependência. Pesquisadores têm estudado o uso de medicamentos que agem sobre as proteínas transportadoras de dopamina, como o modafinil, para tentar reduzir o desejo incontrolável de usar a droga. Em um experimento com 62 dependentes, cientistas da Faculdade de Medicina da Universidade da Pensilvânia observaram que a taxa de abstinência foi maior entre os que usaram o remédio (prescrito em vários países para o tratamento de sintomas da narcolepsia) do que entre os que tomaram placebo.
Pesquisadores da Faculdade Médica Weill Cornell, em Nova York, desenvolveram em animais de laboratório uma vacina que estimula a produção de anticorpos capazes de se conectar e neutralizar as moléculas de cocaína antes que elas cheguem ao cérebro, impedindo a hiperatividade cerebral. A vacina combina o vírus da gripe comum com uma substância que imita a cocaína, de forma que o corpo “interpreta” a cocaína como algo a ser combatido. Ela vem sendo testada em humanos, mas ainda está longe de ser comercializada. O maior desafio é produzir um volume mínimo suficiente de anticorpos e em manter seu efeito ao longo do tempo – o bloqueio dura apenas 2 meses.
Diferentemente da heroína, não há drogas da mesma classe da cocaína que possam ser usadas como estratégia de redução de danos. Entretanto, um estudo observacional com 50 usuários de crack, conduzido por Xavier, apontou que 68% deles conseguiram resistir à abstinência com o uso de maconha. A descoberta mostra que estudar os canabinoides e como eles agem no cérebro pode ajudar a desenvolver tratamentos mais eficazes para a dependência química.
Especialistas concordam que a abordagem, não só para o crack como para outros psicoativos, deve considerar a presença de problemas psíquicos, principalmente depressão e ansiedade, identificadas em mais da metade dos casos. “Esses transtornos devem ser tratados junto à dependência física, como se existissem sozinhos”, diz Ribeiro.
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terça-feira, 29 de janeiro de 2013
Estudo mostra como nascem os neurônios
Cientistas esperam ser capazes de induzir o cérebro a se autorreparar
| Mopic / Shutterstock |
No entanto, essas células-tronco neurais recém--formadas precisam afastar-se de suas progenitoras antes de se diferenciarem. Apenas 50%, em média, migram com sucesso, enquanto as outras morrem. No cérebro adulto, neurônios recém-formados foram encontrados no hipocampo e nos bulbos olfatórios, onde o olfato é processado. Pesquisadores esperam ser capazes de induzir o cérebro a se autorreparar estimulando as células-tronco neurais a se dividir e se desenvolver onde forem necessárias.
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segunda-feira, 28 de janeiro de 2013
Postura encurvada piora o humor
Andar de cabeça baixa favorece produção de hormônio relacionado ao estresse
| Yuri Arcurs/Shutterstock |
“Basta imaginar como nossos hábitos mudaram ao longo dos últimos 100 anos: passamos mais tempo sentados, e a maioria das pessoas se encurva ou afunda na cadeira em algum momento do dia, seja na mesa de trabalho ou vendo TV”, diz o pesquisador. Os resultados reforçam estudos anteriores que mostram que a postura encurvada está relacionada à maior produção de cortisol, o hormônio do estresse.
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domingo, 27 de janeiro de 2013
Uma Palavra Convence... Um Exemplo Arrasta Multidões!
Quando escrevi o livro “No Topo do Mundo – Motivados para Vencer” e fiz essa frase “uma palavra convence, mas um exemplo arrasta multidões” foi observando muitas coisas que acontecem no dia-a-dia do mercado.
Vejo palestrantes que chegam bem humorados na hora da palestra e cumprimentam todo mundo, mas na hora de ir embora, se as pessoas pedem uma foto, um autógrafo ou um abraço, parece que se negam ou fazem de má vontade.
Um deles falava que as pessoas não podiam desistir nunca de seus sonhos e naquele instante “ralhou” com o fotógrafo que tirava fotos. Este respondeu que aquele era o seu sonho, tirar fotografias e saiu do ambiente... O público aplaudiu e muitos saíram em represália.
Vejo pessoas que nunca falam “eu te amo”, mas dizem sempre “eu também”. Não percebem que o outro também precisa de sua iniciativa. Amor louco dura pouco, amor verdadeiro dura para sempre.
O que cria fidelidade na cabeça dos clientes é o exemplo. Não adianta prometer se na prática não se faz. De que vale investir no horário nobre da TV prometendo o melhor atendimento se na realidade oferece um atendimento medíocre, sem nenhum treinamento?
De que vale oferecer a melhor qualidade do seu serviço e na prática oferecer um serviço que deixa a desejar? Mas ainda existem outros que fecham um contrato e depois do serviço bem feito procuram buscar subterfúgios para não honrar os seus compromissos. Isso não é ético!
Conheço pintor de paredes que tem remuneração de profissional qualificado, quem sabe um bom médico ou um bom advogado. Sabe por quê? Porque criou valor agregado ao seu serviço. Aprendeu a regra nº 1 do sucesso, ou seja: “Faça mais daquilo para ao qual você foi contratado”.
Tem muita gente que se coloca como cristão, vai à TV, faz programa falando do bem, fala de motivação, de liderança, fala de Cristo e depois por trás, no dia-a-dia amaldiçoa seus concorrentes, acusa injustamente, faz conluio para atrapalhar o adversário, joga sujo.
Estou escrevendo um novo livro que irá falar sobre os Dez Mandamentos e o Mundo Empresarial, como base, uma pesquisa com 450 executivos que fariam de tudo para destruir os seus concorrentes, isto é, matar. Não há mais ética, existe muito falso moralismo. Falam do bem, mas não praticam o bem.
Como você pode abençoar o seu filho se você odeia o seu próximo? Existem pessoas que não sabem e não perguntam, outras sabem e não ensinam e as piores são as que ensinam e não fazem. Penso que ninguém pode ensinar aquilo que não faz. Uma palavra convence, um exemplo arrasta multidões.
Pense nisso, um forte abraço e esteja com Deus!
Gilclér Regina, publicado em 21/11/2012, no site: www.qualidadebrasil.com.br
Gilclér Regina é bacharel em Administração de Empresas e Marketing. Um dos palestrantes mais procurados para convenções de empresas
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sábado, 26 de janeiro de 2013
Sonhar pra quê?
Muitos dizem que sonhar é para inocentes, para quem não tem metas na vida, para quem acha que a vida é um brinquedo.
Discordo.
Sonhar é para os fortes. Os fracos são aqueles que executam os sonhos daqueles que ousaram dormir, sonhar, planejar e executar.
Sonhar é para encontrar o alento para as dificuldades.
Não devemos fazer do sonho nossos senhores, mas sonhar faz parte da criação de novos produtos e negócios, sonhar recupera as energias para um novo dia produtivo de trabalho, sonhar é o alimento da alma e do coração.
Divido as palavras de Walt Disney sobre sonhar:
Durmo para…
“E assim, depois de muito esperar, num dia como outro qualquer, decidi triunfar…
Decidi não esperar as oportunidades e sim, eu mesmo buscá-las.
Decidi ver cada problema como uma oportunidade de encontrar uma solução.
Decidi ver cada deserto como uma possibilidade de encontrar um oásis.
Decidi ver cada noite como um mistério a resolver.
Decidi ver cada dia como uma nova oportunidade de ser feliz.
Naquele dia descobri que meu único rival não era mais que minhas próprias limitações e que enfrentá-las era a única e melhor forma de as superar.
Naquele dia, descobri que eu não era o melhor e que talvez eu nunca tivesse sido.
Deixei de me importar com quem ganha ou perde.
Agora me importa simplesmente saber melhor o que fazer.
Aprendi que o difícil não é chegar lá em cima, e sim deixar de subir.
Aprendi que o melhor triunfo é poder chamar alguém de”amigo”.
Descobri que o amor é mais que um simples estado de enamoramento, “o amor é uma filosofia de vida”.
Naquele dia, deixei de ser um reflexo dos meus escassos triunfos passados e passei a ser uma tênue luz no presente.
Aprendi que de nada serve ser luz se não iluminar o caminho dos demais.
Naquele dia, decidi trocar tantas coisas…
Naquele dia, aprendi que os sonhos existem para tornar-se realidade.
E desde aquele dia já não durmo para descansar… simplesmente durmo para sonhar.”
Walt Disney
Então, sonhar pra quê?
Para se tornar alguém melhor, mais produtivo, uma pessoa que busca os seus objetivos, sejam em sonhos de sono ou acordados, enfim, alguém que não tem medo de ser alguém melhor a cada dia que passa.
Quais são os seus sonhos?
Destes sonhos, quais você executou efetivamente?
Quais ainda planeja executar?
Algum você desistiu? Porque?
Algum sonho ficou pela metade me sua execução? Porque?
Parece simples, mas toda a sua vida cada nestas cinco perguntas, pense bem antes de responder….
Sonhar pra quê mesmo?
Você decide.
Gustavo Rocha, publicado em 20/11/2012, no site: www.qualidadebrasil.com.br
Consultor nas áreas de Gestão, Tecnologia e Qualidade. ...
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sexta-feira, 25 de janeiro de 2013
SABEDORIA - O início de tudo...
Difícil explicar sobre pessoas: Das que chegam, das que não desistem, das que se aventuram por túneis escuros atrás dos verdadeiros tesouros.
A sabedoria do que procuramos estão nos encontros propícios as inclusões dos conjuntos, dentro dos quais possamos compartilhar fantasias, sonhos e pensamentos criando essências para que as vidas sejam precedidas de construções e prazeres.
É pelo encontrar que acabamos deparando com os gostos que realimentam com novas visões, que complementam e dilatam nossa íris, fazendo-nos o roteiro de filmes que não terminam ou membros dos palcos que mesmo quando parados, estabilizam as atenções diante das mais simples e belas renovações.
Novos espaços são como vozes recebidas em forma de musicas, daquelas que não paramos de querer ouvir e sentir, típico das coisas que escrevemos, mas que fazemos porque de fato sentimos. Típico das poesias que só fazem valor quando vividas, ou mesmo da arte dos apreciadores, do prato certo, com o vinho correto, mas que mesmo quando servidos em qualquer local descoberto, fazem valer pelo lado de quem nos acolhe, de quem nos envolve em meios as magias e encantos.
Se tudo é loucura e talvez seja mesmo, faça da tua vida algo que permita ser possível encontrar reciprocidades para que assim se encontre. Louca loucura talvez? Mas se o tesouro valer, nunca temas pelo medo de enlouquecer, pois insano seria não ser feliz quando da persistência pelo valor da existência.
Se tudo isso foi possível entender, valeu! Mas não me peça por maiores explicações, já que somente palavras não refletiriam os sentimentos ou as formas corretas do como de fato reinventamos o que sentimos.
Assim se um dia alguém pedir sua mão, e mesmo que sem explicação, aceite pela sensação de que um sono só faz bem com um sonho, do tipo que se esquece até do próprio acordar.
Sérgio Dal Sasso, publicado em 06/11/2012, no site: www.qualidadebrasil.com.br
Administrador Empresarial formado pela Universidade de São Paulo – Faculdade de Economia e Administração, Pós Graduado em finanças pela FEA ..
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quinta-feira, 24 de janeiro de 2013
Neurolinguística - O estudo na prática
O estudo da Neurolinguística, bem como suas aplicações, tanto no campo profissional quanto no pessoal , vem se consagrando cada vez mais e ganhando reconhecimento, entre as relações humanas.
No campo profissional, na prática, pode auxiliar bastante em momentos de negociação, e nos relacionamentos interpessoais de um modo geral, tais como, no aperfeiçoamento das apresentações verbal e corporal, melhorando-se a comunicação, sabendo-se utilizá-la de forma mais estratégica, técnica e consciente. Neste contexto, pode facilitar nos relacionamentos com clientes e, tão logo, nos resultados empresariais.
Já, no campo pessoal, é uma ferramenta muito útil para o autoconhecimento e para auto-motivação, e para se reconhecer pessoas e situações. Também nos orienta em processos de mudança, de metas e de objetivos individuais.
Neste caso, para metas e objetivos, é importante ressaltar que o estudo não traz soluções, mas sim, sugestões de caminhos para se obter a mudança desejada. Mas, a mudança sempre começa dentro de cada um, que aceita e se propõe a praticar tais técnicas. Ou seja a Neurolinguística não é um fim, mas sim um meio.
Com base em comprovações cientificas, o estudo tem mostrado sua eficácia, na medida em que os especialistas no assunto conseguem aprimorar e apresentar de forma mais clara e objetiva suas características e benefícios.
Dentro dos tópicos relacionados destacam-se, de forma prática, os seguintes conceitos e definições, tanto para o uso profissional quanto para o pessoal:
Linguagem verbal: tom, velocidade e volume de voz; conteúdos e expressões-chaves, emitidos pelo cérebro conscientemente.
Linguagem corporal: aprimoramento dos sentidos humanos (tato, visão, paladar, audição, olfato) e, ainda, postura, aparência, atitude, dentre outros aspectos expressados pelo corpo que são reflexos, emitidos pelo cérebro, consciente ou inconscientemente.
Postura congruente: harmonia entre a linguagem verbal e a corporal, e uma melhor percepção sobre pessoas e ambientes, ou seja, sobre a postura congruente do receptor e de lugares e situações.
Rapport ( Relacionamento): forte congruência, verbal e corporal, consciente ou inconscientemente, entre emissor e receptor;
As 3 ecologias; pessoal, social e ambiental ( harmonia vital);
Hipnose Erickssoniana (hipnose moderna de Milton Ericksson, auto-hipnose, relaxamento, aprofundamento no inconsciente, tornar o inconsciente consciente).
Alinhamento dos níveis neurológicos (pilares da mudança para as metas e os objetivos): ambiente, comportamento, capacidade, crença, identidade e espiritualidade.
Mente consciente: tudo que pensamos, sentimos e desejamos produz resultados físicos, desde nossas reações corporais até os mais desapercebidos resultados psicossomáticos.
Sobretudo, com base nestas considerações, é importante ressaltar que, em um processo de comunicação, nosso corpo diz mais ao nosso receptor do que nossas palavras.
Por estas e outras razões, a Neurolinguística é uma ferramenta eficaz tanto no processo de autoconhecimento, quanto na identificação de pessoas, nos auxiliando, através de suas técnicas, a reconhecermos sentimentos, desejos, necessidades, ansiedades, pontos fortes e fracos, nossos, de nossos clientes, ou de outros receptores de um modo geral.
Daniel Lascani, publicado em 22/11/2012, no site: www.qualidadebrasil.com.br
Jornalista, publicitário, palestrante, consultor empresarial, apresentador do programa Trabalho em Foco, do canal BusTV.
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quarta-feira, 23 de janeiro de 2013
A Dúvida Traidora e Sinistra!
“Nossas dúvidas são traidoras e nos fazem perder o que, com freqüência, poderíamos ganhar pelo simples medo de arriscar”. (Shakespeare)
Medo de tentar, de arriscar e de construir um caminho ainda não familiar e seguro. O inesperado sabe como ninguém desestabilizar, desconcertar e sacudir o mundo previsível.
É comum no mundo atual as pessoas terem medo de errar e por isso acabam nem tentando...
Arriscar um novo relacionamento, uma nova profissão, mudar radicalmente de carreira, abrir o próprio negócio são algumas situações comuns onde se observa um grande número de pessoas insatisfeitas.
A programação inconsciente parece apontar para a rotina da solidez. Muitos preferem a infelicidade da acomodação ao invés da felicidade de um possível temporal.
Lembremos que tudo que é seguro acalma nosso coração. Mas como nem só de coração vive o ser humano, é bom acionar a razão também. Afinal, é com ela que iremos decifrar os enigmas dos nossos medos. Exatamente, o medo deve ser enfrentado com a razão. O coração neste caso pode piorar tudo. Ele pode nos levar a acreditar que somos feito bebes no útero, ou seja, totalmente indefesos e sem escolhas.
O medo nos deixa sem escolhas, mas ao olharmos de forma racional para o ele, encontraremos inúmeros argumentos que tornam sem fundamento aquele sentimento paralisante.
É extremamente comum a insatisfação nos corações humanos. O levantamento divulgado por um veículo de imprensa nacional, afirma que:
- 84% dos executivos estão insatisfeitos em sua atual atividade.
A insatisfação pessoal é no mínimo uma situação caótica.
Os reflexos são negativos para todos os aspectos da vida, podendo inclusive resultar em sérios problemas de saúde.
A cada ano aumenta mais o número de infartos entre jovens antes dos 40 anos. A cada 10 dias, há pelo menos um paciente nesse perfil. Há 10 anos, era um por mês, aponta a 1ª pesquisa científica realizada no Brasil sobre infarto entre jovens.
A pergunta é:
- O que farei quando a insatisfação bater a minha porta?
Farei de conta que não é comigo, assim consigo fugir da dor do medo ou, apelo para a razão que certamente irá sugerir que devo transformar o velho em um caminho novo?
Seja qual for sua escolha, ambas terão conseqüências.
Sugiro, contudo, a escolha da felicidade, do movimento, do inesperado, do atraente, do cada dia uma grande e nova aventura. Afinal, por que não ser, fazer e ter a imensidão do universo aos nossos pés?
E para terminar: A insatisfação mata e o medo paralisa!
“Nossas dúvidas são traidoras e nos fazem perder o que, com freqüência, poderíamos ganhar pelo simples medo de arriscar”. (Shakespeare)
Medo de tentar, de arriscar e de construir um caminho ainda não familiar e seguro. O inesperado sabe como ninguém desestabilizar, desconcertar e sacudir o mundo previsível.
É comum no mundo atual as pessoas terem medo de errar e por isso acabam nem tentando...
Arriscar um novo relacionamento, uma nova profissão, mudar radicalmente de carreira, abrir o próprio negócio são algumas situações comuns onde se observa um grande número de pessoas insatisfeitas.
A programação inconsciente parece apontar para a rotina da solidez. Muitos preferem a infelicidade da acomodação ao invés da felicidade de um possível temporal.
Lembremos que tudo que é seguro acalma nosso coração. Mas como nem só de coração vive o ser humano, é bom acionar a razão também. Afinal, é com ela que iremos decifrar os enigmas dos nossos medos.
Exatamente, o medo deve ser enfrentado com a razão. O coração neste caso pode piorar tudo. Ele pode nos levar a acreditar que somos feito bebes no útero, ou seja, totalmente indefesos e sem escolhas.
O medo nos deixa sem escolhas, mas ao olharmos de forma racional para o ele, encontraremos inúmeros argumentos que tornam sem fundamento aquele sentimento paralisante.
É extremamente comum a insatisfação nos corações humanos.
O levantamento divulgado por um veículo de imprensa nacional, afirma que:
- 84% dos executivos estão insatisfeitos em sua atual atividade.
A insatisfação pessoal é no mínimo uma situação caótica.
Os reflexos são negativos para todos os aspectos da vida, podendo inclusive resultar em sérios problemas de saúde.
A cada ano aumenta mais o número de infartos entre jovens antes dos 40 anos. A cada 10 dias, há pelo menos um paciente nesse perfil. Há 10 anos, era um por mês, aponta a 1ª pesquisa científica realizada no Brasil sobre infarto entre jovens.
A pergunta é:
- O que farei quando a insatisfação bater a minha porta?
Farei de conta que não é comigo, assim consigo fugir da dor do medo ou, apelo para a razão que certamente irá sugerir que devo transformar o velho em um caminho novo?
Seja qual for sua escolha, ambas terão conseqüências.
Sugiro, contudo, a escolha da felicidade, do movimento, do inesperado, do atraente, do cada dia uma grande e nova aventura. Afinal, por que não ser, fazer e ter a imensidão do universo aos nossos pés?
E para terminar: A insatisfação mata e o medo paralisa!
Irlei Wiesel, publicado em 09/11/2012, no site: www.qualidadebrasil.com.br
Coaching Personal & Professional, Escritora, Conferencista, Empresária no segmento do Agronegócio e Educação Corporativa. Gerente de Negócios
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terça-feira, 22 de janeiro de 2013
Lei Muda
* por Tom Coelho
“Algumas iniciativas são recomendáveis;
outras, necessárias.” (Tom Coelho)
Reflita por um instante: você já ou quase se envolveu em um acidente de trânsito porque o condutor falava ao telefone enquanto dirigia? Ou era você o motorista a colocar em risco sua própria integridade e a de outras pessoas utilizando o celular enquanto saía de sua garagem, manobrava seu veículo ou fazia uma conversão ou mera mudança de pista?
Segundo o Departamento Nacional de Trânsito (Denatran), atingimos a impressionante marca anual de 42 mil óbitos em acidentes de trânsito, uma autêntica guerra civil em nosso país!
As causas são muitas, passando inclusive pelo crescimento da frota, mas invariavelmente incluem o excesso de velocidade, o desrespeito à sinalização e às normas de segurança, o despreparo dos condutores, o consumo de álcool e, também, a desatenção, não raro provocada pelo uso do telefone celular.
A chamada “Lei Seca”, publicada em junho de 2008, trouxe benefícios imediatos, com redução do índice de acidentes, fatais ou não. E seu endurecimento em fins de 2012 certamente implicará ganhos no médio e longo prazo. Mas é preciso agir de forma ainda mais enérgica, atacando outras fontes de risco.
Por isso, seria muito salutar se algum vereador, em lugar de legislar de forma tola propondo projetos para alteração de nomes de ruas, criação de datas comemorativas, concessão de títulos e homenagens a personalidades ou anônimos (no primeiro semestre de 2012, 80% dos projetos aprovados na Câmara Municipal de São Paulo tinham estas características) dispusesse-se a debater uma “Lei Muda”, proibindo cabalmente o uso do telefone celular pelo motorista em trânsito.
Pode-se alegar que este seria um zelo excessivo, pois as pessoas ouvem músicas e notícias, cantarolam e dialogam enquanto dirigem. Contudo, nenhuma destas ações compromete tanto a atenção quanto falar ao celular ou mesmo fumar quando se está guiando um veículo. E o uso de um sistema de bluetooth, embora amenize os riscos, não pode ser fiscalizado amplamente.
A exemplo do que foi a obrigatoriedade do uso do cinto de segurança, instituída pelo Código de Trânsito Brasileiro (CTB) apenas em 1997, é natural uma resistência inicial por parte da população. Porém, não podemos mais aquiescer com vidas abreviadas e famílias fragmentadas. Assim, a solução passa pelo órgão mais sensível do corpo humano, atingido por meio de leis e multas: o bolso.
* Tom Coelho é educador, conferencista e escritor com artigos publicados em 17 países. É autor de “Somos Maus Amantes – Reflexões sobre carreira, liderança e comportamento” (Flor de Liz, 2011), “Sete Vidas – Lições para construir seu equilíbrio pessoal e profissional” (Saraiva, 2008) e coautor de outras cinco obras. Contatos através do e-mail tomcoelho@tomcoelho.com.br. Visite: www.tomcoelho.com.
“Algumas iniciativas são recomendáveis;
outras, necessárias.” (Tom Coelho)
Reflita por um instante: você já ou quase se envolveu em um acidente de trânsito porque o condutor falava ao telefone enquanto dirigia? Ou era você o motorista a colocar em risco sua própria integridade e a de outras pessoas utilizando o celular enquanto saía de sua garagem, manobrava seu veículo ou fazia uma conversão ou mera mudança de pista?
Segundo o Departamento Nacional de Trânsito (Denatran), atingimos a impressionante marca anual de 42 mil óbitos em acidentes de trânsito, uma autêntica guerra civil em nosso país!
As causas são muitas, passando inclusive pelo crescimento da frota, mas invariavelmente incluem o excesso de velocidade, o desrespeito à sinalização e às normas de segurança, o despreparo dos condutores, o consumo de álcool e, também, a desatenção, não raro provocada pelo uso do telefone celular.
A chamada “Lei Seca”, publicada em junho de 2008, trouxe benefícios imediatos, com redução do índice de acidentes, fatais ou não. E seu endurecimento em fins de 2012 certamente implicará ganhos no médio e longo prazo. Mas é preciso agir de forma ainda mais enérgica, atacando outras fontes de risco.
Por isso, seria muito salutar se algum vereador, em lugar de legislar de forma tola propondo projetos para alteração de nomes de ruas, criação de datas comemorativas, concessão de títulos e homenagens a personalidades ou anônimos (no primeiro semestre de 2012, 80% dos projetos aprovados na Câmara Municipal de São Paulo tinham estas características) dispusesse-se a debater uma “Lei Muda”, proibindo cabalmente o uso do telefone celular pelo motorista em trânsito.
Pode-se alegar que este seria um zelo excessivo, pois as pessoas ouvem músicas e notícias, cantarolam e dialogam enquanto dirigem. Contudo, nenhuma destas ações compromete tanto a atenção quanto falar ao celular ou mesmo fumar quando se está guiando um veículo. E o uso de um sistema de bluetooth, embora amenize os riscos, não pode ser fiscalizado amplamente.
A exemplo do que foi a obrigatoriedade do uso do cinto de segurança, instituída pelo Código de Trânsito Brasileiro (CTB) apenas em 1997, é natural uma resistência inicial por parte da população. Porém, não podemos mais aquiescer com vidas abreviadas e famílias fragmentadas. Assim, a solução passa pelo órgão mais sensível do corpo humano, atingido por meio de leis e multas: o bolso.
* Tom Coelho é educador, conferencista e escritor com artigos publicados em 17 países. É autor de “Somos Maus Amantes – Reflexões sobre carreira, liderança e comportamento” (Flor de Liz, 2011), “Sete Vidas – Lições para construir seu equilíbrio pessoal e profissional” (Saraiva, 2008) e coautor de outras cinco obras. Contatos através do e-mail tomcoelho@tomcoelho.com.br. Visite: www.tomcoelho.com.
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segunda-feira, 21 de janeiro de 2013
A culpa não é da internet
Problemas modernos não são responsabilidade da tecnologia, mas do mau uso que fazemos dela
| Gonçalo Viana |
Eu discordo veementemente. Não vejo problema no que o mundo moderno faz com nosso cérebro – pelo contrário, só vejo coisas boas na facilidade de acesso a notícias, na facilidade de contato com amigos e parentes distantes, na profundidade de informação que hoje podemos obter. Para mim, o problema está em nós mesmos: em como nos deixamos sucumbir a tentações e imposições que nos são apresentadas através das novas tecnologias.
Para começar, não vejo como “a internet” poderia reduzir nosso tempo de atenção sustentada e tornar nosso conhecimento superficial. É preciso muita atenção focada para passar horas ininterruptas em frente a videogames, e sites de busca, Wikipédia e jornais internacionais acessíveis às pontas dos seus dedos permitem a qualquer um se tornar um profundo conhecedor de política internacional ou biologia das fossas abissais sem sair de casa. Aprofundar-se ou surfar superficialmente é uma questão do uso que se escolhe fazer de um mundo inteiro agora navegável.
O mesmo se aplica à memória. A tecnologia nos permite terceirizar facilmente nossa memória, delegando-a à agenda do celular, que guarda nossos contatos, endereços e compromissos, e à memória coletiva da Wikipédia e tantos outros sites acessíveis via internet. Quem de fato ainda tenta memorizar números de telefone?
O problema é que, sem tentar, não há como memorizar o que quer que seja – e, sem exigir da sua memória, não há como mantê-la tinindo. A memória não depende de simples exposição à informação, e sim do processamento ativo dela, que precisa receber atenção, ser associada a outras informações, e ainda ser considerada importante pelo cérebro. Se não for importante, não entra para a memória. Portanto, não há como se lembrar de um número de telefone que você apenas o digitou em seu celular!
Também não é verdade que a internet nos deixe desatentos ao fornecer “informação demais”. Nossa atenção já é limitada – e pelo próprio cérebro: só conseguimos nos concentrar em uma coisa de cada vez. Por causa dessa limitação, sempre há mais informação disponível do que conseguimos processar – e isso não é culpa da internet. Por outro lado, conhecendo essa limitação, quem tem problemas para se manter focado pode se ajudar reduzindo o número de tarefas disputando sua atenção a cada instante, por exemplo, reduzindo o número de janelas abertas em seu computador.
O mesmo vale para o e-mail, que acelerou a velocidade das trocas por escrito – e, ao contrário das predições catastróficas da época em que surgiu, hoje nos faz escrever mais do que anteriormente. Recebemos e-mails às dúzias por dia, muitos deles nos cobrando respostas imediatas. E aqui está mais um mau uso da tecnologia, culpa nossa: poder responder imediatamente a e-mails não significa ter de fazê-lo na hora, encorajando a cobrança alheia. Nossos problemas modernos não são culpa da tecnologia, mas do (mau) uso que fazemos dela.
Do site: www.mentecerebro.com.br
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domingo, 20 de janeiro de 2013
Maioria acha que mulheres bonitas são do bem
Tendemos a atribuir valores morais mais positivos às pessoas que achamos atraentes
| Deborah Kolb/Shutterstock |
A pesquisadora Lihi Segal-Caspi e seus colegas recrutaram 118 universitários e os dividiram como “alvos” e “juízes”. O primeiro grupo respondeu a um questionário que avaliava sua personalidade e, em seguida, cada um deles gravou um vídeo no qual entrava em uma sala, olhando para a câmera, e lia em voz alta um texto sobre o clima. Depois, o segundo grupo assistiu às cenas e opinou sobre as pessoas que viu. De acordo com Lihi, os homens “juízes” conferiram às mulheres “alvo” características consideradas mais desejáveis, como sociabilidade, amabilidade e responsabilidade. “O mais interessante é que também as consideraram mais propensas a apresentar valores morais, como tolerância, independência e respeito”, diz Lihi. No entanto, como a pesquisadora relatou na Psychological Science, o julgamento não correspondeu à realidade: as respostas dos questionários mostraram que voluntárias consideradas belas tendiam mais ao egoísmo, à autopromoção e à conformidade.
Do site: www.mentecerebro.com.br
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sábado, 19 de janeiro de 2013
Perigos da Desmotivação!
Quanto maior a desmotivação, maior o desespero do ser humano. Você pode estar pensando: “Você não têm ideia de como minha vida tem sido dura e meu trabalho difícil”. É você está certo, e eu não tenho ideia mesmo.
No entanto, tenho uma ideia clara de quão miserável será o seu futuro se continuar pensando assim... A menos que você mude a maneira de pensar e trate da sua desmotivação.
Faça uma radiografia... Ela vai identificar que esse desânimo é uma doença amarga, ameaçadora de sua alegria de viver e da qualidade e resultados de sua vida e seu trabalho.
Você não pode mudar o passado, mas pode reagir a ele. Você não pode alterar o dia de ontem, mas pode mudar sua reação a ele. Você pode criar um futuro diferente.
Não importa o que aconteceu com você... Importa como você reagiu ao fato. É aí que você começa a construir uma vida nova. E a escolha entre o Sul e o Norte, o positivo e o negativo é exclusivamente sua.
Fé e crença andam juntas... É uma escolha acreditar. Quanto mais escuro o aposento, maior a necessidade de luz. A escolha dessa luz é a escolha da motivação, do despertar desse gigante interior que pode estar amarrado dentro do seu coração.
É hora de dar liberdade a sua motivação. Lance seu coração em direção de uma vida com propósitos e você irá trilhar caminhos até então inatingíveis! Tenha atitude para mudar. Se você mudar... O mundo muda com você!
Pense comigo: Deslealdade é errado. Vingança é ruim. Mas a pior parte de tudo é que, sem perdão, amargura é tudo o que resta.
Não importa quem está certo ou errado... Estenda a mão você! Quando você faz isso certamente entenderá que quem perdoa deixa de sofrer, é motivado pela vida, faz o outro muito mais feliz e mais ainda, muito simples, a pessoa que perdoa é o mais feliz de todos.
Você pode estar pensando aí com seus botões: “Eu é que não vou falar com aquela pessoa”. Se você perdoou de coração, nem isso precisa fazer... O universo sempre dá um jeito de colocar essa pessoa na sua frente.
Uma cena se repete todos os dias no Brasil. O filho sai para a escola e diz: “Benção, pai”. O pai lhe diz: “Deus te abençoe, meu filho”. Um gesto de fé, de busca de proteção para o dia, de quem acredita na vida. Como abençoar o filho e odiar o seu próximo? Como motivar e ser desmotivado?
Ninguém pode ensinar aquilo que não sabe fazer!
Pense nisso, um forte abraço e esteja com Deus!
Gilclér Regina, publicado em 27/11/2012, no site: www.qualidadebrasil.com.br
Gilclér Regina é bacharel em Administração de Empresas e Marketing. Um dos palestrantes mais procurados para convenções de empresas.
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sexta-feira, 18 de janeiro de 2013
O que é mais importante, ser inteligente ou ser esforçado?
Um professor submeteu os mesmos alunos, de quinta série, a outro teste elaborado para ser extremamente difícil, o qual havia sido preparado originalmente para alunos do oitavo ano, mas que ele queria ver como as crianças reagiriam ao desafio.
Os alunos que haviam sido elogiados pelo esforço no teste inicial, esforçaram-se muito para decifrar os quebra-cabeças. As crianças que haviam sido elogiadas pela inteligência, por outro lado, logo ficavam desestimuladas.
Seus erros inevitáveis eram vistos como sinais de fracasso: talvez não fossem tão inteligentes assim, afinal de contas.
Depois de fazer o teste difícil, os dois grupos de estudantes precisavam escolher entre ver os testes de crianças que haviam se saído pior do que elas ou os de quem se saíra melhor. Os estudantes elogiados pela inteligência quase sempre escolhiam aumentar a autoestima, se comparando com alunos que haviam obtido um resultado pior no teste.
Em contraste, crianças elogiadas pelo trabalho duro demonstraram mais interesse pelos testes com pontuações superiores às que tinham obtido.
Elas queriam compreender os próprios erros, aprender com eles, entender como se sair melhor.
O problema é que quando elogiamos pela inteligência não estimulamos a evitar o tipo mais útil de atividade de aprendizado, que é aprender a partir dos erros. Se não experimentarmos os sintomas desagradáveis de estar errado, o cérebro jamais revisará os próprios modelos.
Antes dos neurônios acertarem eles têm que errar repetidas vezes. E pode ter certeza, não há atalhos para esse processo árduo. E isso não se aplica somente a crianças, aplica-se a todo mundo.
Prof. Menegatti, publicado em 09/01/2013, no site: www.qualidadebrasil.com.br
Prof. Menegatti é considerado um dos maiores conferencistas no desenvolvimento do potencial humano e um expert em desempenho de alto nível.
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quinta-feira, 17 de janeiro de 2013
Felicidade – Os Desafios... A Viagem... O Destino!
Eu penso que a felicidade não é somente o destino, é a viagem também. Você não pode esperar crescer para ser feliz, ou se formar, se casar, ter filhos, se aposentar...
Muita gente acaba morrendo sem ser feliz por ficar esperando a felicidade bater à sua porta... Mas é preciso ir buscá-la.
Aristóteles postulou que a fórmula da felicidade e também do sucesso é:
Primeiro: Ter um ideal, um alvo, um objetivo bem definido, claro e prático.
Segundo: Ter os meios necessários para alcançar os fins, isto é, sabedoria, dinheiro, bens materiais e ainda métodos.
Terceiro: Ajustar todos os seus meios a esse fim.
Nos ditados populares dizem que o dinheiro não traz felicidade e outros ainda vão adiante, dizem que com o dinheiro mandam buscá-la.
Contrariando isso, em novas descobertas científicas por psicólogos norte-americanos eles dizem que a felicidade é 50% genética, 10% a circunstância como dinheiro, ambiente em que se se vive e 40% atitudes, decisões, comportamentos, busca...
Isso nos leva a reflexão que o grande desafio é entender melhor essa questão e ter o nosso foco voltado para estes 40%, ou seja, o desafio de mudar aquilo que visivelmente podemos, ou seja, melhores atitudes, melhores decisões, novas posturas e comportamentos diante do mundo e que nos ajudem a construir uma vida melhor.
Pense nisso, um forte abraço e esteja com Deus!
Gilclér Regina, publicado em 19/12/2012, no site: www.qualidadebrasil.com.br
Gilclér Regina é bacharel em Administração de Empresas e Marketing. Um dos palestrantes mais procurados para convenções de empresas.
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quarta-feira, 16 de janeiro de 2013
Em busca da felicidade: Dinheiro não é tudo, mas é muita coisa!
Dinheiro não compra felicidade, afirmam os estudos. Mas, será que é apenas isso? Precisamos refletir mais sobre o assunto.
A OECED, organização para cooperação e desenvolvimento econômico que elabora critérios e recomendações para promover a qualidade de vida no mundo inteiro acaba de apresentar o resultado de um trabalho que mede a felicidade dos cidadãos no índice para viver melhor. E que, pela primeira vez, inclui o Brasil.
Em uma relação de onze aspectos (moradia, salário, emprego, comunidade, educação, ambiente, engajamento cívico, equilíbrio entre a vida pessoal e o trabalho, saúde, satisfação e segurança), os brasileiros não apresentaram o salário como uma das suas prioridades para gerar felicidade. Para nós, educação e segurança são mais importantes.
Se você ficou surpreso com o resultado deste trabalho, saiba que esta constatação não é recente. Em 1974, Richard Easterlin, economista que então lecionava na Universidade da Pensilvânia, realizou um estudo cuja conclusão ficou conhecida como o “Paradoxo de Easterlin”. A sua constatação: a felicidade não costuma estar vinculada com a riqueza.
Em 1995 e em 2001, Easterlin replicou o estudo e constatou que o aumento da renda em vários países evoluiu drasticamente, mas não houve qualquer alteração na felicidade das suas populações.
Ao analisar esses resultados, constato que eles apresentam apenas um lado da moeda. Tudo bem: dinheiro não trás felicidade, mas e a falta dele, o que trás? Quais as consequências?
Na organização, sabemos que altos salários não servem de satisfação para os colaboradores, pois, como é inerente ao ser humano, somos eternamente insatisfeitos: sempre vamos querer mais. Ou seja: o nosso salário nunca será suficiente para nós. Ao recebermos um aumento salarial, no primeiro momento ficamos felizes, mas, em pouco tempo, essa alteração passará a ser insuficiente. E destaco que isso não é errado. Se não tivermos ambição (de forma controlada, claro), não vamos querer evoluir, produzir mais, receber mais pelo nosso trabalho. E isso não pode acontecer.
Entretanto, se por um lado, o dinheiro não traz felicidade, a sua falta causa impactos negativos no comportamento humano e, consequentemente, na qualidade do seu trabalho e na sua produtividade.
Como tudo muda, o entendimento sobre essa situação também mudou. Ou melhor, ampliou. Vejamos: os teóricos modernos afirmam que baixos índices salariais geram desmotivação. Não concordo com essa visão simplificada. Se analisarmos com mais atenção, chegaremos à conclusão que, se por um lado o trabalhador não se sente motivado para trabalhar, por outro lado se sente motivado, algumas vezes em excesso, para realizar ações que comprometem a imagem da empresa e geram transtornos para os clientes e usuários, em busca dos seus objetivos. Situação que ninguém (incluindo todas as categorias: empregadores, trabalhadores e usuários) deseja.
Se analisarmos, em praticamente todos os movimentos grevistas, uma das reivindicações estará ligada aos índices de reajuste salarial.
Assim, reflito sobre quais os fatores que podem ter gerado tais resultados, pois os estudos citados foram realizados por instituições de credibilidade inquestionável. O próprio foco da pesquisa? A cultura que impede de assumir publicamente algumas opiniões? O medo do respondente de comprometer a sua imagem, mesmo que momentaneamente? Não tenho a resposta.
Independentemente do que foi dito aqui, é importante que o líder saiba que o seu colaborador (assim como ele mesmo), independentemente da sua função, busca a felicidade, em todas as ocasiões, inclusive no trabalho. Para que isso aconteça, além do cuidado com os aspectos materiais, outros não materiais de bem-estar humano, tais como as relações interpessoais, as diferenças individuais, a autonomia, a qualidade de vida no trabalho, entre outros, precisam bem administrados.
Vivemos um momento de apagão de profissionais e de preocupação com os bons colabores que não permanecem nas empresas. Então, leitores e principalmente os líderes, saibam que proporcionar a felicidade é um instrumento de retenção de talentos.
Assim, busque a sua felicidade de forma ampla, geral e irrestrita, encontre-a e seja feliz. Que assim, seja!
Odilon Medeiros, publicado em 28/12/2012, no site: www.qualidadebrasil.com.br
Mestre em Administração, Especialista em Psicologia Organizacional, Pós-graduado em Gestão de Equipes, MBA em Vendas e em gestão de negócios.
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